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Oficial de Justiça

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Sexta-feira, 13.12.24

Carta aberta ao presidente do SFJ por um ex-associado

      Os Oficiais de Justiça estão fartos e cansados de tantos anos de pura impotência e repetidos inconseguimentos e, por isso mesmo, especialmente ao longo deste ano, têm surgido diversas iniciativas, individuais ou coletivas, que demonstram ainda a necessidade de ação que os Oficiais de Justiça sentem e não veem refletida nos sindicatos.

      Temos dado notícia de todas as iniciativas de que vamos tendo conhecimento e hoje vamos divulgar mais uma.

      Trata-se de uma carta aberta dirigida ao presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), escrita por um ex-associado deste sindicato e que, para além de associado, exerceu ainda funções de representação do sindicato num núcleo de relevo e sempre com especial destaque ao nível sindical.

      Não é a primeira iniciativa deste ex-associado do SFJ, já aqui referimos outras, sem ir mais longe, no artigo de ontem, pelo que hoje damos notícia da carta aberta porque o seu conteúdo descreve, espelha o pensamento de muitos Oficiais de Justiça e apela, não só ao sentido crítico, como ao espírito de renovação de uma entidade cuja responsabilidade, pela representatividade, é muita, e tem sempre influência na vida de todos os Oficiais de Justiça.

      A carta começa assim:

      «Caro colega Marçal, foi o artigo de “opinião” publicado na pretérita quarta-feira, que motivou esta carta. Vejamos: O colega faz parte da estrutura sindical do SFJ, com responsabilidades executivas, pelo menos, desde 2002. Desde essa altura para cá, a carreira dos funcionários judiciais e, bem assim, os seus direitos pessoais e profissionais têm sido atacados de uma forma ímpar.»

      De seguida apresenta uma breve resenha histórica com análise crítica de alguns sucessivos inconseguimentos e passividade, para concluir assim:

      «Aqui chegados importa perguntar:

      – Se o colega é dirigente sindical a tempo inteiro, tem responsabilidades executivas, pelo menos desde 2002, não será a falta de experiência que terá levado à assinatura deste acordo;

      – Se o colega é um prestigiado dirigente político, filiado no PS, presidente da concelhia do PS da Lousã, com notórias aspirações políticas, não será a proximidade ideológica com o Governo em funções que justificará a existência desse acordo;

      – A postura, comportamento e falta de palavra de todos os ministros da Justiça (do PS e do PSD), no período que compreende os mandatos sindicais nos quais tem responsabilidades diretas, a crer nas diversas informações sindicais, não poderá servir de mote nem de motivo para crer na palavra de mais uma ministra da justiça que, pasme-se, é de família política oponente à do colega.

      Muitas outras questões poderiam ser esmiuçadas aqui, no entanto, o largo período de tempo na história do SFJ que está marcado pela sua ação não permite caber nesta missiva.

      Para finalizar, o incompreensível adiamento das eleições para os órgãos sociais do SFJ, qual “coup d`état”, na minha ótica tem como único propósito permitir que, no futuro, havendo um qualquer novo estatuto, que divida a carreira, ou não, que deixe alguém para trás, ou não, na qualidade de dirigente sindical possa apresentar aquilo que, até hoje, não foi capaz – uma representação sindical eficaz, atual, presente, inclusiva e por todos, e não só por alguns.

      Aqui chegados, a conclusão que retiro é que o colega tem trabalhado, não em prol dos associados e funcionários judiciais, tal como apregoa, mas antes contra os seus colegas, guiado pelas suas ambições pessoais, o que não teria mal nenhum se, nos intervalos, fosse olhando para os outros colegas.

      Sendo o colega provido de uma tal inteligência, olhando para o seu legado como dirigente sindical, o período de tempo em que exerceu funções sindicais, o momento em que está a carreira profissional dos funcionários judiciais, o impacto direto da sua ação na vida de milhares dos seus pares e o conteúdo do seu último artigo de ”opinião”, publicado no jornal “Correio da Manhã, a ser coerente com essa inteligência, tem que, tal como a pessoa a quem se refere no mencionado artigo, tirar conclusões e deixar de, com a sua (in)ação, deixar de prejudicar, de uma vez por todas, os seus colegas.

