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Quinta-feira, 18.07.24

Afinal o Governo considera natural ter conseguido 5 candidatos

      O Governo diz que o facto de só ter conseguido preencher 5 lugares dos 108 autorizados é algo natural, aceitável e perfeitamente compreensível.

      O Governo justifica os cinco lugares com a circunstância do concurso ter sido lançado no ano passado e a constituição de uma reserva de candidatos, que tal concurso também tinha por objetivo, dado o tempo transcorrido ficou, naturalmente, reduzida a estes cinco candidatos.

      Ou seja, parece que a desculpa do Governo para o monumental fiasco na atração de candidatos a Oficiais de Justiça é dizer que o concurso do ano passado tinha um rótulo tipo iogurte que dizia para ser consumido de preferência antes de 2024.

      Portanto, considerando apenas o suposto prazo de validade, anunciou o Governo que está já a tratar de lançar um novo concurso, porque com um novo concurso, sem dúvida que vão surgir paletes de interessados e virão charters e charters de candidatos.

      É necessário assinalar que no ano passado a Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) não conseguiu ocupar os 200 lugares que deviam ser ocupados pelo concurso, mesmo depois de muitas nomeações oficiosas para tapar os buracos dos desistentes. O fiasco de então anunciava já o grande fiasco que aí vinha e que agora está bem materializado.

      O flagrante fracasso não permite a ninguém, muito menos às pessoas responsáveis do Ministério da Justiça, que inventem desculpas para aquilo que é o simples desastre das políticas de gestão dos recursos humanos, obrigando-os, antes, a mudar de rumo e a ouvir o clamor que emana da realidade.

      A incapacidade de colocar novos Oficiais de Justiça (com exceção daqueles cinco), não advém de nenhuma causa extraordinária e de exceção que não seja o simples desinteresse das pessoas pelas condições que a profissão oferece; ou melhor: não oferece.

      É o desinteresse e a falta de atratividade que afasta os candidatos, mesmo aqueles que se prepararam durante três anos em curso específico para o ingresso na carreira, confrontados hoje com a realidade preferem qualquer outra coisa do que isto.

      E a carreira vai falecendo, é cadáver adiado. Com uma média anual de aposentações de 350 Oficiais de Justiça, o reforço dos supercinco poderia até ser algo cómico, mas não é, porque a realidade dos Oficiais de Justiça é muito triste.

      Mas não são só os aposentados que fogem, o quanto antes, da carreira, todos os demais tentam a sua sorte noutras carreiras da Administração Pública, como no Fisco, mas também no setor privado, mantendo-se, mais coisa, menos coisa, apenas aqueles que vão aproveitando o tempo para concluir cursos e ainda aqueles que estão ausentes, por baixa médica por longos períodos.

      Isto está por um fio.

      António Marçal, presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), advertiu que “isto é sinal” de que muitos núcleos dos tribunais irão entrar em rutura, sublinhando que “não são só as greves que paralisam os tribunais, mas também a falta de meios humanos”.

      A situação, disse, é sobretudo preocupante nas secretarias do Ministério Público, onde poderá “tornar-se impossível concluir muitos inquéritos”, potenciando o risco de prescrição.

      “Assim não vamos lá”, desabafou Marçal.

      Recordemos que foi a 30 de maio quando o Governo decretou a entrada de 108 novos Oficiais de Justiça, não tendo noção nenhuma da realidade e, mesmo assim, lá conseguiu cinco, quando alguns apostavam em menos e mesmo em zero.

      Há os que vivem na bolha que flutua lá no alto e os que vivem no chão. Não, não se decretam ingressos, muito menos para um serviço escravo e tão mal pago.

      Para Carlos Almeida, presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ), o anúncio do Governo do lançamento de um novo concurso não passa disso mesmo, de um “mero anúncio”, pois continuam a faltar condições atrativas para o ingresso na carreira.

      “O Ministério da Justiça não pode empurrar as responsabilidades para o anterior governo”, refere Carlos Almeida, “O governo pode fazer os anúncios que quiser, mas nós continuamos a dizer que isto é uma narrativa ficcional”, considerando que “enquanto não for feita uma valorização das carreiras (...) não se vai chegar a objetivo nenhum”.

