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Oficial de Justiça

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Sexta-feira, 21.05.21

A Justiça para os Oficiais de/da Justiça

      Na revista Sábado pode ler-se um artigo de opinião subscrito pelo magistrado do Ministério Público, Paulo Lona, que está a exercer atualmente as funções de secretário-geral do Sindicato Magistrados Do Ministério Público (SMMP), artigo esse que se refere aos Oficiais de Justiça e que, por tal motivo, vai a seguir reproduzido.

      «No momento em que se encontra em processo de revisão o Estatuto dos Funcionários de Justiça é da mais elementar justiça salientar a relevância destes profissionais e a importância do seu desempenho para o funcionamento e eficácia do sistema de justiça.

      Iniciaram estes profissionais a 17 de maio, pelo período de 30 dias (entre as 10h00 e as 11h00), uma greve, convocada pelo Sindicato dos Funcionários Judiciais, em defesa de um estatuto profissional condigno que demora a chegar e com dúvidas/incertezas avolumadas quanto ao seu conteúdo.

      Quem conhece a realidade dos Tribunais, órgão de soberania no qual exercem funções específicas e diferenciadas, mas igualmente relevantes para a administração da justiça, Magistrados Judiciais, Magistrados do Ministério Público e Funcionários Judiciais (entre eles os Oficiais de Justiça, bem como assistentes técnicos, assistentes operacionais e técnicos informáticos), sabe bem da relevância do trabalho que estes profissionais executam.

      As funções que executam, quer no apoio aos Magistrados quer autonomamente, são muito específicas, complexas, sujeitas a um especial dever de reserva (que lhes é implícito), de grande responsabilidade e estão sujeitos a grande pressão, stresse e dificuldades no dia-a-dia. O seu número é cada vez mais escasso e a média de idades cada vez maior. A própria imagem dos serviços da Justiça está indissociavelmente associada a estes profissionais, ao seu desempenho qualificado, profissional, humano, solidário e íntegro.

      É bom recordar aqui o texto do preâmbulo do atual Estatuto dos Funcionários de Justiça (DL n.º 343/99, de 26 de agosto) no qual se afirma que "ao autonomizar-se o Estatuto dos Funcionários de Justiça, em materialização de compreensível aspiração de classe maioritariamente composta por pessoal oficial de justiça, seria inaceitável que se desperdiçasse o ensejo de o adequar às crescentes exigências de um serviço público em área relevante do Estado de direito democrático" e ainda (com plena atualidade) que "na comunidade de trabalho que é cada tribunal, só de uma harmónica interdependência e complementaridade de funções de todos os que nela se integram se obtém, como resultado final, a prestação de um serviço de qualidade".

      Desempenho funções como Magistrado do Ministério Público há mais de 20 anos e, durante estes, tive o gosto e o privilégio de ter trabalhado com excelentes Oficiais de Justiça, quer nas secretarias judiciais quer nas do Ministério Público, merecedores da mais elevada consideração e que com inexcedível profissionalismo, integridade e competência, tornaram muito mais fácil a minha tarefa, bem como dos restantes Magistrados, Advogados e utentes dos serviços de Justiça.

      É urgente a aprovação de um estatuto condigno para estes profissionais da Justiça, que os dignifique, motive, valorize e, no fundo, lhes faça Justiça.

      No que respeita ao Ministério Público, os Oficiais de Justiça – com as categorias de técnico de justiça auxiliar, técnico de justiça adjunto e técnico de justiça principal – têm um conjunto de funções complexas a seu cargo e representam para muitos cidadãos que contactam com a Justiça o primeiro rosto desta.

      A formação especializada/específica/permanente de qualquer profissional na sua área de atuação, sem prejuízo da formação geral, é cada vez mais importante. Na área da Justiça, com a sua particular exigência, essa importância é ainda mais premente.

      Nesta altura, em que se debate o estatuto dos Oficiais de Justiça, é importante, também, aproveitar a ocasião para refletir sobre a necessidade de qualificação específica/autónoma daqueles que desempenham funções nas secretarias do Ministério Público. Estas funções exigem uma qualificação diferente relativamente àqueles que prestam funções nas secretarias judiciais.

