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Oficial de Justiça

Bem-vindo/a ao DIÁRIO DIGITAL DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DE PORTUGAL publicação periódica independente com 13 ANOS de publicações DIÁRIAS especialmente dirigidas aos Oficiais de Justiça



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Segunda-feira, 19.01.26

A partir de quinta-feira são 5 dias para votar

      Abre o período para votação eletrónica na próxima quinta-feira, dia 22JAN, logo às 09H00, e prossegue o período de votação até às 17H00 do dia 26JAN, isto é, até à segunda-feira seguinte, portanto, os Oficiais de Justiça têm 5 dias para poderem votar numa das duas listas que se candidatam ao Conselho dos Oficiais de Justiça (COJ).

      Cada Oficial de Justiça vai receber na sua caixa de correio (e-mail) comunicações cujo remetente é “noreply@e-vote.pt”, contendo tais comunicações as instruções para votar na plataforma “e-Vote” e a senha pessoal (código PIN) para aceder à plataforma de voto.

      A forma de acesso à plataforma e a forma de votar é extremamente simples, abandonando-se finalmente a complicação dos envelopes que sempre davam origem a votos nulos e, quando não davam, é porque eram tratados, não pessoalmente, mas com a ajuda da máquina sindical instalada que, obviamente, exerciam a sua influência, recolha e envio. Por isso, é fundamental que, desta vez, cada um vote, em qualquer um dos 5 dias disponíveis, por si só, por sua própria conta, sem influências, e, caso tenha alguma dificuldade, pode tentar novamente durante os tais 5 dias.

COJ-DuasListasPC(DDOJ).jpg

      Os Oficiais de Justiça podem votar na Lista A ou na Lista B, como tradicionalmente, cada uma delas apoiada por cada Sindicato (SFJ e SOJ).

      As listas apresentam 4 candidatos efetivos e outros suplentes, concorrendo cada candidato efetivo por cada um dos quatro extintos Distritos Judiciais que correspondiam à jurisdição dos Tribunais de Relação de Lisboa, Porto, Coimbra e Évora. Pese embora essa extinção, que ocorreu com a reorganização judiciária implementada em 2014, continuam essas áreas a ser assim consideradas para a eleição dos quatro Oficiais de Justiça que exercerão as funções de vogais no COJ, uma vez que o Estatuto EFJ, ainda em vigor, continua a fazer-lhes referência nesses termos desatualizados há mais de uma década, no seu artigo 99º.

      Recordemos que, para além dos 4 Oficiais de Justiça eleitos, pode haver mais um designado pela DGAJ, ou seja, em 9 vogais, poderão ser cinco os Oficiais de Justiça, embora, normalmente, um deles esteja na dependência direta da DGAJ, ali em comissão de serviço, e apenas os quatro eleitos procederem dos tribunais e não sendo nomeados, mas eleitos pelos seus pares.

      Isto é relevante para o equilíbrio possível e pela democraticidade possível das decisões que esse órgão colegial tem de tomar, muitas vezes afetando, determinantemente, a vida, profissional e, consequentemente, pessoal, dos Oficiais de Justiça.

      Por isso, a eleição dos quatro Oficiais de Justiça é importante para a classe e, por isso mesmo, os dois sindicatos não deixam de organizar sempre listas para tal efeito.

      Tradicionalmente, os 4 vogais eleitos eram sempre os indicados pelo SFJ, no entanto, mais recentemente, o SOJ passou a eleger um dos seus candidatos, passando a composição, de 4-0 para 3-1.

      Para além das listas apresentadas pelos sindicatos, também podem apresentar-se outras listas apoiadas por grupos independentes de Oficiais de Justiça, desde que o sejam por um mínimo de 100 Oficiais de Justiça, o que, para esta eleição de 2026 não se verificou.

      Os cargos são exercidos por um período de três anos.

      As últimas eleições foram em 2023, também com apenas as duas listas formadas pelos dois sindicatos, sendo a existência de uma terceira lista coisa muito rara, tão rara que a última vez que isso aconteceu foi no distante ano de 2014 e antes em 2008. Raro também o ano em que foi apenas uma lista a votação, por ter o SOJ abandonado essa eleição alegando anomalias que então apontou.

      Vejamos a seguir os resultados das últimas eleições desde 2008, com a indicação de número de votos, quantas listas concorreram e as percentagens dos votos.

