Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Oficial de Justiça

Bem-vindo/a ao DIÁRIO DIGITAL DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DE PORTUGAL publicação periódica independente com 6 anos de publicações diárias especialmente dirigidas aos Oficiais de Justiça



oficialdejustica.blogs.sapo.pt
DIÁRIO DIGITAL DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DE PORTUGAL (DD-OJ)
As publicações desta página podem ser encontradas diariamente em diversas plataformas:
oficialdejustica.blogs.sapo.pt oficialdejustica.blogs.sapo.pt oficialdejustica.blogs.sapo.pt oficialdejustica.blogs.sapo.pt oficialdejustica.blogs.sapo.pt oficialdejustica.blogs.sapo.pt oficialdejustica.blogs.sapo.pt

GREVE EM CURSO:
Está a decorrer entre o dia 22JAN e o dia 21DEZ de 2020 a greve decretada pelo SOJ ao trabalho fora das horas normais de expediente, em dois períodos de cada dia: um período de 1 hora entre as 12H30 e as 13H30 e outro período de 16 horas, depois das 17H00 até às 09H00 do dia seguinte. Esta greve abrange todos os Oficiais de Justiça, sindicalizados ou não, perante qualquer diligência, ainda que tenha caráter urgente, na hora de almoço, existindo no entanto serviços mínimos decretados para o 2º período com um total de 16 horas, depois das 17H00.
Pode aceder por aqui ao ofício da DGAJ contendo a indicação dos serviços mínimos.
...............................................................................................................................

Quarta-feira, 25.03.15

Metade de Metade é Quase Nada

     Pelo Aviso nº. 3031/2015, publicado na 2ª Série do Diário da República (DR) de 23MAR, a Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ), anunciou a lista daqueles candidatos que, tendo concorrido ao concurso para ingresso de 600 Oficiais de Justiça, não foram admitidos.

     Os candidatos excluídos e constantes da lista dispõem agora do prazo de 10 dias úteis, contados desde a publicação, isto é, dispõem até ao próximo dia 07ABR para se pronunciar, querendo, e por escrito, sobre qualquer aspeto que considerem mal considerado para a sua exclusão.

     Pede aceder ao Aviso do DR na seguinte hiperligação: "Aviso 3031/2015-23MAR"

     A lista dos candidatos não admitidos foi publicada na página da DGAJ e nela constam os vários motivos de exclusão, como a ausência de habilitação ou a ausência de junção do certificado de habilitações que comprovasse a habilitação, mas também por a candidatura não ter sido remetida dentro do prazo estabelecido, por não possuir nacionalidade portuguesa e ainda por não ter 18 anos completos.

     A lista pode ser acedida na seguinte hiperligação "Lista dos excluídos"

     A grande curiosidade desta lista prende-se com o facto relevante dela constarem excluídos, candidatos num total de cerca de 700.

     Ora, tendo a ministra da Justiça divulgado, no final de fevereiro, que haviam concorrido cerca de 1000 candidatos, facilmente se perceberá que os candidatos admitidos ao concurso rondarão os 300 (para os tais 600 lugares pretendidos).

     Assim, temos um concurso que deveria ser para 1200 Oficiais de Justiça mas que o Ministério da Justiça só abriu para metade (600) e para o qual só foram inicialmente selecionados outra metade (300) e, destes, ainda serão excluídos mais alguns (esperemos que não outra metade) após a realização da prova escrita.

     Ou seja, o que podem esperar os Oficiai de Justiça nos tribunais e serviços do Ministério Público deste país? Que o reforço do pessoal seja na casa dos 600? Não! Que seja na casa dos 300? Também não!

     O que podem esperar deste concurso de admissão é um quase nada; é um continuar a esperar e a suportar as dificuldades e um prolongamento das dificuldades e das muitas horas extraordinárias (não remuneradas) que diariamente são feitas para que a Justiça deste país não esteja na lama, pois embora a maior parte dos cidadãos acredite que já está, estão muito enganados, e só não está bem pior graças à extraordinária, inacreditável, graciosa e talvez estúpida dedicação dos Oficias de justiça deste país à causa pública, sem qualquer retorno, sem qualquer horizonte, sem qualquer vantagem, a não ser a satisfação pessoal, a tranquilidade de consciência do dever cumprido, aliás, mais do que cumprido; mais do que aquilo que é imaginável ao cidadão que da Justiça só sabe o que os media pretendem dar relevo.

     Até este momento havia a esperança de que estas 600 admissões viessem aligeirar (não solucionar) os problemas de falta de pessoal, mas esta esperança acaba de cair por terra com estes dados ora revelados.

     Assim, haverá necessidade, sem dúvida alguma, de realizar novo concurso, o que, sem dúvida, virá a acontecer, no entanto, como certamente será aberto a todos, mesmo para aqueles que não possuem aquela habilitação específica, prevista no Estatuto dos Funcionários de Justiça (EFJ) que prevê que para o caso de não haver candidatos suficientes, haverá que optar pelo regime supletivo do artº. 8º do mencionado Estatuto, abrindo-se concurso a todos os demais interessados.

     Ora, estes interessados, não possuindo algum daqueles cursos habilitantes, terão necessariamente que passar por um período de formação e estágio de vários meses até estarem minimamente habilitados a desempenhar as funções. Por isso, este concurso aberto é mais do que essencial e urgente e mesmo que seja anunciado ainda hoje, já será tarde.

     Coloca-se agora a questão: os Oficiai de Justiça terão mais – ainda mais – paciência para aguardar pela gota no oceano?

     Seria urgente que o Ministério da Justiça constatasse desde já que este concurso não se mostra minimamente satisfatório para a absorção de metade dos candidatos que realmente fazem falta e, desta forma, ultrapasse este constrangimento que hoje é diariamente vivido em todos os serviços judiciários deste país.

