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Sábado, 23.09.23

Manifestações e piquetes, “in dubio pro reo”

      As manifestações nos espaços públicos carecem de uma comunicação prévia ao respetivo município, com pelo menos dois dias de antecedência, e observando os demais preceitos previstos no DL. 406/74 de 29AGO.

      Esta semana, na passada quinta-feira, um grupo de Oficiais de Justiça de Leiria concentraram-se à porta do Tribunal do Comércio, a poucos metros do Museu de Leiria, local onde decorria o Conselho de Ministros.

      Pouco depois de se juntarem, vários agentes da PSP aproximaram-se dos Oficiais de Justiça e conversaram com o presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), António Marçal, que explicou que os Oficiais de Justiça ali concentrados não estavam a levar a cabo uma manifestação, mas apenas um encontro do piquete de greve, já que foi a “ministra da Justiça que disse” que não se pode estar dentro “das instalações em greve”, disse.

      Os piquetes de greve estão permitidos por Lei e estes não carecem de comunicação prévia ao município, precisamente porque não são uma manifestação no espaço público, mas apenas um encontro no âmbito da previsão do artigo 533º do Código do Trabalho, onde consta o seguinte:

      «A associação sindical ou a comissão de greve pode organizar piquetes para desenvolverem atividades tendentes a persuadir, por meios pacíficos, os trabalhadores a aderirem à greve, sem prejuízo do respeito pela liberdade de trabalho de não aderentes.»

      É muito importante que esta consideração chegue ao conhecimento de todos os Oficiais de Justiça do país, especialmente àqueles que, espontaneamente, se juntam à porta dos tribunais, manifestando-se, com bandeiras, faixas, cartazes, coreografias, entoando palavras de ordem e reivindicações, isto é, manifestando-se em toda a linha e isso mesmo dizendo à comunicação social, sem que, antes, tenham cumprido a obrigação legal de comunicar essa manifestação, o que pode acarretar consequências muito gravosas para os presentes.

      Por isso, a estratégia do presidente do SFJ, quando abordado pelos agentes da PSP, dizendo que ali estavam, não numa manifestação, mas apenas num piquete de greve, torna tudo diferente, pois os piquetes já não carecem de comunicação prévia. É óbvio que a atividade de um piquete é diferente da concentração de manifestação, no entanto, como pode ter características comuns, é lançada a dúvida e, como é sabido, “in dubio pro reo”.

      É claro que a atitude do alegado piquete tem de ser consentânea com tal figura e não com uma manifestação, por isso as declarações aos agentes policiais e, bem assim, à comunicação social, têm de ser consentâneas, para que não surjam consequências para os manifestantes ali concentrados no tal piquete de greve.

      Depois das declarações de Marçal aos agentes policiais, de que ali estavam, não concentrados numa manifestação, mas apenas juntos num piquete de greve, Marçal fez as seguintes declarações à agência de notícias Lusa, que as difundiu por toda a comunicação social:

      «Estamos cá fora para demonstrar aos cidadãos que, apesar das ameaças dos Governo, apesar daquilo que é o peso nos nossos salários, não estamos à venda e a nossa dignidade não tem preço.»

      Ora, os piquetes de greve não se destinam a intervir junto dos cidadãos, mas junto dos demais trabalhadores não aderentes à greve.

      Se é bem verdade que as autoridades têm feito vista grossa sobre as manifestações espontâneas dos Oficiais de Justiça, no espaço público à porta dos tribunais ou nos locais onde se realizam as reuniões do Conselho de Ministros, já houve situações em que foram identificados os manifestantes, designadamente, recordamo-nos de uma recente manifestação no Campus da Justiça de Lisboa, sendo certo que esta de quinta-feira, junto ao local onde se reunia o Conselho de Ministros, era óbvio o risco da comparência das autoridades policiais, por isso a necessidade de instruir os Oficiais de Justiça de todo o país para a estratégia comunicacional usada por António Marçal, pois poderá ter de ser replicada a todo o momento, noutra qualquer manifestação-concentração, em qualquer ponto do país.

