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Oficial de Justiça

Bem-vindo/a ao DIÁRIO DIGITAL DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DE PORTUGAL - Esta é uma página informativa independente com 6 anos de publicações diárias especialmente dirigidas aos Oficiais de Justiça



oficialdejustica.blogs.sapo.pt
As publicações desta página podem ser encontradas diariamente em diversas plataformas:
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Sábado, 12.10.19

É hoje o dia do 6º aniversário desta página

      Seis anos completos de publicações diárias dirigidas aos Oficiais de Justiça.

      Uma voz diária que rompeu com o silêncio e com as barreiras existentes.

      Mais de 2000 artigos publicados ao longo destes anos, todos os dias, sejam dias úteis ou não, sejam férias ou não; Não há mais nada assim dirigido a esta classe profissional.

      São seis anos inteiros de atividade diária neste projeto informativo divergente que diariamente teima em aportar algo novo aos Oficiais de Justiça, designadamente, informação e conhecimento mas, antes de mais, espírito crítico, isto é, ao fim e ao cabo, nada mais e nada menos do que acrescentar liberdade.

      Nestes seis anos, este projeto informativo foi sempre crescendo, sempre acrescentando novas ofertas informativas e outros tantos aspetos novos, resultando hoje num local de passagem “obrigatária” de todos aqueles que se interessam pela carreira e ainda outros que, embora não sendo Oficiais de Justiça, se interessam pelos assuntos diversos que aqui se vão abordando todos os dias.

      Milhares de leitores diários visitam esta página, seja a ela acedendo diretamente, seja através das demais plataformas onde pode ser seguida, como no Facebook, no Twitter, no Redit, no Blogs Portugal, no WhatsApp, ou ainda pela simples leitura do artigo diário na sua própria caixa de correio eletrónica (e-mail), pela subscrição diária que ali sempre é distribuída.

      São, pois, 7 as plataformas diferentes através das quais pode seguir as publicações diárias desta iniciativa informativa.

            1- Sapo
            2- Facebook
            3- Twitter
            4- Blogs Portugal
            5- Reddit
            6- WhatsApp
            7- Assinantes por "e-mail"

      Esta é uma iniciativa simples, com uma página simples mas que se tornou, ao longo destes seis anos, num projeto incontornável de grande dimensão e de grande responsabilidade. Esta responsabilidade mantém, no entanto, sempre presente, um fator imprescindível que norteia todas as publicações: o espicaçar das consciências, o despertar de um espírito crítico entorpecido, enfim, um importante exercício de liberdade que, como tal, também é incómodo e incomoda de facto; o que é uma mais-valia.

      A informação é uma arma poderosa mas a informação simples, sem espírito crítico associado, é um nada que pulula na Internet, partilhado vezes sem conta, algo passageiro e sujeito ao esquecimento, por isso, aqui não se reproduzem ou partilham notícias como todos estão habituados a fazer e a ler, por exemplo, no Facebook. Aqui faz-se a notícia ou a informação. Cada artigo publicado não se limita, por regra, a informar apenas sobre determinado facto mas obriga-se a acrescentar sempre algo mais, obriga-se a aportar mais informação e a levantar mais questões.

      A leitura de um artigo até a fim não pode deixar o leitor tranquilo e passivo mas inquieto e ativo. Este é o propósito e neste sentido se vem espicaçando cada leitor, demonstrando que é possível fazer mais e melhor e que os factos podem ser vistos desde diversas perspetivas e, através desses diferentes olhares, é possível até radiografá-los, vendo-lhes claramente as entranhas e a sua composição visceral.

Seis-1.jpg

      Sempre especialmente focados nos interesses gerais e particulares dos Oficiais de Justiça, os leitores desta página sabem que aqui encontram toda a informação relevante que se possa relacionar com a profissão, informação essa que é disponibilizada de forma independente e crítica, assumindo posições críticas sobre determinadas ações ou omissões, facto que, ao longo destes seis anos, tem angariado interesse e amigos mas também ódios e inimigos e mesmo a instauração de processos disciplinares pelo COJ, sempre iniciados pelo atual e ainda diretor-geral da Administração da Justiça, como os três ainda pendentes, instaurados ao criador da página, a par de outras penalizações-retaliações, tendo apenas por base diversos escritos selecionados publicados nesta página.

      Apesar das controvérsias e das pressões, os números de leitores e de descidas de ficheiros crescem de forma esmagadora, ultrapassando mesmo o número de Oficiais de Justiça existentes o que se compreende também pelas mensagens de retorno recebidas de pessoas de outras profissões, especialmente do mundo judiciário.