     No caso do Ministério da Justiça não se aperceber que 1000 menos 700 dá 300, e que para 600 ainda faltam outros tantos, ainda sem realização da prova rescrita, uma vez que, após a tal prova, muitos ficarão pelo caminho, aqui fica o alerta para que se abra com a maior brevidade; com máxima urgência, novo e imediato concurso para mais lugares, não só para os cerca de 300 que desde já ficaram vazios, como para, pelo menos mais 150, contando com aqueles que não atingirão nota positiva que lhes permita o ingresso.

     Assim, sugere-se a abertura imediata de novo concurso destinado ao preenchimento de, pelo menos, mais 400 lugares.

     Os leitores desta página sabem que podem deixar qualquer tipo de comentário aos artigos, devendo, para o efeito, selecionar, na parte final de cada artigo, a opção “comentar” mas, caso desejem comentar diretamente à DGAJ, podem fazê-lo através do correio eletrónico: correio@dgaj.mj.pt ou no formulário da página da DGAJ, em http://www.dgaj.mj.pt/Formulario

GritoDesespero.jpg

por: GF
oficialdejustica.blogs.sapo.pt

Autoria e outros dados (tags, etc)

Temas/"Tags":

às 08:05


48 comentários

De Marisa a 25.03.2015 às 17:33

Pois, efectivamente ainda bem que ainda existem pessoas que sabem fazer contas, porque até eu própria já as tinha feito e comentado com uma colega,que igualmente concorreu ao concurso e ambas licenciadas em direito, essa mesma situação. Então andamos aqui todos a brincar ou os júris do concurso não sabem mesmo o que andam a fazer?
A oportunidade de fazer a prova devia ser para todos e aí sim seleccionavam quem melhor resultado apresentasse na prova escrita, mas não, continuamos aqui com esta situação que nada mais é que anedótica e que mostra a tristeza do nosso país. E quem de fora vê só questiona se as pessoas já não estão escolhidas a priori e que isto só mostra a farsa que é o nosso país é esta a ideia que querem passar da justiça portuguesa? Investi numa área que a cada dia me envergonha mais.

De Anónimo a 26.03.2015 às 09:01

Então mas a Marisa ou alguém dos iluminados sabe quantos foram admitidos a exame?!? Já saiu a lista dos admitidos?!? Acho que não... portanto, na devida altura comentem...
No último concurso que houve que era para preencher 200 vagas nas mesmas condições do actual concurso foram admitidos a exame mais de 600 e agora que passados 6 anos onde existem bem mais pessoas com os dois cursos, só foram admitidos 300, será?!? Não vejo muita lógica, assim como não a vejo quando um aluno que ingressa no curso de Direito pensa para si próprio "o meu sonho é ser oficial de Justiça por isso vou tirar Direito"... e um aluno de Serviços Jurídicos pensa "o meu sonho é ser Advogado, vou tirar o curso de Serviços Jurídicos"

De Cláudia Vieira a 26.03.2015 às 08:52

Uma vergonha é este tipo de post´s!

1º O estatuo diz que para ser Oficial de Justiça deverá conter UM dos DOIS cursos existentes o de serviços jurídicos e o de técnico superior de justiça! Estes dois cursos foram criados com a ÚNICA finalidade a carreira de OFICIAL DE JUSTIÇA! Os licenciados em direito solicitadoria historia matemática ou o que for tem outras IMENSAS saídas profissionais que são vedadas aos outros cursos acima descritos! VERGONHA seria abrir portas a todos e não dar PRIMAZIA a quem estudou com a ÚNICA finalidade esta saída profissional! EGOISMO é este tipo de comentários descabidos!

2º NÃO EXISTEM dados oficiais, o único dado que nos temos é que perto de 700 pessoas NÃO foram admitidas e a maioria por falta de habilitações!

Sabendo previamente que este concurso é com RESERVA DE RECRUTAMENTO DE 3 ANOS, ou seja, este ano podem entrar 600 como podem entrar apenas 100, vamos esperar que saia a porcaria da lista dos admitos para assim falar mal disto e daquilo.

Quanto Às epssoas que concorrem e não ficaram tem 10 dias para reclamarem e argumentarem, façam valer aquilo que defendem.

Eu graças a Deus fui admitida…estudei para isto, sofri para isto e hoje tenho a oportunidade da minha vida profissional!

Boa Sorte a todos, e menos azia que só vos faz mal!

De Julio Roque a 26.03.2015 às 09:44

Não podia estar mais de acordo!..

De Anónimo a 26.03.2015 às 09:59

Subscrevo plenamente!!!!
Eu sou licenciado em Técnico Superior de Justiça e também gostava de concorrer ao concurso da PJ, no entanto, não o faço porque apesar de ser licenciado na área de Direito sei que o meu curso não está abrangido.
Já os Srs. Drs. licenciados em Direito cujo curso permite concorrer a tudo e mais alguma coisa, pensam que são "super-licenciados" e que têm o direito de concorrer a tudo, passando por cima de tudo e de todos cuja licenciatura está limitadíssima em termos de concursos.

De Ana a 26.03.2015 às 19:09

Subscrevo na integra!!

De http://infocursos.mec.pt/ a 26.03.2015 às 12:02

Técnico Superior de Justiça [Licenciatura - 1.º ciclo]
Universidade de Aveiro

N.º de alunos em cada ano:
33(2008);

33(2009);
35(2010);
35(2011);

36(2012);
37(2013).

Fonte: Concurso Nacional de Acesso,
DGES. Apuramentos DGEEC.


Total: 209

Distribuição das classificações finais dos diplomados neste curso (Consideram-se os alunos diplomados do curso em 2011/12.)

