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Oficial de Justiça

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Tendo em conta esta contrariedade e inevitabilidade, estamos já a verificar alternativas, não só para poder continuar este projeto, detendo uma outra página base, mas também para tentar salvar os milhares de publicações de todos estes anos. Oportunamente prestaremos mais informação, indicando a nova ou as novas páginas base. De todos modos, todas as demais publicações diárias nas várias plataformas e redes sociais onde temos presença, continuarão como até aqui.

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Segunda-feira, 29.12.25

As Posições Técnicas nas Reuniões Técnicas

      Na última informação sindical do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), vem este sindicato, na linha daquilo que já o fez o Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ), lamentar-se da desinformação que corre nas redes sociais, com “interpretações e conclusões que não refletem o conteúdo real das diligências realizadas”.

      O SFJ aborda a questão do ingresso na carreira, esclarecendo os Oficiais de Justiça sobre esse assunto que parece correr nas redes sociais com interpretações diversas daquilo que ocorre nas reuniões técnicas com os membros do Governo.

      Tal como já aqui estamos cansados de apelar a ambos sindicatos, é necessário – sempre – dizer qualquer coisa aos Oficiais de Justiça após as reuniões, mesmo as ditas técnicas, para que com tal informação prestada, por simples e abreviada que seja, não dê azo às ditas interpretações e conclusões que pululam com facilidade nas redes sociais e acabam por intoxicar muitos Oficiais de Justiça.

      Não basta aos dois sindicatos vir de vez em quando queixar-se sobre o que dizem os Oficiais de Justiça nas redes sociais, quando são eles próprios os facilitadores dessas publicações desinformadas, pelo silêncio a que votam aqueles que representam.

      Consta na nota sindical do SFJ o seguinte:

      «No âmbito das reuniões técnicas, a tutela tem vindo a auscultar os sindicatos sobre diversas matérias relacionadas com a revisão da carreira, incluindo requisitos de ingresso, recrutamento, promoções, avaliação de mérito e mecanismos de progressão. O SFJ, como é seu dever, tem apresentado posições técnicas sobre várias questões colocadas em discussão, concordando com algumas e discordando de outras.»

      Ou seja, diz o SFJ que “no âmbito das reuniões técnicas”, têm os sindicatos “apresentado posições técnicas sobre várias questões”.

      Claro que isso é já dizer qualquer coisa a mais do que nada, mas continua a ser um perfeito quase nada.

      Consta ainda um esclarecimento sobre a estrutura sindical, onde se lê o seguinte:

      «O SFJ é uma organização sindical democrática, legitimada pelos seus associados, com órgãos eleitos e funcionamento regular, através da Direção Nacional, do Congresso, de processos eleitorais e demais estruturas, assumindo com responsabilidade e transparência a defesa dos trabalhadores que representa.»

      E, acrescenta a nota que, «Nesse sentido, e no seguimento do mandato que lhe foi conferido, tem participado ativamente neste processo, apresentando contributos escritos e propostas concretas em matérias essenciais, respeitando o dever de reserva próprio das fases de auscultação e negociação em curso.»

      Ou seja, reitera o SFJ que respeita “o dever de reserva” nas negociações técnicas, o que significa não fornecer informações àqueles que sustêm a “organização sindical democrática, legitimada pelos seus associados” e, bem assim, no âmbito destas negociações em que representam todos os demais Oficiais de Justiça, para além dos seus associados.

      Quer isto dizer que há um respeito total pelo Governo, com a tal reserva na informação, respeito esse que não se materializa de igual modo, isto é, de modo equivalente, para com os Oficiais de Justiça.

      Perante este desfasamento dos respeitos, é compreensível que os menos respeitados reajam de forma anómala e até inventem factos que, obviamente, desconhecem.

      Lê-se também na nota informativa o seguinte:

      «Reitera-se ainda que não é o Sindicato que define calendário, marca datas ou dirige os trabalhos, pelo que é indevido imputar-lhe responsabilidade por eventuais ritmos ou atrasos que dependem da condução e gestão da tutela.»

