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Sexta-feira, 17.01.25

A nova aritmética: [1+1=0]. Proposta + Contraproposta = resultado Zero

      Durante o dia de hoje os sindicatos vão transmitir mais informação sobre a reunião de ontem à tarde no Ministério da Justiça, mas, daquilo que ouvimos ontem do presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), ao dizer no final da reunião, no pequeno vídeo gravado, só por si, já é bastante revelador e constitui uma síntese muito boa daquilo que foi a reunião e até daquilo que é o tratamento a que, afinal, os Oficiais de Justiça já estão muito habituados.

      No vídeo, embora com muito ruído, ainda se consegue perceber aquilo que, telegraficamente, António Marçal diz e que é o seguinte:

      «Estamos a sair do Ministério da Justiça. Não houve nenhuma evolução em relação àquilo que era a nossa contraproposta. Há um pedido do Governo para que haja suspensão das formas de luta. Ficou marcada nova reunião para o dia 5 de fevereiro. Amanhã, juntamente com o outro sindicato, iremos prestar uma informação mais exaustiva sobre o ponto da situação [negociação…].»

      Quer isto dizer que a reunião foi inconclusiva? Não, não quer dizer nada disso, uma vez que se podem retirar várias conclusões.

      Da reunião, e apesar das brevíssimas declarações de Marçal, podemos concluir vários aspetos que devem ficar bem presentes no conhecimento dos Oficiais de Justiça:

      Aquilo que mais preocupa e atormenta o Governo são as greves e especialmente as greves aos casos mediáticos, como esta última desta semana que fez um antigo e muito aclamado dirigente do PSD e também ex-primeiro-ministro que muitos não se cansam de apelar a que regresse à vida política ativa e até sonham vê-lo na presidência da República (Passos Coelho), ir a um tribunal em vão, pois o julgamento, também sobre assunto mediático, foi adiado porque todos os Oficiais de Justiça fizeram greve.

      Todos sabemos que há mais casos mediáticos pendentes e até mesmo esse adiamento, com essa mesma individualidade política do PSD, pode voltar a acontecer, pelo que aquilo que causa terror ao Governo é mesmo, e apenas, estas formas de luta. E de tal forma é assim que, sem pejo algum, sem nada em troca, têm – os representantes governamentais negociais – o grande desplante de pedir aos sindicatos que acabem com as formas de luta que estão em curso.

      Como vulgarmente se diz: “É preciso ter lata!”; por nada em troca!

      Portanto, isto vem demonstrar que os Oficiais de Justiça não têm mais nada a não ser as greves decretadas para poderem usar em sua defesa; não têm rigorosamente mais nada, pelo que, para não ficarem desamparados, agora mais do que nunca, é necessário, não só manter o que está, como incrementar a pressão, isto é, o uso dessas armas, e ainda começar a pensar e a definir o que falta ainda decretar.

      Outro aspeto relevante que cumpre tomar nota é o da confiança no Governo, aspeto este que é nulo.

      Veja-se bem que foi apresentado um calendário negocial de quatro reuniões, sendo a primeira no dia de ontem e a segunda no próximo dia 30 de janeiro. Pois logo a começar, a reunião do dia 30, a segunda, foi logo adiada, marcando-se uma outra, mas já para o mês seguinte. Ficou marcado o dia 5 de fevereiro. Não se respeitou o calendário acordado, o que indicia que qualquer outro acordo pode vir a ser alterado, por isso não há, porque não pode haver, confiança.

      Este mês de janeiro já está arrumado, os próximos episódios ficam para o mês que se segue e, entretanto, a ministra da Justiça pode continuar a manifestar o seu espanto pelas atitudes dos Oficiais de Justiça, como a continuação das greves ou os apupos que lhe foram dirigidos na Praça do Comércio aquando da sua entrada no Supremo Tribunal de Justiça, ao mesmo tempo que afirma coisas como as que disse à Antena 1:

      «Compreender, se calhar é uma palavra muito forte. É normal, é uma manifestação legítima, naturalmente, agora, se há classe que pode e que terá poucas queixas, diria que são os Oficiais de Justiça.»

