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Quarta-feira, 23.11.22

Marçal e o burrito coletivo

      Na semana passada, o Correio da Manhã publicou a habitual coluna de opinião subscrita por António Marçal, presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ).

      O artigo intitula-se “À Espera” e, em subtítulo, o mencionado diário colocava o seguinte destaque extraído do artigo: “A cenoura continua à frente do burrito, numa caminhada interminável”.

      Consta assim o lamento de Marçal no artigo:

      «O Estatuto está encalhado e os Oficiais de Justiça continuam à espera. Uma espera que se tem revelado insana, pois já lá vão muitos anos de adiamento do inevitável – um Estatuto profissional que dignifique esta carreira especial e que é fundamental para o bom andamento da Justiça em Portugal.

      Uma carreira adiada nas suas expectativas mais viscerais, mais intrínsecas, com lutas penosas pelo caminho, com todo o tipo de manifestações, com greves, com alguma visibilidade mediática e nada!

      O Governo continua impávido e sereno. Acena-lhes com a possibilidade de um projeto de estatuto, tal como a cenoura está para o burro, que vai caminhando, fazendo o seu trabalho, a correr atrás do tão almejado legume.

      Na anterior legislatura, a então ministra da Justiça, por diversas vezes interpelada na Assembleia da República sobre esta situação de adiamento interminável, respondia sempre que era para já, está a sair – tal como as castanhas, quentinhas e boas.

      Mas não, acabou-se o XXII Governo Constitucional e os Oficiais de justiça continuaram à espera.

      Estamos no XXIII Governo e nada mudou.

      A cenoura continua à frente do burrito, numa caminhada interminável.

      Já foi dado a conhecer que terá de continuar a sua caminhada pelo menos até 2023 e, assim, vai o animal de carga emagrecendo, definhando, morrendo desnutrido até à machadada final.»

BurroCenoura.jpg

      Fonte: "Correio da Manhã".

por: GF
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às 08:03


41 comentários

De Anónimo a 23.11.2022 às 08:32

Não sei a quem o cronista quer fazer passar por burro. Mas sim é uma tremenda burrice esperar que o governo apresente "um Estatuto profissional que dignifique esta carreira", mas ainda é de mais burro forçar o governo a apresentar um estatuto que sabe-se de antemão será contrario às pretensões dos oficiais de justiça e que corre o risco de ser aprovado por uma maioria absoluta. E no meio desta politiquice toda e demagogia acho que quem toma mais por burro o of. justiça é mesmo este cronista e o seu sindicato. Mas que venha o circo com burro e palhaços...

De Anónimo a 23.11.2022 às 10:23

E que tal processar o estado português por incumprimento da lei , nem que seja nas instancias internacionais. O sindicato tem um advogado, deveria também servir para isso.

De Anónimo a 23.11.2022 às 11:34


Não é 1 advogado. É 1 departamento jurídico...

De Anónimo a 24.11.2022 às 08:50

Ainda melhor...

De Anónimo a 23.11.2022 às 12:10

Como assim, sabe-se de antemão que será contrário às pretensões dos OJ...

Deve haver poucos como eu com memória dos manguitos e do mata-borrão, folha de 25 linhas azul e estampilhada, mas não creio que sejam atávicos ao ponto de recusarem perceber que o novo estatuto é um imperativo para recrudescer a classe.

Não faz sentido continuar a recrutar funcionários sem licenciatura quando o país tem o maior número de licenciados em Direito e Solicitadora de que há memória, para não falar noutras áreas conexas (criminologia, etc.).

A qualificação dos quadros de pessoal é uma exigência dos tempos atuais, é uma inevitabilidade com a revolução digital.

Temos de ter a capacidade cognitiva, embora muitos de nós pertençam a uma faixa etária avançada onde os riscos de demência são maiores, e compreender o futuro e este é feito de algoritmos, com menor intervenção humana, da utilização do digital, com menos papel e contacto pessoal com os utentes.

