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Oficial de Justiça

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Quinta-feira, 13.02.25

DGAJ visita tribunais a norte e a rejeição da ministra da Justiça em encontrar-se com Oficiais de Justiça

      Se a ministra da Justiça e a secretária de Justiça visitaram no início da semana a cidade e instalações judiciárias de Braga, como aqui noticiamos, a semana termina amanhã com a visita da nova diretora-geral da DGAJ à mesma cidade.

      A diretora-geral da DGAJ, em regime de substituição, tem como propósito da visita no Palácio da Justiça sede de Braga, pelas 11H45, cumprimentar e dar as boas-vindas aos novos Oficiais de Justiça que iniciaram funções este ano e, talvez, prosseguir o discurso vanglorioso da ministra da Justiça, relativamente à grande conquista que representam as 570 novas entradas na carreira; ou talvez não, uma vez que à diretora-geral não compete fazer política e ainda porque a diretora-geral sabe bem que as entradas, que ainda agora estão a deixar o período de formação inicial, ainda sem iniciarem verdadeiramente funções nos locais das colocações, já contam com várias dezenas de desistentes do ingresso, levando a DGAJ a iniciar já procedimentos tendentes para as muitas substituições a que tem de acorrer.

      A diretora-geral está a percorrer os vários tribunais, mas só nas sedes das comarcas e nos TAF, para tal propósito de dar as “boas-vindas” aos recém colocados. Na Comarca de Braga foi formalmente requerido que os novos Oficiais de Justiça colocados noutros núcleos se deslocassem à sede para serem igualmente abençoados pelas “boas-vindas” da diretora-geral, mas tal pretensão não foi aceite, pelo que a bênção será só para os colocados na cidade de Braga.

      Na sexta-feira, a diretora-geral, para além de Braga, visitará também as comarcas do Porto, do Porto Este e o TAF de Penafiel.

      Recordemos que a abertura ao concurso de 570 novos lugares é, enquanto primeiro passo, para um primeiro ano de ingressos, um número valioso, mas, caso este ingresso não seja imediatamente seguido de novos ingressos anuais em quantidade muito semelhante a esta última dimensão, acompanhado das correspondentes e necessárias progressões nos lugares das várias categorias dos demais Oficiais de Justiça, então estas entradas desaparecerão definitivamente na diluição da média de aposentações anuais que se cifra em 350 Oficiais de Justiça; só de aposentações, a que acresce um número muito considerável de muitas dezenas de Oficiais de Justiça que desistem da carreira ou a trocam com simplicidade e rapidez por qualquer outra bem mais atrativa e com perspetivas de futuro.

      Aquando da visita a Braga, a ministra da Justiça, afirmou estar “muito satisfeita” com o resultado do último concurso para recrutamento de Oficiais de Justiça, permitindo “reduzir as deficiências que existiam”, e referiu os resultados do caso concreto de Braga:

      «Tínhamos uma diferença de cerca de 17%, agora estamos abaixo de 8% do quadro, o que me deixa muito satisfeita. Conseguiremos que estes novos Oficiais de Justiça possam aprender com os que ainda trabalham.»

      Claro que a atual ministra continua a cometer o mesmo erro das suas antecessoras, considerando apenas os números relativos ao pessoal, em abstrato, sem considerar quem está por trás dos números, isto é, quem sai e quem entra realmente; quem são os que “ainda trabalham” e se aposentam e quem são os que entram agora para “aprender com os que ainda trabalham”.

      Não há uma troca direta de valor de um para um; não há equivalência, nem agora nem sequer daqui a um ano, porque cada saída representa o perdimento de muito conhecimento acumulado de décadas que não pode ser substituído imediatamente.

      Se o défice do quadro de Oficiais de Justiça em Braga era de 17%, a entrada este ano de Oficiais de Justiça não representa uma diminuição instantânea para 8%, não instantaneamente, porque não é possível equiparar pessoas apenas numa ordem numérica, a realidade é diferente dessa conceção contabilística aplicada às pessoas. Não há um Deve e um Haver em confronto para o Saldo. Não, não é assim que se faz a gestão de pessoas reais e a sua grande carga de conhecimentos adquiridos.

      Para a visita da ministra da Justiça a Braga, foi endereçado um pedido de encontro com a mesma de um grupo de Oficiais de Justiça daquela comarca, tendo sido apenas pedido nos seguintes termos: «uma audiência com a Sra. Ministra da Justiça, para receber uma comissão representante dos funcionários judiciais da comarca.»

