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Bem-vindo/a ao DIÁRIO DIGITAL DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DE PORTUGAL publicação periódica independente com 13 ANOS de publicações DIÁRIAS especialmente dirigidas aos Oficiais de Justiça
Divulgou o Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ), na sua página oficial, uma nota informativa na qual se mostra muito zangado com aquilo que classifica de “habilidades e desinformação”.
Começa por mostrar o seu desagrado pela forma como o SFJ se referiu à presença daquele sindicato numa reunião a 29MAI com elementos do Governo, quando referiu a presença de um “representante do SOJ”, considerando isso uma habilidade desprestigiante, porquanto a presença é do SOJ e não de um elemento representante e até porque estiveram presentes dois elementos do SOJ.
Trata-se de uma nota pertinente que deveria ter sido esclarecida imediatamente, bastando para tal, por exemplo, que o SOJ tivesse publicado na sua página que naquela reunião, apesar da informação do outro sindicato, o SOJ ter estado presente e até representado por dois elementos da direção e não um, bem como tudo o mais que fosse necessário esclarecer, prontamente, sem necessidade nenhuma de passadas algumas semanas (mais de um mês) vir remoer sobre o assunto, zangado, sem que o tivesse esclarecido com prontidão.
De seguida, mostra-se o SOJ novamente zangado, mas agora com um artigo aqui publicado, no qual se afirmava o seguinte:
«Decorreu ontem à tarde [referia-se ao dia 06JUN] uma reunião dos dois sindicatos com a DGAJ. O que é que se passou? O que é que os sindicatos, ou a DGAJ, anunciaram aos visados Oficiais de Justiça? Nada!»
Diz o SOJ que se trata de “desinformação e de fake news”, afirmando que “Bem sabia o colega e articulista, sempre bem informado (?), que o SOJ não havia participado e, por isso, mais grave se torna, pois revela claramente a intenção de minar e denegrir o trabalho dos sindicatos…”
Ora, novamente, é descarregada a sua azia, agora num parágrafo que contém erro informativo, sem que tivesse procedido a dar nota de tal erro, guardando-o até agora, para afirmar o disparate de haver uma intenção de “minar e denegrir”.
Se o SOJ não pediu uma reunião urgente à DGAJ sobre o assunto da devolução do dinheiro dos Oficiais de Justiça, pediu-a o SFJ e foi baseada nessa informação do SFJ, supondo que as reuniões conjuntas continuavam, como todas têm sido agora e porque o assunto até o exigia sobremaneira, que a informação errada foi escrita, tal como a reunião de 06JUN não ocorreu à tarde, mas de manhã.
Assim, nesse artigo do passado dia 07JUN, esse parágrafo continha dois erros: o da reunião ser na tarde do dia anterior, quando foi de manhã, e da presença de ambos, quando foi apenas do SFJ.
Bastaria ao SOJ, ou a qualquer um que verificasse o erro, ou os erros, alertaram imediatamente para tal facto para prontamente ser corrigido, aliás, como sucede pontualmente quando alguém nos comunica qualquer tipo de erro, normalmente fazendo-o imediatamente nos comentários do próprio artigo ou enviando um e-mail, porque isto, sim, é uma atitude sensata e uma ação razoável, ao contrário de deixar passar semanas, ou mais de um mês, para vir classificar a informação que contém um erro não declarado como “desinformação e de fake news”.
A informação não é desinformação nem notícia falsa porque a reunião ocorreu de facto, mas não de tarde, mas de manhã, e não com os dois sindicatos, mas só com um, o que significa que a informação continha erros passíveis de correção, não sendo falsa a notícia da reunião.
Sempre, absolutamente sempre, que nos comunicam qualquer tipo de erros, corrigimos de imediato, e não, não sabemos tudo. Baseamo-nos sempre em informações públicas, como foi o caso dessa reunião, anunciada numa nota do SFJ dias antes, a 04JUN (cfr. parte final da alínea b) da informação sindical do SFJ), tendo, no entanto, a passagem da informação de quem a obtém e passa para quem a escreve e publica o artigo, tido esse erro involuntário, não tendo qualquer intenção de atingir ou prejudicar seja lá quem for, designadamente, o SOJ.