Por todo o lado houve-se falar de surtos psicóticos, colapsos nervosos, AVC, ocorridos durante os serviços, e atinge uma situação inaceitável.

Há serviços com mais de 1, 2, 3 mil, e até mais, de despachos por cumprir não esquecendo os restantes trâmites.

Para fazer face a estas situações muitos de nós recorrem ao "Xanax", "Vectan", ou a suplementos (vitamínicos, de magnésio, etc.).

Mas há quem por este país esteja bem, será o caso de muitos poucos.

Venha daí o novo estatuto, seja ele qual for, sem medos, pois só a morte é certa e tudo o mais podemos influenciar com as nossas decisões pessoais ou coletivas.

De Anónimo a 23.11.2022 às 17:30

qualquer dia na construção não existem pedreiros nem pintores, só engenheiros.
Um pintor a pintar uma parede, engenheiro, salário de engenheiro.
Um pedreiro a colocar um tijolo para uma parede, engenheiro, salário de engenheiro, não vá omtijolo cair.
Não sejam ridículos, por favor.

De Anónimo a 23.11.2022 às 18:24

Por acaso um pedreiro saberá projetar uma obra?
Certamente que não, pois não tem competências para tal.
Mas um engenheiro poderá colocar um tijolo, levantar uma parede, pintá-la, ou projetar uma obra.

Trabalhei no setor privado, nomeadamente na construção civil e vi dois engenheiros dinamarqueses a montar uma central elétrica (mini-hídrica), vinham ambos com os seus fatinhos que despiam e vestiam um fato de macaco, transpiravam como ninguém, e arcavam com o peso dos berbequins, etc.

Nós por cá, com a mania que os doutores e engenheiros não trabalham, queremos ficar pela base, muitos pensam para que é que importa o estudo se até são precisos pedreiros, trolhas e carpinteiros.

Ora, o conhecimento não ocupa lugar e os atávicos apresentam sempre argumentos para defender o indefensável.

É preciso reconhecer quem investiu na aquisição de conhecimento e o empresta aos serviços.

Mesmo que todos os dias coloque um tijolo, estou preparado para projetar a obra, essa é a verdadeira diferença.

Enfim ... assim não vamos a lado nenhum.

De Anónimo a 23.11.2022 às 20:45

Saber não faz mal, pelo contrário, agora, por o engenheiro saber e querer colocar tijolos, não vamos privar todos os outros com competências para tal de exercerem a sua profissão e tentar melhora-la e a sua situação, restringindo o acesso só a engenheiros.
A nossa profissão e trabalhosa? É. É desgastante? É. É por vezes complexa? É. Todavia, antes tinha mais complexidade e os analfabetos não diplomados (onde me incluo) sempre deram conta do recado, até do trabalho que foi privatizado e entregue aos doutores como falências, penhoras, inventários, etc

De Anónimo a 24.11.2022 às 09:14

É verdade, muitos de nós assim o fizeram no passado, sem curso superior. Mas isso foi há 2, 3 décadas, ou mais. Hoje é impossível dominar todas as matérias sem uma preparação de base que não se baste com um estágio de meses. Isso acontece com as magistraturas mas já não com os funcionários.

O colega acredita que em lugar de acompanharmos as outras profissões, com que nos podemos comparar, conservatória e finanças, podemos ficar como estamos e ver melhorada a nossa carreira.

Francamente, eu e a generalidade das pessoas não acredita...

De Anónimo a 23.11.2022 às 23:24

Um pedreiro inteligente e trabalhador sabe.
Não pode é assinar o projecto.

De Anónimo a 24.11.2022 às 09:08

Haverá alguns que saibam, é uma possibilidade, mas não vamos cair no ridículo de dizer que os diplomados estão menos preparados, não reconhecer isso é uma estupidez de bradar aos céus, pois seria o mesmo que dizer que não vale a pena estudar.

Francamente ainda pensamos assim ...

