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Bem-vindo/a ao DIÁRIO DIGITAL DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DE PORTUGAL publicação periódica independente com 13 ANOS de publicações DIÁRIAS especialmente dirigidas aos Oficiais de Justiça
Foi notícia esta semana, reproduzida em vários órgãos de comunicação social, a condenação recente de dois Oficiais de Justiça por se terem apropriado de dinheiro de atos avulsos das unidades centrais dos seus respetivos tribunais.
Passamos a reproduzir o artigo do “Correio da Manhã”.
«O Tribunal de Santarém condenou recentemente dois Oficiais de Justiça, colocados nos juízos de Alcanena e de Abrantes, pelo crime de peculato na forma continuada, dando como provado que subtraíram dinheiro de atos judiciais que deviam depositar em contas bancárias do Ministério da Justiça.
A Funcionária Judicial que estava colocada no Juízo de Proximidade de Alcanena foi condenada a três anos e seis meses de prisão, com pena suspensa mediante a devolução dos 9166 euros de que se apropriou, e a frequência de um programa sobre viciação ao jogo compulsivo.
A arguida admitiu em tribunal que cometeu os crimes por ser viciada em raspadinhas. A mulher, que confessou os factos de que era acusada pelo Ministério Público, explicou ao coletivo de juízes que, entre 2017 e 2019, ficou completamente viciada na compra de raspadinhas, não conseguindo controlar o seu comportamento.
A arguida, que desempenhou funções durante 22 anos, foi demitida em 2019 na sequência do processo disciplinar de que foi alvo, depois de uma ação inspetiva promovida pela Comarca de Santarém.
Noutro processo, que decorreu quase em simultâneo, foi condenado, pelo mesmo crime, um Escrivão Adjunto que exerceu funções nos tribunais de Abrantes e do Entroncamento durante mais de 20 anos.
O homem, que chegou a ser vereador independente no executivo da Câmara Municipal de Constância, foi condenado a três anos de prisão, também com pena suspensa.
O arguido já devolveu os 15.355 euros de que se apropriou entre 2015 e 2019.
Tal como a Funcionária Judicial de Alcanena, o Escrivão foi demitido de funções na sequência de um processo disciplinar depois do desfalque ter sido descoberto.
Em tribunal, o Escrivão Adjunto, admitiu vergonha do seu comportamento, que justificou com a morte inesperada do pai, um tenente-coronel vítima de doença oncológica, em 2014, e a separação da mulher, em 2016.
Num quadro depressivo, automedicou-se com psicofármacos para o cancro e chegou a manifestar tendências suicidas junto de familiares próximos.»

Fontes: reprodução da notícia publicada no “Correio da Manhã” e citada no “Expresso”.
.................................................. INICIATIVAS COMPLEMENTARES:
Para voltarmos à greve aos actos...... precisavamo...
Sim, é isso mesmo!A greve às diligências tudo reso...
Isso que diz não certo.Ouve um acordo nos termos j...
trabalhem com calma, eles só se interessam por núm...
Por isso aguardo pelas 17h todos os dias e pelo di...
Esquece isso. Perdemos tudo. O governo agora tem a...
Coitaditos dos tótós, ou otários, dos OJ!Foi o que...
É urgente voltar às greves. Greves aos atos. Greve...
Greves?SFJ desativou greves e vez de suspender, po...
Os escravos gostam.Até há quem vá para o tribunal ...
Não diria melhor e como um desses roubados de 2001...
Então o dito costa não deixou tudo bem antes de se...
Baixa contra o roubo!!!
certeiro
venha o 21
Olá a todos.Quero lá saber do loby das empresas de...
É preciso regressar às greves!Estamos a perder mui...
Bom dia,Li a mensagem do SFJ sobre os desenvolvime...
Fotografem, exponham tudo. Começa em nós expor o q...
Foi escolhido pelos seus colegas da comarca onde e...
trabalhar com calma..em caso de aperto, baixa...e ...
daqui por uns tempos um cai e logo o setor privado...
Excelente artigo.Mas colega isto vai continuar tud...
São os tribunais, são os hospitais, são as escolas...
Paguem o que devem aos Oficiais de Justiça, nas su...