      Quer isto dizer que o SFJ se apresenta como simples marioneta governamental, permitindo que seja o Governo a fazer tudo quanto quer, desde a marcação das datas aos ritmos, atrasos, condução e gestão dos trabalhos.

      Vem o SFJ dizer-nos que não tem culpa de nada e não tem nada a ver com isso, pelo que ninguém lhe pode imputar qualquer responsabilidade quanto a tais aspetos, e, assim sendo, tem toda a razão, porque não se pode imputar qualquer responsabilidade nas ações tomadas por quem não toma nenhuma atitude.

      Claro que essa falta de atitude também pode ser motivo de críticas nas redes sociais, porque não é natural que um sindicato se ausente tanto assim das responsabilidades que os seus representados ambicionam e exigem, não fazendo a mínima pressão sobre os vários aspetos, desde a marcação das datas aos ritmos, atrasos, condução e gestão dos trabalhos, pois são tão responsáveis pela inação quanto o é o Governo pela ação.

      Mais consta na nota informativa do SFJ:

      «Importa ainda sublinhar que, num processo desta natureza, não é aceitável transformar interpretações em factos, nem construir conclusões públicas sem suporte documental, sob pena de se gerar desinformação e ruído. A discussão pública deve assentar em elementos concretos e verificáveis, e não em leituras particulares que, sem prova, apenas alimentam suspeitas e instabilidade. Isto é precisamente aquilo de que os Funcionários Judiciais não precisam, num momento em que se discute o futuro da carreira.»

      Tem toda a razão o SFJ ao afirmar que os Oficiais de Justiça não precisam de nada disso, mas, das duas uma, ou ninguém diz nada e todos se mantêm calados como ratos, sem interpretações, análises, leituras nas entrelinhas, nada, ou o Sindicato presta toda a informação necessária para evitar a dita desinformação, porque não se combate a desinformação com este género de queixinhas nem com falta de informação, mas precisamente ao contrário: com informação, clara e frequente.

      Vir dizer-se que nas reuniões técnicas têm tido posições técnicas, ora concordando, ora discordando, sem dar a conhecer nada a ninguém, e tendo em boa conta o histórico das outras posições técnicas tomadas que deram origem aos problemas e desigualdades de que hoje, e na própria nota informativa se queixa também o Sindicato, leva os Oficiais de Justiça a considerar que as tais posições técnicas secretas que originaram as posteriores e atuais desigualdades que se gostariam de corrigir, não constituem um método fiável; não é um caminho a percorrer; não é um procedimento que deva ser continuado; porque já todos viram o mau que tudo correu antes com semelhante atitude.

BalancaJusticaComPesosPratos(Gov+SFJ+SOJ)+(OJ)-(DD

      Fonte: “SFJ-Info”.

por: GF
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às 08:09


24 comentários

De Anónimo a 29.12.2025 às 10:26

É preciso acabar com a reuniões técnicas acerca do novo estatuto!


É preciso avançar!


Há outros assuntos, urgentes, a serem tratados!

De Anónimo a 29.12.2025 às 10:42

Bom dia a todos os que ainda se atrevem a discordar, a pensar diferente, sem o ser por mero capricho ou apenas por teimosia, mas por acreditar que as decisões são sempre melhores quando todos dão o seu contributo.
Com efeito, os tempos idos, dos regimes dinásticos e absolutistas -  em que se depositava no Rei ou na Rainha todo o poder e todas as decisões, mais ou menos importantes, por se acreditar que estes cuidariam da felicidade dos seus súbditos e às suas decisões presidiam sempre os interesses destes (quando na verdade era apenas o interesse maior do reino que interessava) - parecem reavivados e a recrudescer por uma qualquer patologia que disseminou também no seio dos sindicatos que se deixaram levar por imposições bacocas e despropositadas de quem parece ter como único propósito o de atrasar processos e decisões.
É caso para dizer: "Prega Frei Tomás, faz o que ele diz e não o que ele faz" , pois que o nosso PM na mensagem de Natal criticou o "deixar andar", aquele pensamento típico do português desenrascado, sempre arremediado e nunca acautelado.
É absolutamente ridícula a mensagem do SFJ, pois que, devendo reconhecer o tempo passado, sem qualquer desenvolvimento anunciado, deveria ele próprio exigir à Sra. Ministra/Tutela que informasse sobre o estado da situação, impreterivelmente, até ao dia 31 de dezembro.
O DL 27/2025, previu no seu artigo 27º a abertura de um concurso para Escrivão, no prazo de um ano a contar da entrada em vigor do diploma (publicado em 20-03-2025 e entrado em vigor 30 dias após, ou seja em 20-04-025).
Quer isto dizer que faltam sensivelmente quatro (4) meses para que tal concurso seja encetado e nem sequer se sabe ainda que quadros de pessoal vão passar a existir nos tribunais.
Deixem andar e depois queixem-se que o arroz tem formigas ...

