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Oficial de Justiça

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Tendo em conta esta contrariedade e inevitabilidade, estamos já a verificar alternativas, não só para poder continuar este projeto, detendo uma outra página base, mas também para tentar salvar os milhares de publicações de todos estes anos. Oportunamente prestaremos mais informação, indicando a nova ou as novas páginas base. De todos modos, todas as demais publicações diárias nas várias plataformas e redes sociais onde temos presença, continuarão como até aqui.

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Segunda-feira, 13.11.23

Governo zombie não deve afetar Oficiais de Justiça

      Fim de semana pleno de acontecimentos político-noticiosos, sem que os cidadãos se apercebam que houve (e há) Oficiais de Justiça a trabalhar tantas horas extra, sem que sejam pagas ou compensadas de qualquer outra forma.

      E ninguém sabe porque esta situação não acontece em mais nenhuma profissão, motivo pelo qual os jornalistas não se interrogam e nem sequer acham estranho que tal possa existir.

      Sim, todas as horas para além do horário normal de expediente, mesmo a prosseguir pela noite dentro, não são pagas a nenhum Oficial de Justiça e isto não é compreendido porque ninguém acredita que tal seja possível.

      Claro que isto deveria ser notícia tão alarmante, aliás, mesmo mais alarmante do que as demissões no Governo, uma vez que, contando com a de António Costa, já se somam 14 demissões desta maioria absoluta, portanto, casos de demissões já é algo muito vulgar.

      Não houve informação que chegasse à comunicação social sobre as horas não pagas e sobre a obrigação dos Oficiais de Justiça as fazerem sem que haja sequer um limite, como as 150 horas dos médicos, que, estas, até são pagas. Não, não há limite algum. Os Oficiais de Justiça podem fazer 150 horas ou 1500 horas, são obrigados e nada é pago nem compensado.

      No entanto, ainda há duas greves em vigor e uma delas é precisamente às horas para além do horário normal de expediente e se no caso governamental os Oficiais de Justiça não aderiram à greve, noutros casos aderiram e, por isso mesmo, foi notícia.

      Embora, obviamente, a notícia da greve dos Oficiais de Justiça não tenha tido tanta repercussão mediática como a demissão do primeiro-ministro, serve a mesma para alertar que o problema dos Oficiais de Justiça subsiste e que a greve continua em vigor, independentemente da queda do Governo.

      No Correio da Manhã, na notícia, entre outros pormenores sobre os furtos, constava assim:

      «Seis carteiristas (três homens e três mulheres), detidos em flagrante pela PSP de Lisboa a roubar pessoas, foram soltos pela Justiça sem sequer serem interrogados. A justificação foi a greve dos funcionários judiciais. Os serviços do Campus de Justiça, em Lisboa, determinaram a libertação dos seis detidos. Alegaram não haver possibilidade de realizar os interrogatórios devido à greve dos funcionários judiciais.»

      Esta greve que determinou a libertação dos seis detidos, ter-se-á devido à greve de todas as tardes convocada pelo Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ), por todos os Oficiais de Justiça visados terem aderido a tal greve. Esta greve de todas as tardes, tal como a de 1999, do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) ao trabalho fora de horas, são greves por tempo indeterminado, isto é, não têm uma data final, por isso estão ainda em vigor, uma vez que aquilo que reivindicam, ou melhor, aquilo que são as suas exigências para que acabem, ainda não se concretizaram. Acresce que nenhuma das greves tem serviços mínimos, pelo que que mesmo o serviço que tenha caráter urgente não tem de ser realizado, sob nenhuma circunstância.

      Tanto a greve histórica do SFJ, que vem desde 1999, como a do SOJ que vem desde 10JAN deste ano, já foram atacadas com serviços mínimos abusivamente impostos que vieram a cair por decisão dos tribunais, estando hoje libertas desse fardo.

