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Oficial de Justiça

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Domingo, 23.10.16

O "Reality Show" da Ministra

      A investigação aos homicídios de Aguiar da Beira «não é um “reality show”», afirma a ministra da Justiça, Francisca van Dunem.

      À margem da sessão comemorativa dos 71 anos da Polícia Judiciária, em Lisboa, Francisca van Dunem referiu a “grande delicadeza” do caso e garantiu que não há descoordenação entre as polícias envolvidas.

      “Este é um caso de uma grande delicadeza em que já se perderam várias vidas humanas e em que está a ser desenvolvido um trabalho que envolve delicadeza porque pressupõe que se está a fazer tudo para que não se percam mais [vidas humanas].”

      “Infelizmente, isto não é um “reality show”, e não pode ser tratado como tal. É preciso dar espaço para que as polícias trabalharem e, sobretudo, é preciso que não nos ponhamos a criar fatores laterais, ideias de que há problemas de descoordenação. Não há problema rigorosamente nenhum”, sublinha a ministra da Justiça.

      É certo que não se trata de um “reality show” mas, desconhecendo qual é o canal de televisão que a ministra da Justiça vê, o assunto não está a ser tratado como tal na maioria dos meios de comunicação social, estando todos a tratá-lo com o grande interesse que o acontecimento tem, não apenas o interesse jornalístico mas o interesse em toda e qualquer informação sobre o assunto que detêm os cidadãos deste país.

      Cabe aos jornalistas cumprir o seu papel de informar de tudo e mais alguma coisa os cidadãos e cabe às polícias e mesmo aos ministros da República, desempenharem, de igual modo, as suas funções nas quais não tem qualquer cabimento que sejam os ministros da República a tentarem silenciar os jornalistas, em face de considerarem que o trabalho que estes desenvolvem não está a ser consentâneo com aquilo que julgariam dever ser.

      A consideração negativa, ou melhor, a desconsideração, da ministra da Justiça pelo trabalho de investigação, de comunicação e de informação permanente que os meios de comunicação social vêm fazendo, prestando toda a informação que os cidadãos reclamam e querem saber mais, por muito que desagrade aos polícias e aos ministros, não pode ser criticada e desvalorizada como o foi pela ministra da Justiça, porquanto essa consideração por si tecida constitui um ataque ao jornalismo e à liberdade de expressão e de comunicação deste Estado de Direito.

      Por mais que a sua convicção seja a de que as investigações policiais deveriam ocorrer em segredo, tal como todos os inquéritos do Ministério Público, a realidade dos tempos atuais já não é assim nem pode sê-lo. Por mais que a ministra da Justiça goste dos livros que lê e eventualmente não considere literatura os escritos de Bob Dylan, os tempos que correm já não são assim, nem podem sê-lo. Hoje em dia, a literatura já não está encerrada nos livros de papel, nem pode voltar a estar.

      À Renascença, Carlos Anjos, ex-inspetor da Polícia Judiciária, chama a atenção que os tempos em que as forças de segurança investigam sem que os meios de comunicação estejam presentes acabaram e compara: “É como as tecnologias, não vale a pena chorar a pensar no passado”.

      Numa sociedade mediática, os investigadores têm de contar com esse fator. Mas em Portugal isso continua a não acontecer, afirma. “Não há nenhuma estratégia de comunicação dos órgãos de polícia com os media no terreno e, por não haver informação, há meios de comunicação que vão dando informações da polícia e dizendo coisas certas e coisas erradas, e antecipando buscas e operações da polícia”, observa.

      Por mais delicado que o assunto seja e por mais delicadas que sejam as ações encetadas, é igualmente delicado que exista qualquer tipo de censura ao trabalho de informação.

      Outra coisa, e não devemos confundir, porque é outra coisa, é o gosto pessoal de cada um, isto é, podemos gostar mais ou menos da forma como as informações são passadas e, por isso, existem tantos e tão variados meios de comunicação social, para que os possamos escolher mas isso não significa que, aqueles que nos desagradam, devam ser silenciados porque os achamos menos corretos do que outros ou porque nos incomodam ou estorvam.

      Desde há séculos que sabemos que se mudam os tempos e que, consequentemente, também se mudam as vontades, e porquê? Porque “todo o mundo é composto de mudança”, como bem dizia Camões.

      Hoje, em pleno século XXI e neste país, é inadmissível que qualquer governante venha a público fazer qualquer tipo de coação sobre os jornalistas e, como se tal já não fosse suficientemente mau, que sejam tecidas considerações desprestigiantes para o trabalho desenvolvido que avidamente é absorvido pelos portugueses de manhã à noite, partilhando das preocupações de todos os intervenientes, sofrendo com os familiares das vítimas, torcendo para que seja feita justiça e o mais depressa possível, com um sentimento que une todos os portugueses de forma solidária com todas as forças de segurança envolvidas e mesmo não envolvidas, pelo que se mostra completamente inoportuno e desadequado qualquer crítica que seja efetuada a este sentimento geral do Povo Português.

      Em todo este assunto, o que verdadeiramente espanta é a inação generalizada e o desleixo dos jornalistas perante estas afirmações muito graves da ministra da Justiça que entende, num dia, que há uma falta de comunicação com a sociedade, isto é, que deve haver uma externalização da informação, para noutro dia achar que há excesso de comunicação ou, pior ainda, que a comunicação a externalizar é apenas aquela que achar adequada e autorizar; uma comunicação única, oficial e conveniente e não uma comunicação que desprestigia comparando-a a um espetáculo de duvidosa qualidade.