De Anónimo a 23.11.2022 às 09:03

Continuo a pensar da mesma forma- foi um erro não se ter negociado o estatuto apresentado pela anterior ministra. Um enorme erro! Os sindicatos não sabem o que querem(ou só querem que apareça lá escrito- reforma aos 55 anos, pré-reforma aos 50), os não licenciados só veem nos licenciados o inimigo a abater e continuamos na mesma situação! Os outros, espertos, tratam da sua vida e andam para a frente, é só vê-los e ouvi-los nas televisões!

De D.Santos a 23.11.2022 às 13:05

Não precisamos de licenciados.
Precisamos de pessoas bem formadas, de bom carácter, honestas, que saibam estar, que saibam relacionar-se com todos, que não fomentem intrigas e mau ambiente em vez de trabalhar, que gostem do que fazem, que estudem, se atualizem. A licenciatura por si só não dá isto.
As provas para ingressar é que devem ser mais e com mais rigor, devendo incluir a entrevista.
Não "empurrar" só para o período probatório.Por vezes quem faz o relatório final, por vezes talvez com "pena" da pessoa como pessoa, deixará passar em prejuízo do serviço.
Mais tarde, vai trabalhar com esse funcionário e já achará que ele nāo tem qualidades para aquele trabalho, e... ai, ai,ai, os objetivos, que venha o COJ!

De Anónimo a 23.11.2022 às 13:35

Não precisamos de licenciados (!?)
Então precisamos de quê ? De escravos ?

O colega provavelmente não tem filhos, ou sequer vivenciou o esforço de muitos que investiram na sua formação e na dos filhos para lhes proporcionar um futuro melhor, preparando-os com a melhor ferramenta da vida, o conhecimento, que vem logo a seguir ao trabalho (no dicionário a palavra sucesso vem logo a seguir a trabalho e muito depois de estudo e conhecimento).

Então o Estado investe na formação, nos cursos superiores, e depois de lhes dar esta preparação, não os vai buscar para os serviços de maior exigência como é o desempenhado pelos tribunais!

O que o colega advoga já não se usa, esse tempo, o tempo em que muitos funcionários iam trabalhar de borla durante um ou dois anos e, no final, acabavam por entrar nos serviços apadrinhados já passou (ou pelo menos já devia ter passado).

E deixar entregue aos funcionários a orientação no estágio, como sucede atualmente, sem que possam administrar a formação de base porque o tempo já é pouco para cumprir processos e também não têm as habilitações para tal já não colhe concordância em lado nenhum.

Precisamos de gente competente nos serviços para executar e não apenas para ser mandada ... como sucede com muitos de nós que tratam os colegas não como colegas mas como desumanamente subordinados (refiro-me ao exemplo passado
com a recente greve).

Precisamos de sangue novo que respire outros ares e nos dê alento para o futuro.

De Anónimo a 23.11.2022 às 13:41

Acrescentar que o trabalhar de borla é já uma realidade, pois ninguém conseguirá resolver a sua vida com o vencimento inicial de OJ, em funções de responsabilidade.
Trabalhar assim, é trabalhar de borla ... dá só para pagar as despesas com alimentação, casa e saúde "mantendo-se viva a carcaça que o parasita explora até ficar exaurido".

De Anónimo a 23.11.2022 às 23:53

Se for licienciado, com mestrado, e outras qualificações,... vem para os tribunais!!??.. para OJ???

De Anónimo a 23.11.2022 às 14:28

"não precisamos de licenciados". Que visão tão curtinha.
Pois entendo precisamente o contrário. Enquanto os quadros não forem apenas constituídos por pessoas com formação académica e profissional adequada, devidamente remunerados, libertos dos velhos hábitos e doutrinas, com forte sentido de serviço público, não teremos o serviço de justiça que a sociedade anseia: rápido, justo, modernizado e eficiente.

De Anónimo a 23.11.2022 às 23:30

"com forte sentido de serviço publico"!!??
Onde??
Nos cartões partidários?? Nas Jotas??
Serviço publico não tem rosto, nem cartão de partido.

