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Oficial de Justiça

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Quarta-feira, 24.01.24

As Engenhosidades Administrativas na Justiça

      Publicou ontem a Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) – entidade administrativa na dependência do Ministério da Justiça, isto é, do Governo –, na sua página na Internet, um aviso no qual anunciava isto: “já se encontra disponível a lista de candidatos admitidos ao cargo de Administrador Judiciário da Comarca da Guarda”.

      Fomos espreitar a lista dos “candidatos”, esperando ver os cinco propostos e, qual não foi o nosso espanto, a tal “lista de candidatos admitidos”, assim mesmo, no plural, como a DGAJ colocou na sua página, afinal, não é lista nenhuma e não há plural nenhum, porque os tais candidatos não existem, existindo apenas um único candidato indicado.

      Recordemos o que consta da Lei aprovada na Assembleia da República, designadamente na Lei da Organização do Sistema Judiciário (LOSJ), concretamente no nº. 3 do artigo 104º dessa mesma Lei que é a nº. 62/2013 de 26AGO. Consta o seguinte:

      «3 - O administrador judiciário é nomeado em comissão de serviço, pelo período de três anos, pelo juiz presidente do tribunal, ouvido o magistrado do Ministério Público coordenador, escolhido de entre cinco candidatos, previamente selecionados pelo Ministério da Justiça.»

      Portanto, impõe a Lei as seguintes obrigações:

      -1- Que o juiz presidente escolha,
      -2- Que o juiz ouça previamente o magistrado do Ministério Público coordenador e
      -3- Que o Ministério da Justiça indique cinco candidatos.

      Das três obrigações legais enunciadas, adivinham quem é que não cumpre a Lei? Será o juiz presidente? Será que não escolhe ou nem sequer ouve o magistrado do Ministério Público Coordenador? Claro que não! Quem incumpre a Lei – esta em concreto e outras – é, como sempre, o Governo, mais concretamente este e os anteriores (des)governos do Partido Socialista.

      A Lei obriga a apresentar uma lista de cinco candidatos e o Governo apresenta um único nome de um único candidato, intitulando essa apresentação de “Lista de Candidatos”.

      Claro que não basta intitular um documento como sendo uma lista para cumprir a obrigação legal, tal como não basta colocar a designação no plural (candidatos) para cumprir o mesmo preceito legal, porque não é o título que está em causa, mas o conteúdo, conteúdo esse que não é uma lista nem tem candidatos.

      Trata-se, portanto, de um embuste, de um desrespeito pela Lei, pelo juiz presidente da comarca em causa, pelos candidatos, pelos Oficiais de Justiça, pelo Povo e pelas próprias funções e honestidade dos cargos governativos, assim atirados à lama, de onde brotam os rebentos das sementes contidas das gentes que esperavam uma seriedade que, afinal, não existe, não existiu, nem se perspetiva que alguma vez possa vir a existir. Assim nascem movimentos estranhos e bodes expiatórios a sacrificar.

      Mas não se pense que esta situação é um caso isolado, porque não é. Para além da Comarca da Guarda, outras Comarcas também carecem de listas de cinco candidatos, como: as Comarcas de Santarém, Lisboa Oeste, Beja, Viana do Castelo e Açores.

      Para estas cinco comarcas, a DGAJ, no final do ano passado, apresentou uma lista de candidatos, não com cinco, mas com seis elementos, mas, pasmem-se, não para uma comarca, mas para todas as cinco comarcas.

      Em vez de 5 candidatos para cada uma das 5 comarcas, tal e qual a Lei determina, isto é, em vez de 25 candidatos, apresentou a DGAJ seis a cinco juízes presidentes. Haverá sempre quem diga que cada não está necessariamente mal, porque a Lei não diz expressamente que tem de ser cinco para cada, mas tão-só que o juiz tem de ter uma lista de cinco e aí está, portanto, uma lista de cinco, aliás, até de seis, para cada juiz presidente.

      Claro que, formalmente, poderá interpretar-se que a apresentação está correta e não infringe a Lei, mas todos nós sabemos que se trata de uma batotice engenhosa para contrariar ou distorcer o espírito do legislador.