      As ligações permanentes a sítios, a documentos, a legislação, etc., que aqui se disponibilizam na coluna da direita, são já cerca de 500. Os comentários aos artigos publicados, as mensagens instantâneas enviadas desde a página e as comunicações por “e-mail”, atingiram já números estapafúrdios, provocando até pontuais atrasos nas respostas.

      Dia a dia os leitores não só cresceram como se mantiveram fiéis, firmes, interessados e cada vez mais participativos, bem como, também mais críticos, tendo passado a ver algumas notícias e informações sob outras perspetivas, perspetivas que se mostram quase sempre arredadas dos mass media e dos órgãos e entidades representativas dos Oficiais de Justiça.

FixadorMetalico.jpg

      O resultados deste percurso permitem afirmar que esta iniciativa alcançou resultados simplesmente extraordinários que permitem dar ânimo à continuação deste projeto informativo independente mas também contundente, sempre que se tratar de defender a visão e os interesses dos Oficiais de Justiça Portugueses, o que tem motivado alguma natural discordância e críticas diversas quando se discorda, ora das administrações da justiça, ora dos próprios sindicatos da classe, tomando-se aqui muitas e frequentes posturas críticas e de defesa dos interesses da classe que não são vistas nem tidas pelos organismos que assim deveriam sempre proceder.

      Estas posturas têm colidido com alguma imobilidade que, de tão habitual, se considerava já normal, pelo que a surpresa das críticas negativas efetuadas a esta página se baseiam apenas numa certa falta de compreensão da liberdade de expressão que hoje já deveria estar bem entranhada, aceitando-se a multiplicidade de opiniões e vozes como uma mais-valia e não como algo negativo, como ainda alguns concebem.

Seis-2.jpg

      Recordemos o artigo 37º da Constituição da República Portuguesa que versa sobre a liberdade de expressão e informação:

      nº. 1 – “Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações.”

      nº. 2 – “O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura.”

      Estes mesmos direitos essenciais constam também na Declaração Universal dos Direitos do Homem, onde, no seu artigo 19º, se estabelece que “Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e ideias por qualquer meio de expressão.”

      É este o propósito, é esta a intenção, independentemente de desagradar a alguns.

MaoSeisDedos.jpg

      Esta iniciativa informativa é única no espectro das várias iniciativas existentes vocacionadas para os Oficiais de Justiça, quase todas concentradas em páginas ou grupos fechados e de acesso condicionado no Facebook a que nem todos os Oficiais de Justiça acedem e até, mesmo quando acedem, depois acabam afastados por não agradarem aos administradores desses grupos que classificam alguns como “personas non gratas”, e que são Oficiais de Justiça.

      Assim, há aqui uma voz amplificada e aberta a todos; há aqui uma partilha de informação e de conhecimento aberto a todos; há aqui uma vantagem que pode e deve ser usada em benefício de todos. Aproveitemo-la e usemo-la ao máximo.

      Seis anos é ainda pouco tempo?

      Sim, é um quase nada, comparando com o tanto que falta ainda dizer e fazer.

      Obrigado a todos e parabéns a todos, uma vez que são precisamente todos os leitores que constituem o verdadeiro suporte e a perseverança deste projeto que, embora possa interessar a muitos, está especialmente dedicado a todos os Oficiais de Justiça de Portugal.

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por: GF
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às 08:02


20 comentários

De Durval Lopes a 12.10.2019 às 09:10

Muitos parabéns !

De Anónimo a 12.10.2019 às 11:53

Venham mais seis!

De Anónimo a 12.10.2019 às 12:48

Quem disse que isto era fácil?
É lamentável a perseguição.
Força!

De Anónimo a 13.10.2019 às 15:50

Mas que politologos nós somos.:)

De Anónimo a 13.10.2019 às 16:04

Na opinião de muita boa gente é urgentíssimo pôr ordem na casa da justiça. Nunca ninguém viu tanta confusão e desordem em certa casa da justiça por um motivo. Um único motivo.
Não, não é Secretário que está na base deste tremendo circo. No ministério ninguém atua? Estão a passar uma imagem bonita, não haja dúvida.
Somos contribuintes, queremos dentro da nossa casa JUSTIÇA. Justiça que não é salarial. É outra justiça bem mais grave que a reivindicação salarial.


De Anónimo a 13.10.2019 às 18:08

Reiteradamente este "comentador" fala de forma enigmática para nunca dizer nada de concreto. Será tão covarde que mesmo sob anonimato nada consegue revelar de concreto?