      Com os melhores cumprimentos / um ex-associado / Joaquim Queirós»

      Pode aceder à totalidade da carta aqui citada através da seguinte hiperligação: “Carta aberta ao presidente do SFJ”.

CartaAberta.jpg

por: GF
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Autoria e outros dados (tags, etc)

às 08:03


76 comentários

De Anónimo a 13.12.2024 às 08:30

Bom dia.
Transporte:
Há 165 dias em greve. ---------

De Anónimo a 13.12.2024 às 08:52




Apesar de denominada “Carta aberta” e independentemente do teor do “post” é de lamentar a publicação de missivas pessoais, quiçá, estritamente movidas por antigos ressabiamentos e só compreensíveis pelos próprios…. e mais não vale a pena dizer…



De Anónimo a 13.12.2024 às 08:54

Apesar de denominada “Carta aberta” e independentemente do teor do “post” é de lamentar a publicação de missivas pessoais, quiçá, estritamente movidas por antigos ressabiamentos e só compreensíveis pelos próprios…. e mais não vale a pena dizer…

De Anónimo a 13.12.2024 às 08:57

Se fosse para elogiar já não havia problema. O rebanho sempre atento a críticas ao pastor.

De Advogado do Diabo a 13.12.2024 às 09:16

Presumi que o bloguista tenha dado conhecimento prévio desta publicação de hoje ao Queirós.
Confessando não ter lido a carta na íntegra, pela leitura do excerto aqui publicado, fica-me a "perceção" de que os temas abordados serão transversais a todos os oficiais de justiça e funcionários judiciais e não se tratarem de meros desabafos, lamúrias ou desavenças de um homem só.

De oficialdejustica a 13.12.2024 às 09:58

Sendo "carta aberta" é de acesso público e desde ontem que circula nas redes sociais. Por tal motivo não precisamos de comunicar nem pedir autorização para a publicar, porque não se trata de correspondência privada.
De todos modos, apesar disso, como sempre agimos, informamos ontem o autor de que a iríamos divulgar, porque o seu conteúdo tinha interesse informativo 

De Advogado do Diabo a 13.12.2024 às 10:18

Eu apenas quis significar que qualquer pessoa de bem, como estou convicto de que o Sr. oficialdejustiça será, apesar de se tratar duma carta aberta, teria sempre o cuidado de informar o autor de que a iria replicar em parte ou na íntegra num espaço público, até para não correr o risco de ser acusado de apropriação indébita de propriedade intelectual.

De Rei dos Carros de Combate a 13.12.2024 às 10:20

Claro. É uma coisa que se aprende na tropa.

De Anónimo a 13.12.2024 às 11:31

A referida carta aberta tem tudo menos "interesse informativo".
Concordo na necessidade urgente de mudar a direção do Sfj, assim como do SOJ, mas esta carta não passa de uma manifestação de desagrado de uma pessoa, com críticas pessoais.
Utilizar este blogue para divulgar lavagem de roupa suja, por concordar com a mesma, não me parece muito correto.

De oficialdejustica a 13.12.2024 às 13:03

Não se trata de lavagem de roupa suja, mas de uma manifestação pública com interesse informativo geral, uma vez que o associado e delegado sindical abandonou a estrutura e expõe publicamente motivação. É, portanto, notícia.

