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Oficial de Justiça

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Domingo, 12.01.25

O habitual empecilho na carreira dos Oficiais de Justiça

      Hoje vamos recordar a reação do presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), na altura Fernando Jorge, precisamente há 7 anos, por ocasião da sessão solene de abertura do ano judicial de 2018, num momento idêntico ao que vai acontecer amanhã.

      Esta recordação, com 7 anos, serve para perceber como a atuação do SFJ tem sido sempre a mesma e tem contribuído para a estagnação inconsequente da carreira de Oficial de Justiça.

      Dois meses antes daquela sessão solene de 2018 no Supremo Tribunal de Justiça, Fernando Jorge, então presidente do SFJ, em artigo de opinião publicado no Correio da Manhã, terminava com a seguinte questão: «Será necessário recorrermos também à greve?»

      Fernando Jorge, insinuava então que o recurso à greve poderia ser inevitável em face daquilo a que assistia nas ações reivindicativas dos professores que então ocorreram.

      Dizia assim: «valorizamos e saudamos a recente luta dos professores em defesa de várias questões socioprofissionais»; «Há já alguns meses que vimos alertando a tutela para esta questão. Também a colocámos aos grupos parlamentares»; «Por isso é exigível que as respetivas tutelas, no nosso caso o Ministério da Justiça, urgentemente informem os sindicatos sobre eventuais decisões sobre a matéria, porque se é certo que todas as classes profissionais referidas têm procedimentos de progressão na carreira diferentes, é incontornável que este direito tem de ser para todos. Ou será necessário recorrermos também à greve?»

      Vejam bem a similitude dos tempos e também dos discursos. Nessa altura, vendo como outras carreiras beneficiavam de valorizações, ameaçava-se com o recurso à greve, como sendo um caminho que parecia inevitável e que, se fosse efetivamente seguido, isto é, se deixasse de ser uma opção meramente retórica, não surpreenderia ninguém, tanto mais que já estava anunciado e anunciado pelo próprio presidente do SFJ, publicamente, como uma opção que estava em cima da mesa.

      A opção da greve, no entanto, nunca chegou a concretizar-se, por parte do SFJ, pois a dita opção era meramente retórica. Quando no dia da sessão solene que assinalava a abertura do ano judicial o Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) anunciou uma greve de 3 dias, tendo-a anunciado precisamente no dia em que a comunicação social virava a sua atenção para o mundo da Justiça, Fernando Jorge foi interpelado pelos jornalistas pedindo para que comentasse o anúncio acabado de ocorrer pelo SOJ.

      O então presidente do SFJ mostrou-se surpreendido e disse isso mesmo e nos seguintes termos que vão “ipsis verbis” transcritos:

      «Surpreendidos; eu fiquei surpreendido, eu tive conhecimento disso há pouco, aqui já no Supremo Tribunal de Justiça, portanto, acho estranho a marcação dessa greve e mais estranho ainda o "timing" e o local para anunciar a greve. Quer dizer... acho que... foi uma coisa... É uma... Parece que é... Havia uma intenção, marcar uma greve com mediatização imediata. Eu não sei quais são os motivos, não vi o pré-aviso ainda... Não, as negociações estão a correr normalmente, aliás, nós temos entregues todos os documentos que nos têm sido solicitados pelo Ministério da Justiça, no âmbito da negociação do Estatuto, apresentamos as nossas propostas, os nossos comentários e vamos ter uma reunião muito brevemente.»

FernandoJorgeSFJ-8(STJ18JAN2018).jpg

      Portanto, tudo estava a correr bem em 2018, os documentos eram entregues, as reuniões ocorriam normalmente e as outras carreiras eram valorizadas, também normalmente, pelo que não havia razão nenhuma para surpreender o presidente do SFJ com o anúncio de uma greve, greve essa que o próprio já anunciara como uma possibilidade, mas que, afinal, não era um anúncio verdadeiro ou, pelo menos, para levar a sério.

      Ora, se isso ocorria em 2018, constatamos que 7 anos depois estamos perante uma situação idêntica, em que vemos, com toda a normalidade a valorização de outras carreiras e estamos igualmente com reuniões agendadas e houve também entrega de documentos do SFJ ao MJ e vice-versa, com o MJ a apresentar uma proposta de linhas gerais, pelo que o recente anúncio do atual presidente do SFJ de apresentar um calendário de lutas, não passa também de mera retórica, pois não apresentou nada e para amanhã convocou apenas uns representantes nacionais para uma presença silenciosa.

      Se em 2018 o SFJ considerava inoportuno, e até incómodo, apresentar à comunicação social uma greve no mesmo dia da sessão solene no STJ, já o SOJ considerava muito oportuno, precisamente pela mediatização do momento.

