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Oficial de Justiça

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Quinta-feira, 15.01.26

“Não contem connosco para fazer de conta que não vemos o que se está a passar”

      As reuniões dos representantes dos trabalhadores com o Governo, desde logo no âmbito da Concertação Social, têm sido assim: para ontem, 14JAN, esteve marcada uma reunião de todos os elementos que integram a Concertação Social, como as duas centrais sindicais e a representante patronal, mas foi adiada para momento a designar para após as eleições.

      No que se refere às reuniões parciais com as centrais sindicais, depois da reunião de 16DEZ com a UGT, o Governo agendou uma reunião com a CGTP para 07JAN que acabou adiada para ontem, 14JAN, e esta última foi novamente adiada para o dia 20JAN, pelas 15H30.

      Para hoje estava marcada mais uma reunião técnica dos dois sindicatos que representam os Oficiais de Justiça com o Governo. Não temos notícia do seu adiamento, pelo que os Oficiais de Justiça contam com mais esta oportunidade de esperança de poder ver algo a sair desta reunião, algo de concreto e positivo ou, se não, ao menos, um adiamento, para que os representantes sindicais não tenham de perder o seu tempo em reuniões inócuas como tem ocorrido.

      Como sempre, e mais uma vez, os Oficiais de Justiça anseiam por notícias sobre a sua carreira e têm o legítimo direito de saber.

      Esta terça-feira, 13JAN, a CGTP marcou uma manifestação com marcha até à Assembleia da República e apresentação ao primeiro-ministro de um abaixo-assinado com mais de 190 mil assinaturas contra as alterações à lei laboral.

      “Governo já teve todas as hipóteses de abrir os olhos”, afirmou o secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, em declarações aos jornalistas em Lisboa, após a manifestação, afirmando que o que está em causa é “um ataque” ao mundo do trabalho e prometeu dar “continuidade à luta” caso o executivo liderado por Luís Montenegro não recue e retire a proposta da discussão.

      Na marcha, composta por centenas de trabalhadores, foram entoadas palavras de ordem como “não vamos desistir, o pacote é para cair”, “salários de miséria, rendas a subir, o povo não aguenta: está na hora de agir”, “o pacote laboral é retrocesso social” ou “basta de empobrecer a trabalhar”.

      Nos cartazes erguidos liam-se mensagens como “Liberdade sindical é conquista civilizacional”, “não ao retrocesso, não à exploração”, “direito a ter tempo para viver” ou “contra o despedimento sem justa causa”.

      A proposta do Governo, o dito “Pacote Laboral”, é designada pelo Governo como “Trabalho XXI” e foi apresentada no passado dia 24 de julho pelo Governo, merecendo um rotundo não dos trabalhadores, traduzido por diversas entidades sindicais e pelas duas centrais sindicais, desde logo na Greve Geral do passado dia 11DEZ.

CGTP-SecretarioGeralTiagoOliveira-Manif20260113.jp

      A seguir vai reproduzida, de forma parcial, a intervenção do secretário-geral da CGTP na manifestação desta terça-feira.

      «Os trabalhadores no dia 11 de dezembro disseram não ao Pacote Laboral, disseram não a este ataque aos direitos, disseram não a este retrocesso, a esta artimanha imposta por este governo.

      Depois da Greve Geral, depois desta grande resposta, o governo pensou que podia passar um pano por cima e caminhar entre os pingos da chuva. Está muito enganado, nós não vamos permitir. Vai ter de responder perante os milhões de trabalhadores que se fizeram e se fazem ouvir, vai ter de responder perante esta sua agressão ao mundo do trabalho.

      Houve muita coisa dita neste processo, camaradas. Muitas mentiras, muitas tentativas de desviar a atenção para o conteúdo do ataque que está em curso. Nós não mentimos aos trabalhadores. E a história está aí para nos dar razão.

      Disseram que a CGTP-IN não assina acordos. Mentira. E eles sabem disso. Assinámos 8 acordos em sede de Concertação Social, o conteúdo desses acordos significava a melhoria das condições de vida e de trabalho para os trabalhadores. Curioso o facto de nenhum desses acordos ter sido cumprido na íntegra.

