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Quarta-feira, 02.07.25

Mais 2 reuniões agendadas para as alterações estatutárias e não só

      Depois do nosso artigo de ontem onde se explicaram todos os temas essenciais da atualidade da carreira, como a publicação da lista de transição, o novo Decreto-Lei que procede às alterações, ajustamentos e aditamentos, em relação ao anterior Decreto-lei e também em relação ao Estatuto que ainda vigora, bem como as regras especiais para o próximo Movimento e o assunto da reunião do Governo com os sindicatos, veio o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) aportar mais alguns pormenores sobre a reunião, designadamente, informando os dois agendamentos para mais duas reuniões: a 16 e a 31 de julho (ambas pelas 15H30).

      Mais informou o SFJ que os assuntos a abordar nas próximas reuniões foram fixados pelo secretário de Estado e adjunto da Justiça (SEAJ), tendo este definido “três eixos”: “(1) Ingresso na carreira; (2) Promoções / Progressões / Avaliação do Mérito e (3) Instrumentos.”

      Ficamos ainda a saber que foi requerido aos representantes governamentais ali presentes uma revisão do acordo firmado pelos sindicatos a 26FEV, o qual veio a dar origem ao DL 27/2025-20MAR, entretanto já alterado (uma primeira vez) pelo DL 85-A/2025-30JUN, baseando-se esta nova pretensão de revisão no que ficou definido no ponto 3 daquele acordo onde consta o seguinte: “(…) sem prejuízo de se assegurar a análise de eventuais situações que careçam de tratamento específico”.

      Nesse sentido, a apreciação de introdução de novas alterações, correções, ajustes e aditamentos, alterando e melhorando o acordado e, consequentemente, o Decreto-lei que se seguiu, diz o SFJ que o SEAJ “reafirmou e tomou boa nota das propostas e sugestões já apresentadas pelo SFJ as quais serão objeto de negociação em breve”, ficando estabelecido que seriam apreciadas quando se chegar à negociação dos aspetos do ponto 2 acima indicado.

      Por exemplo, uma das alterações que o SFJ veio agora dizer é que, afinal, as duas categorias acordadas deveriam ser separadas em mais duas, assim recompondo as carreiras judiciais e do Ministério Público.

      Ou seja, parece haver agora uma nova pretensão; depois da redução a duas categorias, quer-se agora duplicá-las, afirmando a nota do SFJ que esta mesma pretensão foi apresentada pelos dois sindicatos (SFJ e SOJ).

      «Também foi sublinhada, pelos sindicatos, a necessidade de, relativamente ao pessoal Oficial de Justiça, separar a área judicial da área do Ministério Público, garantindo quadros e conteúdos funcionais próprios para cada uma das áreas.», lê-se na nota sindical.

      Em cerca de escassos 4 meses decorridos, os dois sindicatos chegam agora à conclusão que terem assinado aquele “acordo”, com aquelas cláusulas, secretamente, só ouvindo os seus representados posteriormente, afinal não terá sido uma perfeita boa ideia e, por isso, agora chovem as alterações, correções, aditamentos e reescrita do articulado, já efetuadas com o novo Decreto-lei de 30JUN ou com as novas pretensões que se apresentam.

      Esperam os Oficiais de Justiça que aquele erro negocial não se venha a repetir, com nova assinatura de acordos secretos que só a final são divulgados, para serem apreciados pelos Oficiais de Justiça enquanto facto consumado.

      Por exemplo, caso haja algum acordo na próxima reunião de 16JUL, esse acordo não pode ser logo firmado pelos sindicatos, devendo a minuta ser apresentada primeiramente aos Oficiais de Justiça e só assinado na reunião seguinte (31JUL), após concordância ou com os melhoramentos que eventualmente sejam comunicados pelos Oficiais de Justiça.

      Mais de 7000 cabeças a pensar o assunto, embora, por um lado, seja uma tarefa muito difícil de suportar, pelo ruído dos efeitos colaterais, por outro lado, permite verificar minuciosamente muitos aspetos e consequências que a um simples par de cabeças pode passar despercebido. Por isso a importância de não se negociar de costas voltadas para os Oficiais de Justiça, para que não se tenha de andar, um par de meses depois, a pedir alterações, correções, ajustes, aditamentos e reescrita de diplomas legais aprovados, promulgados e publicados.