      Não gostam? Impugnem, ponham uma ação em tribunal e logo se verá quem tem razão, daqui a 14 anos. É esta a ideia do Governo: quem não gosta que impugne para o futuro, tal como vem sucedendo com as ações dos Oficiais de Justiça, designadamente com a da recente reconstituição do tempo de provisoriedade para a subida de escalões, cujas contas andam a ser feitas, pela DGAJ e pela empresa do Crhonus, desde há seis meses e ainda não estão concluídas, nem para os prioritários listados na decisão do tribunal, quanto mais para os milhares que, a este ritmo, aguardarão anos para verem as suas situações ressarcidas.

      Claro que poderia dar-se o caso do mesmo candidato da lista vir a ser escolhido, isto é, pretendido, por 5 juízes presidentes em simultâneo, porque em simultâneo a lista dos seis está apresentada para as cinco comarcas, o que acaba por praticamente invalidar todos os candidatos.

      Curiosamente (ou talvez não), desses seis elementos, está lá um que, para além de apontado a essas cinco comarcas, está agora apontado, como candidato único, à comarca da Guarda, conforme indicávamos no início, mas também, já antes, estava indicado para a Comarca de Lisboa Norte, tal como outros, e antes havia sido indicado para os Tribunais Administrativos e Fiscais da Zona Sul, bem como para outros tribunais.

      São sempre os mesmos, são em número insuficiente, não permitem uma verdadeira escolha e, por isso, os juízes presidentes já fazem o que querem de qualquer maneira. Não há cinco nem há lista ou esta é um truque engenhoso, portanto, escolhem um qualquer que ali esteja à mão, ainda que não seja Secretário de Justiça, nem, pelo menos, Escrivão de Direito ou Técnico de Justiça Principal, não tenha frequentado o curso habilitante, nomeando qualquer um para qualquer lugar e em todo o lado.

      É esta a lógica das nomeações para as comissões de serviço, já não interessam propriamente as categorias nem as habilitações, muito menos as listas, inexistentes, exigindo-se aos Oficiais de Justiça que ambicionam estes lugares que tenham apenas uma característica imprescindível: que sejam simpáticos bajuladores? É este o futuro? Tudo indica que sim, não só pela inação da DGAJ e anuência do Governo, como pelo que indicia a teimosia dos projetos de Estatuto que vêm sendo apresentados (os dois de 2021 e o de 2023).

      Já todos sabíamos que a gestão dos recursos humanos nos tribunais e nos serviços do Ministério Público, por parte do Governo, é algo que deixa muito a desejar no que aos Oficiais de Justiça diz respeito, seja em que categoria for, e os cargos de Administradores Judiciários, cargos ocupados por Oficiais de Justiça, não escapam a este destratamento da classe.

      Bem se sabendo que, a cada ano que passa, haverá cada vez menos candidatos e cada vez mais necessidade de ocupar os cargos que vão vagando, o Governo, por via da DGAJ, nada faz, seja para que categoria for, por serem cargos de Oficiais de Justiça. Fossem cargos para inserir outros provindos das portas giratórias e haveria listas com fartura, mas como são cargos para os Oficiais de Justiça, então é deixar estragar até que alguém  se lembre de dizer que a lei te de ser alterada para introduzir elementos externo, porque, como está, não se consegue eleger ninguém interno do seio dos Oficiais de Justiça. Será este o discurso e será esta a ideia que acabará vingando, pelo menos no caso dos governos do PS prosseguirem o habilidoso sugar do Estado.

      Assim, também por esta via, os Oficiais de Justiça estão a ser prejudicados. Ou seja, tudo aquilo que diz respeito aos Oficiais de Justiça é para estragar, parece ser este o desígnio vingativo dos governos do PS, desde logo desde que encetaram o percurso de vingança pelo caso Pedroso.

CubosMaos.jpg

      Fontes: "DGAJ Notícia", "DGAJ Lista do candidato único para a Guarda", "DGAJ Lista dos candidatos para as cinco comarcas", "Lista de candidatos para Lisboa Norte", "Lista de candidatos para os TAF da Zona Sul",

por: GF
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Autoria e outros dados (tags, etc)

às 08:04


40 comentários

De Anónimo a 24.01.2024 às 08:26

Trafulhas!
E ainda há quem continue a querer estes partidos PS , PSD no governo , os mesmos de sempre que nos trouxeram a isto.

Por isso chega.
Estou farto e não me demovem. Chega.