      Disseram que estão abertos a negociar, a dialogar, que a CGTP-IN é que não, que até se colocou de fora. Mentira. Um governo que diz estar aberto a ouvir os trabalhadores, mas que apenas negoceia uma ou outra matéria, que diz não abdicar das linhas mestras que quer implementar e que diz que, ou vocês assinam e poderemos aceitar uma ou outra alteração ou se não assinarem o documento voltamos à forma inicial e é assim que o levaremos ao parlamento, não é um governo aberto a qualquer coisa que seja, é um governo com agenda e que em vez de negociar procura impor.

      E essa agenda existe camaradas. Não tenhamos dúvidas. Apenas um governo com um objetivo muito próprio, assumido, de alterar profundamente as relações de trabalho, de alterar significativamente a correlação de forças, ainda mais a favor do patronato, de querer colocar na mão das empresas e do capital toda a gestão do mundo do trabalho, de atacar a Constituição da República Portuguesa, é que tem a desfaçatez, a coragem, de apresentar um documento desta dimensão.

      Normaliza e aumenta ainda mais a precariedade, cria as ferramentas necessárias para ir mais longe na desregulação dos horários de trabalho, facilita ainda mais os despedimentos, ataca a contratação coletiva, ataca o direito de greve e limita a entrada dos sindicatos nos locais de trabalho. Isto não é um acaso. Isto é uma agenda, preparada pelo capital, preparada pelos grandes grupos económicos, preparada pelos mais poderosos ao serviço do grande patronato.

      Este é um governo comprometido. Mas não com os trabalhadores, esqueçam isso. Comprometido com os grandes e poderosos.

      Este é um governo do grande capital e dos seus interesses. Não podemos tapar os olhos com as mãos e ficar com medo ou receio de denunciar o que vemos por entre os dedos. E é muito mau camaradas.

      Então não contem connosco para isso, para fazer de conta que não vemos o que se está a passar.

      Esquecem-se dos trabalhadores. De quem todos dias põe o país a andar para a frente, a produzir a riqueza nos diversos sectores de atividade. Que não vão aceitar mais recuos, mais ataques, mais cordas no pescoço. Esquecem-se do mundo do trabalho, da força de milhões, de quem tudo constrói.

      Mas nós vamos fazer com que se lembrem. Eles não sabem o que é viver com salários baixos, com pensões baixas, ter de pagar casa e por comida na mesa com os nossos salários e pensões, eles não sabem quanto custa uma creche ou um lar. Eles não sabem o que custa a vida e por isso têm medo.

      Não se preocupem, nós vamos buscar e conquistar o que é nosso! A começar por rejeitar e combater esta política de direita que tudo nos nega, que tudo nos tira, que tudo nos rouba.

      Nós não vamos falhar aos trabalhadores. Dissemos isso desde sempre. Reafirmámos na Greve Geral. E também dissemos que a luta é para continuar. Fomos para os locais de trabalho, discutir, informar, esclarecer e mobilizar os trabalhadores. Promovemos um abaixo assinado que hoje vamos entregar ao primeiro ministro. Um abaixo assinado de rejeição do pacote laboral, de exigência da sua retirada e de revogação das normas gravosas da legislação laboral e de muita confiança do mundo do trabalho para dar continuidade à luta.

      Hoje entregamos mais de 190 mil assinaturas. Senhor primeiro ministro, oiça bem, mais de 190 mil assinaturas que dizem e afirmam que o pacote laboral é para rejeitar e que o que exigimos é a sua retirada!

      E é isto, camaradas, que os assusta. A proximidade desta Central aos trabalhadores, ao mundo do trabalho. Pedimos uma reunião com o PM. Esteve marcada para dia 7 janeiro. Entretanto adiada para dia 14, amanhã. Agora foi adiada outra vez, para dia 20 de janeiro.

      Um governo que se preze, depois da Greve Geral de 11 de dezembro teria pedido uma reunião para discutir. Não o fez. Mas nós não os vamos deixar esquecer. E agora adiam e adiam… Sabemos bem o que temos no próximo domingo, temos as presidenciais. Até nisso a Greve Geral foi um êxito. Permitiu que muitos daqueles que hoje são candidatos e que se estavam a esconder de tomar posição sobre o pacote laboral o fossem obrigados a fazer.