      Também foi comunicado aos dois secretários de Estado presentes na reunião (SEAJ e SEAP) que havia necessidade de resolver, de uma vez por todas, através da publicação de um diploma legal do Governo, portanto, sem necessidade de se recorrer à obtenção de mais uma sentença de um tribunal, a questão da Eventualidade.

      O que se pretende, para todo o período de tempo em que os Oficiais de Justiça exerceram como Eventuais, é que esse tempo seja reconhecido como trabalho efetivo e conte para todos os efeitos da carreira.

      Os sindicatos, apontaram ainda, tal como nós aqui já divulgamos, que há antecedentes no passado em que a contagem do tempo como Eventual foi considerada e foi contabilizada para a progressão na carreira (no escalão), por decisão governamental, como aqui relatamos com o artigo do passado dia 23JUN, intitulado: “Impõe-se uma ação para todos os Eventuais, porque até há um precedente”.

      Por fim, consta da nota do SFJ que ambos os sindicatos “voltaram a reivindicar, junto da SEAP e do SEAJ, um regime de aposentação especial para a carreira de Oficial de Justiça, a constar do Estatuto profissional que vier a ser aprovado. Em resposta, pela SEAP foi afirmado que o Governo, relativamente à carreira de Oficial de Justiça, “não fecha a porta” a um regime de aposentação diferenciado do regime geral.”, lê-se na nota informativa do SFJ.

      Obviamente que a resposta poderá ser considerada como a politicamente correta, dizendo-se que não se fecha a porta a nada e que tudo está em cima da mesa. Aliás, é mesmo isso que se diz e que se vai dizendo, tal como sempre se disse ao longo dos anos e décadas, sem que se tenham obtido quaisquer resultados.

      De todos modos, o histórico recente e as perspetivas futuras, indicam que será com este Governo que, finalmente, bem ou mal, o Estatuto será mesmo alterado, tal como já começou a suceder desde o tal acordo de fevereiro passado. Pena é que se tenha de admitir o “bem ou mal”, porque deveria ser sempre apenas “bem” alterado, o que, infelizmente, até ao presente, ainda não se pode afirmar.

CostasOlhaPorCimaOmbroReuniao(DDOJ).jpg

      Fonte: “SFJ-Info-O1JUL2025”.

por: GF
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Autoria e outros dados (tags, etc)

às 08:02


67 comentários

De Anónimo a 02.07.2025 às 08:34

Essa do tomar sempre boa nota já  tem 25 anos


E não  saimos desta merda


A vida esvair-se 

De Anónimo a 02.07.2025 às 08:37

Óbviamente  que o mínimo  dos mínimos  é  ouvir os trabalhadores, antes de firmarem em segredo o que quer que seja.
Tenham respeito por quem se mata tidis os dias para que a injustiça  funcione minimamente 


Cara-------

De Anónimo a 02.07.2025 às 08:41

Mais que justo e legal é  essa questão  do tempo de eventualidade  ser resolvido  para todos  sem mais sentenças  e décadas  perdidas.
Está  maus que provado que foi tempo de serviço  como outro e com o mesmo  sacrifício. 
Só  não  resolvem a bem se estiverem maus uma  vez de má  fé  e a empatar tempo, ou seja a tirar anos de vida aos visados. 

De Anónimo a 02.07.2025 às 09:45

Não é estranho já terem passado tantas horas e ainda ninguém tenha referido quando é que a DGAJ está a "pensar" pagar os retroativos a Janeiro dos aumentos salariais???
Não é estranho o SOJ ainda não ter informado de nada?
Será que só agora, é que os sindicatos perceberam que meteram a carreira num buraco e agora de um lado tem um governo com a faca e o queijo na mão e no outro cerca de 7000 colegas que já perceberam que foram "enganados".
Ou seja, de um lado os gajos que os enrolaram, do outro os "enrolados", sendo certo que é preciso manter o tacho...