De António a 13.12.2024 às 09:26

A estupidez elevada ao limite, exponenciada por outros estúpidos só pode ser adjetivada de  "infinita".
Em lugar de rebater as considerações, uma por uma, vem aqui dizer que se tratou de ressabiamento.
Discuta a substância da missiva e diga se assiste ou não razão no que é dito.
Eu acho que sim o colega talvez ache que não - deve fazer parte do tal grupo do elogio mútuo - não sei é qual a razão do seu comportamento - será que é a causa do ressabiamento que refere (será que é por ocupar um lugar "importante" na estrutura, quiçá, outrora apetecido daquele subscritor?).
No fundo a questão resume-se a isto: a personagem ´(independentemente da sua vida pessoal) é manifestamente incompetente para exercer as suas atuais funções de dirigente sindical (em 22 anos foi de perda em perda) e é inadmissível que tais cargos sejam ocupados da mesma forma que Salazar ocupou o poder (numa democracia os quadros regeneram-se de pessoas livres de pensamento e resolutas na ação e não ficam presos ao apoucamento e à pequenez de pensamento).
Dia 17 será o dia de toda a verdade.
Apelo aqui ao SOJ que mude de vida e tome uma atitude condizente com os postulados que tiveram na origem da sua criação - não terão sido os mesmos que o SFJ pois que seria redundante e por isso dispensável.

De Anónimo a 13.12.2024 às 09:36

É uma carta aberta!


Não percebem o que quer dizer?!!


É como um e-mail com conhecimento a ...
Não percebem?!!!

De Anónimo a 13.12.2024 às 10:25

Uma carta aberta pode conter matéria considerada ofensiva/injuriosa para e pelo destinatário da mesma, pelo que quem a replica poderá vir a ser corresponsabilizado pela sua divulgação.
Eu acho.

De Anónimo a 13.12.2024 às 10:26

Em tempo:
Não considero que seja este o caso.

De Anónimo a 13.12.2024 às 11:33

É uma carta aberta!


"ABERTA"!

De Anónimo a 13.12.2024 às 08:56

Bom dia.
E o SFJ irá interpelar a DGAJ acerca da suspensão da publicação das listas de progressão de escalão?
É que desta vez fui também eu outra vez comido de cebolada pelo dito braço articulado duma entidade que muitos oficiais de justiça não compreendem.
Mas voltando à vaca fria, de certa forma eu estava a conseguir monitorizar o ritmo do pagamento do tempo de provisório não considerado, via as listas todos os meses, ia verificar se tinham registo mais ou menos 3 anos antes, se necessário confrontava com as listas de antiguidade, e assim conseguia ir controlando dentro do possível a velocidade de cruzeiro da DGAJ.
Agora vou deixar de ter esses indicadores, e já só poderei alvitrar que aquelas duas pessoas poderão passar a andar a passo de caracol.
Isto para lá das teorias da conspiração, pois primeiro dizia-se que alguém na DGAJ com iluminação, defendia que não se deveria regularizar a situação de mais ninguém exceto os da ação, depois outros mandaram ir avançando pelos associados do SFJ e o resto logo se via, sendo que, se a seu tempo fosse preciso continuar, prosseguiriam pelos neutrais e só por fim processariam os pagamentos aos do SOJ.
Mas tudo teorias, eu penso que se deve dar ser o benefício da dúvida a estas entidades que são pessoas de bem e não entrar por aí.

De Anónimo a 13.12.2024 às 09:22

"dar sempre" e não "dar ser", ainda que a nossa entidade empregadora bem precisasse de um pouco mais de essência.

De Anónimo a 13.12.2024 às 09:04

Completamente de acordo. Apenas uma resalva (o homem tem ouvidos de mercador) e tem-se como de inteligência superior.

De Anónimo a 13.12.2024 às 09:20

Para terem uma ideia da erosão do poder de compra que tivemos nos ultimos 30 anos, quando entrei para os tribunais, 33 anos atrás o salário de escriturário, no primeiro escalão, era mais do dobro do salário minimo na altura, o que corresponderia a ser hoje de 1600,00 euros no primeiro escalão de auxiliar. 
Ora, um auxiliar a começar ganha uns 1000 euros, pouco acima do salário minimo actual, portanto deviamos a estar a ganhar pelo menos mais 500 euros para acompanhar o custo de vida correspondente.
Pedir um aumento de 300 euros é mais do que justo e fica aquem do que deveria ser, por isso o SFJ quando assinou este acordo dos 3,5 % estava em dia NÂO e com total falta de consciencia do que estava a fazer o que nos está a custar muito caro. 
No próximo ano, ou os sindicatos e os oficiais de justiça se convencem que a luta vai ser dura ou então não vale a pena perder mais tempo e os sindicatos deixam de ter razão para existir.