      A especificidade das funções exercidas pelo Ministério Público impõe a existência de um corpo de funcionários próprio, autónomo, com formação adequada e especialização nas suas diversas áreas de intervenção, com especial enfoque nas áreas de investigação criminal, trabalho, família e crianças, onde há uma forte interação com o público e, por isso, essa necessidade de autonomização e especialização é mais premente.

      O Ministério Público, como interface entre o Tribunal e os cidadãos, carece de um corpo de funcionários especialmente habilitado e vocacionado para o serviço de atendimento ao público, o qual exige, além do mais, uma especial capacidade de comunicação.

      Essa qualificação e especialização dos Oficiais de Justiça que desempenham as suas funções nas secretarias do Ministério Público serviria também para potenciar a atuação da própria Magistratura do Ministério Público.»

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      Fonte: “Sábado”.

por: GF
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às 08:01


16 comentários

De Anónimo a 21.05.2021 às 10:33

É tudo muito bonito e tal...somos importantes, imprescindíveis e tal...
Mas assim é que estamos bem, aos olhos de alguns.
Salários a roçar o salário mínimo...um grande número de funcionários a exercer funções de categoria superior sem qualquer compensação...outro grande número de funcionários a acumular funções por falta de pessoal, igualmente sem qualquer compensação...outro grande número a fazer horas extra também sem qualquer compensação...
Isto aos olhos de um patrão é um maná, pessoal !! É só poupar !!
Não quero criticar que nos apoia, nomeadamente o autor deste texto. Mas é muito bom falar do alto de 4 mil euros ou mais mensais, mostrando até alguma magnanimidade com a malta. Fica bonito.
Não é possível é esquecer que para que uns tenham...outros deixaram de ter. E foi exactamente isso que aconteceu e tem acontecido há mais de uma década. Chamem-se as coisas pelos nomes, de uma vez por todas! A sociedade jurídica está totalmente estratificada pela via dos rendimentos, quando apenas bastavam os cargos e funções.
Enquanto uns não sabem como vão pagar as mais básicas contas do mês...nunca haverá justiça na justiça !!!

De Anónimo a 21.05.2021 às 11:39

Bem dito colega: "Mas é muito bom falar do alto de 4 mil euros ou mais mensais, mostrando até alguma magnanimidade com a malta. Fica bonito.
Não é possível é esquecer que para que uns tenham...outros deixaram de ter."


É triste realidade!

De Anónimo a 21.05.2021 às 13:20

Concordo em absoluto Colega. Palavras muito bonitas, que agradeço. No entanto sabe Deus como chego ao fim do mês. Tenho mais de vinte anos de carreira e um salário miserável que mal dá para fazer face às necessidades básicas da vida. É a realidade, a minha e a de muitos Colegas.

De Anónimo a 21.05.2021 às 13:37

Tal como eu e alguns milhares por este país fora. Mais de vinte anos de casa e sempre a adiar viver, para simplesmente sobreviver.

De Anónimo a 21.05.2021 às 13:43

Triste realidade neste país de corruptos!

De Anónimo a 21.05.2021 às 10:36

vamos ver o que sai dessa aprovação do estatuto ou se são só palavras como até agora!

De Anónimo a 21.05.2021 às 13:36

Os Oficiais de Justiça querem ser ouvidos numa matéria tão importante para a nossa carreira.

Este sinuoso "circuito legislativo" desvirtua a tarefa do direito na sociedade, da qual fazemos parte.

Há que resgatar a verdadeira tarefa do direito na sociedade, crescentemente desvirtuada, por usos estratégicos e pela sua forma de afirmação como instrumento do poder político.

De Anónimo a 21.05.2021 às 19:20

Precisamos sim de um novo eatatuto, mas sinceramente tenho um pouco de receio com o que ai vem... parece que agora só querem licenciados, depois vamos ver o que vai acontecer a auxiliares que entraram recentemente, apartir de 2010 só com o 12 ano, se ficam sempre a fazer diligências por não terem licenciatura ou se se pode progredir...
Dizem as más línguas, que os licenciados vão fazer papel de adjuntos e depois de escrivão de direito...
O que é que aí virá?!
Claro que o aumento de ordenado é importante, mas vamos ver o que vão fazer aos auxiliares que não têm licenciatura.... se nos vão cortar as pernas ou obrigar a tirar uma licenciatura...