EncolheOmbros.jpg

      Fontes: “Jornal de Notícias”, “Público” e “RR/Renascença”.

por: GF
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Autoria e outros dados (tags, etc)

às 08:08


73 comentários

De Recruta zero a 18.07.2024 às 08:20

O SFJ não pode criticar, porque tem promessas e compromissos fortes da tutela. Espero eu e esperamos todos que assim seja
Espero eu e esperamos todos que esteja para muito breve ok anunciar pela tutela de medidas que venham a repor a justiça na nossa profissão
Que aumentem os salários, que fixem um subsidio de disponibilidade, que criem um regime de reforma diferenciada , que paguem trabalho extraordinário, que promovam promoções. Etc
O SFJ tem de ter a certeza de tal, fruto só acordo que assinou
Assim, com tanta certeza, só pode pedir calma, pois estará para breve, e não criticar gratuitamente
Se o SFJ não tiver a certeza de nada, então a direcção, secretariado e principalmente a sua figura máxima, que saiam de cena .esperemos que tenham compromissos fortes e certezas, para o nosso bem e deles. Caso contrário, será o total descrédito e o acabar de una estrutura si dicak que tanta importância há teve

De Anónimo a 18.07.2024 às 08:33

"(....) Isto está por um fio.(....)"


Na realidade, nem era preciso escrever mais...

O artigo podia ter apenas essas 5 palavras, para todos (ou se calhar a maioria...) perceberem a gravidade da situação.

No edifício onde estou vão reformar-se, no espaço de 1 ano...que na verdade nem chega bem a 1 ano, vários colegas.

O resultado disto será, pura e simplesmente, assustador para quem fica.

E não faltam exemplos de quem já esteja no presente a sentir estes problemas, com o que isso acarreta a nível de desgaste e de doenças (muito preocupantes) do foro mental.

Isto é um assunto mais sério do que se possa pensar e ter funcionários completamente desmotivados e sem perspectivar melhorias reais, está a levar a problemas gravíssimos que já não se conseguem 'resolver' de forma simples, podendo estas situações deixar marcas irreversíveis nos funcionários.
Sim, porque o funcionário judicial, por muito que se lhe queira espremer, não é nem pode ser uma máquina!!

De Anónimo a 18.07.2024 às 09:01

E os pedidos de aposentação antecipada?
Estão contabilizados?
É que onde estou já vão para 4 e só a DGAJ consegue parar esta fuga demorando muito nos envios à CGA dos pedidos...

Alguém avise a Ministra da verdadeira situação dos tribunais ou vai ficar com as mãos cheias de sangue com a morte desta carreira...
Parece-me que o verdadeiro relatório dos serviços não chega lá...
Esbarra em muitas chefias e a mensagem enfraquece.
A realidade é assustadora
Ainda há algum sítio em que os funcionários se dão bem uns bons os outros nas secções? Duvido muito
Está absurdamente tóxico
Não é nada saudável

PIOR CARREIRA DA FUNÇÃO PÚBLICA ACTUALMENTE

De Anónimo a 18.07.2024 às 09:28

Já agora verifiquem os tribunais em que colocaram os 5 novos funcionários
Nunca na vida era possível aquelas colocações há uns anos
Só assim

De Anónimo a 18.07.2024 às 10:02

Bom dia,

Os sindicatos - digo SFJ - contentou-se com o recrutamento de mais funcionários, era uma das suas principais reivindicações, erigida à mais importante logo a seguir aos 10% ou coisa assim, encimava assim o leque das prioridades e perguntamo-nos porquê? Será pela "enorme" escassez de funcionários (mormente no MP) ou será que é por saber que quem por cá anda já perdeu o deslumbramento por sindicatos da treta, que nada conseguem para além de se financiarem através da classe e se tornarem num verdadeiro negócio para muitos (falo da assistência jurídica providenciada por familiares de funcionários, ou das formações patrocinadas pelos apoios Estadais e Comunitários, ou das ajudas de custo/representação, e dos passeios bem arejados pelo país, ilhas e até no estrangeiro, servindo muitas vezes de trampolim para outros patamares (falo da política).