      Resultados das listas apoiadas pelo SFJ:

                    Em 2008 = 2600 (houve 3 listas) = 60,5%
                    Em 2011 = 2657 (houve 2 listas) = 58,4%
                    Em 2014 = 2378 (houve 3 listas) = 65,1%
                    Em 2017 = 3167 (houve apenas uma lista) = 81,1%
                    Em 2020 = 3008 (houve 2 listas) = 58,6%
                    Em 2023 = 2472 (houve 2 listas) = 59,5%

    Resultados das listas apoiadas pelo SOJ:

                    Em 2008 = 504 (houve 3 listas) = 11,7%
                    Em 2011 = 483 (houve 2 listas) = 10,6%
                    Em 2014 = 467 (houve 3 listas) = 12,7%
                    Em 2017 = 0 (abandonou a eleição) = 0%
                    Em 2020 = 1448 (houve 2 listas) = 28,2%
                    Em 2023 = 1099 (houve 2 listas) = 26,5%

    Veja a seguir um gráfico com a comparação dos vários dados eleitorais das últimas seis eleições dos vogais do COJ.

Grafico-EleicoesCOJ=(2008a2023).jpg

      Já poucos se recordam, ou sabem, que antes da existência do COJ (criado em 1987), as avaliações e o poder disciplinar estava a cargo dos magistrados, quer nas decisões finais, quer no terreno com o corpo inspetivo. Nessa altura, as avaliações dos Oficiais de Justiça também não tinham prioridade e podiam ocorrer com intervalos de até dez anos, o que significava que uma classificação menos boa assim podia ficar durante uma década.

      A criação do COJ representou, e representa, uma portentosa conquista que, se bem que a decisão seja tomada colegialmente por magistrados e Oficiais de Justiça, os elementos que realizam as inspeções são todos Oficiais de Justiça.

      E depois há uma série de degraus de segurança, isto é, de garantias, para os Oficiais de Justiça, seja nas avaliações, seja nas decisões disciplinares.

      Das propostas dos inspetores podem os Oficiais de Justiça pronunciar-se, discordando e alegando o que bem entenderem, para o seu Conselho (COJ) e este decidirá. Dessa decisão do COJ é possível recorrer para o Conselho Superior da respetiva Magistratura (da área onde exerce funções o Oficial de Justiça, por exemplo, do Judicial para o Conselho Superior da Magistratura) e ainda, da decisão dos conselhos superiores, é possível recorrer para fora dessas entidades gestionárias (do Conselho dos Oficiais de Justiça e do respetivo Conselho Superior) para os tribunais superiores, como o Supremo Tribunal de Justiça ou o Supremo Tribunal Administrativo, isto é, podem os Oficiais de Justiça ver a decisão com a qual não concordam ser apreciada por três diferentes entidades após a apreciação inicial do inspetor do terreno: são um total de quatro apreciações em três entidades diferentes.

      É essa a virtualidade desta especificidade própria da carreira dos Oficiais de Justiça que serve os seus interesses de forma melhorada em comparação com outros sistemas.

      Note-se que esta oportunidade de o Oficial de Justiça ter quatro apreciações, seja na sua avaliação de desempenho, seja num assunto de natureza disciplinar, representa um dos sistemas mais vantajosos e seguros que existe, mesmo melhor do que o dos magistrados judiciais e do Ministério Público, os quais não têm tantas válvulas de segurança e de reação como têm os Oficiais de Justiça.

      Portanto, ainda que alguns se sintam mal, se sintam perseguidos ou penalizados pela entidade, seja lá pelo motivo que for, essas perceções pessoais colidem com o facto de que entre este sistema e outros usados na função pública, este ser, sem dúvida alguma, muito melhor, e tendo em conta que algum sistema tem de existir, se for independente ou externo ao local de trabalho e tiver tantos degraus de segurança para reagir, tanto melhor. Por isso é necessário defende-lo e, claro, melhorá-lo.

      A seguir estão todos os elementos das duas listas concorrentes.

      LISTA A:

      Candidatos Efetivos:

      Pelo extinto Distrito Judicial de Lisboa:

      João Estrela Louro da Cruz Horta – Escrivão, a exercer funções no Núcleo do Barreiro do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa.

      Pelo extinto Distrito Judicial de Porto:

      Miguel António Carneiro Lopes Pereira – Escrivão, a exercer funções no Núcleo da Maia do Tribunal Judicial da Comarca do Porto.

