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Oficial de Justiça

Esta página é uma iniciativa informativa DIÁRIA especialmente vocacionada para Oficiais de Justiça. De forma independente da administração da justiça e dos sindicatos, aqui se disponibiliza a informação relevante com um novo artigo todos os dias.



Pode ouvir aqui rádio com música alternativa não massiva e sem publicidade


LEGISLAÇÃO RELEVANTE RECÉM PUBLICADA EM DR:
(com interesse para os Oficiais de Justiça)
[1]
Portaria nº. 365/2017 de 07DEZ - Regulamenta o Serviço Público de Notificações Eletrónicas (SPNE) associado à morada única digital, previsto no Decreto-Lei nº. 93/2017, de 01AGO.
[2]
Portaria nº. 370/2017 de 12DEZ - Procede à primeira alteração da Portaria n.º 288/2016 de 11NOV, que define o âmbito de recrutamento para frequência do curso de formação específico de administrador judiciário. .

Oficial de Justiça Últimas Publicações:

Domingo, 02.08.15

O Desvario dos Oficiais de Justiça

     Na profissão de Oficial de Justiça há alguns elementos, embora numa percentagem pequena e proporcional à generalidade da sociedade, que padecem de anomalias psíquicas que levam a comportamentos desviantes, não só socialmente reprováveis como mesmo criminalmente condenáveis.

     Muitos destes Oficiais de Justiça já assim eram antes de entrar na profissão, embora fossem mais comedidos, no entanto, com o passar dos anos, de serviço e, bem assim, com o peso da idade, a que acrescem os problemas da profissão, desde a pressão da função, aos cortes no vencimento e à impossibilidade de progressão, afloram mais os problemas mentais e surgem os conflitos com os demais, a todos os níveis: profissional, familiar e social.

     Uma parte considerável dos problemas mentais verificados mostram-se especialmente vincados pelo stresse do dia-a-dia nos tribunais, não sendo raro assistir a alguma explosão, normalmente verbal, nas secretarias, em momentos de maior pressão.

     Até aqui nada de especial, compreendendo a maioria dos Oficiais de Justiça que a pressão das funções pode resultar em pontuais conflitos. No entanto, há outras situações, mais graves, que exigem intervenção hierárquica, disciplinar e até criminal.

     Vem isto a propósito da notícia dada por estes dias em toda a comunicação social sobre um Oficial de Justiça, de 58 anos de idade, em funções na Unidade de Serviço Externo da Comarca do Porto, arguido num processo onde é acusado de dois crimes de violência doméstica na forma agravada.

     De acordo com a comunicação social, as vítimas eram o pai e a tia do Oficial de Justiça, ele com 86 anos de idade e ela com 87.

     Referem as notícias que durante dois anos, os idosos sofreram de repetidos maus-tratos e não conseguiram defender-se em sequência de doenças e debilidades físicas que os afetavam.

     A acusação referirá que as vítimas passavam fome, ficavam trancadas em casa às escuras, não tinham acesso a medicação e não usufruíam de apoio ou ajuda para realizar a higiene pessoal. E ainda que o arguido chegou a bater na tia e a amarrar o pai com um cinto para que este não circulasse pela casa.

     "O arguido não cuidou minimamente pelo bem-estar físico e emocional dos ofendidos, sujeitando-os a situações de risco para a vida e para a integridade física, a humilhações e tratando-os como um fardo e como despesa" menciona a acusação citada pelo CM.

     O processo referirá que o Oficial de Justiça foi viver para a casa dos familiares depois de se ter divorciado. O caso terá sido descoberto em fevereiro deste ano, quando o pai do Oficial de Justiça morreu, um dia depois de ter dado entrada no Hospital de São João com sintomas de hipotermia, desidratação e subnutrição.

     Esta situação relatada nos media é preocupante, independentemente do autor da atrocidade, mas mais preocupante é se o autor for um indivíduo que exerce funções de Oficial de Justiça, cuja integridade e sanidade mental é um imperativo que deveria ser avaliado com alguma periodicidade, através de uma consulta de avaliação psicológica que poderia sinalizar alguns casos, dando-lhes o devido acompanhamento médico, bem como funções mais adequadas ao seu perfil e, sempre que necessário, a exoneração.