      Apesar de não ter sido indicado o assunto da dita “audiência”, a ministra da Justiça deitou-se a adivinhar que o tal encontro não seria para lhe comunicar aspetos do edificado ou sugerir localização alternativa para o Juízo de Família e Menores ou para o TAF, assuntos que amplamente tratou com toda a gente em Braga, tendo considerado logo que o assunto seria a revisão estatutária e a problemática do sufoco em que vivem os Oficiais de Justiça, porque respondeu o seu gabinete com prontidão nos seguintes termos: «estando em curso conversações com as estruturas nacionais dos sindicatos representativos dos Oficiais de Justiça, não faz sentido, por razões de lealdade negocial, encetar outros contactos paralelos.»

      A rejeição imediata de não querer falar com os Oficiais de Justiça de Braga, durante a sua visita a essa cidade, porque os sindicatos andam em conversações, sem saber sequer se o assunto da conversa com os Oficiais de Justiça de Braga dizia respeito, ou não, aos mesmos assuntos que decorrem nas reuniões com os sindicatos e, ainda que os assuntos fossem os mesmos, rejeitar um pedido formal de encontro com representantes do maior grupo profissional dos tribunais e dos serviços do Ministério Público nesse ato de visita, é uma atitude que diz muito e diz tudo.

      Os Oficiais de Justiça representam o maior grupo profissional ao serviço nos tribunais e nos serviços do Ministério Público, representando 3 a 4 vezes mais que qualquer outro grupo profissional, pelo que esta grandiosidade não pode ser nunca esquivada.

MJ-RitaJudice+SEAJ-MariaClaraFigueiredo=20241212.j

      Fontes, entre outras: “Notícias ao Minuto”.

por: GF
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Autoria e outros dados (tags, etc)

às 08:03


77 comentários

De Anónimo a 13.02.2025 às 08:25

Excelente artigo.


Na Comarca onde estou, as reformas são em números assustadores, entre os que entretanto já se aposentaram e aqueles que o farão dentro de meses.
São imensos!


Não serão os novos ingressos que irão fazer grande coisa, ao ritmo das saídas.
Isto sem falar da perda sucessiva e ininterrupta de experiência adquirida ao longo de anos...

De Anónimo a 13.02.2025 às 09:54



Isto vai continuar a  bater no chão.


Fujam

De Anónimo a 13.02.2025 às 10:04

Qual é a sua Comarca?

De Anónimo a 13.02.2025 às 12:32


Por uma questão de receio por estar ao corrente dos números que a todos nos afligem aqui na Comarca - e eventualmente se perceber quem aqui escreve - não direi onde é e por tal peço desculpa ao(à) colega que me interpela, mas pelos números que vou indicar possivelmente dará para lá se chegar.
O universo de funcionários atual é já inferior a 110, sendo portanto uma das Comarcas com menos funcionários...


Para lá das baixas (que são já algumas!) estão nas contas umas quantas saídas.


Contando de há alguns meses para cá e juntando os que se seguirão muito em breve, estaremos a falar de 13-14 funcionários.


E atenção que estamos a falar em meses.


A nível do país, haverá Comarcas muito provavelmente com saídas mais expressivas a nível percentual, entre quadros existentes e saídas.


Daqui saem assim +12% da força de trabalho, cheia de conhecimento e experiência, em questão de apenas alguns meses.

De Anónimo a 13.02.2025 às 16:22

Para o Anonimo das 12:32.. acabou de demonstrar o medo que reina nos tribunais ao ponto de nem ter coragem de dizer qual a comarca.


De fato isto é a confirmação cabal do clima de terror que se passa nos tribunais..

De Anónimo a 13.02.2025 às 19:16

O colega das 16:22 utiliza, como a esmagadora maioria aqui do Blog, também o anonimato do que escreve.


E isto, como compreenderá, não é uma crítica, mas simplesmente uma assunção e clarividência, que existe entre todos os funcionários, de que muita gente lê o que por cá se escreve. Inclusivamente a DGAJ.


Aliás, não me surpreenderia que até mesmo a Equipa da Sra. Ministra venha cá, amiúde, fazer a sua 'prospecção' para ir sentindo o pulso aos funcionários.


Portanto, o anonimato está de certa maneira associado a um certo receio por repercussões do que é dito ou do conhecimento que se tem em sua posse.


O que dizemos, como o dizemos e as pessoas que visamos naquilo que escrevemos, por maior razão que tenhamos...concerteza que compreende que podiam resultar de forma gravosa se se percebesse de quem partia tais acções/palavras.