De Anónimo a 24.01.2024 às 10:03

Não venhas para aqui com campanha partidária.

Quem te paga?

Devias ir colar cartazes.

Ou estás reformado e descontente com a tua vida.

Procura caminho como os outros.

De Anónimo a 24.01.2024 às 10:41


para comentario 24.01.2024 às 10:03

Vai-te catar, quem és tu? respeita para seres respeitado, ou és da

tutela também? o 25 de Abril ainda não acabou, pá!


De Anónimo a 24.01.2024 às 15:41

PS, PSD e subtilmente "chega".

De Anónimo a 24.01.2024 às 18:52

Deves ser infiltrado da secreta

De Anónimo a 25.01.2024 às 00:30

Ah ah ah.
São trafulhas mas vais votar num igual ou pior.
Alegadamente, claro.
Nunca ouviste falar da Finpartner, empresa de aconselhamento fiscal onde trabalhava o teu querido líder?
Enfim, totós ingénuos.
Não te limites a colar cartazes e a cantar o hino de mão esticada.
Pensar antes de fazer merda é um ato de cidadania.

De Anónimo a 25.01.2024 às 02:12

Continua a votar nos mesmos e aguenta-te

De Anónimo a 25.01.2024 às 02:32

Vim agora de colar cartazes. Sempre são uns trocos que ajudam a compor o ordenado de OJ

De Líder dos licenciados a 24.01.2024 às 08:45

Na qualidade de líder dos licenciados venho anunciar o meu regresso aos comentários.

De Anónimo a 24.01.2024 às 09:59

Bem vindo.

Força nisso!

De Anónimo a 25.01.2024 às 02:33

Lider, não queres ganhar uns trocados extra a colar cartazes?

De Anónimo a 24.01.2024 às 10:12

Artigo brilhante! Infelizmente o PS está cá dentro. O caso da "colega" auxiliar, candidata do PS, e que passou por convite a formadora coordenadora era suficiente para colocar o M.P. e a PJ a fazerem buscas na DGAJ. Não acontece, pois em casa de ferreiro espeto de pau.

De Anónimo a 24.01.2024 às 11:04

Comentário 10,12.
Muitas vezes a inveja é que faz falar. Comentário ressabiado e mal informado.
Não é averiguado e escrito tudo sobre as pessoas, nomeadamente, as capacidades que deterá para desempenhar o cargo, os muitos anos de serviço nos Tribunais como of.justiça e ser titular de licenciatura.
Escreve-se o que interessa: "auxiliar" como se fosse alguém sem valor sendo escrivão auxiliar, quando são estes que na sua maioria, ainda fazem mover os tribunais! A mesma é escrivã adjunta mas não é isso que aumenta assim tanto o valor!
Quanto ao partido isso nada interessa.Pode ser de outro qualquer.

De Anónimo a 24.01.2024 às 19:53

Percebe-se, claramente, que a própria reagiu a comentário de colega nosso. Mas seja séria colega, foi promovida a adjunta, porque concorreu a nível nacional, mantendo o lugar de comissão de serviço. Licenciados há muitos nos tribunais, e não é por se ser licenciado que se ocupam alguns lugares. Apresente-se a um concurso público, concorra em igualdade com outros. A colega foi convidada, por ser do PS e do sindicato. O resto são tretas. Seja, pelo menos, séria.

De Anónimo a 24.01.2024 às 10:13

Vivemos num país de falcatruas para não dizer algo mais grave.
Quando se vê um líder governativo que, numa contemplação umbilical, se auto elogia, que se diz imune a qualquer erro, que foi apelidado de "mata burrão" político, que não reconhece nenhum erro seja por ação ou inação, que faz de conta que vive numa realidade paralela está tudo dito - falo de António Costa.

Quanto aos protocandidatos a primeiros ministros, de um lado temos a mentira ou como agora se diz o afastamento da verdade, do outro os apagões intermitentes, ora aparece ora desaparece.

Depois temos os signatários das loucuras - o Livre que advoga uma utopia, um salário para todos trabalhem ou não; o Chega benevolente dá o que tem e o que não tem, promete a filha em casamento que ainda não concebeu ...; o BE que se dedica às coisinhas da vida e segue o ritmo ditado pelas modas importadas apoiando regimes autoritários ..;já não existe o PCP

De Anónimo a 24.01.2024 às 10:42


Continuem a votar nos mesmos.
votaram neles e continuam, agora aguentem

De Anónimo a 24.01.2024 às 13:11

Comentário muito lúcido. Muito bom.