      Há quem pense que continuar a fazer greve no momento atual não serve para nada uma vez que o Governo, neste estado demissionário, nada fará. Perante tal afirmação devemos nos questionar se algo fez o Governo antes de ser demissionário e ainda se as exigências reivindicadas nas greves já se mostram satisfeitas. Claro que não, nem o Governo atendeu o que quer que fosse, nem as reivindicações foram atendidas, nem o mal-estar dos Oficiais de Justiça se evaporou, pelo que as greves, independentemente das peripécias políticas, são totalmente legítimas.

      As manifestações de desagrado sobre o estado da carreira dos Oficiais de Justiça devem manter-se, porque tais manifestações devem chegar, senão ao Governo, pelo menos à Assembleia da República, local onde há propostas que afetam os Oficiais de Justiça e que irão a votação já para a próxima semana, a partir de 23NOV, na especialidade, terminando a 29NOV com a votação global.

      Os Oficiais de Justiça não podem deixar de fazer greves porque o Governo está num estado zombie e até desmarcou a reunião que tinha acordada com os sindicatos SFJ e SOJ precisamente para hoje mesmo. Esse estado de cadáver adiado do Governo de maioria absoluta não implica a morte, o adormecimento, ou o entorpecimento e, muito menos, a desistência dos Oficiais de Justiça.

      Neste mesmo sentido, em declarações à Rádio Renascença, o presidente do SOJ garantia que não existe uma data para terminar o protesto dos Oficiais de Justiça, independentemente do Governo que estiver em funções.

      “Os Oficiais de Justiça vão continuar em greve apesar da dissolução da Assembleia da República e da convocação de eleições antecipadas”, lê-se na notícia da Renascença.

      Carlos Almeida, defende que a recusa em fazer horas extra é para continuar até estarem satisfeitas as reivindicações, acrescentando que são necessários, pelo menos, três anos para recuperar todos os atrasos na Justiça provocados pelas greves, conforme relata a Renascença.

PM-AntonioCosta(Demissao).jpg

      Fontes citadas: “Correio da Manhã” e “Renascença”.

por: GF
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Autoria e outros dados (tags, etc)

às 08:03


32 comentários

De Anónimo a 13.11.2023 às 08:34

First!

De Anónimo a 13.11.2023 às 09:25

32 que não apareceram!!!!!!

Porquê?

Todos sabem a resposta.

Alguém não quer ver.

De Anónimo a 13.11.2023 às 09:30

GREVE!

De Anónimo a 13.11.2023 às 10:00

Não à greve! Sábado e domingo eram dias de os sindicatos estarem no Campus de Justiça a anunciarem ao país que havia OJ a trabalhar sem serem pagos!

De Anónimo a 13.11.2023 às 10:56

Desculpe! Sim à greve!

De Anónimo a 13.11.2023 às 17:04

Coisa que os sindicatos não fazem por alguma razão.
Mais, os Colegas não fazem greve nestes casos porque as pressões das chefias são mais que muitas, nomedamente as muitas ameaças de processos disciplinares, disto e daquilo. Lamentavelmente, a corja está nos proprios tribunais todos os dias, na pessoa de escrivães adjuntos, escrivães de direito e secretários de justiça e administradores (e muitos deles já foram delegados sindicais mas sabem bem ameaçar os colegas com participações e merdas afins).
Por isso, será extremamente dificil algum dia esta classe chegar a algum lado.

De Anónimo a 13.11.2023 às 10:31

Oportunidade perdida pelos sindicatos de se fazerem notar e dar conta da nossa luta á comunicação social, neste fim de semana.
Não entendo mesmo que tipo de sindicatos temos.

De Anónimo a 13.11.2023 às 10:56

Começa a ser uma sucessão de oportunidades perdidas!

De Anónimo a 13.11.2023 às 13:01

Sem dúvida, uma grande oportunidade perdida. Não se compreende!

De Anónimo a 13.11.2023 às 10:59

Não começa...continua!

De Anónimo a 13.11.2023 às 11:24


Infelizmente, os colegas do TIC não compreendem a importância de cumprir apenas o horário.

Estão a prejudicar-se e a toda a classe.

Masoquistas, lambe-botas ou cegueira?


