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Oficial de Justiça

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Sexta-feira, 31.10.25

O caos que parece não afetar os Oficiais de Justiça

      Não foi só o CRHonus que, por estes dias, deu o berro. Também a transição do sistema de tramitação dos tribunais administrativos e fiscais, SITAF, para o CITIUS, teve uma espécie de apagão muito semelhante ao que ocorreu em 2014, com aquela outra transição, também no Citius, das antigas para as novas comarcas.

      Após as 17 horas do passado dia 17OUT, uma sexta-feira, o SITAF deixou de funcionar e os processos passaram para o Citius. Mas passaram mesmo?

      Na segunda-feira seguinte, 20OUT, afinal, não haviam passado todos os processos e alguns estavam mal atribuídos e os utilizadores não tinham acesso à totalidade dos respetivos processos.

      Um caos tal que o Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais (CSTAF) exigiu que a resolução total do problema ocorresse no prazo de uma semana ou, se tal não se verificasse, se procedesse à suspensão imediata do processo de migração do sistema informático, isto é, que se abandonasse o Citius para se voltar ao SITAF.

      Os problemas são transversais às magistraturas do Ministério Público e judicial na área administrativa e fiscal, queixando-se ambas de dificuldades e constrangimentos que impedem o normal funcionamento dos tribunais e a tramitação de processos em cumprimento da nova lei, desde o desligamento do SITAF.

      Nada está a funcionar como devia, garantiram à L0usa a procuradora do Tribunal Administrativo e Fiscal de Viseu e tesoureira da direção nacional do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) Susana Moura, e a juíza secretária do Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais (CSTAF), a desembargadora Eliana de Almeida Pinto.

      Processos perdidos no processo de migração, e a ser recuperados lentamente desde há uma semana, perda de acesso à consulta de processos próprios e de colegas, advogados excluídos de processos, impossibilidade de introdução de peças processuais no sistema, pedidos aos advogados para que submetam processos em papel nas secretarias dos tribunais, contrariando o que determina a lei, perda de ferramentas informáticas no novo sistema, essenciais para o exercício de funções são alguns exemplos do novo dia a dia nesta jurisdição desde a migração de sistemas.

      “Está o caos instalado. Não temos segurança no que estamos a fazer”, disse à Lusa a procuradora Susana Moura, que critica a falta de resposta do IGFEJ e o processo de reporte falha a falha sem que nada efetivamente se resolva.

      Eliana Pinto, por seu lado, disse que o CSTAF em abril, quando a migração foi comunicada, “decidiu diligentemente montar uma “taskforce” para acompanhar o processo” junto do IGFEJ, tendo decorrido várias reuniões e sido feitos testes que, aparentemente, não mostraram falhas na migração, mas que se vieram a verificar.

      “Aparentemente estava tudo salvaguardado, chamámos a atenção que havia procedimentos específicos da jurisdição que tinham de ser acautelados no novo sistema informático. Está instalado o caos absoluto na jurisdição. Há processos que desapareceram, há processos do Supremo Tribunal Administrativo (STA) que foram parar a tribunais de primeira instância”, disse a juíza desembargadora.

      Segundo Eliana Pinto, o Tribunal Central Administrativo Sul já comunicou que há sessões de julgamento agendadas para quinta-feira que não vão realizar-se devido aos constrangimentos que se verificam.

      A responsável do CSTAF apontou ainda que os milhares de processos relativos à regularização de migrantes em Portugal, os chamados processos AIMA (Agência para a Integração, Migrações e Asilo) aparecem no sistema atribuídos à secção errada, o que se não for corrigido informaticamente pode implicar que os juízes dessa secção tenham que produzir um despacho para cada um deles a remetê-los à secção e juiz corretos.

      “São 140 mil despachos, isso é impraticável”, disse Eliana Pinto. Denunciou ainda a situação de “pés e mãos atadas” em que o CSTAF se encontra para cumprir a sua missão de fiscalização e acompanhamento da atividade dos tribunais da sua jurisdição, porque não tem acesso ao sistema, estando impedido.