De Anónimo a 29.12.2025 às 11:10

Eu, como muitos colegas, livres de espírito e crentes na humanidade das decisões, considero-me derrotado.
Já não acredito nas pessoas que decidem os nossos destinos porque elas não se preocupam de maneira alguma com a nossa situação.
Deixaram-se embrenhar numa teia de esquemas e de interesses obscuros que lhes perturbam o discernimento no momento de decidir.
E esse momento já passou, era para ontem e não aconteceu, e cada dia que se atrasa é ele mesmo um catalisador de um atavismo, que nos impede de seguir em frente, de ter um rumo.
Revejo-me nas palavras do Almirante - Portugal não tem um rumo porque não definiu uma meta, um destino a alcançar, e limita-se a navegar aos sabor dos dias, à bolina do vento que sopra, porque são poucos os que querem remar e já ninguém se deixa escravizar no casco de um nau ou caravela perdida,  sem cautelas pelas "nortadas" e com gente cega e insensível ao vento que lhes sopra no rosto ao seu leme, endereçando todos à sua sorte mesmo que no seu rumo se encontre um enorme icebergue ou rochedo cortante.
Otários é o que somos por nos deixarmos constantemente embeiçar por palavras vãs e com o uso de uma vitimologia inacreditável pois que as vítimas somos nós todos - os Oficiais de Justiça - que diariamente emprestamos o nosso esforço e dedicação a uma causa que outrora nos enobrecia e que agora nos envergonha (como é exemplo o processo do Eng Sócrates).
E sim, todos temos de prestar contas do que fazemos e se não prestamos sujeitamo-nos a uma avaliação com aquilo que existe - e o que existe é nada - e pelo (muito pouco) que se se fez, se é que alguma coisa foi feita.
O processo de revisão do nosso Estatuto não está atrasado, está muitíssimo atrasado, tendo-se limitado a atirar dinheiro para o problema e a agravar as injustiças nomeadamente no que respeita aos ex-Adjuntos.
A arbitrariedade contínua com as nomeações em regime de substituição - que se equiparam às nomeações em comissão de serviço como propôs o Dr. Mário Belo Morgado, a Dra. Van Dunem e a Dra. Catarina Sarmento, afinal são todos iguais uns e outros, apenas com uma diferença é que estes disseram claramente o que queriam fazer, quando a atual equipa do MJ e o próprio Governo disse uma coisa e - pela sua passividade, pela prática omissiva - está a permitir que se faça na prática aquilo que aqueles propuseram e nós não aceitamos.
E o mais estranho é que encarneiramos todos, e os dirigentes sindicais assim o exigem, que aceitemos um estado de situação absolutamente inadmissível e intolerável.
Onde está a meritocracia?
Onde estão as medidas se acabar com o clientelismo, com o favorecimento pessoal, com a promiscuidade das práticas institucionalizadas que teimam em ser erradicadas? 
Onde está o rumo anunciado para a justiça?
Qual é o modelo que se quer para as secretarias judiciais?
Qual o modelo de governance dos Tribunais?
Que meios estão pensados para que o sistema funcione melhor e seja mais eficiente?
Quais os - principais - eixos de transformação (no Digital, A.I., etc.)?
Nada se sabe pois foi nada o que se andou a fazer ( estes Técnicos não me parecem ter saído de uma Universidade ou Politécnico mas antes de um "Curso de Novas Oportunidades" do Eng. José Sócrates.

De Anónimo a 29.12.2025 às 12:54

Os adjuntos foram encabados.