     Estas funções equivalentes às de psicólogo vão sendo realizadas por todos no dia-a-dia dos tribunais, ora se decidindo ter mais paciência com este ou aquele, ora mudando-os de funções, ora suportando ausências por baixas médicas de longa duração.

     Nenhuma destas soluções contribui para a eficácia das secretarias e os elementos mais alienados são, não só um fardo que todos carregam, como, também, um lugar que está ocupado e que poderia ser preenchido com alguém mais válido.

     Cada elemento faz falta, e muita, pelo que a sua ausência, seja física ou só mental, reflete-se sempre numa sobrecarga de serviço para os demais. Isto resulta em maior pressão e, consequentemente, em mais problemas.

     O controlo psicológico deveria ser um imperativo legal, não só aquando da admissão, como após, com uma periodicidade obrigatória de alguns anos.

     Até à próxima sexta-feira há mais de 600 candidatos ao ingresso na carreira a fazer os seus requerimentos para o movimento extraordinário em curso e nenhum deles passará por um controlo de avaliação psicológico.

     Estarão, pelo menos, um ano a exercer funções em regime probatório e, no final desse período, será um Oficial de Justiça com funções de chefia a elaborar um relatório no qual apreciará não só a aptidão para o exercício das funções, como a idoneidade e sanidade mental de cada um. Esta avaliação deveria ser apenas funcional, deixando para um profissional da psicologia uma análise do perfil de cada um que contribuiria para a sua aceitação ou não na carreira.

     Quanto àqueles que já estão ao serviço, também deveriam, desde já, ser avaliados, pois é inadmissível que estejamos sujeitos a notícias como esta, bem como a tantos outros problemas que todos conhecem e experimentam no dia-a-dia.

     Não há dúvida que se mostra necessário alguma seleção rigorosa dos Oficiais de Justiça e que as inspeções periódicas não se revelam totalmente solucionadoras do problema. É certo que identificam e até penalizam alguns mas não chegam a resolver o problema de forma definitiva, arrastando-se os problemas durante anos, pelo que deveria ser encontrada uma fórmula mais eficaz e profissional que separasse de facto o “trigo do joio” e não nos deixasse pasmados e até aflitos com a situação ora relatada por toda a comunicação social.

HomemDesesperado.jpg

P.S. ATUALIZAÇÃO: Apurou-se entretanto que o tal indivíduo Oficial de Justiça já não se encontra ao serviço, por se ter aposentado. Sobre este assunto o SOJ remeteu uma comunicação-protesto ao Correio da Manhã, que abaixo se reproduz, onde, essencialmente, alega que a chamada a título da condição do cidadão como Oficial de Justiça é desadequada e "pode colocar em crise a honorabilidade e credibilidade que têm de merecer, e merecem, perante a sociedade, os Oficais de Justiça".

SOJ-ComunicacaoCM.jpg

oficialdejustica.blogs.sapo.pt

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às 08:02


120 comentários

De Anonimo a 02.08.2015 às 09:48

Pessoas com problemas de saúde mental há em todas as profissões e na maior parte dos casos não é assim tão difícil identificá-las, nem seria necessários grandes gastos num sistema se os colegas, familiares, vizinhos e médicos do sistema de saúde estivessem mais atentos e fossem mais interventivos.

Infelizmente ainda há um grande preconceito quanto às doenças do foro mental na sociedade portuguesa que é um problema em crescendo, à medida que estas vão aumentando, que é já uma tendência devido à precariedade familiar e no trabalho, bem como ao aumento do stress do dia a dia. O que limita algo tão simples como a pessoa aperceber-se de que está doente e recorrer a apoio de um profissional de saúde.

