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Bem-vindo/a ao DIÁRIO DIGITAL DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DE PORTUGAL publicação periódica independente com 13 ANOS de publicações DIÁRIAS especialmente dirigidas aos Oficiais de Justiça
Depois de tanto tempo sem chover, eis que a chuva regressou e, em alguns locais, com bastante intensidade.
Perante a novidade da chuva, adivinhava-se o inevitável: tribunais a meter água por todos os cantos.
Nada de novo. Todos os anos na época das chuvas é isto.
No dia de ontem, um advogado que se deslocou ao Tribunal do Barreiro publicou na sua página do Facebook as duas fotografias que seguem, que ele próprio protagoniza.
É bem percetível a quantidade de baldes no corredor e na sala de audiências, pelo que a necessidade de guarda-chuva para se proteger da chuva interna parece estar justificada.
O advogado comenta as suas fotos referindo os locais onde chove muito no Barreiro: “Hoje está a chover muito. Onde? Na rua, dentro da sala de audiências e nos corredores.”
E aconselha: “Quem lá for, faça favor de levar o chapéu-de-chuva, gabardine, galochas e os baldes para recolher água, conforme as imagens documentam…”

Nos muitos comentários à publicação, podem ler-se coisas como: “Tribunal molhado, tribunal abençoado!”, ou “Cuidado, pode escorregar!” e ainda “E resmas de papel não é necessário levar?”.
Como seria de esperar, a publicação foi partilhada para outras páginas e, noutros locais, foi encontrado um comentário assim: “Caro colega, levar guarda-chuvas para dentro do tribunal só se for no Barreiro... A Juiz Presidente do Porto proibiu, por despacho publicado em Diário da República, que se levassem guarda-chuvas para dentro do tribunal, pois tais objetos configuravam uma arma...”
Se um guarda-chuva no Porto pode ser uma arma, um telemóvel com câmara fotográfica no Barreiro, e noutros locais, também devia ser proibido, pois pode configurar ser uma bomba, por permitir que ocorram publicações como esta, incomodamente bombásticas, que retratam uma realidade escondida de muitos, ou mesmo ignorada, por ser tão comum, habitual e frequente e ainda de há tanto tempo. Os Oficiais de Justiça já nem sequer se surpreendem com estes acontecimentos.
Mais uma vez, a entidade administrativa, ou entidades (DGAJ e IGFEJ) responsáveis pelos edifícios do órgão de soberania, atuam com grande sentido de responsabilidade: ao não enviarem papel para os tribunais nesta altura, o motivo está perfeitamente justificado: é para o papel não se molhar.

Fonte: "Página do Facebook de Varela de Matos".
.................................................. INICIATIVAS COMPLEMENTARES:
Que basicismo. Se assim é porque não temos o siada...
Não induza os colegas em erro, se não sabe mais va...
Quem defendeu esta m... de estatuto que aguente co...
Sim sim, claro.Alias, para quem entrou antes de 19...
Com dedicatória à carneiradaquanto menos tens, mai...
Isto ainda não é nada!!!Esperem para ver o resto.A...
Profissão de m…… somos uns bananas ! Vejam as out...
A sério?Acabaste de descobrir a roda.Novidade do c...
É tão óbvio que mais nada digo!
Apenas para dizer o seguinte e creio que com isto ...
Só vamos subir no espaço de tempo que diz se o dei...
"Este projeto, que os sindicatos não quiseram divu...
12:4610 anos para subires de escalão, estás com so...
os mais velhos tinham medo de serem geridos pelos ...
Onde andam os acólitos do "novo estatuto"?Na altur...
deixar da pagar cotas...não resolve nada...mas que...
sÓ QUERO É DESVINCULAR-ME DESTA PANTOMINIA CADA VE...
A estrutura avaliativa do Siadap 3 é uma aberração...
Claro que não!É exactamete para isso que existem, ...
A propósito do texto de hoje deveriam todos ver a ...
Continuem a pagar quotas Otários
Aldrabões mesmo!!!!!!!!!!!!!!!!!
Tem razão e se não cumprem o que pensa fazer?Calar...
Colega, infelizmente muitos estão nessa situação e...
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