      E continuou assim:

      «Desde a primeira hora que a ministra da Justiça reuniu, com a minha equipa também, reunimos, tivemos todo um processo de negociação, longo, duro; ouvi o que tinham para me dizer, tomamos medidas logo em 2024, em linha com as preocupações e com os pedidos essenciais nessa altura, que era a inclusão do pagamento do suplemento de recuperação processual, que foi conferido e foi pago logo em 2024, e foi desde logo acordado, em 2024, o processo de negociação e fixado, o que estamos a cumprir integralmente.

      É natural, isto é um processo de negociação, é natural que a primeira proposta não tenha sido aceite, é normal, é um processo negocial que está em curso. Temos uma reunião já agendada para dia 16 e outras se seguirão, com a certeza, porém, que levaremos a bom porto, ambos, e encontraremos uma solução que seja benéfica para todos e, principalmente, para a justiça.»

      Os Oficiais de Justiça não podem ficar descansados com declarações públicas destas e, muito menos, quando o seu discurso público na sessão solene que assinala o início do ano judicial diz coisas como as que seguem:

      «Neste preciso momento, lá fora, há uma vigília silenciosa convocada pelos sindicatos dos Oficiais de Justiça. É uma forma democrática e legítima de protesto.

      Mas os Oficiais de Justiça já tiveram provas da determinação e da boa-fé do Governo em resolver os problemas da classe nos últimos meses. No aumento do suplemento de recuperação, decidido e pago logo em 2024, na revisão do estatuto profissional que está em curso e no recrutamento de quase 600 novos profissionais em apenas 6 meses.

      Os funcionários judiciais sabem que têm na ministra da Justiça uma aliada, mas uma aliada não é alguém que distribui dinheiro público na proporção do ruído ou do número de notícias, é alguém que conhece e reconhece o valor do seu trabalho, que move montanhas para que os tribunais tenham computadores, sistemas informáticos, ar-condicionado, segurança, elevadores, rampas de acesso, salas onde não chova.»

      É este o conceito de valorização da carreira que encabeça o processo negocial. Tomem bem nota: o discurso público está montado e nada será oferecido aos Oficiais de Justiça, tudo aquilo que eventualmente algum dia possam vir a obter será sempre duramente conquistado.

      No Supremo Tribunal de Justiça, a ministra também disse o seguinte, a propósito da tramitação eletrónica no último mês no Ministério Público.

      «Num mês poupamos 238 dias de trabalho de um Oficiais de Justiça. São 1665 horas. 8 meses de trabalho. É um tempo que pode ser alocado a outras tarefas, também úteis e necessárias. Poupa-se tempo, ganha-se eficiência, ganha-se celeridade.»

20250116-ReuniaoMJ.jpg

      Fontes: “SFJ-Vídeo-16JAN2025”, “Áudio entrevista ministra da Justiça à Antena 1 em 13JAN2025”, “Vídeo do STJ da sessão solene de 13JAN2025” e “Discurso da ministra da Justiça na sessão solene de 13JAN2025”.

por: GF
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Autoria e outros dados (tags, etc)

às 08:07


84 comentários

De Anónimo a 17.01.2025 às 08:12

Reuniões com a Ministra da Justiça.
RESULTADO: ZERO




Reuniões com a Ministra da Administração Interna:
RESULTADO:
"(.....)Um bombeiro sapador em início de carreira pode vir a ganhar, daqui a dois anos, mais 378 euros por mês do que agora, o que representa cerca de mais quatro salários ao final de um ano. A garantia foi dada, ao JN, por fonte próxima do Governo, que reforçou o aviso deixado pelo primeiro-ministro: a proposta “sem paralelo”, que vai ser apresentada hoje aos trabalhadores, é mesmo a final. (....)"
FONTE:JN

De Anónimo a 17.01.2025 às 08:52

É o que dá negociar com uma parede!


Parede essa (Ministério) que para Guardas Prisionais foi muito permeável...mas para connosco parece reforçada com betão armado.

De Anónimo a 17.01.2025 às 08:27

Finalmente uma postura digna de ambos os sindicatos.


Finalmente o SFJ está a acordar para a vida.