      De igual modo, os Oficiais de Justiça gostariam de ver amanhã à tarde, junto ao STJ, uma boa presença, uma boa manifestação e, por que não, até um bom anúncio de uma nova ação de luta que surpreenda apenas o Governo, porque mais ninguém ficará surpreendido se tal anúncio ocorrer.

      Amanhã, comparecerão muitos mais Oficiais de Justiça do que apenas os representantes nacionais do SFJ junto ao Supremo Tribunal de Justiça, porque esses Oficiais de Justiça vão poder usar a greve que o SOJ não anulou, como fez o SFJ pelo acordo com o Governo, o que impede muitos Oficiais de Justiça de locais mais distantes de comparecer em Lisboa porque a greve que existia para o período das manhã foi anulada pelo SFJ. Assim, só os Oficiais de Justiça das áreas mais próximas de Lisboa poderão comparecer à tarde na dita concentração silenciosa e comparecerão, não por terem sido especialmente e diretamente convocados pelos sindicatos, mas apenas porque tiveram esse impulso pessoal de não querer deixar passar momento tão relevante sem uma presença igualmente relevante, procedendo a uma mobilização em canais independentes dos sindicatos, tal como muitas outras ações vêm ocorrendo atualmente.

      O artigo de hoje vem suscitar a visão de como o modo de operar, e de pensar, do sindicato mais antigo e com mais associados, parece ser a causa do entorpecimento dos Oficiais de Justiça, constituindo-se desde há muitos anos como um verdadeiro problema e mesmo um empecilho para a carreira dos Oficiais de Justiça.

CerebroMaos.jpg

      Fonte: artigo publicado em 22JAN2018 no Diário Digital dos Oficiais de Justiça de Portugal, intitulado: “A Coerência que se quer a 8 dias da Greve”.

por: GF
oficialdejustica.blogs.sapo.pt

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às 08:02


39 comentários

De Anónimo a 12.01.2025 às 10:26

A historia repete-se. Aqueles que não aprendem com os erros estão condenados a repeti-la.
O SFJ nunca existiu para defender os oficiais de justiça mas para amansar e entorpecer mesmo.  É a verdade dura que muitos ainda se recusam a aceitar.

De Anónimo a 12.01.2025 às 13:11

Vejam por onde andam e o que fazem...
COJ e Centro Formação
Uns ficam agarrados ao poder....
Outros fogem...

De Anónimo a 12.01.2025 às 10:40

Confirma- se que o Marçal, ficou com os livros do Fernando Jorge.


Como já estou farto e cansado de tanta sapiência dos licenciados, em tentarem passar à frente de todos, custe o que custar, em vez de se unirem com os restantes, para que TODOS SAIAMOS BENEFICIADOS, aqui vai um exemplo, para as vossas cabeças iluminadas:


Seguindo o vosso raciocínio, um juiz com doutoramento, deve passar à frente dos outros colegas, quando concorrer para a Relação, independendo da sua antiguidade.


Tomai juízo e juntai-vos a nós amanhã em Lisboa, porque como a coisa está os chicos-espertos é que se vão safar.




   

De Anónimo a 12.01.2025 às 11:09

Eu nunca mais vou a lado nenhum, e mesmo greves, só quando me convier.
Era o que havia de faltar estar ao lado dessa gente para, como muitos deles se mostram, mal conseguissem os seus intentos nos começarem logo a tratar mal, ainda pior do que aquilo que bem refere e já nem conseguem disfarçar ainda antes de lá chegarem.

De Anónimo a 12.01.2025 às 11:43

Vocês são doentes? Mas algum licenciado lhe fez mal?? Ainda não entendeu que os licenciados auxiliares ficaram no grau 2, ou seja estão no mesmo barco que a maioria....
Vocês são uns frustrados invejosos, apenas tem inveja de quem estudou..

De Anónimo a 12.01.2025 às 12:01

Faz-me um bocadito de mal as publicações dalguns que se o dizem - não tendo como confirmar se efetivamente serão licenciados ou meramente incendiários -, com seus ares de superioridade, achando que deviam estar do outro lado da proposta mas que essa maioria do barco que refere ficaria bem onde a querem arrumar.

De Anónimo a 13.01.2025 às 07:48

Olhe vale mais o meu 12 ano dos anos 90 do que a sua licenciatura, do que o mestrado ou o doutoramento nos tempos de hoje 

De Anónimo a 12.01.2025 às 11:54

Tenha vergonha, mas algum licenciado lhe fez mal??
Os seus filhos ou familiares não são licenciados??
Tem esse ódio Tb aos seus familiares com formação?


