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Domingo, 25.09.22

“Deixar chegar a ponto de rutura é forma enviesada de interferência”

      «No discurso sobre o estado da União proferido pela presidente da comissão europeia, Ursula Von Der Leyen, a mesma apresentou como dever do órgão que preside e missão mais nobre, a proteção do Estado de Direito, como condição essencial à defesa da democracia, tanto das ameaças externas como dos vícios que as corroem a partir do interior.

      Nesse sentido, enquanto pilar essencial do Estado de Direito, a presidente da comissão europeia voltou a insistir na independência judicial.

      Salientou, ainda, a necessidade do reforço das sanções para crimes como o enriquecimento ilícito, o tráfico de influências e o abuso de poder, para além dos crimes mais clássicos, como o suborno e a inclusão da corrupção no regime de sanções em matéria de direitos humanos, porquanto a corrupção corrói a confiança nas instituições.

      A inclusão no seu discurso da defesa do Estado de Direito como missão mais nobre da comissão europeia não se trata apenas de uma ocasionalidade temática, mas uma premência na Europa e no seio da própria União Europeia.

      Fundada sobre valores como o respeito pelos direitos fundamentais, a democracia e o Estado de direito, tidos como consensuais, a União Europeia confronta-se hoje com correntes internas que podem fazer perigar o caminho traçado.

      As reformas apressadas levadas a cabo por tendências políticas emergentes ou ressurgentes em alguns países da União vieram aumentar a influência política no poder judicial e fragilizar a sua independência, bem como controlar e instrumentalizar a ação do Ministério Público.

      A eficácia do sistema judicial tem como pressuposto a sua independência.

      Sustentar que um maior controlo do poder político sobre o sistema judicial permitiria aumentar a sua eficácia é um engodo, uma estratégia delineada com um único propósito de entorpecer o seu funcionamento e impedir que alguns não sejam alcançados, na sua essência, gerar uma manifestada desigualdade no tratamento perante a lei.

      Mas a independência do sistema judicial não se basta com um quadro constitucional e legislativo adequado, exige ainda que o poder judicial, o Ministério Público e os organismos responsáveis pela aplicação da lei, disponham de financiamento, recursos humanos, capacidades técnicas, equipamentos e meios suficientes.

      Não tenhamos ilusões!

      Quando o Governo de um determinado Estado deixa o sistema de justiça chegar a um ponto de quase rutura, por falta de financiamento, recursos e meios, isso é uma forma enviesada de interferência na sua independência.

      Portugal, como tem sido salientado por todos os intervenientes no sistema judiciário, caminha para a rutura.

      A não intervenção do poder executivo, de forma cabal, no sentido de inverter este estado de coisas, constitui um inequívoco ataque à independência do sistema judicial e ao Estado de Direito.

      Vamos acreditar que as palavras da Presidente da Comissão Europeia não vão cair em oblívio e que o Governo português acredita efetivamente numa sociedade baseado no Estado de Direito.»

PorUmFio2.jpg

      Fonte: reprodução do artigo de opinião subscrito por Adão Carvalho, presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP), publicado na revista "Visão".

por: GF
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às 08:05


7 comentários

De Anónimo a 25.09.2022 às 15:58

Há, pelo menos, duas formas de fazer o que se quer quando há resistências. Ou se assume uma reforma com transparência e verdade, ou então de forma encapotada. Esta é feita com a omissão do que é devido, deixando os serviços cair em rutura para a partir daí justificarem o que sempre quiserem que fosse feito. Uma reforma á medida.
É a tal reforma silenciosa em curso, já anda sobre rodas e a alta velocidade. Oxalá não vá descarrilar.

Estamos a verificar a perda massiva de funcionários encargos de enorme responsabilidade.

O conhecimento organizacional não é transferido para os mais novos.

Está tudo irremediavelmente perdido e a recuperação já não vai ser fácil em muitos dos serviços, nomeadamente no MP.