      Pelo extinto Distrito Judicial de Coimbra:

      Ernesto de Jesus Queijo dos Santos – Escrivão, a exercer funções no Núcleo de Coimbra do Tribunal Judicial da Comarca de Coimbra.

      Pelo extinto Distrito Judicial de Évora:

      António Júlio Andrade Alves – Escrivão, a exercer funções no Núcleo de Faro do Tribunal Judicial da Comarca de Faro.

      Candidatos Suplentes:

      Pelo extinto Distrito Judicial de Lisboa:

      Maria Amélia Caeiro Dias Pereira, Escrivã, a exercer funções no Núcleo de Vila Franca de Xira do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Norte.

      Marcos David Marcelo Fretes, Secretário de Justiça, a exercer funções no Departamento Central de Investigação e Ação Penal, PGR na Comarca de Lisboa.

      José Carolino Ferreira Gonçalves, Técnico de Justiça, a exercer funções no Tribunal de Execução das Penas dos Açores.

      David Martins Carvalho, Técnico de Justiça, a exercer funções nos Serviços dos  Órgãos de Gestão do Tribunal Judicial da Comarca da Madeira.

      Pelo extinto Distrito Judicial de Porto:

      António José da Silva Ferreira, Secretário de Justiça de Tribunal Superior, a exercer funções no Tribunal Central Administrativo Norte.

      Miriam Martins da Silva, Técnica de Justiça, a exercer funções no Núcleo do Porto do Tribunal Judicial da Comarca do Porto.

      Rui Manuel Teixeira Meneses, Técnico de Justiça, a exercer funções no Núcleo de Vila Nova de Gaia do Tribunal Judicial da Comarca do Porto.

      Pelo extinto Distrito Judicial de Coimbra:

      Cláudia Maria Godinho da Silva Timóteo, Técnica de Justiça, a exercer funções no Núcleo de Leiria do Tribunal Judicial da Comarca de Leiria.

      João José da Costa Pereira Gomes, Técnico de Justiça, a exercer funções no Núcleo de Viseu do Tribunal Judicial da Comarca de Viseu.

      Nelson Fernando Lopes Alves, Técnico de Justiça, a exercer funções nos Serviços dos Órgãos de Gestão do Tribunal Judicial da Comarca de Leiria.

      Pelo extinto Distrito Judicial de Évora:

      Conceição Maria Pinto Sofio, Técnica de Justiça, a exercer funções no Núcleo de Évora do Tribunal Judicial de Comarca de Évora.

      João Maria Estevens dos Santos, Secretário de Justiça, a exercer funções no Núcleo de Beja do Tribunal Judicial da Comarca de Beja.

      Solange Sofia Santos Patrício Ferreira, Técnica de Justiça, a exercer funções no Núcleo de Setúbal do Tribunal Judicial da Comarca de Setúbal.

      LISTA B:

      Candidatos Efetivos:

      Pelo extinto Distrito Judicial de Lisboa:

      Elias Lopes Marçal, Técnico de Justiça, a exercer funções no núcleo de Cascais do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste.

      Pelo extinto Distrito Judicial de Porto:

      Nuno Miguel Ribeiro Azevedo, Técnico de Justiça, a exercer funções no núcleo de Guimarães do Tribunal Judicial da Comarca de Braga.

      Pelo extinto Distrito Judicial de Coimbra:

      Cristina Maria Pereira de Matos, Técnica de Justiça, a exercer funções no Núcleo de Pinhel do Tribunal Judicial da Comarca da Guarda.

      Pelo extinto Distrito Judicial de Évora:

      Ricardo Jorge da Silva Viana, Técnico de Justiça, a exercer funções no núcleo de Portimão do Tribunal Judicial da Comarca de Faro.

      Candidatos Suplentes:

      Pelo extinto Distrito Judicial de Lisboa:

      João Luís César Martins Guerra Correia, Secretário de Justiça, a exercer funções no Tribunal Tributário de Lisboa;

      Sónia Patrícia Pereira Gomes, Técnica de Justiça, a exercer funções no núcleo de Cascais do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste;

      Pelo extinto Distrito Judicial de Porto:

      José Carlos Alves da Silva, Técnico de Justiça, a exercer funções no Núcleo de Penafiel do Tribunal Judicial da Comarca de Porto Este.

