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Oficial de Justiça

Bem-vindo/a ao DIÁRIO DIGITAL DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DE PORTUGAL publicação periódica independente com 13 ANOS de publicações DIÁRIAS especialmente dirigidas aos Oficiais de Justiça



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Segunda-feira, 30.12.24

Escolher ou renunciar à ADSE?

      Dentro de, aproximadamente, 15 dias, 570 novos Oficiais de Justiça iniciarão funções um pouco por todo o país. É um acontecimento relevante na carreira, não só porque há muito que não se via um concurso com número tão elevado de lugares, mas relevante também porque permitiu que muitos Oficiais de Justiça deslocados, alguns até há bastantes anos, conseguissem agora ser substituídos pelos novos e aproximarem-se, finalmente, das áreas dos seus domicílios de origem.

      No meio do turbilhão de disparates diários que entopem as redes sociais, especialmente pelas considerações dos pró e dos contra, a este ou àquele aspeto que julgam mais adequado à revisão estatutária, hoje vamos abordar informação que não é contestada e que poderá ajudar os novos ingressantes que estejam com alguma dúvida em relação ao subsistema de saúde da ADSE.

      Todos os ingressantes serão inscritos na ADSE, a entidade empregadora, representada pela DGAJ, tem de inscrever os 570 que iniciem funções e, para o efeito, todos preencherão um formulário próprio.

      Depois de oficializada a inscrição pode, querendo, apresentar o formulário de renúncia.

      Uma vez renunciada a inscrição não será possível mudar de ideias enquanto estiver com este mesmo vínculo, mas poderá vir a poder inscrever-se se deixar este vínculo e iniciar um novo, noutra atividade profissional.

      Ao contrário dos seguros de saúde, na ADSE não há limites de idades para aderir. Qualquer pessoa que inicie funções públicas pode inscrever-se na ADSE como beneficiário titular, independentemente da idade, do tipo de contrato ou da natureza do vínculo de trabalho.

      Também não há períodos de carência como nos seguros privados. Logo a partir da inscrição fica com acesso imediato a todos os benefícios, mesmo em caso de acidente, doença grave, hospitalização, parto, estomatologia ou assistência ambulatória (consultas e exames). E isto aplica-se mesmo que padeça de uma doença pré-existente ou doença crónica, sem que para isso tenha de a declarar previamente, tal como sucede nos seguros de saúde privados.

      Portanto, a ADSE é bastante inclusiva e acompanha o titular e os seus familiares que tenham direito à inscrição, durante toda a sua carreira profissional e mesmo após, na reforma.

      Por outro lado, também ao contrário dos seguros privados, o valor do desconto mensal é sempre o mesmo, sem depender de idades, situação profissional, número de familiares incluídos, e quaisquer exclusões próprias de muitos planos de saúde tradicionais.

      O valor é proporcional a cada ordenado. A taxa atual está nos 3,5% por cada vencimento ou subsídio anual, isto é, cada vez que recebe uma das 14 prestações anuais do seu vencimento, desconta 3,5% para a ADSE.

      Pode parecer muito, especialmente para quem é mais jovem, não padece de doenças e não prevê vir a usar os serviços da ADSE.

      Um Oficial de Justiça Provisório passará a descontar para a ADSE todos os meses mais de 30 euros e nos meses em que recebe o subsídio de férias ou o de Natal, descontará o dobro. Pode parecer muito, e de facto é, mas tendo em conta a liberdade e a facilidade de acesso a cuidados de saúde, talvez não seja assim tanto.

      Recentemente, a ADSE dizia isto:

      «Receber o diagnóstico de uma doença oncológica é um momento que pode transformar profundamente a vida de uma pessoa e de quem está ao seu redor. No entanto, os avanços da medicina trazem esperança: tratamentos mais eficazes, menos invasivos e personalizados estão disponíveis, aumentando as chances de cura e melhoria da qualidade de vida.

      Para que as despesas de saúde não sejam mais uma preocupação, saiba que a ADSE está ao lado dos beneficiários nesta fase tão desafiante, financiando a 100% todos os tratamentos de que necessitam para poderem enfrentar a doença com mais tranquilidade, confiança e otimismo.

      Juntos, fazemos desta batalha um caminho de esperança e vitória!»

      Tratamentos oncológicos pagos a 100% na rede privada convencionada é o mesmo que faz o SNS neste tipo de doença, o que é algo especialmente relevante, tanto mais quando esta doença vem afetando cada vez mais pessoas e em todas as idades.