De Anónimo a 02.07.2025 às 12:03

Subscrevo.

De Anónimo a 02.07.2025 às 12:52

Isso resulta do DL, concerteza que vão pagar o mais rápido possível, com retroativos a jan.
Independentemente do mérito das medidas, a atual tutela tem feito o que promete.
E por falar nisso, a Sra. DG já foi nomeada "definitivamente".
Deixo aqui os votos de um excelente trabalho!

De Anónimo a 02.07.2025 às 14:22

Ora, certamente. Tão rapidamente. Um acordo de Fevereiro e ainda não se sabe de datas para pagamento. Tá certo. É tudo muito rápido nesta carreira.

De Anónimo a 02.07.2025 às 15:04

Isso é o que ainda iremos ver!
Se o despacho tem validade ou é suscetível de alguma outra interpretação.
Não se passa assim uma diretora-geral de eventual a definitiva sem passar por provisória do pé para a mão.

De Anónimo a 02.07.2025 às 16:21

ehehehh


eventual a definitiva
muito boa essa e vamos ver se haverá novo despacho ou dois ou três para ela




triste sina

De Anónimo a 02.07.2025 às 15:48

Não sou porta voz do SOJ mas este já publicou no seu facebook que diligenciou perante a Srª Directora pelo pagamento se possível em Julho ou o mais tardar em Agosto.

De Adolfo Dias a 02.07.2025 às 09:55

Eu deixo uma sugestão melhor aos nossos brilhantes dirigentes sindicais, que parece não saberem como se vive o dia a dia nos tribunais e departamentos de investigação criminal.
Caso se sintam melindrados em ouvir a malta que está no terreno, que passem por aqui pelo blogue e colham algumas excelentes intervenções que aqui são publicadas diariamente.
Nas redes sociais não aconselho, pois aquilo é tudo menos debate democrático de ideias.
Seguramente irão para as reuniões ministeriais mais bem documentados e não fazer estas figuras de gente mal informada.

De Anónimo a 02.07.2025 às 13:25

09,55:
O dia a dia nos tribunais, além do trabalho muitas vezes exigente, e outras burocrático, nesta altura de tempo bem quente, é bem mais difícil quando não há condições.
É uma vergonha para o M. Justiça e Administradores  J. locais, ouvir a testemunha dizer em televisão   que acabou de prestar o seu depoimento numa sauna.Isto a  30 junho,   2@ feira, e não foi a única. Já tinha acontecido em outra sessão do julgamento da humorista J.M. Então  se esses se queixam assim, o que dizer de todos os que ali trabalham naquele Tribunal, dias e dias?
Sem condições para trabalhar, nem que os vencimentos mensais fossem enormes, os processos nāo "andam". Isto conjugado com alguma burocracia inútil, atrasa também a justiça.

De Anónimo a 02.07.2025 às 13:36

Não seria melhor o Autor deste blogue criar um sindicato, para, dessa forma estar presente nas reuniões.


Nem que não fosse para ser os nossos olhos e ouvidos nas reuniões.

De Anónimo a 02.07.2025 às 14:10

aprovado

De Anónimo a 02.07.2025 às 14:22

Avancemos Colegas.

De Anónimo a 02.07.2025 às 14:38

A candidata única ao SFJ tb devia estar presente nas reuniões.
Quem lá vai estar não é de confiança!

De Anónimo a 02.07.2025 às 15:25

muito bem colega. desconfiar ainda é pouco...

De Anónimo a 02.07.2025 às 20:19

Mas a candidata única não tem estado nas reuniões? É que das fotos publicadas pelo governo ela constava, será que apagaram as fotos? 

De Anónimo a 02.07.2025 às 15:11

Não pode haver mais nenhum sindicato nosso legalmente, porque os que existem já cumprem cabalmente as necessidades dos funcionários que representam, não havendo qualquer funcionário sob a alçada da DGAJ que não esteja sindicalmente representado.
É por isso que se diz que a tutela criou o SOJ em complemento do SFJ, para obstar a que mais algum sindicato - verdadeiro - no ramo pudesse despontar.