      Lembrando que o Estado é réu nos processos da área administrativa e fiscal, Eliana Pinto apontou que há um órgão constitucional, o CSTAF, impedido de realizar a sua missão, por falha informática de um organismo tutelado pelo Ministério da Justiça, ou seja, pelo poder executivo, pondo em causa a separação de poderes consagrada na Constituição.

      Em comunicado, o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) alerta para "graves constrangimentos" que acontecem desde 20 de outubro, após a implementação da nova interface MPCODEX, que aconteceu em todos os Tribunais Administrativos e Fiscais de 1.ª instância e nos Tribunais Superiores.

      “Segundo informação recebida, o IGFEJ (...) procedeu, de forma unilateral e sem qualquer solicitação, pedido ou ordem da Procuradoria-Geral da República, ao corte de acesso que os magistrados do Ministério Público tinham, através do sistema SITAF, a todos os processos em curso nos tribunais administrativos e fiscais”, refere o sindicato, que considera que o corte “compromete gravemente o exercício das funções dos magistrados”.

      Relativamente às falhas, o IGFEJ reconhece que “na fase inicial de utilização deste novo sistema, resultado de um processo de migração e fusão com esta dimensão e complexidade, e como ocorre com qualquer sistema novo destas características, surjam ajustamentos e necessidades de estabilização”.

      Admite também que houve constrangimentos, mas garante que “muitas das situações reportadas pelos Senhores Magistrados, Mandatários e Oficiais de Justiça ao longo desta primeira semana foram já endereçadas e resolvidas”, estando o processo a decorrer “numa lógica de melhoria contínua”.

      Por fim, o IGFEJ compromete-se a continuar a trabalhar até à estabilização do sistema:

      “Tem trabalhado e continuará a trabalhar de forma incansável na resolução de todas as questões ainda pendentes, até que as mesmas estejam totalmente sanadas, garantindo a estabilidade da solução implementada”.

      “Lamentamos os constrangimentos e o incómodo causado a todos os intervenientes, prometendo ser breves na sua resolução”, conclui o IGFEJ.

      No que diz respeito aos Oficiais de Justiça dos TAF, não há nenhuma comunicação ou comunicado, por parte dos sindicatos ou do Conselho que os representam.

      Desde a transição e da trapalhada que se vive todos os dias, também por parte dos Oficiais de Justiça, a única comunicação vista foi por parte do SFJ, num artigo de opinião no Correio da Manhã, subscrito pela presidente desse sindicato, no qual realiza uma homenagem a um ex-juiz e ex-ministro da justiça recentemente falecido. Nada mais.

      Há muito tempo que nada se sabe deles; por isso devem estar vivos e bem de saúde.

SinalCabosSoltosInformaticaObrasIncomodo(DDOJ).jpg

      Fontes: “Eco”, “Rádio Renascença” e “SFJ”.

por: GF
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às 08:01


19 comentários

De Anónimo a 31.10.2025 às 08:34

Independência para o poder judicial: o Governo não tem que meter o nariz no que é das competências dos Tribunais. 
Os Srs. Magistrados que lutem, porque ao lutarem pelo independência do poder judicial estão a lutar por um pais mais livre.
O poder politico quer controlar tudo.
Os municipios têm dinheiro a rodos. 
Os Tribunais.... já sabemos, ainda andamos a lutar que chove nos tribunais... que vida é esta.
Os Srs. Magistrados calam-se, os oficios não chegam.





De Anónimo a 31.10.2025 às 10:10

Magistratura cala, o dinheiro silência-os
Ordenados chorudos e rendas de casa de 1000€ x 14 meses livres de impostos.


Só falam dos interesses deles.
Oj é merda

De Anónimo a 31.10.2025 às 13:29

Um casal de magistrados


2 x 1.000,00€


14 meses, livres de impostos


 

De Anónimo a 31.10.2025 às 08:53

A Srª Ministra até parecia ter vindo com vontade, mas o tempo passou e ela .. .. ... não voltou!

De Anónimo a 31.10.2025 às 10:10




ahahahhah

De Anónimo a 31.10.2025 às 09:04

Vivam os artigos de opinião  que nada denunciam.
Quanto aos problemas  reais dos ojs o que é  dito alto e bom som som na comunicação  social?