De Anónimo a 13.02.2025 às 20:28

Quem tem medo compra um cão eu trabalho no tribunal do porto venham para cima de mim á vontade... não tenho medo..

De Anónimo a 13.02.2025 às 20:41


Diz o anónimo que ninguém conhece. 



👍👍👍
Abraço para o Porto

De Anónimo a 13.02.2025 às 08:28

A famosa desculpa de estou em negociações, desculpa essa que serve para dar aos deputados bem como na abertura do ano judicial...


Continuem nestas negociações intermináveis...continuem a dar oxigénio á ministra..

De Anónimo a 13.02.2025 às 08:46

Só temos a 'agradecer' por este empobrecimento, mês após mês .. 👎

A recebermos sensivelmente -300€/mês desde Junho/2024.


São milhares de €€€'s.


Valor esse que nunca mais recuperaremos.

De Anónimo a 13.02.2025 às 09:55

Agradeçam ao acordo do pao seco.

De Anónimo a 13.02.2025 às 13:31

Esquece isso.


Depois com o IRS levavas apenas mais 4 ou 5 papo secos.


Por isso esquece.

De Anónimo a 13.02.2025 às 16:20

Não sei se é mesmo de "esquecer", como diz.


É que esse valor, mesmo que não auferido na sua totalidade naturalmente...acabaria por contribuir para as contas um dia que chegue a reforma.


Assim, nem sequer para isso se contribui, pelo que um dia - no futuro - até aí os O.J. serão castigados.

De Anónimo a 13.02.2025 às 09:11

A ministra, assim como as anteriores, continuarão a ignorar os OJ enquanto os dirigentes sindicais não forem para as televisões expor o que vai mal nesta profissão. Vejam o que disse a ministra da AI ontem na A República sobre as polícias: enumerou uma série de coisas que estão mal, com dados concretos e daí concluiu que é preciso melhorá-las ou transformá-las. E vai andar para a frente com tudo o que disse. Mas que grande diferença em relação à ministra da justiça? Mas será que é apenas culpa dela? Não!

De Anónimo a 13.02.2025 às 09:39

Claro que não !!! Porque esta Senhora Ministra da Justiça está lá e somente lá por ser a filhinha do papá Júdice.  Porque se fosse filha do Zé Trolha e da Maria empregada a dias , que se sacrificaram anos a fio para que a sua filha também  de nome Rita, conseguisse ser advogada e ter um melhor futuro, esse lugar de  certeza,  nunca seria ocupado pela filha do Zé e da Maria , nem por outras tantas Ritas que se calhar muito bem mais preparadas tendo obtido melhor media que a Júdice ( 12 valores, isso dito por ela ). Resumindo, o que esta Senhora fez de tão relevante na sua vida para chegar a ministra !!! Que grandes causas defendeu em tribunal na sua vida profissional ! !!! Que vasto curriculum tem ela para ser convidada para ser ministra de um órgão de soberania !??? 
Por fim...
Hoje em dia ser ministro, não se é por mérito, mas sim, apenas e só por ter nome de família ...

De Anónimo a 13.02.2025 às 09:56

Muito bem explicado.
Filhinha do papá, mais uma que não conhece o pais real.
Tristeza.

De Anónimo a 13.02.2025 às 11:24

Porque não te calas parvalhão?
Qual é o teu intuito ao ofender quem tem a faca e o queijo na mão? Fod....esta porcaria toda e deixar tudo como está para não se alterar a tua vida?

De Anónimo a 13.02.2025 às 09:53

Os sindicatos quando falam.... não falam de números, não dizem quanto queremos receber


Assim todos ficam na mesma...


Tentam falar elaboradamente e não passam a mensagem...


Assim ninguém sabe o que os oficiais de justiça querem....

De Anónimo a 13.02.2025 às 13:18

Para as 9.53
Que ninguém tenha dúvidas que, principalmente o SFJ, joga com esse grande trunfo! Joga com a escuridão da informação! Ninguém fica a conhecer os problemas dos OJ! É a jogada dos comunistas e conseguir manter-se no lugar! 
Os colegas que se têm manifestado por escrito em favor da classe deviam arranjar maneira de ir aos diversos canais e espalhar os problemas dos OJ. Sem isso, nada feito!

