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Oficial de Justiça

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Sexta-feira, 24.01.25

“Cara Ministra Rita Júdice, Santa Ignorância!”

      Nesta quarta-feira, 22JAN, em entrevista na RTP3, a ministra da Justiça referiu alguns aspetos que escandalizaram os Oficiais de Justiça e obrigaram o presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), António Marçal, a publicar uma “carta aberta”, mais uma, em que critica e igualmente se indigna com a postura da ministra da Justiça.

      Mas o que disse a ministra de tão especial para irritar os Oficiais de Justiça? Ou será que andam apenas irritadiços?

      Prestamos muita atenção à entrevista e a seguir vamos transcrever alguns momentos, apreciando as suas afirmações, terminando o artigo de hoje com a carta aberta de António Marçal.

RTP3-EntrevistaMJ-20250122(A).jpg

      Pergunta o jornalista:

      «A propósito dos Oficiais de Justiça, senhora ministra, eles têm estado em greve há mais de um ano e agora contestam a sua proposta de revisão da carreira que foi apresentada pelo seu Ministério no final de dezembro. Como é que o Governo conseguiu acordo com os professores, com as forças de segurança, com os enfermeiros… e está a ser tão difícil dar uma resposta que seja aceitável pelos Oficiais de Justiça?»

      E responde a ministra da Justiça:

      «Bom, mas deixe-me, se calhar, fazer um enquadramento temporal, desde logo, os Oficiais de Justiça, foi logo a primeira carreira com quem nós conversamos e quando conversamos com os Oficiais de Justiça fizemos um acordo, com um dos sindicatos – o outro não quis fazer esse acordo – e o que é que esse acordo dizia? Esse acordo dizia que a principal reivindicação que estava a ser reclamada pelos Oficiais de Justiça, que era o aumento do suplemento de recuperação processual, fosse dada, e a decisão que nós tivemos na altura foi a de: vamos então fechar esse tema e vamos também comprometer-nos com a revisão do Estatuto. Foi isso que fizemos.

      O Sindicato dos Funcionários Judiciais aceitou esse acordo, foi fechado esse acordo, com a pacificação, com o cancelamento das greves que o sindicato, como tem maior volume, acaba por ter maior impacto nos tribunais. Manteve, contudo, a greve às horas extraordinárias.»

      E perguntou o entrevistador: “Essas horas extraordinárias são pagas?”

      E a ministra respondeu:

      «Essas horas extraordinárias têm um regime diferente. Não são pagas (…)»

RTP3-EntrevistaMJ-20250122.jpg

      «A segunda parte desse acordo era, efetivamente, a negociação do Estatuto, e nós tivemos uma reunião, aliás, duas reuniões, começamos agora esse processo negocial que foi concluído com as outras carreiras. No que diz respeito à revisão do Estatuto está a começar agora. Houve a proposta do Governo, houve uma contraproposta dos Oficiais de Justiça, estamos ainda em… ainda não estamos em negociação, estamos nos preliminares, neste momento, e esperamos rapidamente poder celebrar o acordo de trabalho para poder; um protocolo de negociação para poder…

      Quanto às horas extraordinárias, os Oficiais de Justiça têm um regime diferente; têm um suplemento de disponibilidade; está incluído nas suas funções a disponibilidade.

      Há divergências de interpretação quanto a esse tema, o tribunal já se pronunciou em 1ª e em 2ª instância, sobre este tema, dando razão ao Estado; ao Governo.

      E diz o jornalista:

      «No fundo têm um suplemento para, justamente, poderem colmatar as horas extraordinárias e, portanto, as horas extraordinárias não entram…»

      E diz a ministra:

      «Sim. Em todo o caso, é um dos temas que vai estar em cima da mesa no nosso processo negocial. Esse é um dos temas que é muito caro para os Oficiais de Justiça, não tanto pela sua disponibilidade, mas pelas questões de algum, não digo abuso, mas de situações que possam ser muito extremas e, por isso, é um tema que os preocupa e, nessa medida, nos preocupa a nós.

      Quer os sindicatos, quer o Governo, têm o mesmo objetivo, que é dar as melhores condições possíveis aos Oficiais de Justiça.»