Com a informação e a análise crítica que caracterizam os artigos que publicamos todos os dias, pretende-se apontar factos verdadeiros e críticas pertinentes que ajudem a corrigir erros de ação para o futuro, motivo pelo qual não admitimos que os nossos artigos possam ter qualquer tipo de erro nos factos apresentados.
É uma pena que o SOJ tenha detetado o erro e só agora o venha anunciar, aproveitando-se de tal facto para, infamemente, nos colar a “fake news” ou a “discursos do ódio” que, afirma-se, “servem para disseminar radicalismos de extrema-direita ou extrema-esquerda”.
É um perfeito exagero apontar um erro que foi visto, mas que não se quis dizer, portanto, que não se quis que fosse corrigido, com o intuito de, posteriormente, quando bem se entendeu, ser apresentado um discurso cheio de ácida azia.
Se o erro existe e não foi corrigido quando bem se sabia que existia é responsabilidade do SOJ que quis que assim permanecesse.
Todos sabem muito bem que, desde sempre e tantas vezes, os órgãos de comunicação social, quando divulgam notícias sobre os Oficiais de Justiça e seus sindicatos, cometem muitos erros e comunicam factos que não o são, desde logo, confundindo os sindicatos e mesmo considerando que os Funcionários Judiciais são coisa diferente dos Oficiais de Justiça, bem como tantos outros erros sobre a própria matéria noticiada e, no entanto, nunca se viu uma reação tão avassaladora por parte de qualquer um dos sindicatos sobre tais “inverdades”, sobre tais “fake news”, sobre tal disseminação de “radicalismos de extrema-direita ou extrema-esquerda”.
Por isso, espanta-nos que as críticas das quais não se gosta sejam atacadas desta forma enviesada, pelo conhecimento de qualquer tipo de erro ou lapso, suscetível de correção, mas que se esconde e guarda, propositadamente, para não ser corrigido e poder ser usado um dia destes como arma de arremesso.
E como é evidente, agora que temos conhecimento dos dois erros cometidos nesse mesmo parágrafo – que é caso isolado e raríssimo no mar de parágrafos que diariamente se publicam desde há 13 anos –, procedemos imediatamente à sua correção.
Assim, em vez de dizer o que se dizia, que era:
“Decorreu ontem à tarde uma reunião dos dois sindicatos com a DGAJ. O que é que se passou? O que é que os sindicatos, ou a DGAJ, anunciaram aos visados Oficiais de Justiça? Nada!”
Corrigimos para o seguinte:
“Decorreu ontem de manhã uma reunião do SFJ com a DGAJ. O que é que se passou? O que é que o sindicato ou a DGAJ anunciaram aos visados Oficiais de Justiça? Nada!”
Esperamos que a hipersensibilidade do SOJ fique mais tranquila e apelamos ao Sindicato e, claro, também a todos os nossos leitores, para que sempre que constatem algum erro, sempre mesmo, não hesitem, um segundo que seja, em alertar para isso, para que possamos corrigir tudo o que for necessário com a maior rapidez.
Existem várias vias comunicacionais que podem usar: desde logo a secção dos comentários ao próprio artigo, onde já devem ter visto alguns alertas e correções, que pontualmente ocorrem; pela caixa de mensagens diretas que encontram na página; através do nosso e-mail geral: OJ@sapo.pt, ou ainda através de qualquer uma das demais plataformas e redes sociais onde também diariamente encontram o artigo diário e que são mais de uma dúzia.
Por fim, resta-nos pedir desculpa aos nossos leitores pelo cometimento daqueles dois erros naquele parágrafo, tendo transmitido uma informação que não estava completamente correta, algo que muito nos incomoda, pela confusão que internamente fizemos no manuseamento de dados e que resultou numa anómala transmissão, sem que, infelizmente, ninguém, até agora, apontasse qualquer uma das incorreções.

Fonte: “SOJ-Info-19JUL2025”.
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