De Anónimo a 24.01.2024 às 11:57

Reafirmo a minha opinião.

O Oficial de Justiça tem muito poder.

É o primeiro a ler todas as narrativas em juízo.

A Sandra Felgueiras só sabe 1/3 do iceberg!

De Anónimo a 24.01.2024 às 12:00

Grande verdade!!


Trabalhei com uma Sra. Procuradora que me dizia muitas vezes:

"Vocês nem imaginam o poder que têm!"

De Anónimo a 24.01.2024 às 13:12

Com esses dá gosto trabalhar.

De Anónimo a 24.01.2024 às 12:36

O SFJ entregou ao BE a defesa desta classe. Nesse dia, ouvi-a dizer que estava ao lado dos OJ. A partir daí, ela apresentou o programa do partido e anda por todo o lado a angariar votantes. Falar dos OJ? Nada, nem no programa, nem nas televisões. Entretanto, o sindicato continua no descanso. Nem seria de esperar outra coisa, nem de um nem de outro.

De Anónimo a 24.01.2024 às 13:33

Mentira
Vai ler a pag 172 do programa do Bloco

De Anónimo a 24.01.2024 às 20:04

Esse é o mesmo bloco que votou contra a integração dos 10% no vencimento. Votou na primeira por perceber que a medida ia passar e foi oportunista e votou contra, quando percebeu que inviabilizava a medida, como inviabilizou.

De Anónimo a 24.01.2024 às 13:26

Vejam agora os militares a fazerem pressão: lembram, por exemplo, os baixos salários. Têm apoios dentro da própria classe. O que fazem os nossos sindicatos?

De Anónimo a 24.01.2024 às 14:13

O poder de uma classe profissional reside no poder reivindicativo e este revela-se através da sua representação, devendo esta ser dinâmica e enérgica, não permanecendo inanimada (até os inertes ganham vida quando expostos ao ambiente externo), proativa (antevendo os problemas do futuro e sinalizando-os), reativa (não sendo previsíveis, pela circunstância conjuntural, deve reagir em tempo, reclamando soluções adequadas), profissional e responsável (deve ser programático na atuação, efetivo na resposta às demandas da classe e não deve alimentar enganos, antes deve falar com verdade).
Por outro lado não deve ser enganador ou refreador dos ímpetos por mero casuísmo de oportunidade política, não deve ceder nas convicções importantes e deve ser positivamente atuante no convencimento dos decisores e da formação da opinião pública, e nunca por nunca faltar com o apoio à classe.

Posto isto, fácil é de analisar o pouco virtuosismo de quem lidera os nossos sindicatos, mormente do SFJ.

Trata-se na verdade de um instrumento partidário, no caso do partido do governo, que embora propalando e advogando em defesa da classe, a dos Of. Justiça, os seus atos não condizem e antes revelam uma serventia ao partido de que é militante a quem verdadeiramente serve e presta contas.

Somos otários.

Quanto às eleições, não vi ainda nenhuma proposta em concreto dos partidos, mas sabe-se que tudo se focará na substituição da Exma. Sra. PGR que tinha, a meu ver, uma visão diferente das coisas, pretendia uma atuação eficaz e célere na área de menores, por forma a corrigir e adequar os comportamentos destes, da delinquência juvenil, e com isso evitar que se deixassem envolver por fenómenos criminógenos.

Sucede que , s.m.o., se esqueceu de atuar sobre a toda a demais realidade, sobre o presente, e o tempo é feroz e não deixa que se volte atrás.

Temos hoje um MP que não se adaptou ao digital, vive de papéis (latu sensu) e sem eles não sobrevive, tem ânsia por mediatismo (papel teatral numa peça de tragicomédia) e parece repugnar-lhe o uso das novas ferramentas (sejam elas informáticas ou de recursos humanos qualificados) procurando a manutenção do status quo.

A Sua antecessora, a Exma. Sra. Dra. Joana Marques Vidal, iniciou a discussão da delação premiada (que é urgente acomodar porque a realidade atual o exige para a eficiência das investigações), mudou a face do MP procurando uma melhor comunicação aos cidadãos, enfim, procurou ser e foi dinâmica, visionária e acima de tudo procurou dar uma resposta À demanda do nosso sistema.