      E conclui o entrevistador: “Têm a chamada isenção de horário, não é? É um pouco isso…”

      E remata a ministra: «Não é bem isso, mas é um regime; é uma carreira especial, que tem um regime especial.»

      Todos os Oficiais de Justiça bradaram aos céus perante todo este chorrilho de disparates e falsidades, com tanta mentira encadeada, até pelo entrevistador, completamente impreparado, completamente desconhecedor da realidade e que atira as suas conclusões e imaginações para passarem a ser verdade.

      Nunca se viu um entrevistador tão mal preparado. Note-se que conclui que as horas não são pagas porque há um suplemento de disponibilidade, quando toda a gente sabe que não há suplemento nenhum de disponibilidade nem nada semelhante, estando a sua existência apenas na lista de desejos para o futuro. É verdade que foi influenciado pela mentira da ministra ao dizer que existe o tal suplemento de disponibilidade, mas como nada sabe do assunto, acredita e até alimenta, isto é, contribui para o engrandecimento da mentira. E que dizer do seu desvario sobre o que ele acha que os Oficiais de Justiça têm que é “a chamada isenção de horário”? O entrevistador conclui que os Oficiais de Justiça têm isenção de horário por trabalharem para além do horário. Ora com um entrevistador assim desfocado e uma ministra ao mesmo nível, no que diz respeito aos Oficiais de Justiça, esta entrevista foi das maiores, senão mesmo a maior, construção de deturpações bárbaras.

RTP3-EntrevistaMJ-20250122(B).jpg

      Pressionando os sindicatos para uma reação, as vozes dos Oficiais de Justiça não deixaram de ecoar no espaço sideral das redes sociais e António Marçal sentiu-se impelido a fazer algo, tendo optado pela divulgação de uma carta aberta dirigida à ministra, carta essa cujo conteúdo vamos a seguir integralmente reproduzir.

      «Cara Ministra Rita Júdice,

      É com o maior respeito pelo cargo que ocupa, mas também com a firme responsabilidade de dar voz à realidade dos funcionários judiciais, que me dirijo a Vossa Excelência. Começo por lembrar que “preliminar” foi o voto de confiança que lhe demos em junho de 2024, com a esperança de que pudesse iniciar um caminho de resolução para os graves problemas que afligem os trabalhadores da Justiça e que, inevitavelmente, impactam negativamente os tempos de resposta do sistema judicial.

      Até ao momento, porém, nada de concreto aconteceu. Nem mesmo a letargia do Ministério da Justiça foi ultrapassada.

      De forma irónica, é preciso reconhecer que há uma “única” área onde não se verifica qualquer letargia: no discurso propagandístico que insiste em afirmar que os problemas estão a ser resolvidos. Um exemplo claro disso é a referência às “milagrosas soluções de tramitação eletrónica” como o Citius no inquérito, que supostamente poupam “milhares de horas de trabalho” aos oficiais de Justiça. Santa ignorância! Quem trabalha diariamente nos serviços do Ministério Público sabe bem que essa não é a realidade.

      Permita-me lembrar, Senhora Ministra, que as SEIVD – Secções Especializadas Integradas de Violência Doméstica – não cobrem todo o território nacional por uma razão elementar: não há funcionários suficientes para alocar a esses serviços.

      Além disso, os 570 candidatos que deveriam ter iniciado funções no passado dia 20 de janeiro enfrentam desde já um elevado número de desistências. A “formação intensiva”, que agora começa, implica que apenas em fevereiro os corajosos que persistirem estarão efetivamente nas Secretarias.

      É também de sublinhar que esta formação, realizada online, ocorre nas residências habituais dos candidatos, mas que, em breve, serão obrigados a deslocar-se para os tribunais, assumindo uma rotina de trabalho presencial que exige cinco dias por semana no local de trabalho.

      Para além disso, é frequente que o trabalho exceda o horário normal, sem qualquer tipo de compensação. No final do mês, como sucede com os que já exercem funções, os novos trabalhadores descobrirão que não existe qualquer suplemento de disponibilidade.

      Senhora Ministra, fica-lhe mal – muito mal – produzir tais inverdades. Não pode ignorar que está pendente no Tribunal Administrativo e Central de Lisboa uma ação contra o Ministério da Justiça, com um pedido de reenvio prejudicial para o Tribunal de Justiça da União Europeia, cujo foco principal é o não pagamento do trabalho extraordinário. Também não corresponde à verdade que um Tribunal Superior tenha dado razão ao Governo nesta matéria. A ação, interposta em 2009, continua em recurso no Tribunal Administrativo do Sul, com conclusão ao Juiz em 7 de maio de 2024.