De Anónimo a 23.11.2022 às 09:18

Muito Oportuno.
É isso mesmo...
Agora a ver é se ao burrito não acontece como ao cavalo do espanhol
Como isto anda, não sei.

De Anónimo a 23.11.2022 às 13:51

Pois é, pode acontecer ...

Reduzida que está a manada de equídeos, com a ração cada vez mais cara por causa da inflação, sendo a porção cada vez menor no orçamento do dono disto tudo, se continuarmos a carregar a albarda e o selim com maiores responsabilidades, brevemente arreiam.

Nessa altura o dono disto tudo vai ter que carregar sozinho as responsabilidades, pois engordou com as porções que lhes subtraiu, aos burros e aos cavalos.

De Anónimo a 23.11.2022 às 23:33

Equídeo não carrega albarda, mas asinino sim....

De Anónimo a 24.11.2022 às 09:20

Eu disse albarda e selim, reparou. E a albarda para quem não saiba é o selim do burro.

Mas como as manadas são tratadas de forma igual, não importa a destincao.

Uns e outros comem da mesma mangedoura ... muitos deles só farelo e por isso o seu estrubuchar já não é de fina farinha ...

De Anónimo a 23.11.2022 às 11:39


Presumo que aquele em cima do burro é o sr Marçal, certo?



De Anónimo a 23.11.2022 às 11:53

Não é o senhor Marçal, mas podia ser qualquer um de nós (OJ) ...

O senhor Marçal de burro não tem nada ... e encarreirou bem a sua vidinha!

Os burros somos nós ... os que nada fazem pela vida .. continuamos numa panaceia e ainda há quem ache que está tudo bem assim... uns com a cenoura ao alcance da boca e outros com ela ao alcance do c|_| ...

De Anónimo a 23.11.2022 às 12:37

# Esta cambada de preguiçosos brinca com problemas sérios da classe dos oficiais de justiça, da qual, ao que parece, não fazem parte, até pela inércia que têm demonstrado, desvalorizando a exproprição que temos sofrido na nossa qualidade de vida, ao longo de décadas...!

# Em vez de trabalharem e defenderem os interesses da classe dos oficiais de justiça, escrevem artigos infelizes a tentar entreter e brincar com quem os sustenta...!

# Se resta alguma dignidade aos jericos, que larguem a manjedoura e estão à espera de quê para se demitirem, ontem já era tarde?!

De Anónimo a 23.11.2022 às 13:20

A resposta não é (só) a demissão, é antes disso acontecer o pedido de responsabilidades, o que se fez (e o que não se fez) e a quem deu jeito.

Interessa dizer o seguinte:

- A tutela queria "tamponar" a progressão automática nos escalões no anterior projeto;
- De igual forma queria "tamponar" (ou até eliminar) a promoção, pois que unificava as atuais carreiras (judicial e do MP), criando uma só onde se progredia por escalões com avaliação através do SIADAP;
- Cerceava-se amplamente as hipóteses de promoções com a possibilidade de acumulação de chefia de várias unidades orgânicas, de diferentes núcleos e deferentes áreas, por um único funcionário;
- Criava uma nova carreira (de Técnico Superior de Justiça - TSJ), a que alguns dos OJ poderiam aceder e mediante critérios bem apertados;
- Para aceder a TSJ, passaria ser possível apenas através de mobilidade, ou seja ficava nas mãos da tutela autorizá-la ( o que vinha mesmo a calhar).
- A nova carreira assim criada, constituiria (em hipótese) um veículo de colocação de funcionários externos, a que poderiam concorrer, por exemplo, funcionários já com vínculo como é o caso das Câmaras Municipais.
- Servia-se assim a um espécie de porta de entrada (jobs for the boys) com significativa carga política.
- O suplemento era apenas incorporado, sem mais considerações.
- A idade da aposentação mantinha-se (pois de outra forma era o caos no serviço), esquecendo assim a requalificação dos serviços com quadros novos e bem preparados.
- (...)

