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Bem-vindo/a ao DIÁRIO DIGITAL DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DE PORTUGAL publicação periódica independente com 13 ANOS de publicações DIÁRIAS especialmente dirigidas aos Oficiais de Justiça
Foi notícia recente que no DIAP de Lisboa não há ninguém para atender o telefone e que essa situação já se arrasta há meses.
Lia-se ainda na notícia que o presidente da Comarca de Lisboa, quando percebeu que as telefonistas tinham saído para a reforma e outra devido ao fim de um contrato, solicitou a resolução do problema à DGAJ, mas que os telefones se mantêm inoperacionais há meses.
O desembargador Artur Cordeiro, pediu à Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) que procedesse à abertura de um concurso para preenchimento do lugar de telefonista, o que não aconteceu até ao momento.
Até lá, e para que ninguém ficasse impedido de contactar o DIAP de Lisboa, solicitou que as chamadas dirigidas ao número inativo fossem encaminhadas para um contacto com atendimento, o que também acabou por ainda não ser feito, apurou a Renascença.
A PGR diz que também foi solicitado um reencaminhamento das chamadas, lembrando que a competência para resolução do problema é da DGAJ.
A Renascença disse que pediu esclarecimentos à DGAJ, para quem também o Ministério da Justiça remeteu os esclarecimentos sobre esta matéria, mas que ainda não tinha obtido resposta.
No desespero, têm sido muitos os cidadãos que ligam para, por exemplo, o DIAP do Porto, na tentativa de verem a chamada transferida para Lisboa, mas sem sucesso porque tal não é possível.
Em reação a esta situação, o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) afirma que “é desta forma que se vê a relevância da autonomia financeira do Ministério Público”, lamentando que sejam anunciados muitos investimentos tecnológicos na justiça “sem que se resolva o básico”, ou seja, os meios escassos que existem.
Quando se digita o número de contacto geral disponível na página oficial do organismo, do outro lado surge de imediato a mensagem: “o número para o qual ligou não está atribuído”.
O telefone, que permite o primeiro contacto com o DIAP de Lisboa, está desligado porque não há telefonistas contratadas e esta é a informação adiantada à Renascença por fontes do Departamento, e exteriores a ele, que revelam que a situação se arrasta há muito provocando constrangimentos diversos. Dizem que a alternativa é o e-mail, mas que nem toda a gente o conhece ou sabe usar.
Confirmamos a notícia telefonando para o número 213188600, constatando que ainda hoje continua inativo ou “não atribuído”.

Fontes: “RR artigo #1”, “RR artigo #2” e “MP DIAP Lisboa”.
.................................................. INICIATIVAS COMPLEMENTARES:
Esquece isso. Perdemos tudo. O governo agora tem a...
Coitaditos dos tótós, ou otários, dos OJ!Foi o que...
É urgente voltar às greves. Greves aos atos. Greve...
Greves?SFJ desativou greves e vez de suspender, po...
Os escravos gostam.Até há quem vá para o tribunal ...
Não diria melhor e como um desses roubados de 2001...
Então o dito costa não deixou tudo bem antes de se...
Baixa contra o roubo!!!
certeiro
venha o 21
Olá a todos.Quero lá saber do loby das empresas de...
É preciso regressar às greves!Estamos a perder mui...
Bom dia,Li a mensagem do SFJ sobre os desenvolvime...
Fotografem, exponham tudo. Começa em nós expor o q...
Foi escolhido pelos seus colegas da comarca onde e...
trabalhar com calma..em caso de aperto, baixa...e ...
daqui por uns tempos um cai e logo o setor privado...
Excelente artigo.Mas colega isto vai continuar tud...
São os tribunais, são os hospitais, são as escolas...
Paguem o que devem aos Oficiais de Justiça, nas su...
Devolvam o tempo que nos devem, já são 3 escalões,...
Está tudo bemMagistraturas queixam-se?O dinheirin...
Que comédia esse colega...
O das reflexões disse agora no grupo do WhatsApp q...
Porque a Sindy é a BFF da ... Party