      Camaradas, não é uma ou outra alteração de pormenor. São mais de 100 os artigos alterados e todos eles no sentido de penalizar os trabalhadores. Esta ideia de alguns candidatos de que alterando uma ou outra norma resolvem o problema é de quem quer esconder o sol com a peneira e dar uma machadada no mundo do trabalho. Estejamos atentos.

      Nós dissemos e reafirmamos. É de facto preciso, necessário, rever a legislação do trabalho. Mas num sentido diferente. Que coloque os trabalhadores na centralidade das decisões, que combata a precariedade, os horários desregulados, os salários baixos e que promova, isso sim, a efetiva valorização da contratação coletiva, a segurança e a estabilidade que quem trabalha e procura uma vida melhor. É por isso que a luta vai continuar.»

CGTP-Manif20260113.jpg

      Fontes: “CGTP”, “Notícias ao Minuto” e “SIC Notícias”.

por: GF
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às 08:05


22 comentários

De Anónimo a 15.01.2026 às 08:18

E quando é que é a próxima greve?
Estou a ver a malta toda muito sossegada.

De Anónimo a 15.01.2026 às 10:39

Esqueçam greves até o estatuto estar aprovado. O governo deixou isso claro desde o início. 

De Anónimo a 15.01.2026 às 12:35

Eu já estou a fazer a cebolada para o petisco 

De Anónimo a 15.01.2026 às 08:22

O Estado/MJ, como pessoa de bem, deve


PAGAR OS MILHARES DE EUROS QUE DEVE AOS OFICIAIS DE JUSTIÇA.

De Anónimo a 15.01.2026 às 08:57


Deixo aqui a mensagem que onte aqui coloquei:


"Então, ainda não há noticias da desmarcação da reunião técnica que está marcada para amanhã?!!



Será que a absolutamente inconsequente reunião técnica se vai mesmo realizar?!!  
Com os absolutamente inconsequentes resultados daí decorrentes?!!"


E acrescento - Quando acabará esta serie sem fim de reuniões técnicas?!!


Esta gente não tem mais que fazer?!!



De Anónimo a 15.01.2026 às 08:59

Governantes mentirosos. 
Governantes que vendem o país  e só  cuidam dos seus interesses, grandes empresários, banca, seguros e outros amigos.
E o povo  que se foda.


Contra essa merda, ou greve ou baixa.


Estou farto!!!!


Agora cada um pense por si e pelo futuro dos seus filhos e netos.


Por mim contra esses merdas é  greve e baixa se continuam assim  a trstar e mentir.

De São Tomás de Aquino a 15.01.2026 às 09:09

Tivéssemos nós um Tiago.
Infelizmente, temos gente acomodada e bem de vida, que não querem chatices, apenas não ter horários e picar o Cronus .
Oxalá hoje me, nos, demonstram estar enganada. Porém, infelizmente, tal não vai acontecer 

De Anónimo a 15.01.2026 às 09:12

Houve quem fosse aumentado 400€ e quem fosse aumentado em 40€. É uma diferença de 360€/mês!
Esta injustiça decorre desde Janeiro/25, com dois meses de subsídio. 
Assim, facilmente se calcula o PREJUÍZO RIDÍCULO de 5.040€/ano para os 3.ºs escalões.
URGE CORRIGIR ESTA SITUAÇÃO RAPIDAMENTE!! 

De Anónimo a 15.01.2026 às 10:29

Sem duvida que urge corrigir os 3os escalões, tiveram aumentos residuais, bem assim como os seguintes porque não faz sentido ficarem a ganhar o mesmo de quem estava no 4 escalão e tinham + 8 anos de serviço (em virtude do congelamento) 

De Anónimo a 15.01.2026 às 10:58

Realmente é  inadmissível haver aumentos de 40 euros e outros de 400. Que raio de acordo foi este que os dois sindicatos assinaram? INCOMPETENTES.
Quase todas as carreiras especiais e forças policiais tiveram aumentos e valorização de 300 euros. A nossa negociação devia ter sido os mesmos 300 euros para todos por igual, isso seria justiça. 
Mas não, estes sindicatos do pessoal dos oficiais de justiça gostam de inventar e negoceiam sempre pelos minimos, sempre a medo.
Depois, no acordo, para confirmar o amadorismo a incompetencia e subserviência deixaram passar certos pormenores que contam como seja comecar do zero a contagem nos novos escalões da nova tabela e esquecendo os anos e tempo já contado de serviço na tabela anterior. Alem de que não exigiram ficar defenido na nova tabela de quantos em quantos anos se passa para o escalão seguinte.
Enfim, só calinadas