Uma simples fobia pode ser incapacitante para a própria pessoa, já o ciume obcessivo e a depressão podem colocar em risco muitas vidas. Mas a ideia generalizada de que quem recorre a psicólogos e psiquiatras são os "maluquinhos" contribui para a manutenção destas doenças e seu aumento. É urgente perceber que o cérebro é um órgão tão importante como o coração e a depressão pode ser tão ou mais fatal do que o cancro. E agir.

De Anónimo a 03.08.2015 às 14:49

Agradecia que alguém esclarece-se, qual os requisitos para se cumprir o período probatório com sucesso..Essa questão da idoneidade agradecia que esclarece como vão avaliar essa questão??

De oficialdejustica a 03.08.2015 às 17:59

Veja o artº. 45º e depois o 29º (que se aplica por força do nº. 3 do artº. 45º), do EFJ. Ou seja, será a impressão do Escrivão de Direito, do Técnico de Justiça Principal ou do Secretário de Justiça, conforme o local e funções que desempenhe, a avaliar a pessoa durante aquele ano. A avaliação é geral e genérica, tendo, no entanto, especial incidência sobre a idoneidade cívica e aptidão e interesse pelo serviço, isto é, se a sua personalidade se mostrou integradora no grupo, se não houve problemas, se sempre agiu com urbanidade, se é socialmente correto, se apreendeu bem a função e soube agir em conformidade, etc. Em suma, se causou sempre boa impressão e pode ser considerado apto para exercer a profissão.

De Anónimo a 04.08.2015 às 19:06

Realmente. Vocês são todos uma cambada de deficientes.
Andam a estudar à tantos anos, só para aprender que o crime não compensa, quando a verdade, é que a única merda que não compensa neste país é trabalhar !

Depressão...... Isso é apenas mais uma palavrita da moda, para quem mete baixa médica só porque não quer fazer merda nenhuma o dia todo.
Já na "dor de corno", dessa ninguém se lembra de falar........espértinhos !

De Anónimo a 04.08.2015 às 19:36

Para o Anónimo a 04.08.2015 às 19:06, o que quer dizer com isto??qual a moral da historia?? O senhor tem dor de Corno..ehehe, é que não se percebe qual a mensagem que quer passar....eheheh

De Anonimo a 04.08.2015 às 20:34

Tenho a certeza que percebeu !

De Anonimo a 06.08.2015 às 09:12

E você é o quê? Um pedaço de gente que não tem onde cair morto e por isso vem para a internet mandar comentários sem sentido absolutamente nenhum, que uma pessoa com dois dedos de testa não faria.

De Anónimo a 04.08.2015 às 19:42

Quando uma pessoa vai a um centro de emprego, aflita e em estado de necessidade, olha para a tromba do entrevistador, e ela não é mais do que uma psicóloga, a tratar um desgraçado por merdoso, só porque precisa de trabalho.............é uma treta.
Ainda por cima só para trabalhar numa porcaria de uma reposição num hipermercado.............
É interessante....há trabalhos tão merdosos, e de exploração profissional, que são tão maus, que nem os psicólogos os querem experimentar !

Os psicólogos inventam demasiado !

De Anónimo a 04.08.2015 às 19:51

Quando tem dor de costas vai ao ortopedista. Quando tem dor de dentes vai a um dentista. Quando tem problemas no coração vai a um cardiologista. O cérebro é um órgão como os outros, só que com atividade e funções mais complexas e este órgão tem os seus próprios especialistas que inventam tanto quanto os cardiologistas, os ortopedistas, os estomatologistas, etc.

De Anonimo a 04.08.2015 às 20:27

Dá para meter atestado por dor de corno ?

De Anonimo a 04.08.2015 às 20:43

Homens a trabalharem no duro, com máquinas perigosas, com pó e calor nas ventas , e dores no corpo..........e com uma ganda dor de corno, só porque a mulher prefere o engenheiro ou o S.Dr. que têm dinheiro.....
É desses homens que ninguém se lembra, que arriscam a vida todos os dias para erguer o país, com motivos para pedir um atestado por dor de corno, e não o fazem.........só porque são homens........bestas, mas homens !