Gente que deslocada de casa vive sem vida. Trabalha paga  rendas altissimas e chega fim de mês  sem dinheiro  para ir a casa dos familiares.


Vida pior que imigrante.


Disso ninguém  quer saber???

De Anónimo a 31.10.2025 às 11:15

Triste mesmo.
Sofrimento silencioso.

De Anónimo a 31.10.2025 às 09:21

Historietas tristes da justiça Portuguesa ...

De Anónimo a 31.10.2025 às 09:51

Cortaram-lhe literalmente as pernas, explicando-lhe que o exercício governativo tem prioridades e neste momento a justiça, não é uma delas, assim como não o é a saúde, educação, ou seja, aquilo que o Estado se deve efetivamente preocupar além da segurança.
Entretanto andam preocupados com a merda lei das burkas e a bosta da lei da nacionalidade, ao mesmo tempo que fazem cortes de 800M no SNS quando existem 2m de pobres sem acesso a seguros de saúde.
Não acredito que a extrema dta fascista chegue ao poder, mas que a sua influência já está a fazer estragos e a piorar as condições de vida da população, é algo bem visível.
A história tem ensinado que todos estes ciclos têm um fim e por regra violento.

De Anónimo a 31.10.2025 às 15:22

Então os 8 anos seguidos da esquerda o que fêz?

De Anónimo a 31.10.2025 às 19:10

Toma rennie que isso passa.


Aceita que dói menos.


O estado do país deriva da má governação dos xuxalistas nos últimos anos!!

De Anónimo a 01.11.2025 às 01:36

No final veremos a quem dói mais.
Devem pensar que andam alegremente a cometer crimes e que o povo aguenta alegremente.
Aproveitem enquanto podem que o vosso dia vai chegar .
Fascista bom é fascista na ponta do fusil!
GFYS

De Anónimo a 31.10.2025 às 10:09

Vivemos num país de faz de conta, em que toda a gente enche a boca com tretas!
Como é que é possível que um médico cirurgião ganhe num sábado mais do que eu, aliás do que qualquer um de nós, num ano inteiro ?
A saúde é um enorme buraco negro onde o dinheiro desaparece sem que tenhamos melhores serviços, melhor saúde. No entanto, a maioria dos médicos, nomeadamente tarefeiros, ficou com melhor saúde na carteira (parece que os médicos que saem das "oficinas" trazem a ideia de que têm de alcançar o patamar do meio milhão até aos 35/37 anos).
Nos tribunais, ao contrário do que se diz no texto, atiraram com mais dinheiro para os bolsos dos Magistrados e também de alguns privilegiados cuidado que com isso resolviam o problema. 
Não resolveram porque o problema está no modelo de organização que tem de ser revisto e para isso falta coragem.
Hoje mesmo ouvia uma notícia sobre uma comemoração dos 40 anos de início de funções do primeiro Governo do Cavaco, em 1985 e que se prolongou por 10 anos até outubro de 1995.
Fui ver a agenda e apercebi-me que o Cavaco sucedeu a duas intervenções do FMI, e deixou o país muito melhor do que aquele que encontrou, com um crescimento médio anual de cerca de 4%, sucedeu-lhe Guterres, o organizador da Expo 98, que deixou o país de tanga em 2002, intermediou o Durão Barroso que fugiu para a Europa e entregou o país novamente nas mãos de quem declaradamente o não sabia governar (a esquerda) e foi assim que o Sócrates, esse senhor que troça dos tribunais, assumiu os nossos destinos com o desfecho que todos sabemos - mais uma ajuda externa da Troika/FMI - com a recuperação, mais uma vez, por um governo neste caso mais de centro direita, o Passos Coelho. 
Mas eis que a sede de poder era tanta que logo se aprestaram a correr com o reformista antes mesmo dele poder concluir as reformas necessárias - no nosso caso, da Justiça - e gerou-se uma conjugação de forças (coligação negativa) no Parlamento para colocar mais uma vez um governante de esquerda que logo se apressou a colocar o Ronaldo a gerir os tostões.
E foi assim que chegamos até hoje, entre 2015 e 2024, não se construiu habitação, não houve manutenção dos equipamentos e das infraestruturas, não se fez qualquer reforma e as que haviam sido encetadas foram desvirtuadas (veja-se nos tribunais o projeto Justiça + próxima e nas autarquias a reversão da sua reorganização) pararam literalmente a Educação, deixaram um caos na saúde difícil de resolver - foram os maiores amigos do setor privado.