De Anónimo a 02.07.2025 às 15:29

eu não me sinto representado por nenhum... os dois juntos não conseguem ser sequer uma amostra de sindicato...

De Anónimo a 02.07.2025 às 17:01

??? Não percebi!

De Anónimo a 02.07.2025 às 14:40


Parece que, em pleno século XXI, agora há quem queira que a Diretora-Geral faça um despacho “aclaratório” para explicar que, afinal, uns Técnicos de Justiça são mais “adjuntos” e outros mais “auxiliares”. Porque, como todos sabemos, a melhor forma de respeitar a lei é arranjar um papelinho que diga que ela afinal não se aplica a toda a gente por igual.


É fascinante como, depois de uma reforma legislativa que aboliu as diferenças, se tenta ressuscitar as velhas trincheiras por via administrativa. Talvez seja uma nova tendência: se não gostas do que está na lei, pede um despacho à DGAJ e resolve-se tudo num instantinho. Quem sabe, ainda inventam um despacho para aclarar quem pode ou não usar a máquina do café.


No fundo, o que se pede é que a Diretora-Geral faça aquilo que o legislador não quis fazer: manter as antigas divisões, mas agora com o selo da “clarificação”. Tudo em nome da tradição, porque mudar dá trabalho e, convenhamos, há hábitos difíceis de largar.


Enquanto aguardamos pelo despacho milagroso, vamos continuando todos Técnicos de Justiça. Uns mais técnicos do que outros, claro — mas só depois de devidamente aclarados por despacho.

De Anónimo a 02.07.2025 às 14:53




Art.º 14 nº 1 Decreto-Lei n.º 27/2025 de 20 de março
Os trabalhadores que, à data da transição prevista no n.º 1 do artigo 30.º, integrem as categorias de escrivão-adjunto, técnico de justiça-adjunto, escrivão auxiliar e técnico de justiça auxiliar transitam para a categoria de técnico de justiça da carreira especial de oficial de justiça, mantendo a colocação e situação funcional existentes àquela data.

De Anónimo a 02.07.2025 às 15:36

Muito bonito. E quando houverem avaliações. "Eu sou Técnico de Justiça mas só faço sala, não sei nada para além de atas e despachos de mero expediente". Sou prejudicado porque ficarei ato eterno a fazer julgamentos?

De Anónimo a 03.07.2025 às 08:41

Ó colega das 15.36 horas, não é ato eterno é ad aeternum 

De Anónimo a 02.07.2025 às 15:37

Imagine-se o cenário. Sou ex escrivão auxiliar e na atual secção as minhas funções são só a realização das audiências de julgamento. Entretanto sou transferido para uma nova secção. Mantenho a "situação funcional existentes àquela data"?

De Anónimo a 02.07.2025 às 15:44

Então se há essa ressalva no decreto-lei quando é o problema do SOJ? 

De Anónimo a 02.07.2025 às 16:30


Então, respondendo ao anónimo que citou o artigo 14.º n.º 1 do DL 27/2025 (“mantendo a colocação e situação funcional existentes àquela data”), coloco as seguintes questões para reflexão:


Se agora os movimentos vão ter em conta também as “situações funcionais”, isso significa que, por exemplo, se uma secção ficar só com ex-adjuntos, ninguém vai para a sala? É esse o objetivo — cristalizar as funções antigas, mesmo com a carreira fundida?


E, já agora, sendo eu do judicial, se for colocado no Ministério Público também mantenho a minha “situação funcional” de origem? Ou só serve para manter as divisões internas que alguns querem perpetuar?


Se a ideia é que a transição sirva para manter tudo na mesma, então para que serviu a revisão estatutária?

De Anónimo a 02.07.2025 às 18:39

O anónimo que citou o artigo 14º, citou-o ... não o escreveu.


Melhor, não o citou, repoduziu-o, sublinhando o efeito prático do mesmo!


Apenas e só ...