E os auxiliares que pensavam ficar a rir-se da desgraça dos adjuntos, continuam a fazer sala e a juntar papéis à semana.


E dar despachos?! Nem um!!!!


Os auxiliares,  carregados de formações, cursos superiores, pós graduações e cursos da católica, ainda nem um despacho deram!!


Enganaram os auxiliares!!!
Deram-lhes o grau 3 que serve apenas para pôr carimbos, dar entrada a papéis e ligar as vídeoconferências.
Enganados!!
Nem um despacho ainda deram!!
E ninguém os trata por doutores.
Uma palhaçada.


Andaram a tirar cursos na católica, grau 3, e os senhores magistrados continuam a tratar o pessoal por "sr. coisinho".


Oh sr. coisinho, depois traga-me aqui ao gabinete uma caneta nova. Aproveite e veja aí o que se passa com a rede do computador. Já agora, mudei essa lâmpada, faxabor.
Obrigado sr coisinho.


Malvados!!
Malditos!!


Tanto grau e tanto prestígio desperdiçado!!

De Adolfo Dias a 29.12.2025 às 14:36

Parabéns colega pelo excelente texto, demonstrativo do que se passa no nosso dia a dia. Um autentico banho de realidade. 
Na mouche. 

De Anónimo a 29.12.2025 às 15:19

É isso mesmo.


Vamos mesmo ter de fazer a greve aos atos, que é a que os põe de joelhos perante as nossas justas e razoáveis pretensões!


A questão que se levanta é saber porque razão não a decretam os nosso sindicatos?


Por causa de um parecer?!!
... mas pareceres há muitos, e para todos os gostos!




Abraço

De Anónimo a 29.12.2025 às 18:27

Os pseudo doutores da mula ruça, como soi 
dizer se na minha terra , nunca vão sair da cepa torta! 
Têm muito que penar , agora que está frio agasalhem se com o grau 3 ! 






De Anónimo a 29.12.2025 às 20:09

Certeiro

De Anónimo a 29.12.2025 às 11:14

À mulher de César não basta ser honesta, deve parecê-lo


A um dirigente sindical não basta ser honesto, deve parecer honesto!


 

De Anónimo a 29.12.2025 às 12:39

Gostava de formar um sindicato para também não fazer nenhum. Ir a reuniões técnicas de vez em quando, não trabalhar, não por os pés no tribunal, organizar umas festas e lançar uns comunicados para serenar o pessoal.
Gostava mesmo. Sinto que tenho capacidade para fazer parte de um sindicato ou até formar um novo. 
Isto de me levantar todos os dias às 7, percorrer km's, entrar às 9 e trabalhar todo o dia está a dar cabo de mim.

De Anónimo a 29.12.2025 às 15:23

Colega, eu também gostava de fazer nenhum!


Eu voto em si para presidente desse sindicato, e, claro está, você também não se irá esquecer mim!


Mas desde já aviso, é para não fazer nenhum, a não ser ... talvez ...uns comunicados atrasados, que nada dizem!


Que tal, posso contar consigo?!









De Anónimo a 29.12.2025 às 16:23

Claro que pode contar comigo, caro colega.


Vejo aqui o início de uma bela pareceria.


Cumprimentos 

De Anónimo a 29.12.2025 às 20:11

*parceria

De Anónimo a 29.12.2025 às 21:17

Foi óbvio lapso e, nesse caso, não deve ser apontado!

De Anónimo a 29.12.2025 às 14:41

Tem toda a razão o SFJ.
Até porque da última vez que teve reuniões e não deu patavina aos sócios e assinou um acordo a um domingo à tarde sem consultar ninguém, a coisa correu muito, muito, muito Bem.
Os atuais dirigentes do SFJ que já faziam parte da anterior direção e fizeram de conta que não era nada com eles, com esta comunicação estão simplesmente a chamar atrasados mentais a uma classe inteira.
É uma desonestidade intelectual que só alguém que não tem vergonha na cara pode fazer.
Abraço e Boas Festas.
TT