Ainda não entendeu que estamos todos no mesmo barco ?
Os auxiliares quer sejam licenciados ou não licenciados ficam com grau 2.
Ainda não entendeu que a luta é igual, e passar para grau 3 nada tem a haver com lugares de chefia...
Tenha juízo, não é por alguns licenciados ou não licenciados fazerem alguns comentários mediocres neste espaço que todos são iguais..


Respeite os seus colegas...

De Anónimo a 12.01.2025 às 11:58

Um burro velho não deixa de ser um burro mesmo sendo velho!! Esses burros velhos ganham em demasia pro que fazem e para a vontade que têm em trabalhar!!! 

De Anónimo a 12.01.2025 às 14:29



Ó das 11:58


Para lá vais, burro!


.

De Anónimo a 12.01.2025 às 15:19

a ti só te faltam as penas

De Anónimo a 12.01.2025 às 12:18

Veja o comentário das 11:58 e diga-me se é a esse respeito que se refere...
Quem observe de fora tal espécie de comentários e tenha alguma ligação à vil propositura, percebe imediatamente que afinal a mesma possa fazer algum sentido, mais que não seja por transparecer dos mesmos faltar algo de essencial a algumas licenciaturas.

De Anónimo a 12.01.2025 às 13:05

Mas você parte do pressuposto que é licenciado porque??
E acha que deve descriminar todos licenciados??
Você é oficial de justiça habituado a lidar com as artimanhas das pessoas, sabendo que devemos conseguir analisar as coisas com frieza.


Então já refletiu que quem faz este tipo de comentários podes nem ser oficial de justiça??
Por amor de deus não me diga que acredita também no pai natal 


Temos que estar todos juntos e unidos, o governo está a desconsiderar os licenciados, os não licenciados bem.como.toda a classe que vai para grau 3.


Acho que você como oficial de justiça habituado a estar no meio de conflitos alheios, tem inteligência suficiente para perceber isto.
Eu sou licenciado, e é obvio que os mais antigos tem que ser respeitados, como a formação dos colegas também o tem que ser.

De Anónimo a 12.01.2025 às 20:15

Olha um dos tais haha

De Zorro a 12.01.2025 às 10:46

Ontem falava-se aqui dos acomodados. Eis a palavra certa para definir Marçal e companhia. Acomodados, acomodados com a vidin ha boa que têm, com não terem de cumprir horários, com não terem de apanhar transportes, com não terem de estar permanentemente disponíveis, com não terem serviço de dois distribuído, com não terem de responder perante chefias e magistrados.
Acomodados sim. E egoístas também, por não pensarem em quem representam e tem que fazer tudo o que eles não fazem.
Acomodados, quando deveriam estar revoltados. Acomodados ao colo da tutela, as ajudas de custo do sindicato, as despesas de transporte e de representação que compõem o salário 
Acomodados, sem vergonha 

De Anónimo a 12.01.2025 às 22:11

Só por ter que aturar chatos como tu já é motivo suficiente para poucos quererem estar na direção de um sindicato.
Dass ....🤬

De Anónimo a 12.01.2025 às 11:11

Greve? Há muito tempo que nem mais uma!

De Anónimo a 12.01.2025 às 11:22

Eu é greve todas as semanas e todas as 6 feiras.
Pagam pouco recebem pouco.
Os acomodados toda a gente sabe quem são...

De OJ de Turno a 12.01.2025 às 11:31

Bom dia.

Mais um dia de turno.
É preciso estar vigilante e nem ao fim de semana se pode baixar a guarda.
Nem mesmo em vésperas de protesto.
Eis a minha agenda:
Pelos 7 anos, 2 meses e 26 dias roubados.
Pelo tempo de provisório roubado ainda a muitos e juros roubados a todos - sem a devolução do qual e respetiva reconstituição não deveria ser admissível qualquer tipo de mudança enquanto não estivessem todos em pé de igualdade, até para depois evitar tentações como a de dizer que é muito complexo fazer as contas e ser mais uma década para acertar as coisas, isto se não forem para as calendas os que ainda aguardam notificação -.
Pela qualidade de vida roubada com a supressão da reforma diferenciada.
Pelos dias de férias roubados.
Pelas horas extraordinárias roubadas.
Contra as imoralidades das nomeações fundamentadas sem concurso público - as que se perpetuam no tempo muito para além do previsto no atual EFJ.
Contra os constrangimentos de toda a espécie por parte das chefias.
Quem quiser e se lembrar que adite aqui que eu agora vou precisar de fazer uma pausa para respirar por causa do burnout.

A partir do dia do aviltamento da proposta, também e sobretudo contra a falta de RESPEITO!!!