De Anónimo a 02.07.2025 às 18:10

Situação funcional nao tem nada a ver com as funções atribuídas à data do DL, nem podia ter.
Por essa ordem de razões, se amanhã uma secção for composta apenas por ex adjuntos, ninguém fazia sala.
O que interessa são os atuais conteúdos funcionais do técnico
 de justiça.
O resto é verbo de encher e a mania a falar.

De Anónimo a 02.07.2025 às 19:56

Se existirem só ex-adjuntos, quem vai para a sala é o escrivão de direito.  Adjuntos na sala? NUNCA. Que rebaixaria.

De Anónimo a 02.07.2025 às 20:34

Isso é o que você diz, e quem falou de "sala"  foi você!...

De Anónimo a 02.07.2025 às 15:08

As chefias, se os tiverem no sítio, devem pôr todos a fazer tudo e ponto final.
Se essa malta não tem brio nem responsabilidade e quer continuar a abusar de colegas, alguém lhes deve abrir os olhos.

De Anónimo a 02.07.2025 às 15:36

A ideia é continuar a existir adjuntos e auxiliares... Até os adjuntos se refomarem todos. Depois aí sim, é que serão todos auxiliares. 

De Anónimo a 02.07.2025 às 19:04

Caríssimos, deixem se de merdas e comportem-se como adultos.
O DL é mais que claro, a vossa conversa entra de um lado e sai do outro.
Para a semana começam todos a fazer sala, quem estiver mal mude de profissão.

De Anónimo a 02.07.2025 às 19:50

O colega vai recusar-se a fazer sala para o obrigar o adjunto a ir? Quem vai obrigar o adjunto?

De Anónimo a 02.07.2025 às 16:23

isso mesmo!!!
tudo ó molho e fé em deus!! e no diabo também!

De Anónimo a 02.07.2025 às 16:26


Concordo plenamente com o comentário das 15:08. A lei é claríssima: todos transitaram para Técnico de Justiça, ponto final. O resto são tentativas de manter privilégios e divisões que já não fazem sentido. Se há quem insista em “funções antigas” para fugir ao trabalho ou para continuar a sobrecarregar os mesmos de sempre, está na altura das chefias assumirem o seu papel e porem todos a fazer tudo, como manda a lei.


O tempo dos “adjuntos de primeira” e “auxiliares de segunda” já acabou. Agora, é brio profissional e responsabilidade para todos — e quem não quiser, que se esclareça… mas não por despacho!

De Anónimo a 02.07.2025 às 20:37

Nunca houve “adjuntos de primeira” e “auxiliares de segunda”, sempre houve Adjuntos e Auxiliares ! ...

De Anónimo a 02.07.2025 às 16:39


Já viu o entendimento do SOJ no comunicado de hoje relativamente a essa questão?
Está bem clarinho o entendimento que esteve por trás da redação do tal artº 14º : ... pois que a sua situação funcional se mantém, enquanto esses colegas permanecerem como técnicos de justiça. Isto é, na organização do trabalho, continuam a fazer, nos mesmos termos, as funções que vinham desempenhando e assumindo as de outros colegas, nas suas ausências.". Quer mais claro que isto? Com todo o respeito, os escrivães auxiliares foram bem entalados! Foram iludidos com a venda da igualdade de funções  e vai ser sempre a fazer sala enquanto houver adjuntos!

De Anónimo a 03.07.2025 às 16:19

Mas porque raio os eternos e protegidos adjuntos tem direito a suplemento de disponibilidade?

De Anónimo a 02.07.2025 às 17:03

As chefias devem aplicar apenas e tão só a lei!

De Anónimo a 02.07.2025 às 19:53

Qual lei? A sua lei?

De Anónimo a 02.07.2025 às 19:06

Voto que o Autor do Blog crie um Sindicato REPRESENTATIVO
Ninguém se revê nesta salganhada.
Contacte-me tem o meu apoio!

De Anónimo a 02.07.2025 às 15:39

Eis o SOJ a recuar. A postura do SOJ tem sido digna dos apanhados. O valente passou a ser o medricas. Agora baixa a bola para não perder o apoio dos adjuntos. O SOJ é forte no facebook a mandar bocas a quem apresenta uma ideia diferente da sua.