12V: 11 alunos
13V: 7 alunos
14V: 9 alunos
15V: 1 aluno
N.º total de alunos reportados: 28

Fonte: Inquérito RAIDES, DGEEC

De Anónimo a 26.03.2015 às 18:57

Até hoje ainda não entendi qual é a dúvida dos seres licenciados em Direito ou Solicitadoria.. esta atitude de puro egoísmo é algo que efectivamente me transcende...
Qual é a dúvida afinal??? Se tanto queriam ser Oficiais de Justiça porque não estudaram para isso??
Não me cabe na cabeça impugnar e revoltar-me por inúmeros concursos que abrem anualmente ao qual me colocam a mim e aos meus colegas ( Licenciados em Técnico Superior de Justiça) de parte, e não entendo estas mentalidades mesquinhas e absurdas!
Em que é que vocês serão melhores do que nós? Para que pudessem concorrer a um Tribunal parece-me também justo que eu possa inscrever-me por exemplo na ordem dos advogados..hum... ideia ridícula a minha certo? Pois.. tão ridícula como a vossa!
No meu entender, este concurso está a ser feito pela primeira vez de maneira LEGAL, e se são licenciados em Direito ou numa vertente de Direito (tal como eu) deveriam saber disso e parar de sonhar alto. Pois lamento informá-los mas felizmente nem todos os concursos da área de Direito servem para que possam concorrer , porque se assim fosse também nós poderíamos concorrer a tudo! Acordem para a realidade , porque ela existe!!!
Ninguém é mais que ninguém, somos todos licenciados.. existem muitos concursos, do mesmo ramo, porém para finalidades diferentes!
Cumprimentos a todos e muito boa sorte aos colegas que tal como eu foram admitidos :)

De Anónimo a 27.03.2015 às 11:30

Gostaria de questionar o autor do blog, no que é que se basea para ter tal informação? será a mesma fidedigna??Atenção senhor autor que em 2009 caso não se recorde existiu um concurso para oficial de justiça onde foram admitidos cerca de 600 pessoas, e entraram 200.Não existe apenas o Curso Superior de Justiça para efeitos de admissão, existe também o curso profissional de Oficial de justiça que é lecionado em Várias escolas profissionais espalhadas pelo país. Não é pelo fato dos Licenciados em Direito e Solicitadoria, com ou sem PEPACS, se lembrarem apenas agora da existência da profissão de oficial de justiça ,e desconhecerem a sua orgânica que vamos andar a inventar calúnias.

De oficialdejustica a 27.03.2015 às 12:15

Quanto à questão em que é que o autor se baseia para a informação, bastaria ler o artigo para perceber a origem da informação e que é a ministra da Justiça quando esta disse, aquando da inauguração de un julgado de paz (veja também o artigo aqui publicado a 02-03-2015), que haviam concorrido cerca de 1000 candidatos. Ora, se a estes 1000 anunciados retirarmos os cerca de 700 listados, temos, matematicamente, o resulltado de cerca de 300 admitidos, isto é, duzentos e tal ou trezentos e pico... Quanto à questão se esta informação é fidedigna, a resposta só pode ser: Não! Não porque a ministra da Justiça já deu outras informações que não se revelaram fidedignas e depois veio até dizer que não sabia ou que foi enganada por alguém. Assim, esta é a informação que existe poderá ser fidedigna mas também poderá não ser, uma vez que a fonte já demonstrou no passado não ser 100% fidedigna. Quanto ao mais vertido no comentário nada tem a ver com o assunto atual.

De Anónimo a 27.03.2015 às 17:30

Então mas como é que "sugere-se a abertura imediata de novo concurso destinado ao preenchimento de, pelo menos, mais 400 lugares" se a "questão se esta informação é fidedigna, a resposta só pode ser: Não! Não porque a ministra da Justiça já deu outras informações que não se revelaram fidedignas"?!?!?

De Anónimo a 27.03.2015 às 11:58

De facto, isto demonstra o País em que vivemos, que com mentalidades destas não pode ir para a frente! Se os licenciados em Técnico Superior de Justiça são +/- 200 parece-me óbvio que serão bem mais candidatos uma vez que existe ainda o curso Profissional... Mas isto nem está em questão! Mesmo que sejam só 300 não vejo motivo para tanta "azia", ninguém tem culpa que só existam 300 pessoas habilitadas para este concurso, sim porque como já foi dito os Licenciados em Direito ou Solicitadoria NÃO TÊM HABILITAÇÕES PARA TAL CONCURSO, tendo sido assim excluídos e bem excluídos por falta de Habilitações.

Posto isto penso ter sido tudo dito!!!

De Anónimo a 01.04.2015 às 22:56

Acho muita piada aos pardais que cantam neste blog, nomeadamente quando se tem medo de pessoas com boa formação e quando muito deles tiveram aulas por licenciados em direito e solicitadoria . Afinal ensinam mas N podem concorrer . Piada

De Anónimo a 02.04.2015 às 08:57

Então continue a dar aulas que ai está bem, não se preocupe com uma profissão que só se lembrou que existe agora, só porque foi excluído,não deve vir para aqui ofender as pessoas, até apelo aos administradores do blog para banirem o seu comentario.

De oficialdejustica a 02.04.2015 às 15:18

O apelo aos administradores do blogue para banir o comentário não pode ser satisfeito. Neste blogue todos os comentários são livres; completamente livres e não se exerce nenhum tipo de censura, seja a que título for, sobre os comentários, mesmo que sejam exagerados, inadequados, insultuosos até.

Não é política desta página exercer qualquer controlo sobre os mesmos nem sequer qualquer ingerência nas opiniões. A única intervenção possível é quando alguém dirige uma questão ou um apelo, como é o caso, ocasião em que se admite uma intervenção, como resposta que foi colocada diretamente, nada mais, mesmo quando são veiculadas opiniões e afirmações contrárias ou descabidas.

Aqui todas as opiniões se acolhem e quem delas discordar, bem ou mal, deve comentar colocando o seu ponto de vista mas sem qualquer tipo de censura.