Finalmente estão a se tornar transparentes, em vez de fazerem parte do problema estão a fazer parte da solução.
Apenas falta anunciar a greve do SFJ , está na hora de endurecer a luta.
A ministra joga com a mentira, sabe bem que não integrou o suplemento, sabe bem que aquele suplemento foi apenas o início das negociações.


Contudo o grande erro foi sempre ir discutir esse suplemento, ela que joga com a mentira achou-se no direito de afirmar que está a dar muito mais.

De Anónimo a 17.01.2025 às 08:29

Finalmente a luta está a ser bem feita assim sim até dá gosto em ver.

De Anónimo a 17.01.2025 às 08:38

Entretanto o governo está disposto a dar 378 euros aos bombeiros. 
MAS O QUE É ISTO?
Só vejo uma saida que é endurecer a luta.
Quando não há respeito e a classe dos oficiais de justiça contunua a ser espezinhada a resposta tem de ser dada sem medo.
Chegamos a um ponto em que já não há nada a perder. Esta classe perdeu tudo a começar no prestigio e no respeito. 

De Anónimo a 17.01.2025 às 09:27

Concordo a cem por cento.

De Anónimo a 17.01.2025 às 09:13

O que o governo pede não é legitimo!


Reparem que a greve é um direito constitucional (sagrado)!


A maior parte dos avanços laborais acontecem em períodos de greve!


Nós devemos avançar para mais greves, as greves dos atos, com especial incidencia nos julgamentos.
É aí que está segredo !...


As negociações nada avançam, e nós estamos a perder tempo!


Os meses passam, e nada, nada, nada ...


SFJ e SOJ, abram os olhos, falem com clareza, falem verdade, e ... vamos para LUTA!

De Anónimo a 17.01.2025 às 10:43

O governo continua de má fé...isso apenas muda se formos á luta como outros.

De Anónimo a 17.01.2025 às 09:24

Greve greve greve e mais greve.

De Anónimo a 17.01.2025 às 09:25

Bom dia,
Não sei o que dizer sobre o assunto de hoje (resultado da reunião de ontem), se ficamos todos na mesma ou, melhor dizendo, se ficamos/continuamos todos na m.r..a !
Já não há mais palavras para descrever a competência de quem lida com as nossas vidas, que são afinal as vidas de todos os portugueses.
Como compreender que quem assume a tutela de um Ministério importante como o é o da Justiça, manifeste, na sua forma de atuar, tudo menos os atributos e predicados exigíveis ao cargo.
Numa lógica de coação (dando a entender que se não cederem nas greves não há discussão, o mesmo é dizer aproximação às reivindicações), a senhora Ministra ensaia uma forna de lidar com os assuntos, como se estivesse a lidar com as birras das suas crianças, trata o assunto de uma forma quase que parental, do género: "o menino não pode ter tudo o que quiser, mesmo que seja justo dar-lhe, à birra do menino a mamã tem de o fazer entender que não lhe adianta chorar e estrebuchar e que se quiser o que pede tem de se portar bem, e isso significa fazer o que a mamã manda!".
Numa negociação, não se paralisa a luta só por si, porque esta negociação existe, se volvidos tantos e tantos anos, as coisas continuam exatamente na mesma e não evolução significativa nas posições e no sentido de decisão sobre as reivindicações.
Para fazer cessar uma luta/greve, terá de haver pelo menos um ponto de partida em que se ache que o (embora ténue) caminho percorrido confere já uma aproximação ao reivindicado.
Mas não é o caso. Com efeito, a senhora Ministra diz que ouviu e reuniu - e isso até pode ser verdade - mas o que faltou dizer é que dessa audição e reunião nada, mas nada resultou em termos de valorização salarial ou de carreira.
Por enquanto temos um regime provisório com o incremento de 3,5% no suplemento agora em 12 meses, mas que é transitório, por isso provisório, e não se sabe os termos em que este perdurará depois da revisão do Estatuto (se incorporado, se mantido ou alterado).
Na valorização da carreira (também remuneratória) o que foi adiantado e nada é a mesma coisa, pois não se sabe de critério algum sobre a transição - dizer que passam uns para uma carreira e outros para outra é dizer nada, pois o que importa é que, independentemente dessa transição, se compreenda a ideia, o desenho, que têm para o novo funcionamento dos serviços, para a nova arquitetura, e, consequentemente, o seu regime remuneratório, em termos de progressões e evolução da carreira.
O que foi atirado em cima do final do ano é, ou traduz-se,  em exatamente ZERO.
E esse número, neutral, contínua nas nossas vidas.