De Anónimo a 15.01.2026 às 11:50

Começar a contar do 0 e frustrar completamente as expetativas já adquiridas do trabalhador, é de uma incompetência sem igual.

De Anónimo a 15.01.2026 às 11:25

Bom dia.
Vou aqui citar novamente Sá Carneiro:  (...)  o que está sempre presente, é a libertação plena do homem, das condições de opressão, de alienação e de exploração, pois que nada há de mais desumano e antidemocrático  do que conduzir os homens como se eles fossem coisas, levá-los sem eles darem por isso (...).
Estas manifestações e greves, para muitos oportunas, não são completamente desprendidas dos interesses partidários que manietaram os Sindicatos e deles se servem como instrumento de mobilização politica, de provocação de sobressaltos cívicos,  criadores de factos sociais que só por si são catalisadoras das aberturas dos noticiários onde proliferam os denominados fazedores de opinião  ("opinion makers") com poder de influência e capazes de moldar perceções e decisões.
Estou farto destas artimanhas e destas falsidades.
Não me revejo num país em que do lado dos trabalhadores há só direitos e menos responsabilidades.
Estou farto de ver uma arquitetura socialista, onde os membros dos sindicatos progridem nas suas carreiras como mais nenhum outro trabalhador progride e que se deixam capturar pelos interesses politico-partidários e se servem a refreios do descontentamento quando lhes interessa e a acicatar os ímpetos reacionários quando lhes convém. 
Numa palavra deixam-se instrumentalizar instrumentalizando-nos a todos, como se fossemos coisas e levando-nos a tomar atitudes e a decisões da tutela sem nós darmos por isso.
No nosso caso foi gritante o que se passou com as diferenças de tratamento na transição para a nova carreira e tabelas onde muitos viram um incremento substancial e muitos outros ficaram com um prejuízo efetivo, um verdadeiro retrocesso remuneratório se recorrermos ao comparador com a nossa e outras carreiras.
Acreditem se quiserem mas isto está tudo "minado" e assemelha-se ao retrato ou imagem deixada por aquele filme em que tudo se passa num comboio em que, num cenário apocalíptico, a elite instalada nos primeiros vagões se alimentava daqueles que lutavam entre si nos últimos vagões, digladiando-se pela liderança de fações, sendo a tal instados pela elite que tinha como verdadeiro propósito o seu alimento ( á culta de quem perecia nessas lutas).
E é esse o retrato do mundo que tenho para mim. A imagem que tenho da vida não me instiga a participar nesta vida que parece uma pescadinha com rabo na boca (greves, manifestações, contestações, negociações, e ... e quem se lixa é sempre o mexilhão)
Viver a vida é preciso e se ela deixa de fazer sentido um dia destes começa a acontecer um verdadeiro sobressalto cívico com a luta de rua, o incitamento ao ódio e à violência, havendo sempre quem dirija as nossas frustrações para esse caminho.
Se a tutela/Governo não der atenção ao assunto, deixando cair o tema nas mãos de oportunistas depressa dará conta dos estragos feitos.
As eleições presidenciais são um bom exemplo disso pela personagem que aparece sempre em primeiro lugar.

De Anónimo a 15.01.2026 às 11:38

Não tenho vergonha de assumir e dizer que estou farto de carreiristas políticos, por isso voto 
GOUVEIA e MELO.
Porque na justiça,  saúde e habitação é preciso pedir responsabilidades e cobrar o que é prometido para que se deixe e acabe o engano das palavras redondas de quem prometendo tudo pouco ou nada faz.
Com o Almirante a Presidente, depressa a senhora MJ e Governo teriam de prestar contas do porquê de se andar a arrastar o nosso dossiê.

De Anónimo a 15.01.2026 às 13:16

O que tu votas, e porquê, só a ti te diz respeito!