      Mauro Miguel de Novais Tavares, Técnico de Justiça, a exercer funções no Núcleo de Vila Real do Tribunal Judicial da Comarca de Vila Real.

      Pelo extinto Distrito Judicial de Coimbra:

      Dina Maria Martins dos Santos, Técnica de Justiça, a exercer funções no núcleo de Leiria do Tribunal Judicial da Comarca de Leiria.

      Paulo Jorge Aguiar Pereira, Técnico de Justiça, a exercer funções no núcleo de Viseu do Tribunal Judicial da Comarca de Viseu.

      Patrícia Isabel Macedo Tavares, Técnica de Justiça, a exercer funções no núcleo de Coimbra do Tribunal Judicial da Comarca de Coimbra.

      Luís Manuel Gonçalves Monteiro, Técnico de Justiça, a exercer funções no núcleo de Viseu do Tribunal Judicial da Comarca de Viseu.

      Pelo extinto Distrito Judicial de Évora:

      Rui Manuel Duarte Baptista dos Santos, Técnico de Justiça, a exercer funções no núcleo de Abrantes do Tribunal Judicial da Comarca de Santarém.

      Paula Solange da Costa, Técnica de Justiça, a exercer funções no núcleo de Santarém do Tribunal Judicial da Comarca de Santarém.

      Sandra Manuela da Silva Ribeiro, Técnica de Justiça, a exercer funções no núcleo de Santarém do Tribunal Judicial da Comarca de Santarém.

COJ-Eleicoes2.jpg

      Fontes: "COJ-DGAJ: Novo Regulamento Eleitoral", "COJ-DGAJ: Caderno Eleitoral", "COJ-DGAJ: Voto por correspondência", “COJ-DGAJ: Período eleitoral”, "DR dia votação", "Caderno Eleitoral Provisório", “Info-Listas-COJ”, “SFJ-ListaA”, “SOJ-ListaB” e “DR-Listas”.

por: GF
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às 08:09


34 comentários

De Anónimo a 19.01.2026 às 08:12

Está tudo bem ?? Sofreram muito ontem à noite ??!? Parece que o apelo não correu muito bem 🤣

De Anónimo a 19.01.2026 às 09:04

Quizeream fazer dos ojs parvos. 
Tristeza de artigo  aquele 

De Anónimo a 19.01.2026 às 12:16

Não correu bem?
Vocês realmente parecem o PCP, ganham sempre.
Relembro que ganharam apenas em 2 distritos e perderam mais de 100.000 votos em poucos meses.
A burralhada Chegana que vá cantando a sua vitória poucochinha até levarem o tombo em fevereiro.
VIVA A VITORIA DA SOCIAL DEMOCRACIA!
ADORO SUINO NA GRELHA!

De Anónimo a 19.01.2026 às 13:11

Eu adoro quem adora suinos na grelha, mas é para cagggggggggggg de alto

De Anónimo a 19.01.2026 às 08:23

Lista A
Os candidatos efetivos, são todos Escrivão.
Lista B
Todos os candidatos efetivos são técnicos de justiça


Parece, que houve um pacto entre os sindicatos, no sentido de


Tu ficas com os lugares de Secretário, eu fico com os lugares de Escrivão.


Assim, voto na lista C, abstenção.

De Anónimo a 19.01.2026 às 08:39

Andam aqui sempre a falar de greve por isto e por aquilo.
Sugiro uma forma de protesto que não mexe no bolso de cada um de nós.
Boicote total as estas eleições.
Ninguém votar.
Isso sim, é que era uma forma de mostrar aos sindicatos o nosso repudio pela forma como eles tem gerido as reivindicações da nossa profissão.

De Anónimo a 19.01.2026 às 13:32

isso sim!


 Boicote eleitoral p'ra frente!

De Anónimo a 19.01.2026 às 17:19

tb se podia votar massivamente em branco

De Anónimo a 19.01.2026 às 09:02




Eu queria era saber da pretensa reunião técnica!...

De Anónimo a 19.01.2026 às 09:08

não sabemos as habilitações literárias dos candidatos!


o que vai para lá fazer um individuo que não tem licenciatura em direito?


dizer sim senhor?