      Na audição na Assembleia da República, Vossa Excelência furtou-se a responder às perguntas que lhe foram dirigidas sobre os trabalhadores judiciais. Enfrente os problemas e apresente soluções, como os sindicatos fizeram. Se analisar com “olhos de ver”, concluirá que a nossa proposta segue a linha adotada pelo Governo nas soluções encontradas para outras carreiras especiais. Abandone a demagogia e a palavra fácil e trabalhe seriamente na busca de soluções. Se assim o fizer, poderá contar com os trabalhadores. Caso opte por uma posição negacionista e demagógica, o silêncio do nosso protesto na abertura do ano judicial dará lugar ao troar do protesto veemente e robusto dos homens e mulheres que garantem o devir, lento mas devir, da Justiça.

      É tempo de se fazer Justiça para quem nela trabalha!»

RTP3-EntrevistaMJ-20250122(C).jpg

      Fontes: “Entrevista RTP3” e “SFJ-Info Carta Aberta”.

por: GF
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Autoria e outros dados (tags, etc)

às 08:04


63 comentários

De Anónimo a 24.01.2025 às 08:30

Era interessante o Sindicato enviar a "Carta Aberta" igualmente ao Sr. Jornalista..


Já não dá para voltar atrás no tempo, mas pelo menos para o mesmo perceber o que se passou e o chorrilho de mentiras que por ali passaram no programa.

De Anónimo a 24.01.2025 às 08:42

Era extraordinária a pergunta, em pleno programa, o que tera a Sra. Ministra a dizer sobre existirem já desistências entre os 570 novos funcionários.

De Rei dos Mercedes a 24.01.2025 às 09:00

pois...é fácil perceber...

De Anónimo a 24.01.2025 às 10:25

O jornalista esteve bem. 
Obrigou a ministra a mentir.


Alguém tem que fazer chegar ao jornalista a verdade.


Neste caso os sindicatos.


Ou pedir uma entrevista com o contraditório...

De Anónimo a 24.01.2025 às 18:49

E também perguntar-lhe quantos dos 7000 OJs estão atualmente de atestado há mais de 30 dias.

De Rei dos Mercedes a 24.01.2025 às 08:59

Pergunto eu, e isto é desconhecimento da minha parte, mas esta "Carta Aberta", vai via CTT ou por qualquer outro canal para  a Srª. ministra, ou apenas circula aqui pela intranet !? Chegará a ter conhecimento da mesma?

De Anónimo a 24.01.2025 às 09:52

Sim, tem conhecimento dela através de um gabinete de imprensa que todos os governos têm.
Agora a população em geral é que não tem e é para esses que os sindicatos deveriam fazer a carta aberta.

De Rei dos Mercedes a 24.01.2025 às 11:02

Obrigado

De Anónimo a 24.01.2025 às 09:03

CARREIRA DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA


A carreira onde os atuais funcionários são mal tratados, mal pagos e desconsiderados...ao longo de anos e diferentes Governos


A carreira que tem passado por uma autêntica sangria de funcionários, com diversas saídas para outros Ministérios onde se sentem melhor tratados


A carreira que nem sequer aos novos consegue reter por meses...ou semanas, ao perceberem que a miséria que lhes é paga não compensa o sacrifício, desafios diários e (diria eu do que observo)...algum sofrimento pela escolha feita em termos de carreira.

De Anónimo a 24.01.2025 às 09:41

Carreira de escravos e  que manda a maioria do pessoal de baixa, por falta de pessoal e não se aguentar a pressão.
Aliado a mal pagos, deslocados.


farto.

De Anónimo a 24.01.2025 às 09:17

PARAR A MÁQUINA O QUANTO ANTES, DO QUE ESTÃO À ESPERA ??