      E estes cuidados de saúde podem ser prestados ao titular e aos seus familiares sem que a taxa dos 3,5% aumente e sem que eles tenham de pagar outra qualquer taxa, o que, desta forma, torna a taxa muito mais atrativa se englobar mais pessoas.

      Desde logo estão abrangidos os filhos do titular até à maioridade e depois enquanto estudarem. Já os cônjuges, ou unidos de factos, do beneficiário titular poderão inscrever-se na ADSE desde que não descontem para outro sistema de saúde e este é um impedimento que já há alguns anos se tenta remover, mesmo com a possibilidade de passar a haver um pagamento adicional, mas, de momento, o bloqueio mantém-se, apesar do desejo da maioria dos beneficiários que veem com bons olhos a possibilidade da existência dessa hipótese de escolha do alargamento a familiares.

      E já agora, um alerta para todos os beneficiários, a ADSE acaba de avisar para a necessidade de todos verificarem e atualizarem a sua morada de residência, uma vez que vai passar a enviar para cada um, para a sua morada e já não para o local de trabalho, como até aqui vinha sucedendo, os novos cartões, que já não serão em papel, mas num novo modelo mais resistente, feito em PVC, enviando tanto os dos beneficiários titulares como os dos beneficiários familiares.

ADSE-NovoCartao.jpg

por: GF
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às 08:01


50 comentários

De Anónimo a 30.12.2024 às 08:07


Estamos praticamente no final do ano e parece-me que seria importante recordar a mensagem que nos foi enviada por e-mail, já no cada vez mais longínquo dia 05/07/2024, pela Sra. Ministra da Justiça.


Palavras ou expressões como "diálogo sereno", "revisão do Estatuto", "valorização", "motivação" ou "respeito" aparecem entre poucas linhas que nos foram dirigidas, mas...a dura realidade mostra-nos que o logro não tem fim à vista.


Se a mesma acaso vier aqui ao blog ler o que se tem passado (ou alguém da sua Equipa Ministerial), então que se reflicta bem no que foi transmitido e aquilo que se está a passar!




"
Senhor(a) Oficial de Justiça,
Este acordo permitiu trazer paz social a esta classe e pôr fim a um longo período de greves, com os impactos negativos para cidadãos, empresas, tribunais e para os próprios profissionais.
Temos agora condições para tratar de questões estruturais, em diálogo sereno, com os representantes sindicais. É disto que nos vamos ocupar nos próximos meses.
A 2 de julho reunimos com o Sindicato dos Funcionários Judiciais e com o Sindicato dos Oficiais de Justiça, para estabelecer um método de trabalho e para os auscultar sobre as questões que consideram relevantes no processo de revisão do Estatuto dos Oficiais de Justiça.
Queremos que quem trabalha na Justiça se sinta valorizado, motivado e respeitado.
Conto com o seu empenho e com o seu contributo para que possamos servir melhor os nossos concidadãos.
Aceite a gratidão e os cumprimentos da
RITA ALARCÃO JÚDICE
Ministra da Justiça"

De Anónimo a 30.12.2024 às 09:40

Bom dia Colega,
Como cantarolava a saudosa Beatriz Costa:
«Pr'a melhor está bem, está, bem. Pr'a pior já basta, assim! (....) Dizes que gostas de mim, O teu gosto é só engano (...)»
Para quem já por cá anda há mais de um século deveria saber que os ditados dos antigos, daqueles que nos precederam, são um verdadeiro ensinamento.
Não nos deixemos iludir. Somos contemporâneos de pessoas sem visão, sem sentido de Estado, que tudo fazem para se agarrarem ao poder e pouco se importam se o que fazem ou deixam de fazer afeta mais ou menos os outros, preocupam-se com o seu "status quo" e convivem muito bem com isso, sem remorsos ou peso na consciência - enquanto uns estraboucham e se indignam outros aprontam-se para se sentarem no sofá a beber um bom espumante nesta passagem de ano aquecidos por um braseiro onde são queimadas todas as nossas esperanças e expetativas.
Alguns estarão por estes dias a preparar a passagem do ano num ponto deste país com mordomias e serventias que muitos poucos conseguem almejar.
Não há qualquer hipótese disto mudar, pois que esta equipa Ministerial não tem ideia nem faz ideia do que é a função do Oficial de Justiça - pura e simplesmente não a compreende - e por isso, deita-se, como outros antes de si se deitaram, a propor uma aberração.
Com efeito, como é que pode ser levada como credível e séria uma proposta que deveria ser a preparação da resposta para as novas demandas dos tribunais, na sequência do "digital" e dos algoritmos e da AI e sobre esse eixo de transformação não se sabe de nada - e o nada é uma existência, é o vazio onde os corpos tendem a ser lentos no movimento e precisam de um impulso pois que no nada nem as forças gravitacionais existem e não é com a força da mente que os corpos se animam.
Se não sabem ou percebem o que andam a fazer, por favor, coloquem o lugar à disposição!