De Anónimo a 29.12.2025 às 16:18

Concordo.
É um comunicado que tem mais de político que de informativo.
Vitimizando-se, ensaia uma desresponsabilização da situação atual remetendo-a inteiramente para a tutela, mas, atente-se, ao mesmo tempo que descarta a sua responsabilidade no seu desenvolvimento (na falta dele), reclama desde logo pergaminhos nas tomadas de posição sobre assuntos que foram discutidos nas reuniões técnicas mas que deliberadamente não elucida, escamoteando-se no facto de serem sigilosas (o que apenas sucede por assim as terem assumido, como sigilosas,  sendo também da sua coresponsabilidade essa decisão de secretismo).
Assim todos ficamos a saber que se discutem "... coisas...", sobre as quais se pronuncia de uma forma que desconhecemos "...o que coisificaram relativamente a essas coisas discutidas ..."  num secretismos em tudo assemelhado a segredos de Estado, sem perspetivas de se saber da coisa final.
Isto é absolutamente ridículo e verdadeiramente impressionante e nem nas reuniões das associações de estudantes ou quaisquer outras, nomeadamente de iletrados ou analfabetos ou mesmo de surdos ou invisuais, os visados e associados são desconsiderados e obliterados como se nem sequer existissem ...
E falam eles de uma democracia?! Saberão o  que quer dizer e como fazer uma democracia funcionar ? Com a participação de todos e a sua auscultação sem delegar num colégio de sábios ou de doutores enfiados em Lisboa numa região completamente desfasada da realidade do país, onde todos se julgam iluminados, quando muitas vezes estão é ofuscados por tata luz que ali erradia mas que não faz ferver o sangue que lhes correm nas veias, talvez por o seu ADN estar mais próximo do /daquele largo do Rato(s), que todos sabem são desprendidos de sentimentos pelo outro, ou de um réptil cujas tensões arteriais são, como sabemos, muito baixas, e que hibernam como os ursos.  
Será que aquela gente toda, a que se diz estar a discutir tecnicamente os nossos destinos, hibernou, ou será que fizeram como os cucos ... e nesse caso quem andará a fazer a criação daquilo que sairá lá para as calendas?

De Anónimo a 29.12.2025 às 16:58

Já aqui o disse e agora repito:


Regina é pior que Marçal!


E não venham dizer que tal não é possível.


Vejam os comunicados, mal escritos, diga-se, de Marçal, e aqueles que agora resultam das aprofundadas reflexões de Regina.


Vejam, e digam-me quais são os que menos informam, os mais evasivos, os que mais omitem!


Espero sinceros comentários, ao aqui meu comentário.

De Anónimo a 29.12.2025 às 18:22

Aqui vai um sincero comentário: Pior do que o Marçal é muito difícil. A Regina está bem acima desse "personagem". Sou associado do SFJ e é a minha opinião, com fundamentos, acredite. 

De Anónimo a 29.12.2025 às 19:36

Ela é uma mulher de armas, mas só tem uma faca para descascar batatas e mesmo assim está rombuda.


Façam auditoria às contas do sfj.

De Anónimo a 29.12.2025 às 20:40

Venha o diabo e escolha!

De Anónimo a 29.12.2025 às 21:20

Ela tem sempre um escolha!


Se eles, MJ, não são corretos, deve comunicar isso aos sócios e orgãos de comunicação social e anuncira greve!


Os OJ não a deixarão sózinha!

De Anónimo a 29.12.2025 às 20:19

E o chorão? Hoje não diz nada?
Chora bebé!!

De Valkyrie Demoted a 30.12.2025 às 08:20



Pagamento e revisão em atraso que continuam, para não esquecer:

Aqueles 7A2M24D, trabalho escravo eventual e probatório, resoluções da AR, juros, Adse 14M x 3,5 % e o tal concurso alargado.

A injustiça que continua por pagar... 






De XPTO a 31.12.2025 às 15:05

Com tantas reuniões e posições técnicas, ainda não ouvi falar das aposentações.
Parece só interesar o ingresso, melhorar a situação dos mais novos, concursos/ nomeações, e afins....
E aqueles que trabalham há muitos anos são sempre os que ficam prejudicados.
Só vejo injustiça.
Será que numa das posições técnicas ninguém se lembra deles.

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