Assim, na minha opinião pessoal (outros pensarão diferente e com toda a legitimidade) o SFJ apenas decide numa lógica dos seus interesses - pois entendera que a sua base está mais no descontentamento da classe e não tanto nos ganhos conseguidos, o que não é verdade mas que se lhe há de fazer, é uma filosofia de esquerda impregnada e que teima em se desencostar do tacho do sindicalismo.

Na minha maneira de ver as coisas é preciso rever a carreira ainda antes de qualquer recrutamento e isso é premente.

É preciso sangue novo e por isso o concurso deve ser geral e externo, de entre licenciados (Direito, Solicitadoria, Técnico Superior de Justiça, Criminologista, etc.), e de antemão, deve ser informado os lugares aos quais se candidatam e estabelecer-se uma compensação pela sua fixação - no mínimo de 36 meses.

Só assim se conseguirá recrutar gente qualificada e que dê garantias de ser assegurado o funcionamento cabal dos serviços a médio e longo prazo.


Como é bem referido em comentário do texto de hoje é preciso rever a carreira, no que respeita à sua caracterização, de nível 3 ou inferior, talvez com a sua divisão ou não, e acima de tudo a carreira remuneratória, ao nível dos escalões, fazendo-a equiparar com a dos Oficial dos Registos.

O estabelecimento de um subsídio pela disponibilidade a quem está nos serviços específicos, materialmente competentes para o serviço urgente - falo do JIC e alguma secções do DIAP (as SEIVD) - é premente.
(cont.)

De Anónimo a 18.07.2024 às 10:02

(cont.)
Acabar com a divisão das carreiras - judicial e MP - é premente porque e só beneficia os Oficiais de Justiça que passam a poder concorrer para todos os lugares dos núcleos independentemente do serviço/carreira a que pertencem pois serão colocados de acordo com a afinidade de funções (conforme estabelecido na Portaria 614/2014) e deixarão de ter o entrave que hoje existe para a transição de carreiras.

Esta situação levará a uma melhor distribuição de funcionários no núcleo/serviços.

Cada vez mais faz menos sentido estabelecer um conteúdo funcional rígido para cada categoria pois que se confundem - já hoje os adjuntos fazem serviço de auxiliar e de escrivão e o mesmo se diga dos auxiliares.

Daí que o ideal é a contratualização de objetivos, anual ou bianual, de acordo com as afinidades e competências específicas de cada unidade orgânica - à semelhança do que acontece hoje com os Oficias do Registo.

Por muita resiliência que exista o caminho parece ser esse, pois que a alternativa é ficar como está e tudo se desmoronará - mesmo que recrutem novos Oficiais de Justiça os problemas vão subsistir até que o sistema não aguente mais as tensões que vão surgindo no seu seio e entre as classes profissionais também.

Outra solução seria o recrutamento de base regional/local - para tal ser possível é necessária a desclassificação da nossa carreira/ ou a sua divisão em duas, uma eminentemente administrativa (de verdadeiros assistentes técnicos) que permita, ao nível local (Lisboa por exemplo) o seu recrutamento porque menos exigente do ponto de vista das competências técnicas - é uma solução que está em cima da mesa (constava do anterior projeto de estatuto, embora de forma encapotada) e com a qual eu não concordo.

O caminho parece ser o da valorização profissional e da requalificação, tal qual sucedeu com os Oficiais de Registo e não é preciso puxar muito pela cabeça basta adaptar o Estatuto.

Tal como acontece com as Conservatórias do Registo, em que parte do serviço é distribuído a nível nacional (pedidos on-line), e em que o entrado numa concreta Conservatória pode ser gerido/ controlado, por exemplo encerrando temporariamente um determinado espaço (Predial, Comercial ou Civil) para com isso normalizar o serviço, também nos Tribunais isso é possível de fazer.

Poderão ser revistos os quadros em termos de mínimos para o seu funcionamento, custeando a mobilidade para suprir insuficiências temporárias e adotando filosofias de distribuição de serviço equiparadas à das Conservatórias - ou seja a possibilidade de equipas de trabalho de um núcleo trabalharem em processos deslocalizados, de outros núcleos, como aliás já hoje acontece.