De Anónimo a 19.01.2026 às 09:49

Bom dia.
Há hora que escrevo este texto é o sexto comentário, e do que li nos anteriores, parece-me que os colegas em lugar de irem dejetar ao WC, logo pela manhã, vieram antes aqui defecar.
É verdadeiramente inacreditável o tribalismo, o seguidismo acéfalo de quem se associa a alguém só porque sim, porque se é do contra, porque se alimenta sentimentos de ódio, porque se é irracional, porque se deixa facilmente convencer pelo argumento fácil e ao mesmo tempo bacoco.
Vota-se em alguém, ou em ninguém, às vezes só porque se faz parte daquele grupo ideológico não importando se as pessoas são ou não capazes de tornar a nossa vida melhor, apenas porque se é do nosso grupo de pertença .
Foi assim com as presidenciais - passou à segunda fase o representante dos frustrados (Ventura), a vociferar as tretas do costume, e o senador da ideologia de esquerda (Seguro), a emudecer, assemelhando-se a  uma jarra de cemitério que se adorna com carinho pela  simbologia da família, no caso política, ambos são manifestamente ineptos e o resultado está à vista de todos -  e parece ser assim com as eleições ao COJ.
Eu não concordo com esta forma de eleição, desde logo porque não está representada toda a classe - num lado é só Escrivães e do outro só Técnicos de Justiça - depois porque não se sabe o percurso profissional destes candidatos - se passaram pelo MP ou apenas pelo Judicial e ao que se saiba não há ninguém oriundo dos TAF - e desconhece-se igualmente os seus curriculum. Eu pergunto-me como é que aquelas cabeças acham que funciona este tão importante órgão?
É verdadeiramente inacreditável o que está a acontecer, e indiscritível a forma como algumas pessoas se prontificam a desempenhar um cargo tão importante sem que reúnam os requisitos mais básicos para tal.


 

De Anónimo a 19.01.2026 às 10:09

Não menosprezes o Ventura, rapariga.
Não há outra tecla? também és a maior? da tua rua claro.
Quanto ao resto da palha que falas, acordaste agora foi?


Há quantos anos andas nisto para ainda não saberes que é tudo mais do mesmo?

De Anónimo a 19.01.2026 às 11:04

(resposta ao comentário das 10.09)
Eu não sou uma ela e quero que o Ventura se f..a - ele e quem vota nele! (no sentido que me estou a cag.. para quem não tem valores ou respeito pela dignidade da pessoa humana).
Mas confesso que estou abismado com a ignorância de muita gente, gente que vota num sujeito bem mal falante (nada diz de positivo, nada acrescenta ao pouco que se conhece) e não num projeto ou ideia de futuro (apenas prender todos os corruptos e expulsar os imigrantes e cobrar os subsídios aos ciganos...)
E é isto!

De Anónimo a 19.01.2026 às 11:19




Para

19.01.2026 às 11:04



Abismado fico eu com tanta tecla a menosprezar 7000 OJ´s e todos os votantes nos Cheganos.Vocês Ojs  todos  importantes e inteligentes.
Pela vossa inteligência assim está a carreira e o País.

De Anónimo a 19.01.2026 às 14:34

Descobriu a careca.
Não é Oficial de Justiça! Ufa! Ainda bem, pois já estava a tomar o todo pela parte e começava a achar que eramos uma cambada de ignorantes ... mas já vi/li tudo e percebi - quando essa pessoa que defende (nas Presidenciais vota-se numa pessoa e não num partido) e em quem votou chegar ao poder e, com o subterfúgio de que são corruptos, correr com todos e começar a colocar as suas fileiras a mamar da gamela irá ver que são mais sedentos que todos os outros juntos e que nem sequer as migalhas do farelo bolorento que sobram as deixam para os seus tristes acólitos.
Há pessoas que imergem de um sítio ainda mais quente que o inferno para nos tolher a vida e há sempre alguém que se prontifique a ser seu servo julgando com isso ter privilégios mas serão os primeiros a perecer - que não se procure justiça junto dos injustos, pois terá apenas um tormento maior ou um fim precipitado.
Mas vote em quem quiser ... desengane-se é que lhe vão dar o lugar e destaque que lhe prometeram! Vai ter de mamar noutro lado ....aquele que eu não posso dizer aqui mas que ambos sabemos e que não é a teta da cabritinha!

De Anónimo a 19.01.2026 às 10:20

O que interessa é aceder ao cargo, ao money money, e às mordomias, se as houver.
Nada interessa se tens competência ou não, isso é problema dos outros!
... E os outros que se lixem!


Resumidamente, esta é a lógica do mundo de hoje! ...