De Anónimo a 30.12.2024 às 10:14

Citação: "Temos agora condições para tratar de questões estruturais, em diálogo sereno, com os representantes sindicais. É disto que nos vamos ocupar nos próximos meses."
Não se terá enganado? Quando falou em meses não se quereria referir a anos? É que por este nadar somente em 2026, ano este em que o PS queria fazer a reforma/revisão da carreira - sim, no plano do PS do Costa a revisão da carreira era para acontecer no último ano do seu mandato, primeiro estava, por exemplo, a carreira da DGRSP, e antes desta esteve a do SIS e da PJ com atualização e ajustamento nos subsídios, dos militares, professores e polícias. 
Hoje mesmo ouvi que os médicos querem uma atualização salarial na ordem dos 15%, o Governo propõe 5% , sendo que referem uma aproximação - provavelmente ficará pelos 7,5%.
Os pacóvios cá do sítio continuam com a ideia de que ninguém fica para trás quando, precisamente, estamos a ficar todos para trás!
Quando mais tempo nos atrasarmos na negociação das nossas reivindicações menos se conseguirá na mesa das negociações!
De facto, como conseguir um bom resultado se os cofres já estiverem enxutos por força da cedência à reivindicação das outras carreiras.
Com otários a liderarem as negociações - que permanecem serenos pois que o momento de conturbação lhes serve os propósitos pessoais - nada se conseguirá, nem sequer a título póstumo de alguns de nós.
Se é para dividir a carreira - e isso é um ponto assente - então que o façam e comecem a discutir os seus termos, como compensar quem fica coartado nas suas expetativas, como definir a transição de regimes e, acima de tudo, pensar os novos quadros de pessoas nas secretarias, as suas chefias e em que termos são conduzidas as pessoas nos seus cargos.
Com isto, necessário e urgente se torna a revisão da carreira remuneratória, que deverá continuar a acontecer, de forma automática, de 3 em 3 anos ou de 5 em 5 anos, em função dos níveis que venham a  contemplados na nova tabela.
É urgente que haja alguém com sapiência, com sabedoria e visão de futuro, que não seja um entrave à mudança mas antes um verdadeiro visionário de um novo paradigma para a carreira.
Não seria preciso muito para descobrir uma ideia para arrumar a casa, pegue-se, por exemplo, no modelo Espanhol e ajustem-no.
Em Espanha existem: Secretários Judiciais - a quem cabem responsabilidades de organização e determinados atos judiciais (correspondem às funções dos nossos Secretários e Administradores, recrutados de entre licenciados e aprovados em curso próprio); Gestores Processuais - a quem cabem iguais funções e de auxílio/assessoria ao magistrado (correspondem às funções dos nossos Escrivães de Direito e Técnicos Principais mas recrutados, apenas, de entre licenciados); Gestores de Trâmites - a quem cabe a função de assegurar a regularidade da tramitação processual (correspondem às funções dos nossos Adjuntos mas com mais autonomia para certos atos e, por isso, mais responsabilidades) e Assistentes Judiciais - que asseguram o tratamento informático da informação (correspondem às funções dos auxiliares em início de carreira - pois que muitos deles exercem funções de adjuntos).
Esta ideia, importada do país vizinho, seria uma base de partida para se chegar, ao fim e ao cabo, à ideia que melhor se adapta, prepare e sirva, as demandas futuras dos tribunais.
Para se operar a transição deveria ser efetuado um levantamento sério sobre as capacidades e preparação dos atuais quadros de funcionários e, com isso, estabelecer-se um desenho inicial e programada a sua implementação (da transição).
Não me parece que haja essa visão.
O motivo é apenas porque a nossa classe profundamente envelhecida não acompanhou o evoluir dos tempos.
Em 2001 a PJ passou a contemplar ingressos de inspetores apenas de licenciados, existindo outras carreiras paralelas (falo dos técnicos especialistas, dos operacionais, etc.), na AT aconteceu a mesma coisa e no IRN/Conservatórias também, com um desfasamento de mais de quinze anos.
Sobramos nós que, tal como um burro no meio da ponte, não sabemos o que queremos para a vida!

