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Oficial de Justiça

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Sábado, 13.10.18

Balanço do Plenário

      O Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) publicou ontem uma informação sindical, cujo conteúdo a seguir se reproduz:

      «A realização ontem de Plenários de Funcionários Judiciais em Lisboa, Ponta Delgada e Funchal, constituíram enorme êxito, com elevada participação de milhares de Funcionários Judiciais.

      Em Lisboa, mais de 2500 colegas, vindos de norte a sul de Portugal continental, lotaram por completo o espaço que nos foi confinado pelas autoridades, tendo mesmo de “invadir” a zona lateral do Terreiro do Paço.

      Também em Ponta Delgada e no Funchal foram muitos os colegas que se concentraram junto aos respetivos Palácios da Justiça.

      Estas grandes participações constituíram, para além do justificado protesto pela desconsideração com que o Governo nos tem tratado, um inequívoco e sério aviso de que estamos determinados a continuar a luta se o governo não infletir na sua postura.

      Foi também uma resposta ao que nos acusam de inoperacionalidade ou de passividade, e que vaticinaram um fracasso nesta ação.

      Mas foi também a rejeição ao medo que alguns tentaram implementar! Foram muitas as tentativas de desmobilização através de ameaças, de faltas injustificadas, de desconto no vencimento, processos disciplinares, etc. E, infelizmente, estas atitudes foram assumidas por colegas nossos.

      Ao longo dos 43 anos de existência deste sindicato, sempre assumimos as nossas ações de luta, de intervenção sindical, com firmeza, com convicção e com militância, mas sempre no respeito pela legalidade, nunca colocando em causa os trabalhadores que representamos! Temos por isso o direito de exigir um crédito de confiança no nosso sentido de responsabilidade!

      E, mais uma vez, se demonstrou que é possível a unidade na ação.

      Que ninguém tenha dúvidas. Nesta luta não há meio-termo e só há dois lados da batalha: ou estamos ao lado da classe e dos seus representantes, ou estamos do lado da administração.

      As fotos que publicamos, e muitas das que estão nas redes sociais, são bem elucidativas e falam por si!

      O SFJ, manifesta a sua satisfação pelo êxito desta inédita iniciativa e expressa o seu reconhecimento e gratidão a todos quantos neles participaram, alguns saindo de casa de madrugada, regressando a altas horas da noite e suportando várias horas de transporte.»

      Pode aceder à integralidade da informação sindical através da seguinte hiperligação: “Info-SFJ”.

SFJ-Plenario-11OUT2018-(8).jpg

      O Plenário revelou-se uma iniciativa com uma adesão significativa apesar de, no máximo, ter podido atingir uma adesão de um terço de todos os Oficiais de Justiça. Fraca adesão, bem abaixo de metade mas, no entanto, uma adesão importante, muito esforçada, muito dedicada, por um conjunto de Oficiais de Justiça que, significativamente, mostraram a sua vontade de querer provocar uma mudança na estagnação presente.

      Esta vontade de mudança não teve especial eco na comunicação social, atualmente cheia de casos mais fantásticos como: CR7, Tancos, OE, UE, Bué … A história de uma reunião de trabalhadores não teve repercussão televisiva e, como todos sabem, hoje o que não passa na televisão não está no Mundo.

      Isto significa que há necessidade de melhorar e alterar a comunicação com os “mass media”. Não basta com enviar-lhes o mesmo comunicado que é enviado para os Oficiais de Justiça, é necessário fazer-lhes a papinha toda, escrever-lhes a notícia e enviá-la, tal como estão habituados através da agência Lusa e, ao mesmo tempo, dar-lhes um título chamativo, isto é, vendável. Não basta com reproduzir as reivindicações e referir o grau três, etc. É necessário traduzir isso para uma linguagem popular, simples, direta, que chegue aos jornalistas e aos cidadãos.

      A habitual linguagem sindical já cansa os nossos cidadãos e, consequentemente, não vinga nos jornalistas, pelo que há que suprimir todos os chavões sindicalistas com uma tradução que cumpra os propósitos jornalísticos.