De Anónimo a 27.03.2015 às 12:01

E não se devem esquecer que um detentor de ambos os cursos seleccionados para o concurso, está apto para começar a trabalhar AMANHA NUM TRIBUNAL, enquanto que uma pessoa sem Habilitações para tal teria ainda que ter uma formação e iríamos perder ainda mais tempo! PURO EGOISMO

De Luis a 02.04.2015 às 23:37

Curioso, eu não tenho qualquer dos cursos e já trabalhei mais num tribunal do que qualquer detentor dos mesmos, eu estive lá um ano como cerca de mais 500 estagiários PEPAC, onde durante esse ano fui efectivamente Oficial de Justiça, não me venham dizer que alguém que tenha um destes cursos tirado a mais de dois ou três anos está mais preparado do que qualquer estagiário PEPAC. E pura desonestidade intelectual. E quanto ao facto de termos ido por este ou aquele caminho profissional, não impede o nosso interesse por enveredar por outras profissões que não a de Advogado ou Solicitador. Sempre tive o maior respeito pela profissão de Oficial de Justiça, não e por ter tirado Direito ou Solicitadoria que tenho menos ou mais respeito. Se estão assim tão mais preparados que todos os restante, que não tenho duvidas que até estejam, qual o medo de competirem em igualdade de circunstancias? Fica a questão..

De Anónimo a 03.04.2015 às 13:01

Por acaso tem a minima noção do que está a dizer????será que passado 15 anos decobriu a polvora? como tenha pena de si e do seu desconhecimento da profissão de oficial de justiça e seu estatuto, venho informar que desde de 2000 os detentores do curso de técnico de serviços juridicos, tme um estagio nos tribunais de um mes por cada ano, e após isso existe um estagio profissional de 1 ano,muitos destes cursos são lecionados por escrivões dos tribunais e oficiais de justiça, posto isto será que aida se acha mais preparado???mais informo que muitos dos concorrentes neste momento são advogados e solicitadores a trabalharem na praça..e não meros licenciados desempregados....posto isto será que ainda se acha assim tão bem preparado???

De Anonimo a 28.03.2015 às 23:27

Comentando algumas opiniões aqui publicadas, as carreiras reservadas a licenciados em Direito sempre o foram, por razões objectivas e por demais evidentes, se algumas não o eram antigamente e passaram a ser, como por exemplo aqui foi referido, a de inspector da Policia Judiciária, creio que aí exigem-se conhecimentos em Direito Penal e Processo Penal, no tal curso superior de Justiça de Aveiro existe formação nessa área, se não são admitidos em tais concursos deveriam reivindicar tal possibilidade, creio ser justo, assim como muitos licenciados em Direito o estão a fazer neste caso com toda a razão, em vez de tentar reservar de forma egoística o acesso a uma carreira para a qual nunca foi necessária tal condição, a não ser um concurso onde todos concorrem em condições de igualdade, entrando apenas os melhores, porque o que está aqui em causa nem é a formação, mas sim a capacidade e as aptidões das pessoas, e aí até pessoas com o 12º ano ou formação superior noutras áreas serão mais competentes que muitos destes licenciados em Direito e Serviços Jurídicos, antigamente assim o era com muitos Oficias de Justiça como o meu avô, que apenas tinham o liceu. Se são assim tão bem formados porque têm medo de ser avaliados num Concurso que inclua licenciados em Direito, as leis do Estado devem ser elaboradas com base em critérios objectivos de igualdade, tendo em vista exclusivamente a salvaguarda do interesse público, e não para defender lobbies e interesses de alguns, que é o que acontece vezes de mais neste pais.

De Anónimo a 29.03.2015 às 15:00

A questão de ser mais justo ou menos justo é subjetivo, tenha atenção, que isto não é um simples concurso publico, por acaso ainda não se apercebeu que os Oficiais de Justiça tem um estatuto próprio,acredito que se fosse um concurso publico como outro qualquer teriam alguma hipótese de impugnar e etc...agora nestas condições, e face ao carater de urgência em se meter pessoal nos tribunais duvido que qualquer órgão judiciário, vá travar este concurso em prol de uns meninos que só agora se lembraram da profissão de oficial de justiça.

De Anónimo a 29.03.2015 às 23:03

Caro anonimo, tem alguma razão em certas coisas que disse! Mas tenha cautela quando diz que alguém tem receio de concorrer com quem quer que seja! Sou licenciad em ambos os cursos de TSJ e de Direito ( pois tive a intinteligência de o fazer para que pudesse concorrer a este e outros concursos) e posso dizer-lhe caro colega que em nada , e repito em NADA, o curso de direito e mais exigente q o de Técnico superior de justiça! Como tal não vejo qualquer motivo de receio de qualquer parte... respeitem às coisas e aceitem como elas são!

De Anonimo a 30.03.2015 às 01:11

Parece que sim, existe algum receio, que é até difícil de entender, porque se falam em necessidades reais de mais de 1000 funcionários, o curso da Universidade de Aveiro, que creio ter sido criado recentemente, nem 30 pessoas por ano forma, segundo diz-se por aqui, caramba, foram abertas 600 vagas neste concurso, no Ministério da Justiça sei de um este ano em que foram mais de 1000 candidatos para apenas 20 vagas, há concursos com centenas de candidatos para 4 ou 5 vagas em todos os lados, e no sector privado a mesma coisa, que mais querem estes jovens, uma passadeira estendida "travestida" de concurso público, pelos vistos foi o que a Universidade que os formou conseguiu negociar de forma eficaz com o atual Governo, o que em nada dignifica, nem a Universidade em causa, nem as funções para as quais concorrem.

De Anónimo a 30.03.2015 às 10:57

Penso que quando comenta deve estar informado sobre tudo... Pois o curso pode não ter muitos licenciados, tem cerca de 200 e tal neste momento a aguardar este concurso e a trabalhar na área (pois o curso não serve só para o dito concurso), porém existem inúmeros alunos com o curso profissional de serviços jurídicos, logo o que está a dizer parece um pouco descabido uma vez que ninguém faz ideia do número de alunos que têm o curso profissional. Parece haver sim um desconforto dos Licenciados em Direito por terem sido postos de parte, e é difícil aceitarem essa realidade, quando efectivamente há tantos cursos postos de parte em diversos concursos... Não vamos confundir as coisas, ser enfermeiro é ser enfermeiro e ser radiologista é ser radiologista, embora estejam dentro da mesma área, é absurdo concorrerem os dois para o mesmo lugar certo? Então sejam justos e ponham-se nos vossos lugares...