De Anónimo a 30.12.2024 às 10:18

Pois é sobramos nós - os morcões que teimam em equiparar-se todos, como se todos fossem igualmente capazes ou a todos fosse possível, de um só salto, transformarem-se em funcionários de topo quando sabemos que não é assim - com efeito mesmo com o atual estatuto, bem sabemos que muitos de nós nunca conseguiríamos alcançar esse topo, o da carreira - mas essencial se torna  que a todos seja dada a possibilidade de o alcançarem. Como isso deve ser feito é a questão de maior importância - eu entendo que deve ser dada a oportunidade a todos, mediante provas de acesso, desde que com determinados requisitos (notação de mérito e antiguidade), devendo ser automática para quem tem licenciatura com notação de mérito e conta com, pelo menos, sete anos em efetividade nas funções (os demais, ou seja, licenciados sem notação de mérito ou com menos tempo de serviço) devem se propor à mesma prova em igualdade de condições com todos os outros (não licenciados).
  

De Anónimo a 30.12.2024 às 13:07

eu vejo muita treta 


só não vejo pré-candidatos à chefia da direção do sindicato a manifestarem-se  para tal posição


há aqui alguns que vêm com bitaites, mas há espera de serem aglomerados em futuras listas


definam-se


publicitam a V. vontade


juntem-se


Rua Marçal

De Anónimo a 30.12.2024 às 13:10

Será que era isto, há meio século atrás, que estava no meu contrato em letrinhas pequenininhas e eu não cheguei a ler?

De Anónimo a 30.12.2024 às 13:42

Era mesmo isso mas estava escrito com letras bem gordas!
Eu explico, como se V. Exa fosse muito burro, coisa que não é de certeza:
- estava escrito que um oficial de justiça, licenciado e com , pelo menos, 7 anos de serviço e notação de mérito, poderia ascender ao topo da carreira - de secretário -  mas não estava escrito que um auxiliar ou adjunto o pudesse fazer - certo!
- também estava escrito que um adjunto com notação de mérito poderia ascender a escrivão de direito ou a tec. principal - mas não estava escrito que o pudesse fazer a secretário nem que um auxiliar o pudesse fazer certo!
- também estava escrito, porque havia lei (em sentido amplo) a determiná-lo, quais os lugares previstos em cada comarca (na anterior estrutura judiciária) e as expetativas poderiam ser geridas em função das oscilação desses lugares certo!
Agora, depois disto tudo, perceba que agora tudo aquilo que estava escrito (e ainda está) morreu ou esmoreceu, predominando o regime de substituição, os quadros de chefia foram diminuindo (na nova estrutura judiciária) e não há promoções a escrivães ou principais nem a secretários - antes havia decorrido um hiato de quase dez anos (entre 2006/7 e 2015/6) e esse meso hiato está quase exaurido desde o último movimento que teve os contornos bem conhecidos - com ações em tribunais que nunca mais vão ser resolvidas.
Resumindo: não é nem era garantido a todos ( até porque muitos entraram quase na casa dos 50 anos de idade vindos de outros serviços) que, atendendo ao percurso temporal da carreira (de pelo menos 40 anos, quando antes era de 36), conseguissem alcançar o topo, ou até ficarem-se pelo intermédio - não era garantido mas era possível, pelo menos para a maioria de nós e hoje será que isso é ou vai ser possível ?
A resposta é óbvia. Não!

De Anónimo a 30.12.2024 às 16:04

Estava-me só a referir às progressões que não dependiam de licenciatura mas apenas de notação e cujo términus agora parecem querem branquear. 

De Anónimo a 30.12.2024 às 17:23

Percebeu Sr. MARESHAL

De Anónimo a 30.12.2024 às 08:09

Bom dia.
Notícias de hoje
AUMENTOS NA FUNÇÃO rondam os 250 euros brutos mensais em 2025.
Nós andamos entretidos a discutir os graus... 
Cambada de TANSOS.
Eu quero é um ORDENADO DECENTE 
Estou cagando para o grau. Ou melhor para o prestígio.
TROCO O MEU PRESTÍGIO POR UM ORDENADO DECENTE 

De Anónimo a 30.12.2024 às 10:00

TOTALMENTE DE ACORDO!

De Anónimo a 30.12.2024 às 11:14

Curioso a forma como nos tratamos!
Pelas palavras do colega de profissão, seremos TODOS TOTOS, inclusivé você.
Estamos tão ocupados com o que os outros (nas diversas áreas da Função Pública) querem, conseguiram, tiveram ou fizeram, que nem conseguimos nos Unir, nos estruturar e acima de tudo, Caminhar JUNTOS, FOCADOS.
NÃO...o que fazemos, é ofendermos uns aos outros, e o mais grave é nos excluirmos (como se fossemos superiores) que os demais da mesma carreira.