De Anónimo a 13.11.2023 às 11:43

A colega anda há uns dias a insultar gratuitamente os seus colegas do tic de Lisboa sem respeitar a sua liberdade de decisão, o que releva muito da sua personalidade.
Faça as greves que entender lá no seu Jic e respeite os outros. A greve é um direito e não um dever para ser imposto à cacetada.

De Anónimo a 13.11.2023 às 12:32

Como sabe que é UMA colegA?!

De Anónimo... a 13.11.2023 às 13:21

O anónimo das 11-24 apenas usou o direito de expressāo sobre uma situação que é pública.
Greves e greves que muitos fazem e são do conhecimento público, mas não o são, os seus motivos.
O público sabendo destes locais a funcionar, até ao domingo, fica confuso.
Não ouvi nenhum jornalista ontem ali, a reportar a presença de oficiais de justiça que não são pagos por horas de trabalho a mais, nem que eles ali estavam a trabalhar por não terem aderido a uma greve em curso!
É a informação completa, correta, fiável, que hoje temos?!
O último parágrafo já considero desnecessário, porque não aplicável e corresponde à lengalenga do costume, dos que acham que devem ser seguidos nas sua ideias, porque se não, os outros ja são isto e aquilo, raios e coriscos...

De Anónimo a 13.11.2023 às 13:26

Pois... o problema é mesmo o último parágrafo com as expressões injuriosas que infelizmente começam a generalizar-se.

De Anónimo a 13.11.2023 às 17:05

pressão interna, meu caro!

De Anónimo a 13.11.2023 às 12:44

Sabemos de fonte fidedigna que o ex-futuro-ex-PM irá ser presente amanhã ao mais alto magistrado da nação em diligência em que irá requerer a exoneração do pedido de demissão apresentado na semana passada.
Tal requerimento terá por fundamento um suposto erro de identificação de um membro do governo, carreado para os autos por uma transcrição duma conversa telefónica mantida entre dois suspeitos, erro esse que, alegadamente, o inocentará de tudo quanto já confessou até sábado.
Concomitantemente será apresentado um outro requerimento de adiamento de entrega das chaves da Residência Oficial indicando D. Fernanda como fiel depositária do imóvel, visto ser pessoa idónea e também interessada no encerramento da "mancave" ali mantida pelos amigos da onça do comodatário.
Quem ainda está a dar pulos de contente pelo dito lapso é o outro homónimo membro do governo que, depois de andar a citar meio mundo, finalmente verá meio mundo andar diariamente a citá-lo a si.
Consequentemente, já foi aberto inquérito para apurar a responsabilidade pelo suposto erro estando a investigação a cargo do renomado Inspetor Álvaro de Campos, expoente máximo na nossa heteronomia forense.
A audição supra terá epicentro em Belém e decorrerá em dia de simulacro de abalo sísmico sendo de prever várias réplicas ao desmentido oficial do PR hoje publicado a propósito das declarações do Ronaldo da Finanças as quais já motivaram o pedido de instalação de uma cabine do VAR no edifício sede do Banco de Portugal a pedido da respetiva Comissão de Ética.
Entretanto, há rumores consistentes de que o atento Ventura de vela enfunada pela liderança do campeonato, irá deslocar-se ao Vaticano, aproveitando para rogar por melhor sorte no próximo sorteio europeu, com a dupla missão de dar entrada formal de um Habeas Corpse no Tribunal do Santo Ofício para proibir a ressurreição do cadáver político do adversário e para entregar em mão uma carta redigida em conjunto com o líder da IL sobre o projeto Moisés de separação das águas entre a politica e os negócios, cuja aprovação pela Santa Sé está quase garantida pois a política lusa não anda lá muito católica.

De Anónimo a 13.11.2023 às 14:16

O grande líder é que nunca mais disse nada ...

De Anónimo a 13.11.2023 às 16:25

ESTÁ RECEOSO QUE O PSEUDO "TACHO" QUE FUJA

De Anónimo a 13.11.2023 às 15:39

Executem a sentença. Estão à espera de quê?

De Anónimo a 13.11.2023 às 16:24

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