De Anonimo a 30.03.2015 às 21:12

Bem, regressamos de novo aos mesmos argumentos, para se ser enfermeiro sempre foi necessário ser enfermeiro, para Oficial de Justiça, até por concurso interno se recrutavam pessoas para a carreira, e nunca ninguém morreu por causa disso, pelo contrário, o que creio que acontecia no passado é que existiam concursos abertos a muito mais gente, agora não, vai haver um concurso público, que enfim, mesmo que sejam 1000 candidatos é muito pouco para 600 vagas, sobretudo nos tempos que correm, estamos a falar de mais de 1 vaga para cada 2 candidatos, dignifica muito pouco a carreira e coloca sérias dúvidas sobre a competência e o mérito de muitos que a integrarão. Mas enfim, já todos sabemos que o ensino e a formação no nosso pais são um grande negócio, há tachos e gastos que têm de ser mantidos e justificados.

De Anónimo a 31.03.2015 às 10:55

Deixe-me informá-lo de que tudo evoluiu.. antigamente a escolaridade obrigatória não era a mesma que é recentemente, e em todo o lado se trabalhava sem qualquer formação...o que está a dizer é completamente descabido! e se hoje em dia se fazem cursos para habilitar pessoas é sinal de que estamos a evoluir e não a regredir... está preocupado com o que afinal? é que ainda nem deu para entender se a sua "azia" é por ter sido excluído ( que foi, de certo) , por não haver gente suficiente, ou por não terem competência? Descanse amigo, a justiça ficará em boas mãos! Boa páscoa

De Anonimo a 31.03.2015 às 15:43

Bem, para terminar de vez a minha intervenção por aqui, tendo lido aqui alguns comentários, a forma como se expressam, escrevem, fiquei foi com a ideia de que alguns de vocês não têm é formação nenhuma, falta aqui muito civismo e maturidade intelectual, coisas que certamente os tais Oficiais de Justiça dos outros tempos, os tais que segundo os "técnicos profissionais e superiores de serviços jurídicos" não tinham "formação nenhuma", tinham certamente a mais do que vocês, até porque o Oficial de Justiça forma-se mesmo é nos tribunais e na vida civica e não numa escola profissional ou num bacharelato, sim é isso que o curso de Aveiro é, uma espécie de curso de Direito de menor duração, com um estagio incluído, e agora pelos vistos com emprego incluído também, e conseguiram afastar não só as pessoas sem formação na área, como também, e isso é que é grave, pessoas com formação jurídica, e tanto criticaram os concursos internos, como sendo um espaço para cunhas e favorecimentos, quando na realidade eram concursos exigentes que tinham, como em 2007, 3000 candidatos para 300 lugares, e de onde de resto saiu gente extremamente competente e bem formada para a carreira.

De Anónimo a 31.03.2015 às 15:47

Está na altura de se informar acerca da real história dos Oficiais de Justiça, em vez de vir para aqui mandar postas de pescada, só porque ficou excluído, por acaso sabe o que é o C.O.J., por acaso sabe que já existe o curso profissional de oficial de justiça desde do ano de 2000, é só uma questão de se esforçar um bocadinho e consultar o que se passou nos últimos 15 anos relativamente aos concursos para oficial de justiça, onde muita gente sem competência foi colocada, em vez de quem tinha formação para o efeito. Como já revelou, denota-se que tem um desconhecimento geral da profissão, custa-me a querer que sendo licenciado em Direito ou Solicitadoria, não consiga interpretar a lei, nem tão pouco inteirar-se de um estatuto que está consagrado, nem tão pouco se dar ao trabalho de perceber que qualquer impugnação a este concurso não terá hipótese, mais me custa a entender que não saiba o que implica alterar um estatuto.

De Anonimo a 31.03.2015 às 19:27

1º Conheço bem a carreira de Oficial de Justiça e quem a exerce, aliás conheço quem a tenha exercido por mais de 40 anos 2º Não há nenhum curso profissional de oficial de justiça, existem cursos genericamente designados de serviços jurídicos 3º não concorri a nenhum concurso, já trabalho no Ministério da Justiça, ou melhor, num organismo por ele tutelado. 4º As condições de acesso previstas no Estatuto, e, que até então nunca foram cumpridas, sabe-se bem porquê, são completamente desajustadas da realidade, e assim deviam continuar a ser.

De Anónimo a 02.04.2015 às 10:40

Concordo plenamente, e parece-me que esse senhor é que não tem Formação nenhuma, também não admira, é que a LICENCIATURA em Técnico Superior de Justiça, não se compra em universidades privadas infelizmente ao contrário da de Direito. Portanto vê-se quem são os mal formados e mal informados...

De Raquel Coutinho a 31.03.2015 às 09:35

Não sei o porquê de tanto ressentimento dos Licenciados em Direito, porque como sabem vai por aí uma grande salgalhada nas profissões jurídicas. Senão vejamos:
Há notários a fazer de juízes
Há advogados a fazer de notários
Há solicitadores a fazer de advogados...

De Anónimo a 31.03.2015 às 11:01

A questão aqui é que está criado um estatuto, ao qual refere quem pode concorrer! a partir daí penso que não há sequer argumentos! O estado decidiu por bastante tempo que o curso de Técnico Superior de Justiça não era requisito (e isso sim é motivo de revolta, pois existe um regulamento que prevê que uma das saídas profissionais é essa mesma), e no entanto ninguém morreu nem matou ninguém por isso!

De Raquel Coutinho a 31.03.2015 às 12:28

Continuo sem perceber qual é o motivo de tanto "abespinhamento"...
O Estatuto, de que tanto falam e de que tanto alegam o desconhecimento, prevê explicitamente no seu artigo 8.º que "Na falta ou insuficiência de possuidores da habilitação referida no número anterior, o ingresso faz-se de entre
candidatos aprovados em curso de habilitação."
Ora o Regulamento do Curso de Habilitação para Ingresso nas Carreiras do Grupo de Pessoal Oficial de Justiça prevê no seu artigo 3.º que "Podem candidatar-se ao curso de habilitação os indivíduos habilitados com o 11.º ano de escolaridade ou equiparado"
Portanto tirem as vossas conclusões...