De Anónimo a 24.01.2025 às 09:31

Este "entrevistador" é muito fraquinho.
Já não é a primeira vez que faz estas figuras.
Já a entrevista que fez à ministra Van Dunnem foi confrangedora.
O mais importante aqui é reter que com palavras meigas e sorrisos não vamos a lado nenhum.
O SFJ que acorde, que reconheça o erro colossal que fez ao assinar o acordo dos paposecos e marque já mais que uma greve.
Greve às diligências.
Estatística.
Contas.
Já passamos o tempo das pequenas conversas.
A ministra quer preliminares, nós queremos uma rapidinha.
Esta malta só entende um tipo de linguagem.
Escalar.
Vamos lá ver se o SFJ não dá outro tiro no pé.
O Marçal que fique calado nas reuniões e deixe o SOJ falar, faz melhor figura.
Estava na altura de criarmos um facto novo nesta história toda.
Temos que apertar e tem que ser agora.
Abraço.
FF

De Jornalista Capachito a 24.01.2025 às 11:19

Jornalistas?
O que é isso?
Ainda agora mesmo, no usufruto do meu inalienável direito à greve, estava aqui a ver uma chusma deles à volta da ministra da saúde e só lhe faziam perguntas gastas sobre o anterior diretor do SNS não tendo havido um único que ousasse confrontá-la com as declarações do BE na AR acerca do possível clientelismo em torno das nomeações que tem feito para o referido organismo e para outros na esfera e dependência do próprio SNS, incluindo o anunciado sucessor do demissionário, segundo afirmações daquele partido de esquerda todos ligados às mesmas empresas e pertencentes à delegação da ordem dos médicos do Porto.

De Jornalista Capachito a 24.01.2025 às 14:51

É como o Basófias do Trump.
O problema era a autarquia democrata de Los Angeles ter bloqueado a água por causa dum peixinho.
Anunciou com toda a pompa e circunstância a reversão da situação, continua a negar as alterações climáticas, mas eis que Deus não dorme e lhe deite de imediato fogo a Ventura County.
Onde é que está a confrontação jornalística a perguntar-lhe como é que é possível aquilo ainda estar tudo a arder?

De Anónimo a 24.01.2025 às 09:42



Agradeçam só acordo dos papo secos feito à pressa e 
cozinhado de véspera.
Agora aguentem.

De Anónimo a 24.01.2025 às 10:27



Ora, aí está. Agradeçam ao acordo e queixem-se agora!

De Cobra Sibilina a 24.01.2025 às 09:47

Eu tenho a minha própria estratégia de luta individual:
A negligenciação da carreira de oficial de justiça não é cisma desta ministra da justiça mas algo transversal a quem tem sido governo nas últimas três décadas em Portugal, como é público e notório.
Aqui chegados, eu não posso deixar de responsabilizar todos os portugueses que têm votado tanto no PSD quanto no PS ao longo desses anos.
Paga o justo pelo pecador, é certo, sendo que os eleitores dos outros partidos também apanham por tabela, mas, salvaguardando na família e menores o superior interesse das crianças e jovens ou na violência doméstica a proteção das vítimas, bem como outros casos pontuais relacionados à ética pessoal, em todas as outras vertentes da profissão, no que dependa de mim, tudo farei para dificultar ao máximo a vida a esses cidadãos eleitores, sem qualquer problema de consciência e estando-me já nesta altura, em que se conclui que a deontologia governamental é uma batata, completamente nas tintas para o compromisso de honra. 

De Anónimo a 24.01.2025 às 21:09

Você falou bem mas não colocou a questão principal.


Porque motivo tem existido essa negligência transversal?


Simples, veja as conclusões dos encontros nacionais de solicitadores e advogados.


Estão lá as respostas, eles parecem adquirir mais valências nomeadamente as constatações, intervenção no processo crime, etc.


Ou seja o objetivo é captar as funções dos oj para que eles tenham mais rendimento e mais trabalho.


Prontos aqui está a cabal resposta.


A diferença entre eles e nós, é que eles pensam na profissão em termos de futuro.

De Cobra Sibilina a 24.01.2025 às 10:03

Já sem qualquer problema no sistema intestinal, que como é sabido está intrinsecamente ligado à azia cerebral, assisti e até consegui robustez estomacal suficiente para degustar uma pequena ceia acompanhada dum trago dum belíssimo branco de Setúbal enquanto ouvia as barbaridades.
O efeito surpresa já lá vai, agora para esta ministra já só me restará mesmo, a seu devido tempo, dar cumprimento ao ciclo natural biológico transformando essa refeição num singelo presente.