Com estas políticas, consegue-se fixar populações no interior e evitar a sua concentração geográfica afastando a proximidade dos Tribunais aos cidadãos.

É preciso que haja largura de banda cognitiva e que os quadros mentais de quem nos governa sejam alimentados por gente séria que esteja pronta a assumir a resolução do problema sem medos.

De Anónimo a 18.07.2024 às 10:14

não deves ser Oficial de Justiça, ou se o és, estás em comissão de serviço

por orientações deste tipo (com mapas de outros relevos a serem passados para a especificidade dos OJ) que são um conjunto vazio de soluções


fica pelo silencio

De So sei que nada sei.... a 18.07.2024 às 10:22

Consegue debater uma ideia sem insultar ou denegrir ?

Qual o mal de estar em comissão de serviço ? Tem inveja ?


De Anónimo a 18.07.2024 às 10:28



De So sei que nada sei.... a 18.07.2024 às 10:22

De Anónimo a 19.07.2024 às 06:02

Caro Watson, pela utilização da palavra °inveja`, podemos inferir que o `...nada sei..` está numa comissão de serviço. Provavelmente progrediu alavancado numa comissão na informática, pois lá na terra era o único que sabia ligar o computador. Sapiência que lhe permitiu nos bastidores, de comissão em comissão ou as costas de algum inspetor, ou interinamente chegar a administrador, pois pelo meio consegiu tirar um curso ao fim de semana na universidade do Socrates. Durants a viagem inscreveuu-se no sindicato, sendo logo convidado para dirigente sindical, dado o seu vasto currículo que incluía a proeza de nunca ter sido delegado sindical e só ter trabalhado numa secretaria nos primórdios da carreira. Trocou o livre trânsito e o gueto por um cartão `está livre de processos disciplinares e picar o chronus. Sendo acérrimo defensor do melhor acordo que se podia alcançar com o governo. Pois o futuro...distante...é que vai ser a sério. Todas estas características são fundamentais para teorizar sobre a profissão. VAI DAR BANHO AO CÃO.

De Anónimo a 18.07.2024 às 10:44

Colega das 10:22

Como comecei por dizer, sou seu colega, aliás ando por aqui há mais de um quarto de século, por isso conheço muitas realidades, conheço a realidade escolar porque tenho na família direta professores, conheço os Hospitais porque tenho também médicos e enfermeiras, nas Conservatórias tenho também família (no Predial/Comercial e Civil) e não tendo ninguém no fisco (AT) conheço a realidade pessoalmente porque por lá passei em tempos (para que não estranhe tenho oito irmãos com as respetivas afinidades e laços familiares).

Por isso, falo de realidades que bem conheço não só pelos referidos contactos mas também com os profissionais e utentes com quem me relaciono - sim há vida para alem disto (quem está nos tribunais, alguns, parecem viver em Marte).

A vida é bem mais complexa que o que parece e os seus problemas são bem mais simples de resolver do que aparentam.

Haja vontade e desde que se não usem as palas à Penafidelense acho que se consegue ter uma visão bem diferente dos assuntos, podendo discordar-se mais ou menos deve-se apresentar fundadamente os argumentos - o colega quer que continue assim, sabendo que estamos a caminhar para o abismo ?!

Bem se a solução é calar quem apresenta alternativas então está tudo dito - nada mais há a fazer pela classe.

Lembro ao colega que a lógica dos Sindicatos não é resolver os problemas do setor é defender a - os interesses de uma certa - classe que podem não ser ou corresponder ao sentimento emergente, por vezes até maioritário, da mesma como sucedeu recentemente ( a maioria de nós discorda do acordo mas o SFJ subscreveu-o).

Os sindicatos continuam na lógica de refreio dos descontentamentos - chama-lhe agora a "pacificação das massas" - ou então de incitar turbilhões para provocar determinadas políticas administrativas.

Se o SFJ teimou no reforço do pessoal sem teimar na requalificação e valorização da classe saberá que isso vale dizer que se contenta com o situacionismo - que tudo fique na mesma, como está, e isso notoriamente não pode acontecer porque equivale à morte da nossa classe.

Que paradigma de funcionamento deseja o colega? Diga-o sem medos pois aqui é o lugar (fórum) de o fazer sem temer ser desprezado pelos colegas como muitas vezes somos no dia a dia só por ser diferentes.