      Voltando a Leiria e às declarações de Marçal, replicadas na comunicação social, este dirigente sindical afirmou que os Oficiais de Justiça continuam a “exigir que o Governo preste atenção, que deixe de dizer que este é “O Ano dos Oficiais de Justiça” e dos funcionários judiciais, e comece a agir”.

      O presidente do SFJ abordou ainda o pagamento efetuado este mês aos promovidos no âmbito da reconstituição do Movimento Ordinário de 2021, por cumprimento da decisão judicial, sendo que todos os efeitos retroagem a setembro de 2021, mas que a DGAJ só cumpriu parcialmente, tal como aqui já anunciamos, retroagindo apenas a janeiro deste ano e deixando nota de que o restante, de setembro de 2021 a dezembro de 2022, fica para um outro momento que não especificou.

      «Esta semana chegaram os recibos de vencimento de setembro e a Direção-Geral da Administração da Justiça e o Ministério da Justiça conseguem a proeza, dando cumprimento a uma parte de uma decisão judicial relativa a promoções que deveriam ter ocorrido em 2021, de conseguirem promover as pessoas e estas passarem a ganhar menos do que estavam a ganhar em agosto.», afirmou o presidente do SFJ.

      Marçal referiu ainda a atitude da tutela com as “manobras de secretaria para intimidar as pessoas” para não aderirem à greve, “em vez de resolver os problemas”, concluindo que “Correu-lhes mal. Os tribunais dão-nos razão e a determinação dos trabalhadores em demonstrar o seu protesto é cada vez mais visível, não obstante o peso que isto tem nos já pequenos salários dos trabalhadores”, reforçou.

      Ficou também um alerta para a ministra da Justiça para que “entenda que não está em causa apenas e só resolver os problemas dos trabalhadores”; “O que está em causa é resolver os problemas da justiça e quem o diz não sou eu, é a União Europeia, que no relatório de julho alertou o Governo português de que o princípio do Estado de Direito em Portugal está em perigo e uma das razões é a falta de Oficiais de Justiça e a falta de resposta aos problemas que nos afetam”, explicou Marçal.

      O presidente do SFJ exemplificou a falta de Oficiais de Justiça com a situação de Leiria, dizendo que em relação aos números que constam nos mapas de pessoal e os que estão a trabalhar, “faltam quase uma centena de Oficiais de Justiça” na Comarca de Leiria, mas que se atendermos “às regras da fórmula como devem ser compostas as secretarias judiciais e do Ministério Público em função do trabalho e do número de processos ou de inquérito que cá estão, então faltarão cerca de 150 funcionários judiciais”.

ManifLeiria.jpg

      Fontes: “Lusa/Sapo Notícias” e “Jornal de Leiria”.

por: GF
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às 08:03


22 comentários

De Anónimo a 23.09.2023 às 08:52

Importava o sr. Marçal dizer se reuniu, ou não, com a tutela, se foi contactado para tal e quando.
As reuniões e expectativas não são dele nem do sindicato, são de todos

De Anónimo a 23.09.2023 às 08:53

O "esquema" do cumprimento parcial da sentença, qual ardiloso requerido processual, assim age a tutela com os OJ.

Consequências?

Responsabilização, por deficientes práticas administrativas, dos agentes da administração pública em questão?

Só se for para quem aqui comenta.

Mansa, muito mansa, assim vai a luta sindical.

Porquê?

Vá-se lá saber.

Interesses difusos, como filiações políticas de dirigentes sindicais, entre outros.

Sr. Marçal, Sr. Almeida, vamos lá avançar para a responsabilização extracontratual dos agentes da administração pública responsáveis por tal gestão da coisa pública.

De certeza alcançar-se-ia, efectivamente, o objectivo da sentença em questão, assim como, no resto, passaríamos a estar perante agentes da tutela mais "incentivados" às boas práticas administrativas no sentido da, por si próprios apregoada, excelência administrativa.

Volto a referir o nome para o efeito,

Garcia Pereira.

P.s.