De Anónimo a 13.02.2025 às 13:21

Quer mais exposição mediatica dos dirigentes sindicais nas televisoes? Por amor da santa, mas o que nao tem faltado é aparicoes mediáticas. A questao é o porquê de nao nos ligarem patavina. Na madeira tb davam espaco mediático ao um tal deputado coelho mais ninguém lhe dava credito. No nosso caso, se temos presidentes que nao põem os pés e mãos nos tribunais ha décadas e que nem sequer pensam em voltar a uma secretaria, diga lá o que pensarão os governos. O rebanho aceita e depois achamos que temos capacidade negocial. Nada que nao venha nos livros.

De Anónimo a 13.02.2025 às 13:44

Subscrevo. E o que dizer ainda de um sindicato que nao faz reunioes, congressos, prestacao de contas e afins para com os seus associados? De quem é  a culpa? Dos sócios. Mas esta tudo bem...

De Anónimo a 13.02.2025 às 09:17

Gostava de ver a  Ministra falar da suposta desistência dos novos candidatos, outro factor é que o concurso do IRN irá certamente causar muitas mais. 
Não se conhece outra carreira em que desistam tantos candidatos.

De Anónimo a 13.02.2025 às 09:25

JUNHO/24         -300€
JULHO/24          -300€
AGOSTO/24       -300€
SETEMBRO/24  -300€
OUTUBRO/24     -300€
NOVEMBRO/24  -300€

DEZEMBRO/24   -300€
JANEIRO/25       -300€
FEVEREIRO/25       -300€

Caro Marçal, obrigada pelos €2700 (até à data) que deixei de ganhar!!

De Anónimo a 13.02.2025 às 09:47

Contando mais 30 euros dos 10 % do SRP, ganharíamos mais do que viemos a ganhar com os 3.5% no aumento desse suplemento ...
2.700,00 euros [ + 270,00 euros = 2.970,00 euros ) .. 
Foi esse o acordo dos papos secos.. um acordo que nos comeu a todos de cebolada por causa da burrice de quem o assinou ...

De Anónimo a 13.02.2025 às 10:48

OBRIGADA MARÇAL! ÉS O MAIOR

De Anónimo a 13.02.2025 às 09:44

Bom dia.
Há algum número definitivo conhecido dos colegas a transitarem para o IRN?
Muito se tem falado dos que estão a entrar.
Alguns estão a desistir, outros com o tempo vão acabar por perceber onde se meteram e vão seguir o mesmo caminho.
Gostava de mencionar, os outros, os que estão a sair.
As centenas de Colegas que estão a sair ao fim de 36, 40 ou mais anos de serviço.
Muitos deles nem um telefonema, nem um abraço, nem um obrigado.
Ao fim de uma vida enfiados nos Tribunais, a alguns ainda andam a chatear no penúltimo ou último dia, com merdas sem interesse nenhum.
É uma desconsideração do tamanho do mundo e a não serem algumas iniciativas de alguns Colegas, é uma coisa triste de se ver.
Mostra bem o mundo cão que são os Tribunais.
E é a estes Funcionários, Oficiais de Justiça, que a tutela pede sempre mais um esforço, mais uma hora, mais qualquer coisa...
Realmente, não merecem a ponta de um corno.
A consideração que tem por nós, deve ser a consideração que temos por este serviço.
Tenho visto, nos últimos tempos, algumas situações que não imaginava ver.
Pura e simplesmente acabou a paciência.
Se os processos são urgentes, se são prioritários, etc, etc, ninguém quer saber.
Os que ganham bem, muito bem, que se preocupem.
Penso que estamos a chegar ao fim de um paradigma relativo à nossa profissão.
Aquela ideia que trabalhar num Tribunal era uma coisa especial, acabou.
Trataram-nos tão mal, durante tantos anos que se o edifício ruir já nos passa ao lado.
Acho que finalmente quebramos.
Andamos a lutar por alguma valorização profissional e salarial mas bem lá no fundo já nos sentimos há muito tempo uma espécie de funcionários de segunda ou terceira.
Mal pagos, mal tratados, desconsiderados.
É óbvio, que os novos não vão resolver nada, é natural não vêm um boi disto, faz parte.
E os que já cá estão, bem esses já só pensam em ir embora.
Portanto, é uma casa a arder e alguém que apague o incêndio.
Nós, Oficiais de Justiça, já fomos.
Não contem connosco para nada.
Ou se quiserem contar, paguem.
Mas paguem bem.
Caso contrário, vão -se todos f.....
É isto.
É este o espírito que vejo à minha volta.
Abraço.
FF

De Anónimo a 13.02.2025 às 09:58

O espirito é de fugir do mal trato.


aqui é sempre a levar  ponta pés 


De rei dos mercedes a 13.02.2025 às 13:21

subscrevo...