Agora fiquem lá com as vossas questões parlamentares .....LOL.

De Anónimo a 04.08.2015 às 22:45

Sinceramente ou sou muito burro ou continuo sem perceber o ponto de vista......afinal onde quer chegar com esta conversa que nada tem a haver com os temas interessantes que normalmente se discute aki??'diga de uma vez por todas..ou será que você anda com a minha mulher e eu não sei...lol pode ficar com ela...ehehehe

De Anónimo a 05.08.2015 às 19:27

Eu acho que você é perito em fazer de conta que não percebe.
Mas OK. Eu passo a explicar-me melhor :

Atestados por depressão estão na moda. É uma espécie de perturbação mental , causada por agruras da vida.
No entanto quando o artigo mencionou o facto de não haver testes psicológicos para a entrada nesta carreira, eu acho que é uma boa ideia não os fazerem.
Pois nos dias que correm esses testes são feitos aos candidatos a P.S.P. e G.N.R. os quais estão fartos de serem seres deprimidos, que metem a toda a hora " Atestados Por dor de Corno" assim que se divorciam, o que prova que são pessoas muito fracas e pouco inteligentes e que esses testes não são mais do que uma treta de psicologia barata, e quem está bem hoje poderá estar muito mal amanhã.................mas eu agora pergunto, será que estão mesmo com dor de corno, ou com pouca vontade de trabalhar, porque trabalhar é uma merda ?

Qualquer agente policial, tem que ter "atestado de dor de corno" para estar na moda da depressão !
Percebeu agora ? Saudações caro comentador.

De Anónimo a 05.08.2015 às 19:29

Já repararam que esses atestados nunca fizeram parte da vida de trolha ?

De Calix a 05.08.2015 às 19:48

Finalmente, um excelente comentário ! =)

De Anónimo a 06.08.2015 às 11:16

Finalmente percebi o seu ponto de vista e de fato, concordo. Isto das depressões de fato é uma moda criada no ocidente, onde pessoas que normalmente tem uma boa vida, e todas as condições é que são dadas a estes luxos...questiono-me se por ventura esses senhores das depressões estivessem na Somalia onde não existe o que comer...se iriam ter tempo para depressões ridículas, ou se iriam ocupar o seu tempo a procurar comida.

De Anonimo a 06.08.2015 às 09:18

Já sabemos que você é um homem que trabalha no duro, com máquinas perigosas, com pó e calor nas ventas, dores no corpo e com uma ganda dor de corno... E que é por causa da dor de corno que comenta neste blogue. Agora aviso já de que está a tomar a direção errada, a dor de corno não se cura assim e se quer trabalhar no leve tem de ir estudar também em vez de se deitar no sofá com as suas cervejas e amendoins a seguir ao trabalho, se trabalha é adulto e assim devia saber que nada se consegue sem trabalho seja ele físico ou intelectual.

De SARA a 06.08.2015 às 10:47

Boa resposta anonimo das 09h18! amei! Realmente é complicado...estudamos para conseguir ter uma vida melhor e somos criticados diariamente por quem decidiu tomar outros caminhos! Todas as profissões são dignas e eu não sou mais que ninguém porque tenho um curso e trabalho em frente a um computador, nem esse senhor tem que se queixar de levar com "pó na venta" no seu trabalho árduo! Cada um seguiu o caminho que quis ou que conseguiu, e digo-lhe se não sabe aprenda porque o cansaço psicológico (da cabeça para que bem entenda) é muito pior que o cansaço físico! Portanto não se queixe , pois há com certeza muita boa gente a querer trabalhar no duro , ainda que tenha que levar com pó nas ventas, para por pão na mesa! Respeite os outros porque essa mania da inferioridade é notória e fica-lhe muito mal!

De Anónimo a 06.08.2015 às 11:11

eheheh bem comentado....meus amigos e futuros colegas, candidatos, convençam-se de uma vez por todas que vão ter que estudar, isto para evitarem serem desprezados e rotulados..pois apartir do momento que sejam associados aos que nada sabem..depois é difícil tirar esse rotulo..e as vossas vidas não serão faceis lá dentro...