Caso não tenhamos consciência, estamos todos os Oficiais de Justiça, no mesmo Barco/Avião (dêem o nome que queiram), se dividirmos o Barco, o mais certo, será ambos naufragarem.....e se formos um pouco mais Honestos....de todos os OJ que mais poderão sofrer com a inJustiça, da divisão das carreiras, são os que entraram há mais de 15 anos...pois somos os que mais perderam (regalias, direitos, poder de compra, condicionamentos e até exigências na carreira) e a bom rigor, são os que estão mais próximos da reforma (uns 10 anos).....parece muito, mas até passará rápido (se chegarmos vivos :D )

Sejamos MAIS HUMANOS, MAIS COLEGAS, MAIS INTELIGENTES!

Os Governos, só se interessam pelo seu umbigo......e na realidade, os Oficiais de Justiça, são o alvo das suas frustações...pois não têm poder, de o que fazem connosco, fazerem com os Magistrados.

De Anónimo a 30.12.2024 às 13:04

Concluindo..., mais dinheiro isso é que importa ao fim do mês, para pagar as contas.

De Anónimo a 30.12.2024 às 12:04

Ainda agora li que no caso dos médicos o aumento será, para boa parte dos casos, de 10%!!!


Mas a negociação continua.
Pode vir a ser superior...




https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/ministerio-e-sindicato-independente-dos_6772858b847d6634c71e8e94




Porém, recordo que em final de 2023 já tinham existido concessões, com aumentos que se verificaram logo a partir de Janeiro/2024:


Nova tabela remuneratória aplicada a partir do mês de janeiro de 2024.


1. Diploma que consagra a alteração das estruturas remuneratórias aplicáveis aos médicos foi promulgado esta quinta-feira pelo Presidente da República.
2. Nova tabela remuneratória será aplicada já a partir do mês de janeiro, com aumentos de 14,6% para os médicos em início de carreira, de 12,9% para os assistentes graduados e de 10,9% para os assistentes graduados sénior.




E não é a única carteira que reinvindica, mesmo tendo recebido atenção no que toca ao salário e condições dos trabalhadores/funcionários/profissionais.




SÓ DESTA CARREIRA DE M€RD@ (o autor do Blog que me perdoe, p.f.) 😔 É QUE NINGUÉM QUER SABER....nem que passem anos!!!

De Anónimo a 30.12.2024 às 20:12

O mais importante é o prestígio para pois vamos ter poder...


E com poder um dia conseguimos o k kisermos...

De Anónimo a 30.12.2024 às 10:23

Já se esqueceram o tinhamos antes da ADSE e do seu âmbito cobertura, o que também incluia toda a nossa familia, designadamente cônjuges e filhos ...
Diversas carreiras viram essa regalia reposta (Militares, GNR. Policias,...).
Totos