De Rei dos Mercedes a 24.01.2025 às 11:06

Inspirador e sugestivo!! Muito bem...

De Anónimo a 24.01.2025 às 15:24

Com esse tipo de comentários, acho que você deve é o intestino grosso com ligação direta ao cérebro!
Repito:
Sem prejuízo de discordar de opções políticas, a MJ pareceu me bastante correta na entrevista.
Já por outro lado, não me revejo e sinto mesmo vergonha enquanto OJ, em comentários brejeiros e mal educados como o seu e muitos outros, que só nos prejudicam.
Não digo que tenho nojo porque o meu vocabulário é um pouco mais rico e os meus pais educaram me, mas o que sinto ao ler muita m.... que aqui se escreve, anda lá perto.
Ganhe juízo e se não sabe ter discursos construtivos e lutar de forma inteligente, mais vale estar calado."



De Anónimo a 24.01.2025 às 16:03

INCOMPETÊNCIA ACUMULADA PORQUE NÃO ESTÁ JÁ GREVE AOS ACTOS MARCADA ?!

De Anónimo a 24.01.2025 às 16:14

O(A) moralista!

De Pitonisa Prima da Cobra Sibilina a 24.01.2025 às 16:14

E ainda não sabe da missa a metade, se não gosta destes comentários...
Já começámos, eu a minha prima, a adormecer todos os dias a desejar coisas más para o paizinho dela e para os filhinhos, se os tiver, por mais recursos que tenham para além dos comuns cidadãos, hão-de sucumbir.
O que fizeram à minha prima Sibilina não se faz a ninguém.
Resultou com o Passos Coelho quando ele fez o que fez ao nosso povo indo para além da troika, desta vez pode ser que também tenhamos a nossa vingança.
Fizeram-nos tanto mal que já só vivemos com esse pensamento enquanto esperamos pela morte sem futuro.

De Cobra Sibilina a 24.01.2025 às 16:33

É isso mesmo prima.
Se confrontados com as acusações não contraditaram nem aplicaram sanções, nomeadamente a exoneração, é porque têm o rabo preso e cometeram sem dúvida tais violações.

De Cobra Sibilina a 24.01.2025 às 16:38

E ainda lhe digo mais, depois de todo o mal que essa gente me fez convivo muito bem com ter como único objetivo no resto da vida que me resta viver desejar-lhes só o pior, sem qualquer tipo de remorso.

De Anónimo a 24.01.2025 às 10:31

Todos podemos fazer a diferença...ou exigir aos sindicatos que venham desmentir a ministra numa entrevista.


Ou cada um de nós bombardear a rtpna esclarecer as mentiras...


Toda a gente fala fala, mas ninguém diz o verdadeiro problema, nos tivemos um aumento entre 50 e 90 euros num suplemento que pode desaparecer a qualquer momento, ou outros 400 euros.


Está na hora de resumir a mensagem.

De Anónimo a 24.01.2025 às 10:44

Greve às diligências!


3 semanas bastarão!

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Comentários recentes

  • Anónimo

    Tanta conversa da treta. Por aqui, é só enredos ....

  • Anónimo

    Democracia. O Demo, coitado...Coitado de coito.Sem...

  • Anónimo

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    Pagam mazé o carvalho.Só pagam em ação executiva, ...

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    Sim, acredito, também não gosto disto! Nunca goste...

  • Anónimo

    Nem você!

  • Anónimo

    Certeiro

  • Anónimo

    ehehehehisso sim carneirada!

  • Anónimo

    Só medoaiiiiuuiiivirgens!

  • Anónimo

    Mais nada!Também sou mete nojo! votarei ventura!

  • Anónimo

    BAIXA COLECTIVA

  • Anónimo

    Angola é nossa! ✊

  • Anónimo

    E depois que entraram mulheres nos tribunais, é o ...

  • Anónimo

    Votar sempre nos mesmos e esperar que algo mude!!!...

  • Anónimo

    O pessoal tem medo que o ventura venha a ser como ...

  • Anónimo

    Até podia ir ganhar o mesmo que ia na mesma.Acredi...

  • Anónimo

    O que o BLOGUE quer dizer é que se devem portar be...



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