De Anonimo a 06.08.2015 às 19:29

Uma merda de resposta....

Mas ainda bem que percebeu..........Pelos vistos ainda há gente que só responde, quando vê que há apoiantes da boa razão, e não dos preguiçosos............

No entanto leu, e fez muito bem, para aprender alguma coisa de interesse para a sua vida diversa da intelectualidade, que aprendeu na escola mas que de facto não compreendeu............ Se é amante da intolerância à razão, estará no caminho, o certo para si, que fica longe da escola que deveria ter encontrado, ou passou por ela mas não viu, e só porque acha correto não a ver ou porque assim lho ensinaram .
No entanto desejo-lhe uma boa tarde Sr.ª Sara !

De João a 06.08.2015 às 20:44

Não vejo qualquer noção de inferioridade neste tipo de comentário, que alias aos olhares atentos de uma sociedade feita de entes que defendem a justiça e igualdade de direitos, e que se preocupa na estabilidade de todos, os quais respeitam a liberdade de expressão através da "personificação" e cultivo literários.
Apenas verifiquei nele a resposta mais bem estruturada para quem inventa doenças onde elas não existem.
Mas pode ter a certeza que chegando dia em que me sujeitem a qualquer teste psicológico para os tribunais ou a qualquer outro colega, tenho a certeza que o resultado será o mesmo daqui a 2, ou 3 ou 4 anos.
Infelizmente de muitos outros que inventam doenças para justificar fraquezas que são pura imaginação, desses eu duvido que tenham coerência a longo prazo para suportarem qualquer tipo de trabalho.
Quanto a expressões metafóricas da parte de alguns comentadores, seria de esperar que outros tantos "qualificados e letrados" as conseguissem compreender e de uma forma menus estática.
Afinal a própria palavra DEPRESSÃO é sempre interpretada de uma forma bastante abstracta, à qual o próprio senso comum apenas indica não se estar bem psicologicamente mas nunca expondo critérios objectivos de "gravidade" (psicológica), por motivos que em certos casos são privados para quem afirma estar deprimido.
Nalguns casos há mesmo quem classifique a depressão como consequência de factor fútil ( aos olhos do senso comum) e noutros casos por situações penosas como a morte de parente ou alguém próximo etc...
Senhora Sara, com todo o respeito compreendo que palavras em "Português Calão" possam ferir algumas susceptibilidades, mas como alguém se lembrou de mencionar, de facto somos todos crescidos e adultos para as compreender de uma forma que não é intencionalmente ofensiva.
Para concluir este longo comentário, eu compreendi o sentido das palavras escritas pelo bastante pertinente comentador do nosso povo, e povo que tem habitado num Portugal de dimensões diversas.
Por favor Senhoras, não interpretem a Internet com excesso de seriedade, pois esse tipo de trabalho está nas mãos das autoridades e serviços competentes que nos beneficiam diariamente, ao contrário dos criticados comentários que irritam quem respira Internet e pouco mais desta vida.

Um forte Bem-aja a todos, e que as verdadeiras depressões nunca entrem nos tribunais.


De Anónimo a 06.08.2015 às 19:16

Por acaso a cerveja que bebo, ganho mesmo com o meu trabalho, e não é no sofá !
Tou farto de saber que você chama preguiçoso a quem faz pela vida, e dou-lhe um concelho, faça qualquer coisa por si mesma .
E mexa-me esse cu, pois ele não para de crescer !
Continue a contar essas calorias no telemóvel em vez de mexer o traseiro, que um dia destes ainda rebenta !
Quando me cruzar consigo, por favor, não diga nada......não me estrague a cerveja que tenho no meu estômago e não na barriga....
Felicidades lindeza.........sé é que ainda vai a tempo de a encontrar .