De Silva a 30.12.2024 às 11:39

Viva o Mareshal!
Para algumas pessoas o ressabiamento, pelas injustiças ou pela amargura da vida, leva-os a ter uma determinada atitude, por vezes mais agressiva, outros apoucam-se, amedrontam-se, encolhem-se e enfiam-se em sítios não pequeninos para assim ninguém os ver. Outros há, que não precisam de buraco ou lugar onde se enfiarem para lhe perceberem a falta de fibra e de atitude na altura própria. 
É o que eu, pessoalmente, entendo sobre a postura sindical (de ambos os sindicatos), caracterizada por muita falta de fibra, mas também, de conhecimento sobre aquilo que fazem. 
Bem sei que, o que tem sido feito, é deliberado, pois percebem que não podem tomar parte no diferendo sobre o nosso futuro, uma vez que muitos de nós querem apenas mais xelim - e eu também o quero - mas não querem que se mude nada e isso é um paradoxo só compreensível e entendível pela velhice dos colegas.
Estamos agarrados a uma ideia e não a queremos deixar fugi porque temos medo do desconhecido.
E a tutela, as equipas Ministerial e da DGAJ, não ajudam em nada, pois que elas próprias não têm ideia nenhuma para o futuro dos tribunais - será que alguém já pensou como vai ser o futuro no judiciário nos próximos dez ou quinze anos?
As profissões jurídicas vão levar um rombo com o desenvolvimento da AI, mas não é só neste âmbito, do jurídico, também na saúde a coisa vai mudar bastante.
O tratamento dos dados, no incremento e impulsionamento do digital, é vital e daí que a assunção dessa importância se dê também na divisão de tarefas, numa carreira ou categoria inserta numa carreira que o assegure com fiabilidade.
Por outro lado, as novas realizadas conexionadas com o digital levam-nos para um outro patamar de exigência de conhecimento para nos habilitar a dar uma resposta cabal à procura de soluções num presente e futuro cada vez mais vertiginoso na evolução das coisas.
O mundo criminal, hoje mais que nunca, liga-se com o "virtual" e com o "digital" , os negócios e a preparação dos mesmos acontecem, por vezes, entre intervenientes situados em pontos distantes, com conexões com várias leis e sistemas jurídicos, e as vicissitudes com eles relacionadas, assim como os crimes praticados com a utilização dos sistemas que os permitem, são uma realidade muito mais complexa que a originada pelas "faturas falsas" na década de noventa, ou a falsificação dos "cheques, aval e livranças", na área comercial.
As plataformas e meios usados para o cometimento de fraudes e crimes são hoje muito mais sofisticados que o eram em tempos idos.
Por isso exige-se que a coadjuvação e assessoria dos magistrados seja assegurada por pessoas com competência, conhecimento na área ou, no mínimo, capacidade para os adquirir.
Enquanto isso não for percebido pela classe não haverá futuro para a mesma e o destino fatídico é a sua paulatina substituição nesse campo por Técnicos Superiores quedando-se por funções meramente administrativas ou auxiliares mais básicas.
Por isso NÃO DEFENDO A IDEIA DAQUELES NOSSOS COLEGAS QUE DIRIGIRAM A MISSIVA A AMBOS OS SINDICATOS.
Tenho quase 30 anos na carreira e tempo suficiente para perceber que não é assim nem pode ser assim compreendido o nosso futuro - a reboque de uns não podem ficar todos prejudicados, mas a reboque de poucos podemos sair todos beneficiados.

De Anónimo a 30.12.2024 às 11:43

Tanto escrito para concluir ser apenas mais um licenciado ressabiado.

De Silva a 30.12.2024 às 12:22

Sim sou ressabiado - e não é por ser licenciado, é por ser adjunto há mais de 15 anos e não perspetivar que possa vir a ser promovido  no futuro.
Apenas e só isso!

De Anónimo a 30.12.2024 às 11:15

Por mim pode ser Grau 1 e mais 300 euros e os doutores que trabalhem!! 

De Anónimo a 30.12.2024 às 11:45


1.º TABELA DE VENCIMENTO DIGNA PARA TODOS NÓS

2.º Não sejam mesquinhos e pensem em todos...

3.º GRAU 3 PARA TODOS OS OJ`s

De Silva a 30.12.2024 às 12:19

Concordo Grau !!! para todos ... - pelo menos para os que o queiram e possam ser! 
Quando entrei para os Tribunais havia uns quantos funcionários, que tinham sido oficiais de diligências e haviam optado por permanecer renunciando a promoções.
Já poucos se lembram o DL  450/78, 385/82 e 376/87 - onde se previa a existência de: "Escrivães de Direito" e os "Oficiais Judiciais".


Com efeito, o desenho do Estatuto dos Funcionários Judiciais (onde se incluem os Oficiais de Justiça) poderia partir de um esboço semelhante ao efetuado no DL 450/78, relativamente à organização dos serviços, diferenciando-se agora as funções já não apenas pelas tradicionais secções (Secção de Expediente e Contabilidade, e seções de processos que agora são apenas secções de processos e unidades centrais)  mas antes pela especificidade da matéria - por exemplo: DIAP's, Secções Cíveis, Secções Criminais; Trabalho, Execuções, Comércio e Fam. e Menores.
E depois do desenho das secretarias assim realizado, porque as realidades e necessidades são diferenciadas pela sua especialização, o que importa uma divisão de tarefas e uma boa organização, parte-se para o desenho das competências dos quadros necessários para encarar esta realidade - chefia ou coordenação, a superentender um corpo especializado de funcionários com aptidões de gestão do trâmite processual, e ainda um outro corpo de funcionários especializado nos atos administrativos e de assessoria ao magistrado na realização das diligências e gestão da agenda pessoal (do ponto de vista de registo áudio e vídeo) existindo, ainda, um outro corpo de funcionários numa unidade central especificamente vocacionado para o tratamento informático dos - de todos os - fluxos de informação (seja das plataformas de atendimento no balcão virtual, seja nas interações com os sujeitos processuais e demais intervenientes).
Cada núcleo seria provido com um secretário de justiça (no caso de ter pelo menos um Juízo Central)  e, pelo menos, um escrivão de direito (ou lá como se venha a chamar) por cada área ou, no mínimo por cada grupo de cinco (no máximo sete) funcionários a ser coordenado por um Escrivão Coordenador da Área de atuação - com funções diferentes das dos secretários de Justiça.
Na gestão e organização geral dos serviços estaria o Administrador Judiciário.
Eu atrever-me-ia a fazer aqui um esboço mas era trabalho perdido porque ninguém rigorosamente ninguém está interessado no assunto ou em resolver o problema mas apenas e só em gerir uma situação que não compreende e, porque nunca a estudou (do ponto de vista histórico e do ponto de vista cientifico) não sabe como a preparar para o futuro.