Lembro que a pior descriminação é a do plano das ideias - eu respeito quem tem ideias e já não tanto quem não as tem ou impede outros de as ter, mas meso assim não o desprezo e por isso retorqui.

Bem haja.

De Anónimo a 18.07.2024 às 11:58

Porque me esqueci de o referir ... não tenho " comichão " nenhuma apenas alergias de vez em quando que logo passam com um chã de limão, gengibre e mel.

De Anónimo a 18.07.2024 às 10:26

E os Oficiais de Registo nem precisaram de andar anos em greves... conseguiram uma tabela remuneratória que envergonha a nossa.
E nem vamos falar da diferença de responsabilidades e o facto de desempenharmos funções num orgão de soberania.

De Anónimo a 19.07.2024 às 11:27

MARÇAL estás LENDO ?!!!!

De Nem escrever sabe... a 18.07.2024 às 12:44

Nos processos...
Tambem cumpres os despachos com emojis ?

De Anónimo a 18.07.2024 às 10:40

Colega, a função dos sindicatos é, e sempre foi, gerir descontentamentos.

Não interessa resolver os problemas, interessa antes adiar a resolução e ir entretendo o pessoal.

Se não houvessem descontentamentos a missão dos sindicatos esgotava-se e deixariam de ter qualquer utilidade.

De Anónimo a 18.07.2024 às 11:12

Qual a carreira sem sindicatos? A insatisfação do ser humano estará sempre presente e portanto haverá sempre reivindicação. O problema entre nós é que há 30 anos que não se consegue nada, que tem sido uma espiral de perda. Entenda melhor os factos.

De Anónimo a 18.07.2024 às 12:02

Sim aceito que pense assim.

Mas no meu entendimento o paradigma de funcionamento dos sindicatos tem de mudar - preocupando-se com o setor onde se integra (veja o caso do setor automóvel e dos grupos de trabalhadores que se associam para exigir melhores condições mas também para procurar dar resposta às necessidades da empresa)

Os sindicatos, a partir do momento em que se filiam nas grandes estruturas, passam a ser por esta politicamente manipulados e isso não é bom para a carreira.

Mas aceito que pense diferente eu não acho assim.

De Anónimo a 19.07.2024 às 11:29

DEMITE_TE MARÇAL P O R R A

De Anónimo a 18.07.2024 às 13:57

De acordo! Mande isso para a ministra!

De Anónimo a 18.07.2024 às 17:03

De acordo com o colega das 10.2.

De Anónimo a 18.07.2024 às 14:22

Muita Teoria....

A partir do momento em que queres acabar com a carreira do MP, estás apresentado....

Tudo ao monte e Fé em Deus.....

Deves ser daqueles que sabe tudo, percebe de tudo mas depois os outros é que cumprem os teus despachos.......

De Anónimo a 19.07.2024 às 10:54

Bem sei do temor de quem está no MP ... sei porque por lá passei alguns anos ... mas não o percebo porque me adaptei bem a ambas as carreiras e não vi problema nenhum nisso.

O interesse geral está sempre à frente dos nossos medos pessoais e não nos devemos auto-condicionar por eles, devemos enfrentá-los com a convicção que os vamos vencer.

Não tenha receio porque como si diz por aí "só dói no início ..."

De Anónimo a 18.07.2024 às 10:15

Bom dia,

Acabaram-se os testes de avaliação psicológica para o curso de Conservador e de Oficial de registos e aprestam-se, ainda este mês, a afixação dos resultados e o anúncio dos lugares a concurso.

Eu sou um dos que se propôs sair dos Tribunais e considero seriamente a saída (foram aprovados pouco mais de 300 licenciados para uma colocação de cerca de 200 - ou seja a base de recrutamento escasseia também entre licenciados).

Sou, ainda, proponente/candidato ao fisco no concurso recentemente aberto pelo que optarei em caso de aprovação no método de seleção ainda em curso.

Constato que muitos dos meus colegas, licenciados, já saíram dos tribunais, alguns para a Seg. Social, outros para a Autoridade Tributária e para a DGRSP, outros ainda para o privado (alguns emigraram para o estrangeiro, com curso de engenharia).