      Não basta obter grandes ajuntamentos de pessoas com cartões vermelhos na mão se, depois disso, não há eco algum e se o Governo não se sentir minimamente preocupado com a ação levada a cabo. Ora, é isso mesmo que sucedeu, o Governo não se sentiu afetado nem pressionado.

      No entanto, ainda não está tudo perdido; o aviso prévio de greve será um momento ideal para convencer os jornalistas dos efeitos da greve. Não interessa convencer os jornalistas da justiça das reivindicações nem elencá-las mas focar-lhes a atenção para as consequências. Os títulos serão das consequências e esse deve ser o foco, o resto virá por arrasto.

      Claro que a comunicação dos sindicatos deve ser dirigida aos seus representados mas também deve ser dirigida à comunicação social, usando os veículos e a linguagem própria para uns e para os outros, sob pena da mensagem não chegar nem ter o efeito pretendido.

      O SFJ refere, na aqui citada comunicação, que tem uma experiência de 43 anos mas essa experiência não está a funcionar de forma conveniente. Vistos os noticiários das 20H00 de ontem, nos diversos canais de televisão, que, como se sabe, é a hora nobre dos noticiários, nada foi destacado e, neste aspeto, a reunião plenária foi um fracasso; fracasso este que é óbvio e que deve ser superado de imediato já na próxima ação, a apresentação do aviso prévio de greve.

      Atualmente, a comunicação carece de ser perfeita e, para isso, o SFJ necessita de ter pessoas adequadas a tais comunicações. Comunicar com os seus associados é uma coisa e comunicar para os “mass media” é outra e é outra completamente diferente.

SFJ-Plenario-11OUT2018-(9).jpg

por: GF
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Autoria e outros dados (tags, etc)

às 08:03


4 comentários

De Anónimo a 13.10.2018 às 10:26

Concordo em absoluto, como aliás já tinha deixado em comentário ontem. Não basta aparecer, é preciso ser-se visto, o que não aconteceu. Alguém num comentário sugeria usarem camisolas pretas. Isso é muito bonito, mas que impacto real isso tem? São precisas ações que deixem os governantes em cheque. As mesmas ações(zinhas) de sempre têm os mesmos resultados de sempre. Outra pessoa dizia que não podia fazer greve muitos dias seguidos, por causa da perda de vencimento. É compreensível. Mas será que os sindicatos não podiam averiguar quantos estariam dispostos a assumir essa luta? E não teriam os sindicatos a capacidade de suportar os ordenados dos seus sindicalizados que quisessem aderir a uma greve prolongada? Para que é que estes fazem as suas contribuições? Para pagar autocarros até Lisboa e comprar t'shirts pretas para distribuir?

PS: para quem me apelidou de anónimo, o meu nome é Pedro Duarte e não sou oficial de justiça (mas aspiro a ser)

De Anónimo a 13.10.2018 às 10:59

Uma parte substancial da quotização devia ser alocada a um "fundo de greve".
43 anos de experiência? Quem diria... é que não parece nada!

De Anónimo a 13.10.2018 às 19:41

Tem toda a razão colega!!!

Foi hipótese já por diversas vezes sugerida.

Mas do alto dos 43 anos de "experiência(s)" foi também de imediato posta de parte. Pois na opinião de alguns era descredibilizadora das nossas funções...

Parece que continuam a DORMIR

RESTA-NOS APENAS REZAR PELO QUE AÍ VIRÁ.

De Anónimo a 15.10.2018 às 09:27

Façam greve ás diligências e quinze dias depois o país está em alvoroço.

Isto só lá vai quando mexer com objetivos e estatísticas de quem manda.

Adiar diligências é uma forma de "estragar" tudo isso. Sem falar do impacto mediático que isso tem.

Quando enfermeiros fazem greve, a preocupaçao dos jornalistas é saber quantas operações foram adiadas, certo?
Estão a ver analogia?
Governo não quer saber se fazemos greve ou não. As coisas aparecem feitas à mesma.

Agora com uma greve às diligências, tudo mudava.

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