De Anónimo a 31.03.2015 às 16:52

https://sites.google.com/site/tecnicosuperiorjustica/home/a-controversia-entre-tsj-e-os-concursos-publicos

pode ser que ajude a entender o esforço (agora valorizado) pelos detentores desta Licenciatura.

De Ricardo Paulino a 31.03.2015 às 21:32

O que acabou de indicar é simplesmente ridículo ... o que está a ser discutido é que seja garantido o princípio da igualdade que vincula a Administração Pública à não discriminação , positiva ou negativa, dos cidadãos obrigando a dar tratamento igual a situações que sejam juridicamente iguais, e a obrigação de dar tratamento
diferenciado a situações que sejam juridicamente diferentes.Está em causa a igualdade de oportunidades, assegurada por adequada e atempada publicitação, mas também a igualdade na aplicação dos critérios de avaliação.
isto chama-se justiça social não é brincar à justiça ou andar armado aos "cowboys"

De Anónimo a 01.04.2015 às 17:15

E onde está o principio de igualdade quando abrem concursos que nos excluem? Já não importa? é tudo muito bonito até que nos afecte! RIDÍCULA é a sua atitude e o seu egoísmo! Lembraram-se agora que esta profissão existe, tenham juízo, "cada macaco no seu galho". E nem vou perder mais tempo com este assunto porque é absurdo mesmo! Com mentalidades assim o país não vai para a frente! Abram concursos públicos para tudo e vamos todos concorrer, e que ganhem os melhores!
Simplesmente absurdo...

De Anónimo a 01.04.2015 às 22:47

Com mentalidades assim não vai para a frente porque quando sem têm pessoas bem formadas e se excluem apenas porque sim, não vai para a frente quando pessoas tem medo de ir a exame com pessoas que pagaram e deram tudo por aquilo que são .
A brincar anda este país e pessoas como o senhor que ignoram os outros por medo preguiça. Apenas por isso .

De Anónimo a 02.04.2015 às 09:03

Meus queridos amiguinhos licenciadinhos em Direito e Solicitadoria, foram excluídos, e ainda bem, conformem-se, que não tem hipótese, mesmo que impugnem so vão gastar dinheiro, se por um lado os tribunais necessitam urgentemente de funcionários, por outro só com a alteração dos estatutos é que será possível a vossa licenciaturazinha vir a ser admitida, o que neste concurso já não vão a tempo.Pois nenhum orgão de soberania terá interesse em parar este concurso.

De Anónimo a 02.04.2015 às 10:45

Haja alguém com Bom senso...

Medo??? Oh minha querida.... pagou e pagou bem para lho darem porque eu também paguei para estudar mas não paguei o diploma!

De Anónimo a 17.02.2020 às 16:57

Hoje por acaso ao passar por este comentários de 2015 agradeço muito não ter entrada nesse concursozinho realmente devia estar cego, ganhar apenas um salariozinho

De Ricardo Paulino a 31.03.2015 às 21:14



-No dia 23 de Janeiro foi publicado em diário da Republica um concurso público para 600 oficiais de justiça ( Aviso n.º 793/2015)
- Verificado sou surpreendido com os requisitos exigidos (como requisito especial): ser detentor de um dos seguintes cursos,
não havendo a possibilidade de substituição dos mesmos por formação ou experiência profissional:
a) Curso de técnico de serviços jurídicos, aprovado pela Portaria
n.º 948/99, de 27 de outubro;
b) Curso de técnico superior de justiça, ministrado pela Universidade
de Aveiro, a que se referem os despachos n.os 22832/2003 e
22030 -A/2007, publicados na 2.ª série do Diário da República de 22 denovembro de 2003 e de 19 de setembro de 2007,
respetivamente.
- Deixando de lado outros cursos como licenciados em Solicitadoria e Direito, pessoas com elevada formação na área a
recrutar.
- Não se entende tal decisão, pois é certo que anteriormente os licenciados nestes cursos não estariam interessados neste tipo
de concursos, actualmente e devido ás dificuldades que todas estas áreas enfrentam estão sem duvida interessados nesta
profissão e consequentemente neste concurso.
- As licenciaturas em Direito e Solicitadoria são de elevada qualidade, os seus conteúdos programáticos vão muito mais alem na
sua formação teórica/ pratica que a profissão de Oficial de Justiça Exige.
- Verificado a estrutura curricular do curso dos Técnicos oficiais de justiça , verifica-se por exemplo que é composto por 86
créditos nas áreas das ciências jurídicas dos 180 da licenciatura.
- Comparando com o curso de Solicitadoria do Politécnico de Leiria sendo este o mais antigo a nível nacional é composto por
158 créditos na área de direito dos 180 créditos, verificado o curso de Solicitadoria do Ins. Politécnico de Coimbra é notório na
sua composição que 107 créditos são da área de Direito.
-Não havendo duvidas que a formação é adequada para a profissão de oficial de justiça.
- Em consulta aos relatórios da Agência de acreditação elaborado pela comissão de avaliação externa relativamente ao ciclo de
estudos Técnico Superior de Justiça, é clara :
a-) O corpo docente não cumpre os requisitos legais;
b-) Dos 20 docentes apenas 4 tinham o grau de Doutor;
C-)Não são cumpridos os requisitos legais quanto à estrutura curricular e planos de estudos que não são adequados ao tal grau
académico.
d-) A estrutura curricular "apresentada é lacunar e truncada", o plano de estudos não contempla o necessário suporte teórico falhando nos objectivos.
- De forma sucinta lic. no curso de Técnico Superior de Justiça, não são detentores de formação superior que anule e exclua os
detentores dos cursos de solcitadoria e Direito, sendo mesmo excluídos por curso de formação profissional equivalente ao 12.º
ano.
A selecção/ recrutamento deve ter como objectivo assegurar que no final do recrutamento se encontram os melhores
profissionais para as funções a desempenhar, não se vislumbrando neste curso tal prepositivo ao excluir licenciaturas que
formam pessoas capacitadas para exercer profissões ligadas à justiça.
- Ao reconhecer um curso profissional como detentor de um plano curricular suficiente, não se poderá negar o acesso a pessoas
com formação superior na área a recrutar, quando simplesmente os formadores destes mesmos cursos são detentores de
licenciaturas em direito e Solicitaria.
- A questão em apreciação fica um pouco mais ridícula quando um licenciado em Solicitadoria pede equivalência à licenciatura
de Tec. sup de justiça e a mesma lhe é concedida desde que a mesma seja paga.