RealityShow1.jpg

      Um dos meios de comunicação sempre mais criticado é o Correio da Manhã, generalizando-se a crítica quer à publicação escrita, quer ao seu canal de televisão.

      O diretor-adjunto da CMTV criticou as palavras da ministra e disse não “comprar” a tese de que é pelos jornalistas que a investigação não progride.

      “Há qualquer coisa de errado do lado das forças de segurança, por omissão. Os jornalistas fazem o seu papel. Em Inglaterra e França, os espaços são delimitados e há locais dos quais não se podem fazer diretos e as regras são respeitadas nesses países”. Em Portugal, pelo contrário, “há muitas indefinições, muitas zonas cinzentas”.

      “Há um problema crónico na forma como as polícias não são capazes de comunicar corretamente e em tempo útil não só com os jornalistas, mas também com a população em geral. Este exemplo de Aguiar da Beira é de escola”, sublinha.

      Independentemente do funcionamento deste caso em concreto, ele pôs a nu, mais uma vez, que não existe uma comunicação centralizada nas forças de segurança, sobretudo em casos de maior gravidade e que despertam a atenção mediática.

      “Era importante ter-se criado um centro de coordenação que pudesse fazer, como noutros países, que os jornalistas soubessem as informações que existem de duas em duas horas”, explica o presidente da ASPP (Associação Sindical da Polícia), Paulo Rodrigues.

      Carlos Anjos diz que a polícia nada aprende de uns casos para os outros. “Quando era presidente do sindicato da PJ comecei por defender que os órgãos de polícia e os tribunais tivessem um gabinete de imprensa que funcionasse enquanto tal. Não apenas alguém a ler comunicados”, defende o ex-PJ.

      O antigo inspetor defende que o problema de comunicação entre o sistema de justiça e os media tem mais problemas. “É impensável que os jornalistas continuem a esperar durante horas à porta de tribunais sem que se dê informações ou apenas se diz que ele fica em preventiva e no dia a seguir assistimos a um vilipendiar do segredo de justiça em que toda a gente tem fontes”, revela.

      Eduardo Dâmaso sublinha que, na relação entre jornalistas e investigadores, os jornalistas devem ter como única preocupação os leitores. “Tirando as limitações de não fazer nada que ponha em risco a vida das pessoas, vivemos numa sociedade livre e democrática. Uma sociedade de informação e não vale a pena estar a insistir em práticas que levam a autocensura. Os jornais e as televisões estão a fazer o seu papel, levar informação às pessoas”, conclui.

      O líder sindical da PSP concorda que, “não podendo impedir que os jornalistas façam o seu trabalho, as forças de segurança têm de contar com isso e estarem preparadas”.

      O antigo investigador da PJ Carlos Anjos diz que não vale a pena que os políticos responsabilizem os órgãos de comunicação social pelos falhanços no terreno. “Não podemos dizer que a culpa de não prendermos é das televisões e dos media que não têm consciência social. A culpa é de quem devia liderar e não lidera e deixou que a situação ficasse sem rei nem roque”, remata.

      Pedro Dâmaso escrevia assim esta sexta-feira no Correio da Manhã:

      “Sejamos claros: ao fim de dez dias, por muito boa vontade que houvesse, é impossível afirmar que a captura do foragido e alvo Pedro Dias está a correr "muitíssimo bem", como disse o coordenador da PJ da Guarda.

      Os operacionais no terreno estão a dar tudo o que podem e não podem. Não é a eles que devem ser pedidas explicações. Mas que as hierarquias políticas e policiais não estão a agir bem, não estão.

      O mais forte sinal de que a coisa não corre bem está nas palavras da ministra da Justiça, que ontem fez questão de sacudir o ónus do problema para os media, dizendo que isto "não é um reality show". Na verdade, não é, mas parece coisa pior.

      Quando a comunicação sobre um caso de óbvia perturbação da ordem pública não é assumida por nenhum responsável, quando temos a secretária do Sistema de Segurança Interna desaparecida em combate, quando a primeira mensagem de alegada tranquilidade é dada ao fim de dez dias, quando os sinais de fraqueza operacional das hierarquias são tão claros, o mínimo que se pode dizer é que Pedro Dias é um alvo que desafia as autoridades.

      Resta-nos acreditar com ingénua esperança que se fosse um caso de terrorismo o sistema reencontrava a sua vocação e eficácia...”

      Por fim, sempre se poderá considerar que a preocupação da ministra da Justiça pelo trabalho dos jornalistas deveria ter sido, antes, focada no descomunal espetáculo e grande movimentação de meios que a GNR utilizou, e bem, diga-se desde já – mas que, no entanto, tal só sucedeu porque foram vítimas elementos daquela Guarda, o que é compreensível mas é também lamentável que não se veja o mesmo interesse e o mesmo tipo de atuação quando as vítimas são outros. Acresce ainda que toda essa movimentação de meios é paga pelos impostos dos portugueses enquanto que a movimentação de meios jornalísticos, com exceção da RTP, já não provém do erário público.

        O conteúdo deste artigo é de produção própria e não corresponde a uma reprodução integral de qualquer outro artigo, no entanto, alguma da informação para a elaboração do mesmo, e aqui pontual e parcialmente reproduzida e/ou adaptada, foi obtida na seguintes fontes (com hiperligações contidas): Renascença e Correio da Manhã. Nem todas as opiniões aqui vertidas correspondem às fontes indicadas, constituindo opiniões própria; para distinguir as opiniões aqui tecidas consulte os artigos seguindo as hiperligações acima mencionadas.

RealityShow2.jpg

por: GF
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