De Anónimo a 13.12.2024 às 09:32


Espero e desejo que no dia 17/Dez., em reunião, não seja esquecido o tempo de serviço congelado!!


Recordo, a este propósito mas noutra carreira, que HOJE, a recuperação do tempo de serviço volta a ser debatido pelas doze estruturas sindicais que representam os professores e a equipa do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI).

De Anónimo a 13.12.2024 às 09:43

Sim, não esquecer o que nos é devido!

De Ribeiro a 13.12.2024 às 09:46

Você e o tempo congelado.
Compre um micro-ondas com essa funcionalidade ("defrost") que lhe fica mais barato. 
Não digo que não tenha razão, pelo princípio da igualdade de tratamento, mas a prioridade de todas é a revisão da carreira, nomeadamente, remuneratória.
Há muitos que, tal como eu, estão no último escalão e, por isso, contar o tempo de serviço congelado de nada serve.
Mas já servirá uma revisão do Estatuto que resolva os imbróglios criados com o curso de Secretário e os movimentos sem promoções.
É preciso acabar com o regime de substituições que nos prejudica seriamente a todos e desbloquear as promoções urgentes e necessárias quer para os serviços quer para os funcionários.
O resto só serve a quem está bem de vida - quiçá, já será secretário ou escrivão de direito ou técnico principal e o que quer é caminhar para o último nível remuneratório antes que venha o "SIADAP adaptado para os tribunais" e acabe com a mama de muitos que se acomodaram.
É o que penso muito sinceramente.

De Anónimo a 13.12.2024 às 09:55

Já foram apresentas propostas na AR, não há muito tempo, há poucos dias mesmo, que permitiriam acomodar também o seu tempo de serviço congelado - criação de novos/aumento de escalões -.

De Anónimo a 13.12.2024 às 09:59

"apresentadas" e ignoradas

De Anónimo a 13.12.2024 às 10:33

Um indivíduo que é tratado de forma desigual a outros seus concidadãos e se conforma com isso só porque não obterá nada material, não vou dizer que seja abjeto como aqueles que sem escrúpulos aplicam essas medidas, mas no mínimo perderá a satisfação de ter lutado por um princípio.

De Anónimo a 13.12.2024 às 11:53

Para quem está no último escalão de facto o tempo congelado não é uma prioridade.
E que tal deixar de pensar só em si?

De - a 13.12.2024 às 14:01

Não vou aqui tecer considerandos sobre a inteligência dos colegas, mas apenas dizer o seguinte em defesa dos meus neurónios:
- Eu não penso só em mim, senão reparemos:
1 - a revisão da carreira, permite não só o desbloqueio nas promoções  - que atualmente não existem (só para os amigos e  em regime de substituição) como a revisão dos níveis remuneratórios;
2 - nessa revisão, pode e deve ser considerada essa recuperação (do tempo congelado);
3 - a revisão é a única forma de solucionar os imbróglios criados com as ações propostas -e bem - quer pelos sindicatos quer pelos funcionários.
4 - não é possível uma revisão salarial sem revisão da carreira (dita de especial) que resolva a compensação pela disponibilidade e respeite a especialização e o trabalho suplementar.
5 - É a única forma de forçar a (re)qualificação dos serviços e melhorar a (re)distribuição dos recursos, pela elaboração e/ou correção dos atuais critérios (de escassez,, nº de atos, etc.) existentes.
E mais, muito mais, fica por dizer.
Quem me criticou deve oxigenar pouco e por isso talvez os seus neurónios se limitem a uma visão curta, muito curta, tão curta que ao tecerem a crítica eivaram eles próprios das mesmas considerações - só pensaram no seu umbigo!