Com o exposto pretende-se que os licenciados em Direito e Solicitadoria tenham acesso ao concurso de igual forma aos
indicados no concurso, nos mesmos termos que os indicados no concurso.
- Que seja garantido o princípio da igualdade que vincula a Administração Pública à não discriminação , positiva ou negativa, dos
cidadãos obrigando a dar tratamento igual a situações que sejam juridicamente iguais, e a obrigação de dar tratamento
diferenciado a situações que sejam juridicamente diferentes.Está em causa a igualdade de oportunidades, assegurada por
adequada e atempada publicitação, mas também a igualdade na aplicação dos critérios de avaliação.

De Anónimo a 01.04.2015 às 17:17

Vejo apenas muita falta de Noção...apenas isso!

De Ricardo Paulino a 01.04.2015 às 22:42

Tão pouca noção que o sr provedor de justiça concordou com a fundamentação em traços gerais apresentado.
Tão pouca noção que a única fundamentação que apresenta é basicamente nada e mandar uma pedra para o ar.

De Anónimo a 02.04.2015 às 10:47

Limitou-se a copiar um texto que viu, sem conhecimento de facto daquilo que mencionou... pouca vergonha

De Anónimo a 17.02.2020 às 22:38

Aveiro sim, o resto, com as devidas exceções, deixa tudo a desejar.
Faça-se um inquérito sobre esta matéria, comparando-se o desempenho de uns e de outros.
Não se compreende o motivo pelo qual os licenciados em direito não gozam de prioridade no ingresso na profissão de OJ. Estarão menos habilitados para o exercício da profissão, sendo titulares de licenciatura em direito, quando comparados com aqueles que apenas possuem o ensino secundário.?
E perceber isto??




De Anónimo a 02.04.2015 às 08:51

A sua analise, doutrinal, de fato é profunda, a conclusão que se tira da mesma é nenhuma. Resumindo será que já se apercebeu que os oficiais de justiça tem um estatuto próprio, e que isto não se restringe apenas a mais um concurso publico vulgar?
É a mesma coisa que um engenheiro Agronomo querer ser advogado, tem que preencher os requisitos, nomeadamente ter licenciatura em direito. Será que o estatuto não conta para nada??Se o sr.º é Licenciado em Solicitadoria ou Direito,tem a obrigação de fazer analises com profundidade adequada, e com conhecimento de causa,e não se basear,em afirmações sem qualquer tipo de fundamento e suporte legal.Por tal aconselho a voltar a estudar para saber do que fala, é óbvio que ao desconhecer o funcionamento da profissão de Oficial de justiça fica Difícil opinar sobre o mesmo.

De Ricardo Paulino a 02.04.2015 às 11:51

Vou me abster de qualquer comentário porque a minha educação e formação é suficiente para não responder a pessoas mal formadas e ter que descer ao nível de ignorância que paira por estes lados, agora de alguma forma percebo porque os tribunais funcionam mal... vai muito para além da falta de pessoal.

Cumprimentos e sucesso profissional

De Anónimo a 02.04.2015 às 13:31

Não são apenas os tribunais q funcionam mal é a justiça no seu todo, e de facto está agora à vista de todos o porquê!

Sucesso colega

Comentar Artigo


Pág. 1/2



BandeiraPT oficialdejustica.blogs.sapo.pt
.................................................. INICIATIVAS COMPLEMENTARES:
..................................................
Acordos & Descontos para Todos - Lista de descontos para Oficiais de Justiça oferecidos por empresas privadas.
Consulte a lista aqui
saiba+aqui

..................................................
Legislação e Publicações Relevantes - Lista com seleção diária de legislação e outras publicações relevantes em Diário da República e noutras fontes.
Consulte a lista aqui
saiba+aqui

..................................................
Lista de Alojamentos
Anúncios de Procura e de Oferta de alojamentos para Oficiais de Justiça. Contacte pelo e-mail dedicado:
ProcuraAlojamento@sapo.pt
Consulte a lista aqui

saiba+aqui
.................................................. Grupo WhatsApp para Oficiais de Justiça
A comunicação direta de, para e com todos. Saiba+Aqui

.................................................. Lista de Anúncios para Partilha de Carro
Boleias e partilhas de lugares nos carros, sejam diárias, aos fins-de-semana, para férias ou ocasionais, anuncie a disponibilidade e contacte pelo e-mail dedicado:
PartilhaDeCarro@sapo.pt
Consulte a lista aqui

saiba+aqui
.................................................. PERMUTAS para Oficiais de Justiça (Lista de Permutas)
Veja os pedidos existentes e envie os seus para o e-mail dedicado:
PermutasOJ@sapo.pt
Consulte a lista aqui

saiba+aqui
.................................................. Histórias de Oficiais de Justiça (Compilação)
Envie histórias, peripécias, sustos, etc. para o e-mail dedicado:
HistoriasDeOficiaisDeJustica@sapo.pt

saiba+aqui

..................................................
Estatuto dos Oficiais de Justiça EOJ - Para assuntos relacionados com o Estatuto em apreciação use o e-mail dedicado:
Estatuto-EOJ@sapo.pt

veja+aqui
..................................................
Endereço Geral da página - Para assuntos diversos, use o endereço de e-mail geral:
OJ@Sapo.Pt