É verdade que tens liberdade de expressão, mas também é verdade que as eleições não são para aqui chamadas!

De Anónimo a 15.01.2026 às 17:47

São importantes sim senhora.
Lembro as missivas dirigidas ao Marcelo e as suas diligências e declarações "... agora é preciso não deixar cair ...."
Claro que para muitos de nós, que pensam como o colega, isso não interessa para nada e votam sempre nos mesmos, encarneiram ou emburram (compreenda como quiser) e são seguidistas dos demais.
A figura presidencial não é como aqueles objetos de adorno - não é uma jarra de enfeitar!
Um Presidente da República tem de encarnar (dar corpo) aos problemas da população e providenciar com a sua magistratura de influência pela sua resolução.
No nosso caso é gritante a falta de responsabilidade e de pedidos de prestação de contas pelos PR aos sucessivos Governos no que tange às suas promessas e às deliberações da AR que produziram leis a obrigar (obrigação de meios e de resultados) que revissem a nossa situação e volvidos anos, mais de meia dezena, continua tudo igual.
Se o PR é-lhe indiferente para a resolução dos problemas da justiça a mim  não é.

De Anónimo a 15.01.2026 às 13:19

Ilusões... O Sr. Almirante já foi "arrebanhado" pelo clube do avental e a sua companheira já foi contemplada com o cargo de Embaixadora na Hungria no passado mês de dezembro. Já está perfeita e completamente integrado no "sistema"...

De Anónimo a 15.01.2026 às 17:55

Como se as pessoas não tivessem vida própria.
O Colega - não sei se o é - saberá o que é um "adido militar"?
Para se dizer o que disse, levantando a suspeita sobre a nomeação da pessoa como Embaixadora, só pode ser "palerma", uma vez que o visado foi até demasiadamente agressivo com os  candidatos do arco da governação (PSD e PS) e certamente não lhe iriam prestar o favor com um cargo para a companheira como parece resultar do seu texto - se não foi isso que o colega quis dizer peço desde já desculpas mas foi o que percebi.
Parece que toda a agente tem de ter "auréolas de santo" ou "saído de uma cruz onde esteve pregado".
As pessoas têm vida, agora fazer da política modo de vida é que não é certo!
Eu não voto em pessoas que andaram anos a militar num partido, ausentaram-se por uma década, alguns alheando-se totalmente dos nossos problemas, de lutar pela sua resolução, sendo-lhes indiferente o rumo que o sue próprio partido nos destinava, e agora apresentam-se como autênticos Messias ou Profetas.
Voto Almirante sim senhor!

De Anónimo a 15.01.2026 às 21:29

O colega pode votar em quem quiser e muito bem entender que ninguém tem nada a ver com isso. "Palerma" será, certamente, o colega por achar que a nomeação precisamente nesta altura não têm nada a ver com a entrada do Sr., em quem vai votar, para o clube do avental e o natural tráfico de influências de tal "ordem discreta"... Mais palerma é se achar que um militar que toda a vida seguiu ordens se irá opor às ordens emanadas do "Grão Mestre" da sua loja e a quem jurou obediência... É que palermas a dizerem parvoíces não faltam

De Anónimo a 16.01.2026 às 10:06

Chiça ...
Não esperava esta resposta, primeiro era a companheira que teria sido privilegiada com um prestigiado cargo de Embaixadora e agora é o próprio que veste uma "avental" e supostamente pertence à maçonaria ...
Não tem mais nada para atirar ao ar a per se pega ...
Olhe vou-lhe dizer uma coisa colega a palavra "palerma" significa além do mais "pessoa tola ou ingênua" e eu confesso a minha ingenuidade e tolice por lhe estra a responder, por duas vezes, não obstante digo-lhe que "tolos" são os que se deixam enganar com "papas e bolos" e ingénuos os que tomam por absoluto e inquestionável ideologias bacocas, tornam-se tribalistas dessas ou até de um pensamento politico singular apenas pela pertença à família política.
Lembro-me bem de um Estadista que apercebendo-se do caminho que o país levava disse: "socialismo deste não quero obrigado" e meteu-o na "gaveta", o mesmo é dizer descartou-o.

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