De Anonimo a 06.08.2015 às 20:00

Aconselho-o a não jogar ao Euromilhões, está visto que não tem jeito para palpites. Embora seja uma grande tentação para pessoas como você, velhos do restelo, que acham que uma pessoa tem de nascer numa família rica para ter dinheiro... à custa dos pais. Pois fique sabendo, comigo errou redondamente, pago as minhas despesas, pois tenho emprego, honesto e pasme-se, não faço apenas trabalho de secretária.

Quanto a charmar preguiçosos aos outros, o Anónimo não tem feito outra coisa. Há quem vá ao psicólogo tratar as suas perturbações e depois há pessoas como você, que preferem criticar os outros como forma de terapia, mas que não é nada, pois mal acabam de dissertar sobre o que vos incomoda nos outros, passa-lhes logo o efeito e assim sucessivamente.

De Anónima a 06.08.2015 às 20:51

Parece que você é que tem um problema bastante grave....
Mas se confia em psicólogos para o resolver, acho que não vai ter muita sorte.
Levante esse traseiro um pouco, antes que a depressão lhe fique crónica.

De Anonimo a 06.08.2015 às 21:16

Desta não estavam nada à espera, pois não ?
Ainda há quem compreenda quem não vos quer mal.
Muito Agradecido Senhora Anónima.
Hora da Mini, fora do Sofá ou Cadeirão.........é claro........Mini de Verão.

Por acaso gostei de ver !

De sara a 06.08.2015 às 23:29

o anónimo fala muito e trabalha tanto que até tem tempo para encher este blog de comentários. ..comentários esses que, muito sinceramente, nada se tira daí! já li os seus comentários e concluo que realmente fala fala mas do que diz não se tira NADA! mas sinceramente também não tenho tempo para tentar entender pessoas como o senhor! continue a falar sozinho e tenha uma boa vida! com minis ou sem elas..seja feliz! eu tenho mais que fazer e não vou descer ao seu nível! :)

De Alguém a 07.08.2015 às 00:08

Estou abismado com o que acabei de ver aqui. Dá para ver que felizmente ou infelizmente no meio de tantas criticas negativas aos comentários feitos neste blog, a sua grande maioria está a ser dirigida ao único comentador que de uma forma estranha partilhou a sua visão sobre este tema, a depressão. Antes fazerem criticas ás divergências de opinião deviam fazer o mesmo, ou simplesmente e apenas lerem o artigo publicado.
Desejamos que a mini lhe faça bem a alma, e que o mesmo suceda com outros tantos. Vão mesmo precisar de boa disposição e cabeça fresca em Setembro. hehe =)
Essa expressão utilizada como nível, é como um pau de dois bicos caríssima sara, sente-se distante dessa descida ?

De Anónimo a 07.08.2015 às 00:33

Ela vai dizer que sim....LOL.
Quero ver o que nosso conhecido anónimo vai dizer amanhã =)

De Anónimo a 07.08.2015 às 18:52

Se está curioso, devo dizer que o problema dos oficiais deprimidos, é não beberem mini !
Ontem tive essa prova. Conheci duas elegantes moças que me perguntaram o que fazia da vida, e saiu-me sem querer: - sou oficial de justiça !
Dá-me a impressão que só o nome "Oficial" deixa qualquer senhora radiante, ao contrário do habitual.
Alguém consegue explicar-me porque é que as mulheres pensam que os Oficiais de Justiça são uma espécie de P.J. ? ( eu também não disse que não...lol. ). Agora ainda por cima sou uma espécie de agente especial .
Está provado que não há razões para os Funcionários judiciais estarem deprimidos.
O único problema é que a noite de Oficial de justiça é uma brincadeira um pouco cara........Mas credibilidade não faltou.
Agora digam lá que é Psicologia.........é o tanas !
Agora atrevam-se a dizer que são deprimidos.
Saudações Sinceras a todos, e desculpe Sara se a ofendi, não Foi sem querer !
Bom fim-de-semana .