Atendendo aos relatórios de contas, aos sindicatos não falta é liquidez.

De Anónimo a 23.09.2023 às 10:10

Como está o pedido de fiscalização sucessiva da constitucionalidade dirigido pelo SOJ a Senhora Procuradora Geral da República.

O SOJ já obteve alguma resposta?!...

De Anónimo a 23.09.2023 às 10:36

Era importante que os sindicatos,, pelo menos uma vez por semana, através das respectivas páginas da NET, informarem a classe sobre o ponto da situação
Num momento tão delicado como este, em que as expectativas de todos são elevadas, os sindicatos tem que informar com muita regularidade sobre o que se está a passar ou não acontecendo nada, informarem também.
Chama-se a isto total transparência e comunhão de esforços e expectativas
Os sindicatos só existem porque há uma classe que representam, e essa classe tem de estar permanentemente informada
A informação não pode apenas ser de alguns círculos sindicais, estes não são donos da classe, apenas seus representantes e, como tal, humildade, trabalho e partilha de informação são o que se pretende

De Anónimo a 23.09.2023 às 11:27

Recebam bem os novos oficiais de justiça e certamente eles não se põe a andar como tem acontecido no tribunal no vila franca de xira ao que se vai seguir no campus e em almada...

De Anónimo a 23.09.2023 às 11:49

11.27
Como oficial de justiça, se o é, especifique factos que o levam a escrever sobre o " receber bem" os novos oficiais de justiça.O que fez alguém de menos bem nesse aspecto?
É que se há coisa que nos é conhecida é receber bem os novos, ensiná-los, apresentá-los a todos os restantes, mostrar instalações. Informar de locais para comer mais em conta, etc.etc.
Essa solidariedade para quem chega é muito importante e não dói!!!!!
Sempre assim fiz e nem era a chefia mesmo.
Todos nós fomos iniciantes e gostamos de ser bem recebidos para ser integrados.
Na informática é sabido que se não fosse a ajuda de muitos colegas aos outros menos aptos, a tutela pouco quis e quer saber disso.
No restante dos processos, a mesma coisa.Sempre se ensinaram os mais novos, pois por mais cursos que tenha não chegam lá quando cá entram!
Estes, ao iniciar, têm de ser humildes, solicitar ajuda, criar empatia e um dia ajudarāo outros também.

De Anónimo a 23.09.2023 às 13:58

É verdade. Deve ser essa a postura, no trabalho e na vida.

De Anónimo a 23.09.2023 às 11:28

E de Estatuto nada?

De Anónimo a 23.09.2023 às 11:53

Impressionante.
O sr. Marçal joga nos dois lados, figura agora como personagem aparentemente mais reevindicativa, ao mesmo tempo assegura funções partidárias importantes no partido de que faz parte e que nos governa nomeadamente no setor da justiça.
Esta figura parece-me enganadora ( e peço desculpas se me enganei), pois que, face a decisões não cumpridas dos tribunais, exigir-se-ia que se encetassem pedidos de condenação dos incumpridores, pessoalmente e do Estado, nos tribunais nacionais e europeus.

Cobrar da senhora ministra o respeito pelas suas palavras e compromissos assumidos publicamente não se vê, talvez por já conhecer o texto alinhavado e não ser do agrado daquele sindicato, mas talvez seja da maioria dos funcionários, não sabemos porque não nos dizem nada.

Trata-se de um jogo viciado em que os líderes dos sindicatos parecem estar concertados com a tutela tirando ambos frutos da situação, fazendo de um problema de fácil resolução um outro de maior monta para a final o poucochinho que nos derem se tornar um enorme ganho para os sindicatos.

Já disse neste local que a tutela usa as promoções a adjuntos como uma progressão dos escalões em mais uns tostões e aparece como verdadeiro tamponamento, por exemplo quando se está no 5 escalão de auxiliar e na promoção a adjunto recebe menos que na progressão para o 6 escalão de auxiliar.

É uma aberração, com a antiguidade a ter um peso diferente do mérito, também porque não são exigidas prestações de provas.