De Anónimo a 30.12.2024 às 16:47

"Quando entrei para os Tribunais havia uns quantos funcionários, que tinham sido oficiais de diligências e haviam optado por permanecer renunciando a promoções."


Esses oficiais de diligência passaram a adjuntos não podendo ascender mais na carreira!



De Silva a 30.12.2024 às 11:48

Por mim podem ser os mesmos 300 euros e todos a trabalhar, mas cada um naquilo que é capaz e sabe fazer para no final do dia, semana, mês ou ano prestar contas e se saber do que foi capaz e produziu e não se limitar a dizer que merece o mesmo que os outros só porque sim.
Por sinal há quem se contente com muito pouco apenas porque sabe que não tem capacidade para muito mais.
É preciso que haja expetativa de carreira, que haja a possibilidade de se alcançar algo mais e não nos bastarmos côdeas, pois que nessa altura a motivação será nenhuma - trabalhar para quê se recebemos o mesmo, faça-se muito ou pouco !
Isso não funciona e eu não sou ocioso, devemos todos ser empreendedores no que fazemos e para isso temos de ser bem pagos e tem que haver reconhecimento e expetativa de carreira senão é deixar escoar-se o tempo num "dolce fare niente", e lá seremos reconhecidos não pelo mérito, mas pela velhice, e isso não me motiva porque eu já a tenho (a velhice).

De Anónimo a 30.12.2024 às 13:05

Mais alguém aqui já recebeu o bolo rei do SOJ??

De Anónimo a 30.12.2024 às 14:43

Com tanta coisa importante o bolo Rei tem lugar reservado...

De Anónimo a 31.12.2024 às 14:49

Sim, desde Junho de 2024.
Se fosse da parte do SFJ,.apenas seriam mais 2,5% do suplemento e UMA GRANDE DIVISÃO DA CLASSE.

De Anónimo a 30.12.2024 às 13:15

Já ontem me classificaram como "energumeno", e por arrastamento, igual rótulo foi dado por este blogue à Ministra da Justiça e sua equipa, mas reafirmo: a lei em vigor que define os graus de complexidade das carreiras, não permite que todos os atuais OJs ingressem na carreira grau 3, sem licenciatura ou passar por um processo de creditação / equivalência.
Atendendo a que não existe qualquer interesse na existência de clivagens e conflitos entre todos os colegas, na falta de consenso quanto ao grau de complexidade, a MJ só tem que manter o grau 2 e assunto resolvido.
Que se altere o estatuto de modo a ficar coerente com as leis orgânicas em vigor, e quanto a valorização salarial, que se inicie a luta por melhores condições.
Contudo, atendendo ao recente aumento do salário de início de carreira, duvido que com grau 2 se consiga mais alguma coisa.
Só uma coisa é certa, o governo vai durar pelo menos até 2026 e estatuto vai haver.
Qual, depende da nossa inteligência.

De Anónimo a 30.12.2024 às 16:50



Há várias formas de conferir equivalência, assim haja vontade política!

De Anónimo a 30.12.2024 às 20:00

Grau 3 para licenciatura qual a parte que ainda não entendeu que auxiliares com licenciatura não estão contemplados...
Por tal não entendo nada do que diz...

De Anónimo a 30.12.2024 às 20:19

Com tanta sapiência junta merece mesmo fazer um teste acreditação.

De Anónimo a 31.12.2024 às 11:31

É apenas licenciatura em Direito...

De Anónimo a 30.12.2024 às 13:38


Sr. Articulista:
Uma vez que ninguém parece interessado em falar de Saúde/ADSE, vou tentar aproveitar esta janela de oportunidade.Estou a chegar aos 60 anos, com o novo estatuto quantos escalões ainda vou progredir até à idade da reforma? 2?
Aqui a minha prima tem 54 anos. E no caso dela? 4?