De Anónimo a 19.01.2026 às 10:30

Finalmente é conhecida a razão do atraso do comunicado relativamente à reunião da semana passada.


O problema desta vez prende-se com a postura do sindicato e da DGAJ no que respeita aos requisitos para o concurso para escrivães. 


O sindicato entende que todos, incluindo aqueles que nunca passaram de auxiliares, devem poder concorrer.


O entendimento da DGAJ é diferente e entende que apenas aqueles que eram adjuntos e que sejam licenciados devem poder concorrer.


Mais uma vez, parece que querem agradar aos auxiliares e insistem nessa posição prejudicando os demais.


O prazo de um ano para a abertura do concurso está quase a esgotar-se. 
 Mais uma vez, os do costume, vão ficar prejudicados à conta desta teimosia.


Como alguém aqui dizia há dias, é o desnorte total do sindicato!!!

De Anónimo a 19.01.2026 às 10:42

Anda mal informado.

De Anónimo a 19.01.2026 às 11:31

Não ando não!


Acredite que não ando!!!

De Anónimo a 19.01.2026 às 13:04

Para o das 10:42


Se andamos mal informados, informe VExa melhor.


Parem de nos atirar areia para os olhos!!

De Anónimo a 19.01.2026 às 10:50

A ser assim o SFJ tomou um aposição abjeta, extremamente abjeta para não dizer pior.
Então não é que além de prejudicar os ex-Adjuntos como prejudicou ainda se prontifica a prejudicá-los ainda mais!?
Já não bastava fod..... como mais ninguém e agora ainda querem nivelar por igual aqueles que se conformaram e ficaram nas suas cadeiras, nos sofás,  à espera do comboio passar!
Isto é aberrante! É simplesmente dar cabo da meritocracia e premiar a antiguidade.
Mas que porcaria vai na cabeça daquela gente!
Então exigem a licenciatura para o ingresso e não se exige o mesmo para as chefias ? Querem um serviço liderado por pessoas com o 11º ano ou um curso profissional quando têm inúmeros licenciados (em diversas áreas) com vasta experiência em várias categorias e servioçs?

De Anónimo a 19.01.2026 às 11:01

Tenho aqui um numa secção ao lado que tem apenas o 9. ano.


E diz ele que não precisa de habilitações para nada.


Quem o ouvir falar até parece um doutor!!

De Anónimo a 19.01.2026 às 11:49

"Dar cabo da meritocracia"??? Oh colega, deixe-me rir! Desde quando é que para ir para adjunto foi preciso mérito?? Por favor.......

De Anónimo a 19.01.2026 às 13:54

No meu tempo era preciso mérito (ter nota de mérito) e ela não era dada por dar cá aquela palha - foi à cerca de 17 anos.
Bem sei que agora, por não haver promoções, levam todos MB mas naquele tempo não era bem assim - já existiam uns privilegiados é certo mas não eram todos corridos a MB ...
Depois não era qualquer um que se prontificava a atirar o barro à parede,  tinha que se sentir capaz pois a coisa poderia correr mal! Hoje há artistas que ascendem na carreira sem saber ler nem escrever, é só deixar passar o tempo que, por sinal, isso basta!!!!!

De Anónimo a 19.01.2026 às 19:19

O estatuto em vigor desde 1999 diz que para ir ao curso de escrivães é preciso a notação mínima de "bom" e 3 anos de antiguidade na categoria (na altura, adjunto). Ao que sei, não era preciso a tal nota de mérito. O que acontecia e que fazia muitos ultrapassarem pela direita, era a antiguidade. Alguns tinham uma nota de 10 e passavam à frente de outros com notas acima dos 16. Uma especial meritocracia 

De Farto de palhaçadas a 19.01.2026 às 12:00

Olhe que não, olhe que não. 
O que parece é que os representantes sindicais se dedicaram a exercer a ocupação de "influencers" na internet e assim, não têm tempo para a atividade sindical, que, ao que parecem não lhes dá tantos proveitos financeiros.
Foi o que ouvi comentar.