De Anónimo a 31.10.2025 às 11:59

CORRETISSIMO. ERRO 500x3 = 

De Anónimo a 31.10.2025 às 14:09

Faltou-me dizer o seguinte:
- com o argumento (muito correto, pois não há ninguém que esteja em desacordo) de que é preciso lembrarmo-nos dos mais pobres, dos mais desfavorecidos, a esquerda tende (e muito bem) a uma redistribuição dos rendimentos privilegiando-os.
- sucede que esta melhoria (do mais pobres ou se quiserem com menos rendimentos), nos Governos da geringonça e da dita esquerda, foi feita sempre sacrificando a classe média, de tal sorte que em lugar de tirarem muitos da situações de pobreza, pelo contrário, aumentaram o seu número atirando muitos remediados para essa franja.
- agora parece só haver ricos e pobres, pois uma boa parte daqueles que integravam um grupo que não era pobre nem rico, foi puxado para baixo e agora integra a classe dos pobres.
Portugal continua distante da média de rendimento per capita da UE/OCDE e tende a manter esse distanciamento.
Quando não se é capaz de reformar o que quer que seja deveria ter-se a hombridade de dar o lugar a outro, a quem seja capaz de fazer, capaz de uma mudança.
Estou profundamente dececionado e acredito que se nada for feito mais breve do que aquilo que se julga vai acontecer um turbilhão social puxado por um sentimento de frustração daqueles que anseiam por uma mudança onde poderão ter uma oportunidade, desde que ela exista, pois agora não a têm.

De Adolfo Dias a 31.10.2025 às 14:37

A justiça está em coma.

A carreira dos oficiais de justiça está oficialmente rebentada com o atual estatuto e com a bênção dos nossos sindicatos. 
O Citius, fiel ao seu papel, não funciona ou funciona a gasóleo. E, como não há desgraça que venha só, o SITAF também deu o berro fatal e agora nem um nem outro. O sistema decidiu morrer de solidariedade, um gesto comovente no meio do caos.

E os sindicatos? Ah, esses heróis invisíveis. Devem estar distraídos a preparar a festa de Natal.

No fundo, está tudo coerente: sistemas mortos, carreiras em ruínas e dirigentes sindicalistas em modo duende natalício.
A Justiça portuguesa é isto — um milagre de funcionamento... às avarias.

De e, SE... a 31.10.2025 às 17:20

 NOVO Regulamento eleitoral do Conselho dos Oficiais de Justiça

CAPÍTULO III

Da apresentação das candidaturas, do sorteio de listas e da sua publicação

Artigo 11.º

 Forma de eleição

 1 - A eleição dos vogais a que se refere a alínea e) do artigo 99.º do Estatuto dos Funcionários de Justiça é efetuada mediante apresentação de lista elaborada por organismos sindicais ou de classe dos oficiais de justiça ou por um mínimo de 100 eleitores.

 

https://dgaj.justica.gov.pt/Portals/26/00-Noticias/COJ/RegulamentoEleitoralCOJ_30Out2025.pdf?ver=fctjyi9PGuSU87Qx4G9fUw%3d%3d

De Anónimo a 31.10.2025 às 18:30

Último dia do mês e o CRL do movimento não sai!!


FDP!!!


Insistem em gozar com as pessoas!!!

De Anónimo a 31.10.2025 às 22:54

O que afecta os Oficiais de Justiça:
7 anos, 2 meses e 26 dias;
2021;
ADSE 14 meses x 3,5%, há vários anos;
Trabalho probatório e eventual, há décadas;
Juros de mora;
Concurso...??

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