Hoje procuram-se as soluções nos lugares errados, os processos de corrupção não andam porque é difícil a prova, porque é tecnicamente mais exigente a análise de prova documental e pericial que o mero e vulgar testemunho que é a prova rainha (no sentido de ser a mais utilizada).

A realidade mudou e, na justiça, existe, a meu ver, apenas um partido que tentou responder às novas demandas (nos tribunais), foi assim em 2004 com a reforma dos TAFs e da Ação Executiva, em 2013/14 com a reforma do sistema judiciário, mas outros houveram que se preocuparam com a Mediação, os Julgados de Paz, com os Gabinetes de Resolução Alternativa de Litígios, etc.

Não me importa a cor partidária, apenas a competência importa nesta matéria, aliás em matérias de reforma, e eu vou votar em quem tem competência e vocação reformista.

De Anónimo a 24.01.2024 às 14:36

Dizer que obviamente não vou votar no PS.

Dizer ainda que sou responsável, não passo pelos dias ébrio ou sofro de uma qualquer demência, não enveredo em loucuras e nunca por nunca faria o favor a uma associação de pessoas desconhecidas com propósitos desconhecidos de lhes endereçar a confiança na governança do que é meu e muito menos no que é de todos.
Da mesma forma não endereço o meu voto a quem se destaca pela excentricidade das ideias, muitas delas utópicas, muitas delas ridículas, muitas delas velhas e gastas e comprovadamente erradas, muitas delas fraturantes, apenas e só por isso, para reclamarem uma suposta diferença que ao fim do dia se resume a nenhuma pois não se distingue daqueles outros quanto à generalidade das coisas mais importantes.

Se por absurdo comparamos o que querem fazer com o que é já feito noutros países - veja-se a Coreia do Norte, a Rússia, a China, a Venezuela - ou deixou de ser feito por ter falhado - veja-se a Bulgária dos anos 80/90, facilmente nos desprendemos deste ímpeto de mudar e apostar no desconhecido, muito pior do que se estivéssemos a apostar na lotaria, pois esta a acertar traria bonança e nestes regimes a acertar traria miséria.

Eu luto pela liberdade e pelo que acredito ser o mais responsável e não vou pagar, com o meu voto, um lugar de deputado a quem não vejo competência, ou sequer sabedoria nas suas cabeças.

Será que alguém conhece as outras cabeças para além das dos seus líderes - no PCP é o Paulo Raimundo, no Livre o Rui Tavares, na IL o Rui Rocha, no Chega o André, no PAN a Inês, no BE a Mariana Mortágua (e já o era antes com a Catarina ou o Louçã).

Não podemos deixar esfumar num momento, todo um comportamento responsável de uma vida (é preciso votar com responsabilidade) e devemos pensar antes nas respostas que uns e outros nos podem dar nesta vida que é curta e 4 anos é muito tempo para se asneirar se lá quiserem colocar pessoas imaturas e irresponsáveis.

Pode-se mudar, com confiança e sem correr o risco do caos sem se enveredar por experimentalismos bacocos (seria como tentar andar de bicicleta numa encosta íngreme e só com uma roda, ou pior sem rodas e só com o aro - manifestamente é uma impossibilidade).

De Anónimo a 25.01.2024 às 02:20

Deixa-te de tretas. Eu voto em conciencia em quem quiser, seja no chega ou noutro qualquer.
Nunca mais PS nem PSD.

De Anónimo a 24.01.2024 às 14:32

Estive a ver e o Tone das Greves não está em nenhuma lista de candidatos à AR.

De Anónimo a 24.01.2024 às 14:41

Deve estar deprimido pois ninguém o vê em lado nenhum.
Dizem que os autarcas ou candidatos a tal não figuram nas listas à AR. Assim, terá negociado um lugar nesses poisos onde a lógica partidária passa mais despercebida, mas apelas porque é localizada.

Queres ver que mudou para o Chega?

De Anónimo a 24.01.2024 às 15:20

Ai carago, tu queres ver que mudou mesmo para o Chega?!


De Anónimo a 24.01.2024 às 16:01

Pergunto: que idade tem o Marçal?

De Anónimo a 24.01.2024 às 16:10

Quem é o Marçal?

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