VAMOS VER DAQUI POR QUINZE DIAS COM O NOVO PROJETO DE ESTATUTO

De Anónimo a 25.09.2022 às 16:12

Ainda não apareceu o novo projeto do estatuto e eu, pessoalmente, já o aplaudo. E porquê, fácil, porque ao menos vão fazer alguma coisa, vão fazer aquilo que não foi feito nos últimos 10 anos e que todos sabem ser inevitável. A qualificação dos serviços é uma necessidade premente, não perceber isto é ter falta de largura de banda cognitiva.
Estou farto de remeterem a meritocracia no bolso, apenas para que funcione a lógica de tribalismo, a tal do cartão.
Estou farto.

De Anónimo a 25.09.2022 às 16:17

Precisamos de gente nova e qualificada. Sem medo que
venham a ser ou sejam melhores que nós.
Ao mesmo tempo precisamos que olhem para os seniores, os mais velhos, que têm a experiência para partilhar e sejam recompensados pelo trabalho e pela dedicação, enfim, que não sejam esquecidos.

Uma sociedade que trata bem os mais velhos, que esquece deles, que não se preocupa com os mais novos que estudaram, não é uma sociedade justa.

É o que penso.

De Anónimo a 25.09.2022 às 16:29

E as belas das pensões vitalícias, que duplicam aos 60 anos??
é sabem quem é abrangido por tal benesse??? Os juízes do TC, claro!!
Os que poderiam por em causa tal medida, que nem a segurança social consegue explicar.
Assim, calam-se todos, enchem as tulhas bem cheias e vão para casa com reformas de 12k. Mais nada!
Isto é um pais de sobas.
Meia dúzia deles põem e dispõem como bem lhe apetece da vida de cada um e da da todos em geral. Depois, uma centena gravita em seu redor, para se ir safando e o resto são cantigas de vida sem esperança de melhoria, tal como fados fatalistas.

De Anónimo a 25.09.2022 às 17:01

Sem dúvida.

Continuamos com uma sociedade de privilegiados ... e de intocáveis.
A saúde de uma democracia afere-se também pela tomada de partilha das decisões, nomeadamente as mais importantes.
Quando o MJ decide sem cuidar de saber do que pensam os visados pelas decisões é o espelho de um atavismo e autoritarismo em tudo idêntico as populismos que começam a proliferar na Europa.
O que dizer de um Viktor Orbán quando por cá tudo fazem para que se perpetuem no poder (que ocupam há cerca de 7 anos).
Não têm a coragem de partilhar as ideias que têm para a justiça com quem nela trabalha - pelo menos, que se saiba, com os OJ não partilharam nada.

Fazem, nas palavras do nosso PM, "reformas silenciosas" e quando dermos conta dessa inevitabilidade já está consumada a decisão.

Numa democracia não é assim, não é como nos regimes absolutistas e que se acreditava que o monarca cuidava da "felicidade dos seus subditos".

De Anónimo a 25.09.2022 às 17:09

Numa verdadeira democracia não se escondem decisões só porque são impopulares ou de pouca aceitação.
Numa verdadeira democracia, como disse, são tomadas decisões partilhadas e para tal a participação de todos é um imperaivo.

O nosso MJ decidiu,se calhar porque se acham iluminados (como Luis XIV), que a decisão sobre nosso futuro não tem que ser escrutinada por nós, nos os OJ.
Assim, vai fazer o mesmo que fez antes: publicar o projeto do EOJ e depois, após reunirem para o chá das 5 da tarde (como fazia a rainha de Inglaterra) com os nossos representantes, tornam definitiva a sua decisão e "tá feito".

Vai ser um período tremendo, este que se avizinha, e azar para quem vai ter de lidar com ele!

Quero saber o que vai ser decidido sobre a nossa vida, quero participar na tomada de decisão!


De ue a 25.09.2022 às 21:22

É preciso reformar sistema de justiça ... todos o dizem!

E na administração também ... todos o subscrevem!

Pois se assim é porque é que nada acontece...

Várias causas são aventadas:
- falta de vontade;
- incompetência;
- resistências (o corporativismo);
- oportunidade.

É precisamente esta última que eu acredito se esteja a verificar.
Ainda não é o momento, pois todos sabem que é quando as partes estão mais fracas que se fazem melhores negociações.

E como assim estão a deixar que os serviços batam no fundo para poderem fazer o que entendem dever ser feito sem resistências.

Até lá, até qe isso aconteça, aguente-se quem puder!


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