Muito mais haveria a dizer sobre o assunto mas fico-me por aqui.
Dizer apenas que o referido projeto foi atirado para ser, obviamente, recusado, importando agora um outro que não seja arremessado para nos contentar nem para nos castigar, mas que resolva os nossos problemas que são ao fim e ao cabo os da justiça.

De Domingos a 23.11.2022 às 14:24

Boa tarde. Dada a média etária da n/classe profissional acho que já todos temos idade para perceber que este governo não minimamente interessado aprovar nenhuma proposta de estatuto, mas apenas em protelar qualquer medida que possa beneficiar o nosso dia-a-dia.

Do mesmo modo, se tivermos alguma noção da história recente e da actual relação de forças entre assalariados e entidades patronais (públicas ou privadas), já deveríamos saber que greve parciais ou de um ou dois dias não vão demover nenhum governo. Lamento que ambos os sindicatos não tenham a coragem de decretar uma greve por tempo indeterminado.

Creio que ao fim de 1-2 semanas o governo cederia. Recordemos que a última greve, há cerca de 20 anos, que conseguiu um aumento significativo, durou 1 semana. Sim, seria arriscado apostar na adesão da classe, mas, pessoalmente, não me importaria de passar um mês "a pão e água" para obter um aumento substancial do salário. Mais alguém ? Vou esperar sentado.

De Anónimo a 23.11.2022 às 22:52

Este fala de uma greve que seguramente não viveu. Este diz defender um mês de greve, mas se fosse decretado um mês diria que não, os sindicatos eram doidos. Este não sabe, e nem quer saber, que na greve de que ouviu falar, não existiam serviços mínimos. Não sabe que nessa altura o governo recorreu à figura da requisição civil para mitigar os efeitos da greve, mas que agora há serviços mínimos. Este vive na ilusão que sabe, o que não sabe. Greve sim, mas eu para usar também de demagogia defendo um ano. Um ano até às pernas lhes tremiam😂😂😂

De Domingos a 24.11.2022 às 09:25

"Este" tem nome e assinou com ele, porque não se refugia no confortável e medroso anonimato. "Este" fez a greve dos 5 dias e repito que não me importaria de passar um mês "a pão e água" para conseguir um aumento que se visse. Quem vive na ilusão de que greves parciais ou de 1-2 dias conseguem vergar um governo não sou eu certamente (quanto aos seus emojis tão juvenis pode enfiá-los onde entender conveniente).

De Anónimo a 23.11.2022 às 13:57

Já disse o suficiente para nos fazer ter noção do que nos espera.
Pois não vão desistir desse projecto, e os moldes do próximo que vão apresentar não vão ser muito diferentes.
Ou os sindicatos tem uma posição de força contra isto ou é o fim mesmo.

De Anónimo a 23.11.2022 às 14:10

"um Estatuto profissional que dignifique esta carreira"


De Anónimo a 23.11.2022 às 14:11

O que nós precisamos é de um "Mário Nogueira"!!!


De Anónimo a 23.11.2022 às 17:08

Mesmo...

De Anónimo a 23.11.2022 às 18:33

Concordo que as novas entradas de oficiais de justiça sejam licenciados, mas será que vao aceitar estas condições de trabalho e ordenado perto do minimo? Espero que s3jam criticos e exigentes com o patrão, o ministerio da justiça. Sabemos que as universidades dao formacao e conhecimentos mas tambem saem de lá pessoas formatadas à feição do mercado de trabalho. Se for para contratar universitarios com mentalidade de funcionarios, subservientes e resignados entao ficamos na mesma com o MJ a ter mouros de trabalho mas vindos da universidade. Que categoria.

De Anónimo a 23.11.2022 às 18:52

A foto "a caminho da Lousã"
Ilustra o percurso dos dirigentes do SFJ nas últimas duas décadas!

Faltado sempre mais um bocadinho!



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  • D

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  • Anónimo

    Parabéns Bijeu!

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  • Anónimo

    Atentos e activos. Parabéns Viseu!

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  • Santos

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  • Anónimo

    Bravo, tribunal de viseu! Um exemplo para os tribu...

  • Anónimo

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