De Anónimo a 17.01.2025 às 09:46

Já o aqui disse plurímas vezes, mas vou reiterar o que disse.
- A equipa ministerial cede em tudo o  que diga respeito às magistraturas - vamos ter um novo Pólo do CEJ no Norte (em V. do Conde) e foi já alterado o modelo de ingresso, no que toca aos requisitos de acesso.
- No staff de apoio, o mesmo é dizer com os OJ, nada se passa, menoriza-se a função e despreza-se a competência e qualidade do apoio prestado.
Numa lógica meramente economicista, as últimas promoções a Adjunto, consubstanciaram uma poupança de milhões a curto prazo, pois que evitaram que muitos funcionários dessem o salto quantitativo para os últimos escalões e  fizeram com que transitassem para o correspondente na categoria superior , de valor muito inferior e a vigorar, pelo menos, por mais três anos ou até à reforma do estatuto.
E mesmo na categoria superior, por só contemplar mais dois escalões/níveis, traduz-se em saltos quantitativos inferiores, por exemplo, aos Oficiais dos Registos.
Por outro lado, o regime de substituição em vigor, a que muitos colegas se agarram, constitui ele próprio uma paralisação substancial, na medida em que mantém o funcionário sempre na 1ª posição/nível/escalão mesmo que ocupe o cargo há mais de 3, 6, e até 9 anos - o que se traduz igualmente numa poupança económica, que não se traduz em maior eficiência mas num manifesto prejuízo para esta e para a produtividade ( a instabilidade, é sabido, só cria dificuldades).
Não havendo lugares cimeiros, ditos de chefia a que eu prefiro antes chamar de direção e coordenação, há uma pretensão de poupança com a diminuição dos cargos  - apenas no apuro económico do dia pois que a longo prazo reflete-se na produtividade dos serviços.
 

De Anónimo a 17.01.2025 às 09:29

Está na hora de luta já chega essa retórica que queremos fazer parte da solução já chega disso..


Para a frente sem medos..

De são tomás de Aquino a 17.01.2025 às 09:30

Penso eu de que:
Temos que dar á ministra o que ela quer:
Ela quer que paremos com as greves e nós vamos intensificar e endurecer as mesmas.
Como espírito com que todos estamos, fartos de sermos tratados como lesmas, se os dois sindicatos, não abdicando das greves já em curso, mascarem conjuntamente uma outra, geral, de 15 dias, marcada já pelos dois sindicatos conjuntamente, a começas a 10 de Fevereiro, então mostraremos à ministra que não somos lesmas e que também sabemos jogar o jogo.
Greve total e geral já. 
Atenção António, Carlos e companhia . Estamos convosco, mas vós tendes que estar connosco. 

De Anónimo a 17.01.2025 às 09:32

GREVE AOS ATOS E JÁ ! Não a estas greves mixurucas... A prejudicar o ordenado.

De Anónimo a 17.01.2025 às 09:41

GREVE de 30.01 a 5.02 em resposta à falta de consideração por nós, uma vez que a reunião estava agendada para o dia 30.01 e até dia 5.02 dia da reunião.
Esta greve devia ser a 100%, porque os que não fazem greve em nada contribuem para o </a>que se pretende alcançar que é para todos e não só para alguns.
É O MOMENTO CERTO PARA MOSTRARMOS QUE ESTAMOS UNIDOS. O interesse e o merecimento é nosso! DE QUEM TRABALHA!!!

De Anónimo a 17.01.2025 às 10:06

E ao registo estatístico do MP e pagamentos. 

De Anónimo a 17.01.2025 às 09:39

Os Oficiais de Justiça estão prontos!


SFJ e SOJ, vamos para a luta, vamos endurecer a greve!


Não se iludam! Não se deixem enganar!

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