De Anónimo a 13.12.2024 às 15:37

Não é possível uma aumentos remuneratórios sem revisão do estatuto???
O sr./sra tem visto o que tem acontecido com outras classes profissionais com aumentos a rondar os 300€??
Estamos a brincar??
É óbvio que é possível.
E tem sido bem possível, para outras carreiras, para a nossa é que não tem sido possível porque alguém rubricou um acordo de 30€
Não brinquem conosco nem insultem a nossa inteligência 

De Anónimo a 14.12.2024 às 00:08

Porque é uma carreira especial dentro das especiais.

De António a 13.12.2024 às 09:37

FALAM DEZOITO (18) DIAS PARA O TÉRMINUS DO PRAZO
Faltam quatro dias para a troca de presentes entre o SFJ e a equipa do MJ.
Como se tratará, ao que julgo saber, das últimas reuniões para negociação da carreira (até o INEM e os Sapadores já sabem com o que vão contar) vai acontecer o que acontece aos incautos que reservam para o último dia as compras dos presentes e víveres para a ceia de Natal - vão ficar com o refugado e com as migalhas, pois que outros (que, esses sim, são dotados de inteligência superior), porque mais avisados, apressaram-se a tratar das suas vidas atempadamente obtendo um melhor ganho na relação custo/benefício do que negociaram.
Há quem diga: "palermas há muitos" ; eu acrescento: "na sua maioria são oficiais de justiça".
Somos todos otários e deixamo-nos guiar pelos maiores de todos.

De - a 13.12.2024 às 14:13

Digo "otários e palermas" no sentido de que não somos nada inteligentes para governar as nossas vidas - assemelhamo-nos  muito com aqueles que por infortúnio não desenvolveram capacidades cognitivas, e nem da higiene pessoal são capazes de tratar!

De Anónimo a 13.12.2024 às 09:38

Tony, Tony, o que andaste/andas a fazer?!!


Porque é que todos estão zangados contigo?


Diz-nos Tone o que te vai na alma! ...

De Ribeiro a 13.12.2024 às 10:01

Colega, há quem diga, a propósito da humanidade e bondade de uma pessoa que "tem boa alma ou é uma alma boa" - no sentido que se preocupa com o bem estar dos outros, que aprecia que os outros estejam bem e faz por isso.
Não é o caso da personagem.
Como referiu Herman José numa entrevista recente, estas pessoas (que atropelam tudo e todos para lograr os seus intentos pessoais) estão-se marimbando para o que acontece com os outros (desde que estejam bem os outros que se lixem). Não têm remorsos ou peso na consciência e convivem muito bem com a crítica, sem vergonha do que fazem (ou não fazem) e até se regozijam quando são criticados, numa interpretação de que o foram é porque fizeram algo que pessoalmente o beneficiou (no fundo que foi inteligente para si próprio).
São pessoas assim caracterizadas, em quem eu pessoalmente não reconheço virtuosismo algum nas funções sindicais, que ocupam os lugares e a eles se prendem com cadeados e aloquetes sem chave que deixam propositadamente enferrujar para não serem depostos do trono que ocupam.
Mas a oxidação desses elementos(cadeado e aloquete) são gera duas coisas muito importantes para a sustentação da vida - água e oxigénio -  e por isso, mais tarde ou mais cedo, terá de acontecer - a vida na terra começou a ser possível com a oxidação do ferro no fundo dos oceanos.
Assim, quando for levado um novo "oxigénio" àquela estrutura representativa - falo de pessoas rejuvenescidas, resolutas e competentes - a nossa carreira verá uma nova vida.

De Anónimo a 13.12.2024 às 10:52




A carta aberta só esqueceu também o anterior dirigente

sr fernando jorge
que foi feito em 25 anos? ações em tribunal pontuais? isso era o minimo que tinham que fazer, pois se nem isso fizessem é que de nada serviam mesmo.









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