O estatuto tem de ser revisto.


De Anónimo a 23.09.2023 às 15:08

Não. Não se enganou.

De Anónimo a 23.09.2023 às 13:27

Comunicado do SOJ:

PEDIDO DE INCONSTITUCIONALIDADE DO EFJ
VER ANEXO
O SOJ requereu, dia 19 de junho, à Senhora Procuradora-Geral da República, Dra. Lucília Gago, fosse pedida a fiscalização sucessiva da constitucionalidade do Estatuto dos Funcionários de Justiça.

A Senhora Procuradora-Geral da República, respondeu, dia 26 de junho, informando este Sindicato, SOJ, de que o requerido foi transmitido, para apreciação, ao Senhor Magistrado Coordenador do Ministério Público junto do Tribunal Constitucional..."

Já decorreram três meses!

Tanto tempo para apreciar o óbvio, tendo em conta o trabalho já feito relativamente ao trabalho suplementar dos médicos!...

Não se compreende!...



Esta na hora de pedir esclarecimentos a PGR.

De Anónimo a 23.09.2023 às 14:29

CNN:

" A Procuradora-Geral da República pede inconstitucionalidade da lei das horas extraordinárias dos médicos
Nuno Guedes
2023-06-17

Legislação pode violar o direito ao trabalho em condições dignas e também ameaça a saúde dos doentes
A Procuradora-Geral da República (PGR) avisa que a lei das horas extraordinárias dos médicos nas urgências viola a Constituição da República Portuguesa. Em causa a violação de duas normas constitucionais, nomeadamente o direito ao trabalho em condições socialmente dignas e o princípio da proporcionalidade, mas Lucília Gago também teme que esteja em risco a saúde dos próprios doentes.

As razões anteriores levam a PGR a pedir ao Tribunal Constitucional que declare inconstitucional a legislação aprovada em 2022 pelo Parlamento e pelo Governo para atrair mais médicos dos hospitais públicos a fazerem horas extraordinárias nas urgências, através de pagamentos mais elevados, evitando a contratação dos médicos externos pagos à hora (conhecidos como ‘tarefeiros’).
No documento consultado pela TVI/CNN Portugal, Lucília Gago diz que o tempo de trabalho tem de ter um "limite máximo" e que "esse limite terá de ser fixado, sob pena de, em abstrato, o número de horas exigível a um trabalhador médico poder ser infinito, levando-o a um ponto de exaustão tal que desvirtuaria o propósito que a norma quis alcançar e que era assegurar o direito à saúde".

Trabalho digno e direito ao repouso
Segundo a procuradora, em causa está o direito ao repouso e ao trabalho em condições socialmente dignas, numa altura em que muitos médicos dos serviços públicos se queixam de uma enorme falta de recursos humanos que os leva a fazerem cada vez mais horas extraordinárias..."

MAS SÃO PAGAS.

Trabalho digno?!...

E os Oficiais de Justiça que fizeram uma vida inteira e ainda fazem horas extraordinárias, não remuneradas, em sem um limite máximo!...

É difícil de compreender estes critérios e prioridades das entidades constitucionalmente competentes, para pedir a fiscalização sucessiva da constitucionalidade das normas!...

Têm andado distraídas durante décadas ?!...

A "escravatura moderna" de uma classe profissional que depende funcionalmente das Magistraturas, não os preocupa?!...

Não tinham e têm conhecimento desta realidade?!..

De Anónimo a 23.09.2023 às 15:01

Quem é a Lucília GAgo? SOtora certamente . Assim, defende os de sua igualha, sotores certamente. Os outros, plebe, escória, nem sabe que existem, não falam bem, tem sangue vermelho e inferioridade intelectual. Não nos misture os, pensará, de que
Isto e uma democracia, somos todos iguais, uns mais que os outros, que os comportamentos e ideias pequenas custam a passar.
Essa senhora já deu provas de......... nada

De Anónimo a 23.09.2023 às 15:05

Na nossa sociedade impera uma espécie de racismo e preconceito académico.

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