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Bem-vindo/a ao DIÁRIO DIGITAL DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DE PORTUGAL publicação periódica independente com 13 ANOS de publicações DIÁRIAS especialmente dirigidas aos Oficiais de Justiça
“A UGT assinala como negativo o espectro que paira sobre as discussões em concertação social, resultante da proposta de aumentos salariais de 0,3% para a Administração Pública para 2020, e até sobre as intenções do Governo de aumentos para 2021 e anos seguintes, não querendo ir além da inflação, numa decisão unilateral do Governo, à margem de qualquer processo negocial efetivo”, afirma a central sindical numa resolução aprovada pelo Secretariado Nacional da UGT.
A UGT acusa o Governo de dar um mau exemplo aos patrões do setor privado, ao aplicar aumentos de 0,3% na Administração Pública, sem negociação efetiva, o que enfraquece as posições sindicais.
No documento, a UGT defende que “o Governo não pode dar mau exemplo aos privados” e considera que as propostas de aumentos salariais para a Administração Pública, para 2020, são “ridículas e ofensivas, denotando uma clara desvalorização do trabalho, dos trabalhadores e das carreiras da Administração Pública”.
“A UGT sempre afirmou que esta posição tem vindo a repercutir-se no setor privado, enfraquecendo as posições sindicais, conforme vêm comprovar as propostas iniciais – altamente ofensivas para os trabalhadores – de algumas empresas e setores altamente lucrativos, nomeadamente na Brisa (0,3%), na EDP (0,2%) e na negociação do Acordo Coletivo de Trabalho do Setor Bancário (0,2%)”, refere a resolução aprovada.
Para a central sindical, o processo da Administração Pública foi “um verdadeiro embuste e simulacro negocial”, que resultou em “aumentos salariais irrisórios e numa proposta de calendarização de um processo negocial plurianual de algumas matérias, sem que no entanto seja dada qualquer indicação quanto à janela temporal em que se pretende que se desenvolva”.
Na resolução, a UGT lembra ainda que o Governo lançou em novembro um desafio à concertação social, sobre os rendimentos dos trabalhadores portugueses, mas que nada avançou ainda de concreto.
“Nesse sentido, e conforme dissemos desde a primeira hora, nomeadamente na “Política Reivindicativa da UGT 2019-2020”, os salários e a fiscalidade devem ser a força motriz de um possível acordo, pelo que entendemos que, neste processo negocial, devem ser tratados, primordialmente, os temas da valorização dos salários, da fiscalidade sobre os rendimentos do trabalho e da valorização dos jovens qualificados”, defende a central.”

Fonte: “Jornal Económico”.
.................................................. INICIATIVAS COMPLEMENTARES:
Para voltarmos à greve aos actos...... precisavamo...
Sim, é isso mesmo!A greve às diligências tudo reso...
Isso que diz não certo.Ouve um acordo nos termos j...
trabalhem com calma, eles só se interessam por núm...
Por isso aguardo pelas 17h todos os dias e pelo di...
Esquece isso. Perdemos tudo. O governo agora tem a...
Coitaditos dos tótós, ou otários, dos OJ!Foi o que...
É urgente voltar às greves. Greves aos atos. Greve...
Greves?SFJ desativou greves e vez de suspender, po...
Os escravos gostam.Até há quem vá para o tribunal ...
Não diria melhor e como um desses roubados de 2001...
Então o dito costa não deixou tudo bem antes de se...
Baixa contra o roubo!!!
certeiro
venha o 21
Olá a todos.Quero lá saber do loby das empresas de...
É preciso regressar às greves!Estamos a perder mui...
Bom dia,Li a mensagem do SFJ sobre os desenvolvime...
Fotografem, exponham tudo. Começa em nós expor o q...
Foi escolhido pelos seus colegas da comarca onde e...
trabalhar com calma..em caso de aperto, baixa...e ...
daqui por uns tempos um cai e logo o setor privado...
Excelente artigo.Mas colega isto vai continuar tud...
São os tribunais, são os hospitais, são as escolas...
Paguem o que devem aos Oficiais de Justiça, nas su...