De Anonimo a 07.08.2015 às 23:23

acho que ele enganou-se, o coitado mete sempre água loooool
mas tem razão, pois o funcionário judicial limpa a retrete no gabinete da policia judiciária, enquanto o oficial de justiça é o chefe da pj

De Anónimo a 08.08.2015 às 14:04

É por esse tipo de situações que digo sempre que sou funcionário de justiça. Se um judoca quiser agredi-lo é melhor para si encolher-se e dizer que é funcionário judicial ou apenas auxiliar de justiça. Por outro lado se a sua intenção é impressionar as senhoritas terá melhor opção em dizer que é um oficial de justiça.
Devia ter-se lembrado que um oficial de serralharia é uma espécie de engenheiro :)

De Anónimo a 10.08.2015 às 11:48

Bom dia,

Alguém tem ideia de quando teremos informação de se, e onde, fomos colocados?

Cumprimentos

De Anónimo a 10.08.2015 às 20:20

Segundo aquilo que já foi dito neste blog será até ao final do presente mês de agosto.
No entanto isso é muito vago.
Estou a pensar em ligar para a DGAJ para o final desta semana, pode ser que já tenham alguma informação mais concreta para dar.

De Anónimo a 11.08.2015 às 10:31

Não estou a ver como vamos entrar em Setembro...

De Anónimo a 11.08.2015 às 11:04

Até agora a dgaj cumpriu de uma forma célere todos os prazos, como é possível acharem que não entramos em Setembro, mas vocês são loucos??

De A a 11.08.2015 às 11:06

Até podemos entrar em setembro mas e quem ficar longe vai receber a noticia em cima da hora

De A a 11.08.2015 às 11:18

Cumpriu de uma forma célere ?
O concurso abrir à 8 meses ....

De C a 12.08.2015 às 09:11

8 meses e célere para um concurso público. Os atrasos da dgaj foram poucos e ligeiros.

De Anónimo a 13.08.2015 às 11:12

E claro que 8 meses de concurso foi célere, se tentar perceber como funciona, um concurso público e analisar os prazos legais, vai perceber, agora aconselho a começar a estudar, pois no tribunal ou tem muita sorte em apanhar colegas que lhe possam orientar ou vai ter que saber a se desenrascar.

De Anonimo a 12.08.2015 às 09:20

Pelo contrário, é bastante provável que seja para entrar em Setembro. Claro que é difícil que seja no dia 1.

De Anónimo a 11.08.2015 às 11:18

Mas já alguém ligou para a dgaj a perguntar quando está previsto sair as colocações?

De C a 12.08.2015 às 09:17

Não é necessário, como já foi dito n vezes já sabemos que está prevista para breve a publicação do projeto, o mais tardar no final de Agosto. Também, a dgaj ainda agora começou a colocar... quanto mais se empatarem os seus funcionários com dúvidas mais tarde saberemos os resultados.

De Anónimo a 11.08.2015 às 17:06

Será que as colocações saiem até esta sexta feira? Só assim dará tempo para os 10 dias de reclamação e para ser publicado em diário da república e apresentar nos no início de setembro.......

De Anónimo a 11.08.2015 às 17:44

Não há dias de reclamação, e espero estar errada mas não me parece que vamos entrar em Setembro

De Anónimo a 11.08.2015 às 17:45

Há dias de reclamação sim. 10 dias úteis.

De Anónimo a 11.08.2015 às 18:21

Como é possível concorrerem sem sequer saberem os trâmites do concurso? Claro que há um prazo de reclamação de 10 dias úteis do projeto de lista de colocações. Só após este prazo e analisadas as reclamações e bem assim as alterações subsequentes é que vai ser publicado em DR as colocações definitivas juntamente com o prazo que têm para se apresentar. Informem se que é melhor...

De Anonimo a 12.08.2015 às 07:57

Eu sou candidata ao concurso e sei os trâmites legais, mas mesmo quando não sei alguma coisa ou tenho alguma dúvida dizem-me uma vez e percebo logo. Mas há muitos candidatos que pelos vistos não percebem á primeira, nem á segunda e alguns nem á terceira. É que vejo sempre as mesmas questões quando já foram respondidas mil vezes. É só pesquisarem que encontram ac resposta as vossas questões.