De Anónimo a 13.02.2025 às 13:26

Subscrevo totalmente.

De Anónimo a 13.02.2025 às 16:09

Em vez de tararem dos problemas mais facilmente se abrem concursos para tapar buracos até chegar ao dia em que deixe de haver candidatos.

De Anónimo a 13.02.2025 às 22:24

Subscrevo integralmente colega.
👍 👏



De Anónimo a 13.02.2025 às 09:53



é uma atitude que diz muito e diz tudo`


Mais uma Ministra que despreza os OJ´s


Não me merece consideração.
Pode ir embora já. 
Ontem já era tarde.
Gente que não te humildade, para mim não presta.
Continua a ditadura.
Gente que pensa que os funcionários com a lei do chicote rendem mais, não sabe nada de recursos humanos.


Longe com essa gente!









De Anónimo a 13.02.2025 às 10:04

Este colega das 9.44 retratou bem o estado de espirito que vai nos tribunais. Já ninguém tem orgulho na profissão. Quando entrei sentia que estava a entrar para fazer parte de um grupo distinto para uma profissão ambicionada. Eu entrei vindo de outro ministerio, agora vejo o movimento de pessoal em sentido contrario.
Como isto mudou.

De Escrivão Auxiliar que já devia ser Adjunto a 13.02.2025 às 10:15

Bom dia estimados colegas!


Independentemente da categoria ou cargo, se é magro alto, baixo, etc...
Independentemente de tudo cada um de nós somos únicos e cada um de nós primeiro como seres humanos que somos merecemos ser bem tratados e considerados.


Ao ler diversos comentários que infelizmente espelham a realidade dos tribunais e aí è o cerne da questão, senão respeitamos os nossos pares e nós próprios, como havemos de ser respeitados por os de fora?


O assédio moral, a graxa e ás vezes a bajulação são práticas infelizmente, nos levaram a aonde nós estamos, o incutir o medo da excessiva hierarquização que querem impor foi um veneno nefasto que imperou nos tribunais portugueses, segundo alguns relatos.


Mas isto em pleno seculo XXI vai ter que mudar nem que seja a própria sociedade em si a impor, como o que acontece com os jovens atuais que não se sujeitam a aturar estas más práticas, bem como querem uma valorização salarial que tarda em ser dada a todos os Oficias de Justiça portugueses. 

De Anónimo a 13.02.2025 às 10:38

Real, mas  governantes não querem ver obvio.


A pagar  quase o ordenado minimo, e levar pontapés, quando podem trabalhar num hiper e ganhar o mesmo.


Acordem.
isto bate no fundo mesmo.

De Escrivão Auxiliar que já devia ser Adjunto a 13.02.2025 às 16:15

Valorização salarial terá que acontecer....
Senão vai será complicado pacificar este setor...
Acreditem pelo que vejo as pessoas estão num ponto de saturação e vão lutar pela sua justiça para quem nela trabalha.

De Anónimo a 13.02.2025 às 16:25

Concordo a 100%. Está tudo em expectativa e a conceder a boa fé. Mas se se frustrar o acordo ou se a revalorização salarial não for a desejada, vai haver muita greve, muito cumprimento estrito de horário e dos "mínimos olímpicos". Nem o "monumental" investimento em tecnologia vai permitir a recuperação de atrasos provocados por o que escrevi supra.

De Anónimo a 13.02.2025 às 10:49

Valorização salarial é urgente. Em cinco anos o preço das coisas duplicou. Falo essencialmente das rendas de casa de quem tem que as pagar e principalmente da alimentação.  Tanto em compras de supermercado como ir lanchar a um café ou ir almocar. Tudo custa o dobro e nos ultimos cinco anos o aumento de salario foi minimo quase nulo e nem sequer acompanhou de perto a inflação. 
Esta situação está a ficar insustentável perante o poder de compra perdido. Os governantes sabem disso e tentam disfarcar a situação com propaganda mas vai chegar a um ponto que isto vai dar em revolta. 300 euros já seria o minimo aceitavel e deve ser a prioridade nas negociações.  O estatuto é importante mas tem de ser avompanhado pelo reforço da carteira. 
Gostava que sindicatos e tutela parassem de andar a desconversar e empatar porque as pessoas sabem fazer contas e conhecem a realidade do dia a dia.

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