Grau 3 para todos os oficiais de justiça ingressados antes da entrada em vigor do novo estatuto, mas antes deste prestígio é imperiosa uma valorização salarial ao nível das outras carreiras dentro e fora do ministério, no valor mínimo de 200 euros.

E façam as contas e pensem bem em que lar ou qualquer outra estrutura sénior irão conseguir entrar ao ritmo a que vai a nossa desvalorização...

De Anónimo a 12.01.2025 às 11:52



O jorge e o antunes são farinha do mesmo saco.


.

De Anónimo a 12.01.2025 às 11:59

Vamos todos fazer uma surpresa ao SFJ, estou para ver a cara deles de burros.
Eles estão instruídos para nós silenciar, tendo algo prometido, para eles no futuro.


Se existir barulho do lado de fora será um tremendo golpe na falsa informação difundida pela da ministra.
Como os planos dos seus capachos serão arruinados...

De Anónimo a 12.01.2025 às 13:17

O artigo de hoje, aqui no Blog, fala de mediatização!


E faz muito bem, porque sem ela não se consegue nada!!!


Está mais do que provado, uma e outra vez (com diversas carreiras!!), que a mediatização e o incómodo causado serão das únicas armas eficazes e com resultados provados.


Uma sessão solene como a indicada, a ter lugar no STJ e com a oportunidade de se ter a Comunicação Social no local a fazer a cobertura...será um erro a presença fazer-se em silêncio. 


A comunicação social nem dará pela presença de camisolas pretas ou palavras de slogan, se os decibéis se ficarem pelo cochichar...

De Anónimo a 12.01.2025 às 13:26

Já que se fala de reuniões em frebte do STJ. Venho relembrar um Plenário Geral de Trabalhadores que ocorreu na Praça do Comércio em frente do STJ. onde foi decidido em Plenário uma greve. E pasme-se o fenómeno. a direcvção do SFJ decidiu que a luta e greve ficavam anuladas. Isto mostra afalta de conhecimento juridico dops oficiais de justiça, sejam licenviados ou analbabeto, uma decisão do Plenário Geral de Trbalhadores sõ pode ser modificada ou anulada em outro Plenário. O plenário não tem a ver com sindicatos são os trabalhadores, e durante o mesmo são todos iguais com o mersmo voto e o mesmo poder sejam sindicalizados ou não. Um sindicato que se sobrepõe à decisão de quem se diz representar, tem consequências legais. Nunca qualquer sindicato poderia por si próprio mudar, mexer e muito menos anular uma decisão plenária do trabalhadores, portanto muito menos meuia duzia de iluminados desse sindicato. O não ter sido feito nada, o terem calado, consentido e essas pessoas ainda andarem nesse sindicato é a demonstação do porquê do que se tem passado das reuniões de Fátima, de não prestarem contas a ninguém e fazerem os seus caldinhos. Os oficiais de justiça são mero pagantes de cotas. São uns papagaios e o SFJ é o seus dono, só falta porem-lhes um correntinha,  só dizem "corrupaco, justiça para quem nela trabalha",   mas só quando o SFJ lhe dá pevides.

De Anónimo a 12.01.2025 às 14:19

Está tudo controlado, sem stress! Se a tutela não nos der aquilo que queremos, tenho de fonte segura que estão previstas formas de protesto com um mega impacto na comunicação social e até da opinião pública, a realizar pelos dirigentes e exdirigentes sindicais. O antigo presidente irá fazer uma greve de fome em frente ao ministério da justiça e para isso chamará a comunicação social quando der início à mesma, o que será aproveitado ao mesmo que tempo, pelo atual presidente  que ao lado  se irá imolar pelo fogo. De seguida conseguimos tudo o que queremos grau 3 para todos e pelo menos 1000 euros de aumentos.

De Anónimo a 12.01.2025 às 14:29

Você é comediante??

De Anónimo a 12.01.2025 às 15:03

É para entrar no espírito da palhaçada!

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    ehehehehisso sim carneirada!

  • Anónimo

    Só medoaiiiiuuiiivirgens!

  • Anónimo

    Mais nada!Também sou mete nojo! votarei ventura!

  • Anónimo

    BAIXA COLECTIVA

  • Anónimo

    Angola é nossa! ✊

  • Anónimo

    E depois que entraram mulheres nos tribunais, é o ...

  • Anónimo

    Votar sempre nos mesmos e esperar que algo mude!!!...

  • Anónimo

    O pessoal tem medo que o ventura venha a ser como ...

  • Anónimo

    Até podia ir ganhar o mesmo que ia na mesma.Acredi...

  • Anónimo

    O que o BLOGUE quer dizer é que se devem portar be...



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