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Oficial de Justiça

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GREVE EM CURSO:
Está a decorrer entre o dia 22JAN e o dia 21DEZ de 2020 a greve decretada pelo SOJ ao trabalho fora das horas normais de expediente, em dois períodos de cada dia: um período de 1 hora entre as 12H30 e as 13H30 e outro período de 16 horas, depois das 17H00 até às 09H00 do dia seguinte. Esta greve abrange todos os Oficiais de Justiça, sindicalizados ou não, perante qualquer diligência, ainda que tenha caráter urgente, na hora de almoço, existindo no entanto serviços mínimos decretados para o 2º período com um total de 16 horas, depois das 17H00.
Pode aceder por aqui ao ofício da DGAJ contendo a indicação dos serviços mínimos.
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Quinta-feira, 06.04.17

O Assédio chamado “Bulling” e “Mobbing” afeta os Oficiais de Justiça?

      Num artigo ontem publicado no Diário de Notícias (DN), vem expressa uma denúncia efetuada pelo presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), Fernando Jorge, na qual afirma que os Oficiais de Justiça estão a ser vítimas de perseguição laboral pelas chefias por se recusarem a mudar de secção e especialmente de localidade, ainda que dentro da mesma comarca.

      O DN refere que a denúncia foi efetuada “em pleno conselho nacional” daquele Sindicato, “que decorreu no final do mês passado”.

      De acordo com o artigo, esse tipo de perseguição no local de trabalho, foi já detetado em tribunais de seis comarcas (das 23 que existem no atual mapa judiciário).

      O DN explica aos seus leitores alguns aspetos sobre a transferência dos Oficiais de Justiça, em face das decisões dos órgãos de gestão das comarcas, inseridas na problemática da grave e generalizada falta de recursos humanos.

      «A questão é que com a nova lei, aos funcionários pode ser pedido que mudem de local de trabalho, que sejam transferidos, e muitos não querem, e a lei não prevê isso, e depois acabam por ser castigados», diz Fernando Jorge ao DN.

      “O que tem acontecido, segundo o que alguns dos funcionários denunciaram à estrutura sindical, é que, em alguns casos, quando não aceitam, acabam por ser colocados noutros locais "como arquivos, por exemplo, sem qualquer luz solar" ou acabam por ser "mal tratados verbalmente".

      Fernando Jorge contou ainda que há casos em que "os funcionários são obrigados a trabalhar em condições muito más" depois de se recusarem a ir para este ou aquele tribunal. Apesar de não querer descriminar em que tribunais estas situações acontecem, Fernando Jorge explicou que foram nas zonas de Lisboa, centro do país, no Alentejo e duas situações em tribunais do Norte, acrescentando que vai dar conhecimento desta situação ao Ministério da Justiça.

      Contactado pelo DN, fonte oficial do gabinete da ministra da Justiça assume que não tem conhecimentos destas situações e que ainda não recebeu nenhuma queixa do sindicato.

      O DN refere que “Na reunião magna do sindicato foi ainda discutida a necessidade de "uma eficaz atuação perante os recorrentes atos de falta de respeito e consideração pela inata dignidade dos funcionários judiciais enquanto pessoas, por parte de muitos setores da administração da justiça", diz a nota.

      O DN conclui o artigo fazendo referência a um caso e uma decisão do ano passado, na qual o tribunal da Relação de Guimarães condenou uma empresa a pagar mais de 172 mil euros a um trabalhador que se despediu, por ter sido ser vítima de assédio moral por parte da administração. Para o tribunal, o assédio moral, que designou de “mobbing laboral”, traduziu-se, designadamente, na mudança do local onde o trabalhador prestava a sua atividade e na proibição de se deslocar na empresa, a não ser para ir à casa de banho. O trabalhador foi ainda proibido de conversar com colegas e foi-lhe retirado o telemóvel "sem qualquer motivo".

      Estas situações, que o SFJ relata, não ocorreram apenas em seis casos que conhece, aliás, número maior de casos de mobilidade forçada, contestada ou não, é possível encontrar em apenas um núcleo de dimensão média de uma qualquer comarca, pelo que os casos ocorridos, especialmente desde 2014 até ao presente, contam-se, não em meia-dúzia mas em centenas de casos.

      Evidentemente que há casos em que o assédio foi maior e outros em que foi menor e muitos em que até cessou depois do convencimento das administrações que a razão estava do lado dos reclamantes das decisões de mobilidade que nem chegaram a ocorrer. Pese embora esta razão e confirmação da mesma, muitos daqueles que contestaram as decisões de recolocações das administrações, embora não tenham sido objeto de assédio, ficaram mentalmente registados com carga negativa, como indivíduos não colaborantes com os órgãos de gestão e, por isso, foram preteridos em algumas situações de colocações em substituição e mesmo nem sempre lhes são facilitados alguns direitos como o são aos demais. Por exemplo, nos pedidos de dias de não comparência, por licenças ou faltas justificadas, estas nem sempre são facilitadas ou atempadamente facilitadas ou nos precisos moldes em que são solicitadas, o que denota uma nítida retaliação por parte das administrações.

      Estas situações são invisíveis e apesar de sempre terem existido, a seu tempo por parte de alguns Secretários de Justiça, bastava com mudar de tribunal para a localidade vizinha, por exemplo, para se deixar de conviver com aquele Secretário de Justiça e o assunto assim se resolvia muitas vezes. Hoje, em face da existência desse super Secretário de Justiça que é a figura do administrador, com jurisdição e poder de decisão sobre uma grande área territorial e diversas localidades, as situações vem sendo mais penosas.

      Ainda assim, até ao ano passado, existia a faculdade dos Oficiais de Justiça se candidatarem a movimentações de lugar em três momentos ao longo do ano mas com a conivência, aplauso e até plena satisfação de uma das suas reivindicações, este mesmo sindicato SFJ que ora reclama dos abusos das administrações locais, prefere a existência de uma única oportunidade de movimentação em cada ano, deixando assim o resto do ano e aqueles que não podem concorrer ao movimento, completamente de mãos atadas por muito mais tempo e ao sabor das vontades e subjetividades das administrações locais.

      É o mesmo sindicato que se queixa dos abusos das administrações locais que pactuou e reivindicou precisamente que os Oficiais de Justiça ficassem mais dependentes das administrações locais ao suprimir dois dos movimentos anuais que eram elaborados pela administração central, sem a mácula dos conhecimentos e das pessoalizações que existem na proximidade das administrações das comarcas.

      A isto se chama dar um tiro no pé, com a convicção de que não vai doer, e depois ouvir os gritos de dor e os queixumes de não poder caminhar bem.

      O artigo aqui mencionado, com reprodução de alguns extratos, está acessível através da seguinte hiperligação: "DN“.

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por: GF
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