De Anónimo a 30.12.2024 às 13:51

Com o novo estatuto - o de prestes a ser aposentado - vai apenas progredir na idade da reforma pois que a ser implementado o SIADAP apenas terá mais um escalão/nível pela frente (a média, sem aceleradores, é a de 7/8 anos, sendo a média há todavia uns poucos que o conseguem em menos tempo - mas não será o seu caso a julgar pela pergunta).
Por isso é importante que, mesmo com novo estatuto se mantenha a forma de progressão nos escalões/níveis - i.é. ao cabo de 3 anos ou, no limite de 5 (como têm os guardas prisionais) essa progressão aconteça.


Como fazer acontecer isto - bem, isso cabe aos seres pensantes que os representam (Mareshal e Compª Ldª).

De Anónimo a 30.12.2024 às 16:16




Sr. Articulista, era só um suponhamos que a proposta do MJ era pacificamente aceite pelos 4000 lesados principais e pelos outros restantes que não estão a ver bem o filme.Então quer dizer que, para a minha prima, num mínimo de 12 anos era 1 escalão, e para mim bola.
Mas isso não representaria uma valorização, muito pelo contrário, seria uma perda total.
Coisa que só seria aceitável pelo prisma do prestígio, agora que os cofres do estado estão a começar a ficar enxutos, esta proposta do MJ revela-se uma iniciativa a prol do interesse público e da sustentabilidade ao invés da valorização duma carreira, pelo que acho que antes do presidente da república terminar funções deveria condecorar a carreira de oficial de justiça com uma ordem de mérito qualquer pelos serviços prestados a bem da nação, já que não é possível classificá-la toda de grau 3.
 

De oficialdejustica a 30.12.2024 às 14:07

.1. Não há nenhum novo estatuto, nem sequer um rascunho.
.2. A progressão nos escalões não se faz pela idade, mas pelo tempo de serviço.

De Anónimo a 30.12.2024 às 15:03

Juntos somos muito mais fortes

De Anónimo a 30.12.2024 às 15:33

"Nem sequer um rascunho"


A confirma-se tal possibilidade, depois de tantos meses de preparação e tempo mais do que longo para uma aturada decisão e caminho, diria que se estão mesmo a __c£@*r____ para nós!

De Anónimo a 30.12.2024 às 16:02

Amanhã é o último dia. Já se esqueceram!!!!
SFJ...
Amanhã vamos ter uma surpresa....

De Anónimo a 30.12.2024 às 16:43

Vocês são chatos que doi.
É que nem com o bolo rei enviado pelo Dr. se calam.

De Rei dos Mercedes a 30.12.2024 às 16:49

Para o anónimo das 13H15!! "Vem outra vez com o mesmo prato de arroz"!! Explique lá, como iluminado que é ou parece que é, como fizeram nas CRC`S !?

De Fazenda a 30.12.2024 às 18:49

Sabe que nas lojas do cidadão é atendido, na maioria, por assistentes técnico, certo!
Depois também sabe que o ditos Especialistas têm de ter licenciatura em Direito e 10 anos de serviço, certo!
Também deve desconfiar que por lá a média de idades é nem superior á dos tribunais, certo.ronda nesta altura os 59 anos. Donde a reforma havia foi fácil de implementar, até pelos seus vencimentos.
Não obstante veja os motivos da atual greve.

De Anónimo a 30.12.2024 às 16:59

Atenção que ainda hoje vai ser divulgada a nossa nova tabela salarial, a qual contempla os dois graus.


Disseram-me que era hoje.


Aguardemos pelas informações dos sindicatos.


💪👏🙌🙏

De Anónimo a 30.12.2024 às 17:25

É isso a Adse e o bolo rei está claro !

De Anónimo a 30.12.2024 às 18:10


Sindicatos: Não nos enganem, pois a carreira de Oficiais de Registo, passou à categoria de grau 3 sem cursos ou provas, e com uma NOVA TABELA DE REMUNERAÇÕES DIGNA !

De Anónimo a 30.12.2024 às 21:02

Parece que já há novidades sobre a tabela

De Anónimo a 30.12.2024 às 21:18

Não se importa de p.f. traduzir esse "parece que", de forma mais concreta?

De Anónimo a 30.12.2024 às 22:15

O ministério terá enviado aos sindicatos hoje ao final da tarde a proposta da nova tabela salarial.

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