De Anónimo a 21.05.2021 às 20:17

Cometerei aqui uma propositada ingenuidade.

Neste sentido,

Ainda não perceberam que é tudo uma questão de dinheiro, corrupção e politiquice.

Dinheiro, para os BES desta república de "políticos ociosos e fracos" .

Corrupção, cujo combate é da responsabilidade de uma máquina judiciária forte, o que os ditos "ociosos e fracos" evitam com as patentes artimanhas e ilegalidades.

Politiquice, em virtude dos referidos "ociosos e fracos" se fazerem rodear de correligionários sedentos de iguais benesses ou, no mínimo, com dúbias aspirações.


Ou seja, por muito que custe, isto do estatuto, da carreira e tudo o mais que muito bem nos preocupa, Oficiais de Justiça, não passa de um circo de marionetas que termina quando o dono diz - Acabou.


Quem não quereria reforma após poucos anos de mandato?

Quem não quereria ter, com um ordenado de dois mil e poucos euros, mais benesses, casas em aldeamentos turísticos de luxo do sul do país e das mesmas tirar rendimentos sazonais?

Quem não quereria, fazendo a apologia do justiceiro económico, ter um monte no alentejo fruto de familiar direto atentador de bons costumes?

Quem não quereria estar Insolvente a torto e a direito e estar sentado à mesa de presidentes e ministros?

Quem não quereria ser o arauto nacional, o julgador público, sem olhar às ilegalidades e despudores sociais por si praticados?

Quem não quereria passar a imagem pública de "limpinho, limpinho" e ser um safardana, com vícios obscuros e tratos sociais duvidosos?

Quem não gostaria de receber méritos do trabalho por si não desenvolvido?

Quem não gostaria de apregoar que nada deve a título pessoal e assumir que as dívidas são da sua empresa da qual é survedor?

Quem não gostaria de ser tratado principescamente?

Quem não quereria?

De Anónimo a 21.05.2021 às 20:27

Ai se não existisse segredo profissional e os Oficiais de Justiça fossem jornalistas com o dever deontológico de informar!

De Anónimo a 21.05.2021 às 20:50

Ai se os oficiais de justiça se estivessem a "ca..." para o segredo profissional como alguns, muito mais bem remunerados e com maior responsabilidade, já o fizeram ou afirmaram!....

De Anónimo a 21.05.2021 às 20:33

Concordo.

Se nos poupasse-mos seria melhor.

Quando chegar o momento, demonstra que trabalhar na justiça não é cativante.

Não faltam serviços públicos /privados para a mudança.

De Anónimo a 21.05.2021 às 22:22

O SOJ, para além de ter apoiado inequivocamente esta greve decretada pelo SFJ deve, por iniciativa própria, implementar outras formas de luta, para catapultar este descontentamento generalizado da classe!...

Numa democracia consolidada, não é admissível escravatura moderna.

Não nos podemos resignar!...

Não podemos continuar a ser o carro de vassoura da lista de prioridades do Ministério da Justiça e deste Governo.

Novo Banco, TAP, parcerias, distribuição de prémios a gestores de empresas falidas/ versos trabalho
suplementar não remunerado, sem qualquer compensação, disponibilidade permanente, sem banco de horas e respeito pelo direito ao descanso e à autodeterminação?!...

BASTA para não existir qualquer confusão com "CHEGA", mas é que a continuar assim, chega mesmo!...

De Anónimo a 22.05.2021 às 09:57

Sim, porque esse "CHEGA", não nos esqueçamos, nasceu à mesa de repasto de fadistas, PPM'S e situacionistas reviralhos laranjas podres.

Com cobertura televisiva e tudo.

O português tem memória curta.

De Anónimo a 22.05.2021 às 11:39


BÓNUS para quem cumpre execuções na Segurança Social.
Nas Finanças têm há anos.
Nós? Nós o quê???

De Anónimo a 25.05.2021 às 07:06

Nós não podemos ganhar muito, caso contrário habituamo-nos a pôr a máquina a carburar a 110% e isso não é o espectável.

Assim, com a máquina judiciária depauperada e entropecida, as "coisas" passam!

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