Como escrevi ontem por aqui, continuam a dar socos no saco de farinha que vai perdendo a mais fina e restando o farelo que como todos sabem só serve para engordamento e já não para culinárias mais elaboradas e bocas mais exigentes (falo das magistraturas que se queixam da coadjuvação).

E assim continuamos a enfiar a cabeça na areia - é vergonhoso.

De Anónimo a 18.07.2024 às 10:35

Colega, muita boa sorte!

Também estou à espera de me pôr andar para outro lugar da função pública.

Quem ficar que feche a porta.

Nunca irei sentir saudades disto.

De Anónimo a 18.07.2024 às 10:49

Obrigado e boa sorte para si também!

De Anónimo a 18.07.2024 às 17:06

comentário das 10.15 - Grande verdade, mas vamos continuando a assistir impávidos e serenos à perda de colegas com grande competência porque simplesmente somos uma classe que prima pela inveja, desconfiança, situacionismo, queremos mais dinheiro mas não queremos qualquer mudança, se os outros foram para outros organismos ainda melhor pois há menos concorrência...somos pequenos.

De Anónimo a 18.07.2024 às 10:22

Espero que aqueles 5 pensem bem naquilo em que se vão meter, que reconsiderem e que no dia 1 de Setembro não ponham lá os pés!

De Anónimo a 18.07.2024 às 10:28

Colega acho que devem lá por os pés, quanto mais não seja, para seu enriquecimento curricular e dar-se a conhecer o que se passa nos infernos em que vivemos/trabalhados (e não é só no Verão transmontano é também no Inverno ameno e nas Primaveras Outonais, em que o brotar das folhas faz perder as suas flores) .

Venham ver o que é bom ...

De Anónimo a 18.07.2024 às 10:24

Como escrevi por aqui, vai já alguns dias, à tutela não interessa a alteração do Estatuto, por isso arremessou com o SIADAP para provocar, como provocou, um temor reverencial remido por muitos colegas.

A tutela sabe muito bem que a atual tabela remuneratória a par do regime de substituições vai possibilitando o tamponamento, constituindo um verdadeiro travão à progressão.

Com efeito as posições remuneratórias de auxiliares de adjunto sobrepõem-se entre categorias distintas, uma de nível inferior e outra de nível superior, traduzindo-se num acrescento, apenas, de mais duas ou três posições.

A assunção de muitos colegas da chefia de vários serviços (falo de Escrivães, TJ Principais e de Secretários) é outro bloqueio sério à carreira.

A tutela e o SFJ sabem-no bem e gerem as nossas expetativas ao seu belo prazer e serventia dos seus interesses.

É ridículo o que aconteceu com a negociação do nosso suplemento de recuperação processual (SRP), sem que ficasse escrito, preto no branco, o condicionamento à revisão do Estatuto e balizado temporalmente o início oficial das negociações.

Com a não aprovação do OE tudo vai cair - como é óbvio mais uma vez com culpa do PS que o vai obstaculizar como já vem dando mostras - e à conta dos do costume ficaremos mais um par de anos na mesma.

Somos otários (no sentido da burrice e de nos deixamo-nos ludibriar por cenourinhas brancas que nos atiram para a frente dos olhos e que os nossos dentes, por sinal, nunca as hão de comer).

De Anónimo a 18.07.2024 às 10:25

O governo está muito menos preocupado com o número de OJs existentes do que nós.
Correndo o risco de especular, a curto prazo serão bem menos, 5 ou 6 mil, e o objetivo passara apenas por gerir as aposentações, mantendo os quadros.
A articulação entre o processo eletrônico e a IA, levará a que um vasto conjunto de atos sejam praticados automaticamente com um simples click no Magistratus.
Num futuro mais próximo do que se imagina, as secções irão funcionar com metade dos quadros, mais qualificados.

De Anónimo a 18.07.2024 às 10:30

Concordo em quase tudo - apenas na parte final "mais qualificados" é que não acho que vá suceder.

A aposta podia ter sido por aí mas não foi, foi o inverso, a DAGJ com a anterior Diretora apostou na desqualificação e agora quem quiser que se amanhe ...

Ha Ha Ha

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