De Donzília Santos a 14.10.2019 às 17:23

Certo é que nada revela o anónimo de concreto.Se há factos concretos e que possa provar, porque nāo age? No mesmo local de trabalho só esta pessoa tem queixas ou há outras?
Se é só esta pessoa, é mau, algo se passa com ela própria e os outros é que nāo trabalham e tudo fazem mal.
Se há outros queixosos como o nosso anónimo resiliente então, "juntos somos mais fortes" e como tal não têm de aguentar.Vá de agir sem medos, porque o ambiente de trabalho nāo deve ser bom e isso prejudica a todos! Também a capa do anonimato nāo deve servir para denegrir pessoas/serviços, sem possibilidade do contraditório.

De Anónimo a 14.10.2019 às 22:08


"nem tudo o que luz é oiro". Sabe onde se encontra a sujeito nesta frase? Tente encontrar a predicada, depois de encontrar a sujeita.
acha que pedir a quem nos dá trabalho que seja exigente com as obrigações de cada um de nós é pedir muito?
Fique o dia todo a olhar para um PC a consumir energia e vai ver o seu destino no modelo empresarial.
boa noite!

De Anónimo a 14.10.2019 às 22:21

Em tempo**
Acrescenta-se que os serviços não ficam nunca prejudicados e/ ou denegridos. Felizmente que a nossa classe integra trabalhadores conscientes que mesmo a muito custo não se importam de fazer o seu serviço e o que funcionalmente caberia ao outro.

De Anónimo a 16.10.2019 às 23:03

Algum fumo inalado que provoca síndrome da perseguição! A constante denúncia com autoria incógnita, com objeto não identificado, destina-se a todos e a nenhum. Ou seja, mais valia estar a contar gambozinos!

De Donzília Santos a 17.10.2019 às 16:33

Concordo.Nem tudo o que luz é oiro e nesse local de trabalho, com o tal síndroma da perseguição antes falado, a luz deve ser pouca: só dá para ver (e falar) de alguém de quem, além do mais, não gosta.
Temos de exigir que se trabalhe é certo, entāo não faz nada? Alguém só ao computador, nada faz e v. o que faz, olha?
Exponha a situação e prove com factos.Tudo o resto sāo desabafos.Há pessoas assim, sempre a criticar os outros e depois vai-se a ver e ...também sobre essas muito havia a dizer....

De Anónimo a 17.10.2019 às 21:55

Boa Donzília:
Apreciei o seu cumentário.
Abraço daqui.

De Anónimo a 17.10.2019 às 21:56

**era documentário**

De Anónimo a 17.10.2019 às 22:22

**era comunário**

De Anónimo a 17.10.2019 às 22:23

Porra pá, **era comentário**

De Anónimo a 17.10.2019 às 23:31

Os computadores fazem tudo com a ajuda daquele periférico com um nome muito feio, o "rato".
Pirâmide sólida, pirâmide sólida no topo, precisa-se. A base continuará sólida e com horizontes, agora e sempre, para que o mundo não deixe de ser perfeito.

De Anónimo a 19.10.2019 às 09:39

Ai fumaste fumaste!

De Anónimo a 08.11.2019 às 18:23

“ao longo destes seis anos, tem angariado interesse e amigos mas também ódios e inimigos e mesmo a instauração de processos disciplinares pelo COJ, sempre iniciados pelo atual e ainda diretor-geral da Administração da Justiça, como os três ainda pendentes, instaurados ao criador da página, a par de outras penalizações-retaliações, tendo apenas por base diversos escritos selecionados publicados nesta página.”

Sabe-se que uns incertos membros de determinada associação de classe profissional, fizeram queixinhas, de teor compaginável com a supracitada afirmação, a um titular dum órgão de soberania, numa determinada reunião sobre questões respeitantes a essa mesma classe .

E, sabe-se que o criador da página tem identidade anónima.

Mas, duvida-se que possam existir processos disciplinares contra sujeitos não identificados, ainda que aqueles corram seus termos numa entidade da qual fazem parte certos membros da referida associação de classe.

Então, como pode um anónimo dizer que ainda tem pendentes 3 processos disciplinares contra si?

Só se deixou de ser anónimo e a sua identidade for conhecida dos instrutores de tais processos.

Embora certo presidente e o seu vice sejam membros da judicatura, pertencem a um órgão administrativo colegial e não a um tribunal colectivo … ou de júrí.

E, muito menos tal presidente ou o seu vice estão equiparados a JIC…

Então, como foi desvendada a identidade do visado criador da página?

Afinal, que meios foram empregues para obter tal informação?

De oficialdejustica a 08.11.2019 às 18:36

Há informações que não devem ser aqui divulgadas.

De Anónimo a 08.11.2019 às 18:52


Entendido
Abraço solidário

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