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Bem-vindo/a ao DIÁRIO DIGITAL DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DE PORTUGAL publicação periódica independente com 13 ANOS de publicações DIÁRIAS especialmente dirigidas aos Oficiais de Justiça
Ontem, tal como hoje, continua a greve de todas as tardes, porque esta greve é por tempo indeterminado até que as exigências sejam satisfeitas.
Hoje, e durante um mês, começa uma outra greve, a greve aos atos, que vem juntar-se às outras duas já em curso. Portanto, a partir de hoje, passa a haver 3 greves a correr em simultâneo, cada uma com as suas características próprias e sem que nenhuma delas perca tais características pela existência de qualquer outra.
Ontem, depois de uma combinação que correu rapidamente nas redes sociais nos últimos dias, a adesão à greve de todas as tardes foi bastante mais significativa, com adesões de 100% em imensos juízos e secções do Ministério Público, encerrando muitos edifícios e ocorrendo em todas as comarcas do país.
Esta reação espetacular serviu para três propósitos: o primeiro, para dar as boas-vindas à nova greve que hoje começa, em segundo lugar, para demonstrar – precisamente no “Dia dos Namorados” à senhora Namora que dirige a DGAJ – que ninguém se deixa intimidar pelas suas considerações e insinuações de ilicitudes e mapas em Excel para tudo controlar e, por fim, para demonstrar que quando os Oficiais de Justiça se empenham numa ação e numa atitude firme, sem mais meios do que o passa-palavra, pessoalmente, nas redes sociais e, bem assim, no nosso grupo de WhatsApp, por sinal extremamente ativo nos últimos dias, é possível materializar ações espetaculares e com uma mensagem tão forte como a de ontem.
António Marçal, presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), ontem em conferência de imprensa, referiu, entre outros aspetos, o amedrontamento, dizendo que “em face das intimidações perpetradas pela DGAJ” apresentou queixa no Ministério Público para “se averiguar se a intimidação da diretora-geral não constituirá um crime de coação sobre os Oficiais de Justiça”, considerando ainda que a Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) devia mudar de nome para “Direção-Geral Contra os Funcionários Judiciais” (DGCFJ).
Também ontem, o Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) publicou uma nota informativa, intitulada: “O desnorte da Direção-Geral da Administração da (in)Justiça”, também aqui pretendendo, de igual modo, alterar o nome da mesma Direção-Geral.
E diz assim a nota do SOJ:
«A DGAJ vem atuando com grande desnorte, procurando condicionar o Direito e os direitos dos Oficiais de Justiça.
A recente publicação sobre as greves, apresentada pela DGAJ, é um sinal inequívoco de que a Senhora Diretora-Geral e a Senhora Subdiretora-geral já não reúnem as condições para se constituírem como interlocutores credíveis, num diálogo que terá de ocorrer com os Oficiais de Justiça e os seus representantes.
Dizer, de forma muito clara, que o SOJ não defende que os trabalhadores fracionem o período de greve. Não o defendemos, mas esse é um direito do trabalhador e tem de ser respeitado, por todos.
A Senhora Diretora-Geral, por exemplo, deveria de esclarecer o que deve ficar consignado num processo que foi realizado por intervenção de um trabalhador que, estando a trabalhar durante parte do período da greve, aderiu à mesma mais tarde. Será que os atos praticados por esse trabalhador, antes de se declarar em greve, são expurgados dos processos em que trabalhou?
A verdade é que já muitas greves foram realizadas e a lei não foi alterada. Por isso BASTA de tentar condicionar a vontade dos trabalhadores.
Contudo, e à cautela, os colegas devem estar atentos ao recibo do vencimento, para eventuais reclamações. O Gabinete Jurídico do SOJ vai apoiar todos os colegas, caso se mostre necessário intervir também nessa matéria.
Relativamente à GREVE AOS ATOS, decretada pelo SFJ e que se vai iniciar no dia 15 de fevereiro, o SOJ expressa publicamente o seu TOTAL APOIO A ESSA GREVE.
A Senhora Diretora-Geral emitiu a sua opinião e não mais do que isso. Neste momento, que se saiba, a Greve não foi declarada ilegal e não é a Senhora Diretora-Geral a competente para determinar a sua ilegalidade. Assim, a greve é legal até que entidade competente determine, caso isso venha a ocorrer, o contrário.
Neste momento a greve é legal e conta com o total apoio deste Sindicato, SOJ.
Nota Final: relativamente ao registo sobre as greves, ele não deve ser cumprido, nomeadamente na parte em que se identificam os trabalhadores, por clara violação do direito à greve. A identificação dos trabalhadores em greve serve exclusivamente para efeitos de processamento da remuneração e não para outros fins. O SOJ não deixará de agir em conformidade.»

Fontes: “SFJ-Vídeo Conferência de Imprensa”, “SOJ Informação”, “Eco” e “Jornal de Notícias”, entre outros e muitos órgãos de comunicação social.
.................................................. INICIATIVAS COMPLEMENTARES:
Vou levantar a tampa da sanita e falar contigo.Não...
👎
Não percam tempo com estes 20% de cheganos atrasad...
Vou votar em branco, porque posso e porque quero. ...
E chegaram a pagar as quotas extraordinárias para ...
Sim, acredito, também não gosto disto! Nunca goste...
Nem você!
Certeiro
ehehehehisso sim carneirada!
Só medoaiiiiuuiiivirgens!
Mais nada!Também sou mete nojo! votarei ventura!
BAIXA COLECTIVA
Angola é nossa! ✊
E depois que entraram mulheres nos tribunais, é o ...
Votar sempre nos mesmos e esperar que algo mude!!!...
O pessoal tem medo que o ventura venha a ser como ...
Até podia ir ganhar o mesmo que ia na mesma.Acredi...
O que o BLOGUE quer dizer é que se devem portar be...
Acompanho o blogue, concordo com a maior parte dos...
Sinceramente, a frustação e desilusão com tudo o q...
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11, 28:Votar onde quiser nāo é bem assim, a não se...
Mas pelos vistos não estão a fazer democracias qu...
Se ele fizer Portugal great again como a Trampa es...