De Anónimo a 02.07.2025 às 20:27

Vem o SOJ a esclarecer e logo surgem os avençados com a campanha contra esse sindicato. Se nada esclarece, logo se arranja uma desculpa, esclarece e logo fez mal. O que está sempre certo é o discurso dos avençados.

De Anónimo a 02.07.2025 às 16:51


Incomoda - o se for proferido tal despacho "aclaratório" ?
Certamente não o incomoda se fôr proferido novo despacho "aclaratório" relativo a devolver ou não o dinheiro (in)justamente recebido... Cada um espera pelo seu despacho milagroso. 

De Anónimo a 02.07.2025 às 16:58

É mais um provimento!!!

De Anónimo a 02.07.2025 às 20:34

O colega das 14:40, com tempo para comentar, em horário de trabalho, não leu ainda ou coitado não sabe que no movimento extraordinário, por exemplo, somos todos técnicos de justiça, mas os adjuntos têm prioridade. Explique lá como é isso, se possível fora do horário de trabalho, pois eu só posso ler depois do horário trabalho.

De Anónimo a 02.07.2025 às 16:08

Os acólitos do "novo estatuto" continuam a desconhecer como é que são organizadas as secções e quem é que ali manda. Quem decide quem faz e o que é que faz é o escrivão já assim era e continuará a ser e sempre com o objetivo de otimizar os serviços, custa a entender mas é assim, sendo que atualmente a autonomia do escrivão está cerceada porque este passou a depender funcionalmente do magistrado ou seja é este que manda, não adianta aos "novos técnicos auxiliares de nível 3" vir dizer que agora vão todos fazer de tudo, porque isso não vai acontecer.     

De Anónimo a 02.07.2025 às 18:42

"..:: porque isso não vai acontecer.". Pronto, para quê o Escrivão ? tu já decidiste que não vai acontecer ! Ainda bem. Assim sempre podes continuar com rabinho sentado na cadeirinha a mandar cartas. 

De Anónimo a 02.07.2025 às 19:52

Conheço adjuntos que nem um email sabem enviar. De cada vez que precisam mandar um email pedem ajuda ao auxiliar. 

De Anónimo a 02.07.2025 às 20:41

Poderá ser verdade, como é verdade que alguns Auxilares que conheço são uns básicos!

De Anónimo a 02.07.2025 às 21:01

O camarada das 18.42 horas quando tiver 25 anos de sala como eu tenho é que está habilitado a dizer se estou sentadinho a mandar cartas ou que é que estou eu fazer. Eu só constatei o óbvio não são os auxiliares de nível 3, nem os adjuntos de nivel 3 que vão decidir aquilo que querem fazer e aquilo que vão obrigar os outros a fazer.

De Anónimo a 02.07.2025 às 22:58

Pois é, mas quem gere os serviços de secretaria chama-se AJ com funções delegadas em Secretários.
Acha que alguém vai permitir que existam técnicos de justiça sem saber mexer nos novos equipamentos de sala ou, por outro lado, que apenas saibam fazer sala e atas, condicionando a flexibilidade na gestão de recursos?
Esqueça, isso não vai acontecer, salvo uma exceção ou outra.
Aconselho vivamente todos os ex auxiliares a exigir fazer TUDO o que consta dos novos conteúdos funcionais, de modo a estar apto a tudo e não ser prejudicado em avaliações, nem fazer figura de parvo se lhe exigirem isso "amanhã".

De Anónimo a 03.07.2025 às 08:09

Ando nisto há trinta anos com 25 de sala e nunca precisei de uma alteração ao estatuto para enquanto auxiliar fazer tudo o que faz num tribunal, incluindo mapas de partilha e contabilidade e custas. O que sempre foi preciso foi vontade de aprender e brio profissional. Quanto a quem gere as secções, primeiro estude os conteúdos funcionais e depois diga alguma coisa.

De Anónimo a 02.07.2025 às 16:43

E que tal atualizem no Citius para as novas categorias? Acabaram os auxiliares, adjuntos e os de direito.

De Anónimo a 02.07.2025 às 16:46

Mas afinal alguém sabe quando abre o movimento deste mês ?

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