..................................................
Veja por aqui + informação sobre o Perfil / Autoria da página
+
Veja também por aqui o Estatuto Editorial e a Direção desta publicação
..................................................
Dúvidas sobre a Justiça?
Ligue para a Linha Justiça
(MJ) (chamada gratuita):
800 910 220
(das 9h às 19h nos dias úteis)
saiba+aqui e veja também o portal da Justiça em justiça.gov.pt
..................................................
Linha de Emergência Social:
Apoio da Segurança Social e do Ministério da Justiça:
144 (Linha Gratuita 24 h)
saiba+aqui
Linha da Segurança Social:
300 502 502 (das 09h às 18h)
..................................................
Outras Linhas de Apoio:
800 209 899 - SOS Voz Amiga
(das 16h às 24h) (gratuita)
808 237 327 - Conversa Amiga
(das 15h às 22h) (gratuita)
239 484 020 - SOS Estudante
(das 20h à 1h)
222 080 707 - Telf. Esperança
(das 20h às 23h)
800 990 100 - SOS Pessoa Idosa
(das 10h às 17h) (gratuita)
..................................................

Meteorologia

Porto
Lisboa
Faro

Pesquisar

Pesquisar no Blog  


Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2014
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2013
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D

Para Contactar:

Para mensagens breves pode usar a caixa de mensagens abaixo (mensagens instantâneas) ou usar o endereço geral de e-mail: oj@sapo.pt para mensagens maiores, com imagens ou anexos ou se quiser uma resposta.

Mensagens Instantâneas

Na caixa de mensagens abaixo pode enviar qualquer tipo de mensagem de forma simples e rápida. Basta escrever, carregar no botão "Enviar" e já está. Estas mensagens são anónimas, não são públicas nem são publicadas. Como as mensagens são anónimas se quiser resposta indique o seu e-mail.

Mensagens

Subscrever para receber e-mail

Pode receber no seu e-mail cada artigo aqui publicado, para isso basta indicar o seu e-mail e depois ir lá confirmar a subscrição na mensagem que lhe será enviada. Simples, automático e recebendo cada artigo logo que publicado. .................................................

Escreva abaixo o seu endereço de e-mail:

Não esqueça ir depois ao seu e-mail confirmar a subscrição (se ocorrer avaria comunique).


Comentários

Pode comentar cada artigo e responder a comentários já existentes. Os comentários podem ser anónimos ou identificados e o conteúdo não é previamente (mas posteriormente) verificado.
Para comentar os artigos selecione "Comentar".
Os comentários são públicos. Para mensagens privadas use a caixa de mensagens ou o e-mail.
Os comentários ou respostas colocados pela administração da página surgem identificados como "oficialdejustica" e clicando no nome acede ao perfil da página. Não se identifique com nomes e de forma igual ou parecida com a referida designação.
Os comentários e as críticas não devem atingir pessoas mas apenas ideias. A discussão deve ser saudável, construtiva e digna. Serão eliminados os comentários que se julguem inadequados.

Comentários recentes

  • Anónimo

    Nós vivemos num Estado de Direito Democrático?

  • Anónimo

    Não colega! Num Estado de Direito Democrático,...

  • Anónimo

    Não tenham pressa de ver o novo estatuto aprovado....

  • Anónimo

    A Senhora Ministra da Justiça, por diversas vezes,...

  • Anónimo

    Então e sobre a proposta de estatuto, que ia ser a...

  • Anónimo

    ok, obrigado

  • oficialdejustica

    Bom dia Pedro! Não são só os "Provisórios". Há "De...

  • Anónimo

    Uma dúvida se me puderem esclarecer. Quem é que ga...

  • Anónimo

    consertos, precisam-se...

  • Ana Costa

    Até 31-12-1911, a hora legal em Portugal Continent...

  • Anónimo

  • Anónimo

  • Anónimo

    https://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/fernanda-canc...

  • Anónimo

    Não são gente

  • Anónimo

    Esqueçam os auxiliares

  • Anónimo

    Claro, os adjuntos e ainda mais, os escrivães auxi...

  • Anónimo

    E os adjuntos e auxiliares que se f.........

  • Anónimo

    Claro que terão de ser despromovidos. Mas a DGAJ, ...

  • Anónimo

    Como este já houve muitos mais e com tendência a a...

  • Anónimo

    Quando muitos de nós começarem a tomar a decisão q...

  • Anónimo

    Para secretários! então os novos não vão ser despr...

  • Anónimo

    mais que consabido. mais importante do que refleti...

  • Anónimo

    Existem grandes interesses ocultos para os lugares...

  • Anónimo

    Existem grandes interesses ocultos para os lugares...

  • Anónimo

    Convém ter uma comadre ou a "coisa" se quiserem, p...




oficialdejustica.blogs.sapo.pt

Ligações

Ligações de INTERESSE:

  •  
  •  
  • ________________________

  •  
  •  
  • Ligações a LEGISLAÇÃO

  •  
  •  
  • ________________________

  •  
  • Em alguns casos, pode não ver todo o documento mas só a primeira página. Baixe o documento para o ver e ficar com ele na totalidade.

  •  
  • _______________________

  •  
  • Ligações a DOCUMENTOS

  •  
  •  
  • ________________________

  •  
  •  
  • Ligações dos TRIBUNAIS

  •  
  •  
  • ________________________

  •  
  •  
  • POR e PARA Oficiais de Justiça

  •  
  •  
  • ________________________


    Onde encontrar o Ofici@l de Justiç@?

    Os artigos aqui publicados são distribuídos por e-mail a quem os subscrever e são ainda publicados no Facebook, no Twitter, no "Blogs Portugal", no "Reddit" e no WhatsApp, ou seja, em 7 plataformas diferentes:

    1- Sapo (oficialdejustica)

    2- Facebook (OficiaisJustiçaPortugal)

    3- Twitter (OfJustica)

    4- Blogs Portugal

    5- Reddit (OficialJustica)

    6- WhatsApp

    7- Assinantes por "e-mail"






    Para além das outras possibilidades de comunicação, se pretender comunicar por e-mail, use o endereço abaixo indicado:

    OJ@SAPO.PT

    .......................................................................................................................