De ?? a 19.01.2026 às 14:58

Penso que devemos olhar para este questão com bom senso e justiça, já que trabalhamos nos tribunais:
Antes destas alterações, quem podia concorrer a Escrivão? os escrivães adjuntos, certo?
Então, por uma questão de boa-fé e justiça penso que esses colegas, que tinham essa expetativa, não deverão ser excluídos, independentemente de serem licenciados ou não.
Defendo sim que sejam sujeitos a provas de conhecimentos nos mesmos termos dos licenciados e depois sejam todos graduados em função das respetivas classificações.
Lembrar que no último curso de escrivão de 2015/2016, muitos dos colegas licenciados ficaram com notas inferiores aos não licenciados e não conseguiram colocação com escrivães, mantendo-se até hoje como adjuntos ou como escrivães em substituição.





De Anónimo a 19.01.2026 às 22:44


isto de acabar com os adjuntos foi um tiro no pé por parte do legislador.


só quem não percebe nada de tribunais é que concorda com esta teoria (a de acabar com os adjuntos)

De Anónimo a 20.01.2026 às 15:04

Finalmente acabaram com essa "categoria" de adjuntos que só acrescentavam discórdia nas secções. Era uma passagem administrativa em que nem sequer havia provas para aferir dos conhecimentos. Por isso, temos muitos colegas ex-adjuntos que nada ou pouco fazem mas porque se foram arrastando no tempo para dizerem que eram mais antigos, levam hoje para casa 2500 euros sem nada fazerem de útil. Temos o que merecemos.

De Anónimo a 19.01.2026 às 13:01

Incrível 




Exigem a licenciatura para quem entra.


Mas para escrivão podem concorrer auxiliares com o 11. ano.




Que comédia este sindicato 


Por isso é que andam tão caladinhos ...
Compreende-se

De Anónimo a 19.01.2026 às 14:15

Boa tarde.
Visitei as páginas de ambos os Sindicatos e nada consta sobre quaisquer reunião técnica.
Também constatei que nada é referido quanto ao resultado do ato eleitoral do SOJ (?) 
Mas o mais gritante e alarmante é o facto de ninguém, absolutamente ninguém, dar cavaco aos representados (que não são só os associados) nas negociações ou pre-negociações.
Fico estupefacto com a inércia de tanto jumento que, tendo o 11º ano ou pouco mais, porventura um curso profissional da treta, se julga doutor e de todos aqueles que só por serem carecas ou terem os cabelos brancos, dentes amarelados e fanados, e mixarem para a ponta dos pés, se julgam possuidores dos requisitos necessários para chefiarem um serviço - conheço muitos que não têm sequer um código  (em suporte de papel ou digita), trabalham pelo espírito santo de orelha e se lhes fazem uma pergunta mais complexa depressa se aprestam a responder: consulte o código ou então fale com o seu advogado ...!
É aberrante a incompetência em matéria de gestão de recursos dos serviços - às vezes até são excelentes executores mas muito maus "chefes", só criam problemas e atritos que levam a baixas médicas e a entropias no sistema - e só neste país é que se vê uma classe a reivindicar pouco para quem tem mais habilitações e muito mais para quem as não tem julgando que é o tempo que faz um bom funcionário - quando se sabe que às vezes essa medida, a do tempo, estraga as coisas, por exemplo uma fornada da mais fina porcelana ...
Exorto e apelo à tutela que se imponha nesta matéria.
Para começar, nestas eleições presidenciais já sancionei (negativamente) com o meu voto e nas futuras será sempre assim até que alguém decida toma uma decisão sobre o nosso futuro - jamais votarei PS ou PSD por nos manter reiteradamente a viver num engano, numa indefinição aberrante e incompreensível.
Falta-lhes coragem e capacidade de decisão.
Decidam alguma coisa porra!

De Anónimo a 19.01.2026 às 18:23

Baixa como alguém aqui diz e muito bem.
É o que merecem PS, PSd, CDS, geringonças eoutros que tais que nos têm governado há 50 anos.
Contra essa gentalha toda, serei parasita com todo o gosto.

De Anónimo a 19.01.2026 às 19:05

Oh tadinho!
Mais um bocado estás a pedir que te respeitem por seres Chegano.
A demonstração de respeito que te dava eram 6 meses no Tarrafal a ser torturado com o método bastão dos teus amigos cheganos da PSP.
Talvez aí tivesses respeito por todos aqueles que lutaram pela democracia nos últimos 50 e que permitem que possas ser atrasado mental nas redes sociais.

De Anónimo a 19.01.2026 às 18:01

Eu voto na LISTA B




Os técnicos de profundidade têm de ser FORTEMENTE CASTIGADOS!!!


É a nossa oportunidade!!!




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