De Anónimo a 12.08.2015 às 12:31

Para sua informação e de todos vocês que pegam por tudo, passo a citar:

Há coisa de 2 semanas eu disse aqui que ainda tínhamos que esperar depois pelos 10 dias de reclamação, mas como é óbvio, fui espezinhada por esta gentinha, a chamarem-me burra porque não havia prazo para reclamar ! e sabe quantos comentários foram? imensos... agora chego aqui e digo exactamente o que me disseram ( Que não havia prazo) e adivinhem? Sou espezinhada por dizer que não há prazo! Ou seja, concluindo, vocÊs são ridículos! Estão aqui para atacar tudo e todos, neste blog somos presos por dizer que sim mas também por dizer que não... está sempre tudo mal para vocês. São alminhas tristes , sem mais nada para fazer que estão aqui à espera que alguém comente algo para massacrarem essa pessoa!

Já ninguém comenta nada neste blog porque vocês são ridículos, desumanos!

PAREM DE TRATAR MAL AS PESSOAS POR TUDO, PAREM DE CRITICAR..AJUDEM-SE E CRESÇAM....

De anonimo a 12.08.2015 às 15:18

Subscrevo.
É aqui e naquele grupo no facebook.
Uma pessoa comenta qualquer coisa e vem logo alguém dizer que não é assim é assado...mesmo tendo as evidências à frente e sendo só interpretar determinada informação. Até quando colegas dão informação da DGAJ que é a entidade que nos pode fornecer dados mais credíveis, mesmo assim contrariam só porque sim. Algumas pessoas parece-me que só querem mesmo arranjar confusão. Adoro aquelas pessoas que que não contribuem em nada para ajudar os outros mas que passam a vida a provocar e a gerar discussões e quando se tenta dialogar com esse tipo de pessoas, não têm qualquer tipo de argumento nem sequer sabem manter um diálogo...Mas tenho a certeza que quando entrarem para os tribunais ou baixam a bolinha ou não duram lá muito tempo. Anda tudo muito stressado. Acalmem-se lá que assim morrem cedo. Boa sorte a todos

De Anónimo a 12.08.2015 às 17:52

Mesmo... gente mesquinha nunca vi! Quero ver se lá dento são assim!

Colega ajude-me aqui numa dúvida ( já que aposto que vêm logo massacrar por esta pergunta), no caso das colocações oficiosas, começam pelo fim da lista pelo que sei. Ou seja, eu estando no inicio da lista, se for oficiosamente corro o risco de não entrar correcto? Isso é muito injusto...

De Anonimo a 12.08.2015 às 18:17

E o problema é que alguns OJ que fazem parte desse grupo, também dão informações erradas e ainda são arrogantes, enfim.
Sim colega, ainda que muito improvável uma vez que provavelmente teve boa nota e concerteza será colocada numa das suas opções, se por algum motivo não houver nenhuma vaga em nenhuma das suas opções, poderá correr o risco de nem ser colocada, porque pelo que percebi do post de uma colega que foi à DGAJ e que enviou um email, começam a colocar oficiosamente a partir do candidato 650. É muito injusto, até porque por exemplo eu preferia opções só mesmo onde pretendia e se não entrasse, preferia que me colocassem oficiosamente porque pelo menos assim podia concorrer logo nos movimentos seguintes. Assim para não correr qualquer risco, pus mais opções, sendo que vou entrar concerteza numa delas e terei que ficar nesse lugar pelo menos 2 anos, não podendo concorrer logo aos movimentos. Ou seja, preferia calhar no sul oficiosamente do que calhar no Sul por ser uma opção minha, uma vez que tinha medo de ficar de fora. Enfim...

De Anónimo a 13.08.2015 às 11:14

Para Anónimo a 12.08.2015 às 12:31 Se está assim tão combalida, e deprimida com os comentários do blog, vá para a praia e não venha comentar para aqui.

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