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Oficial de Justiça

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Quinta-feira, 28.11.24

O isco para a entrada num ilusório e admirável mundo novo

      Termina já amanhã o prazo de apresentação das candidaturas ao segundo Movimento de Oficiais de Justiça deste ano 2024, sendo este um Movimento Extraordinário que contempla as categorias de ingresso, sejam Oficiais de Justiça já em funções, sejam candidatos para primeiro ingresso em reserva do concurso do ano passado, ou os candidatos aprovados no concurso deste ano.

      Para este Movimento Extraordinário de 2024, apresentou a Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) a indicação de vagas por todo o país e também, desta vez, na zona norte, o que já não acontece há alguns anos.

      Muitos candidatos ao primeiro ingresso iludiram-se com a possibilidade das colocações a norte, por serem em grande número oriundos desta área geográfica, no entanto, as suas colocações não serão a norte, quer nessas vagas anunciadas, quer noutras que possam surgir na mesma zona.

      Trata-se de um perfeito isco, segundo António Marçal, presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), lançado aos incautos candidatos, que os levam a candidatar-se na esperança de poder ficar perto da sua área de residência.

      Essas vagas a norte serão todas preenchidas pelos Oficiais de Justiça já em funções que estão deslocados, a sul, e aguardam oportunidade de se aproximarem da área da sua residência de origem há muitos anos, alguns já quase a perfazer uma década.

      Por isso, os candidatos ao ingresso que queiram mesmo ingressar, não deverão considerar, de forma alguma, apenas as indicações das vagas, tal como sempre aqui temos repetido, porque as vagas mais a norte poderão considerar-se desde já como ocupadas, isto é, inexistentes para quem vai ingressar.

      Assim, caso queiram alterar os requerimentos apresentados, ainda o podem fazer entre hoje e amanhã, não para retirar as suas opções pessoais, mas para, talvez, as ampliar.

      Caso não lhes interesse mesmo mais nenhum outro local, a não ser os que colocaram, devem ter consciência que, por mais boa classificação que detenham no concurso do corrente ano, poderão não ficar colocados em nenhuma das suas opções.

      Muito provavelmente na segunda semana de dezembro, que começa no dia 9, deverá ser publicada a lista provisória das colocações, lista esta que corresponde ao projeto do Movimento Extraordinário.

      Existe uma grande expectativa, não só, obviamente, por parte dos candidatos ao ingresso, mas também pelos Oficiais de Justiça que estão deslocados há tantos anos, a viver em condições miseráveis, estrangulados pelas despesas que, sozinhos, não conseguem suportar, especialmente aqueles que detêm família a cargo e outros encargos, desde logo com o suportar de duas residências, quando o vencimento mal para uma dá.

      Para além desses desesperos, estão todos os demais Oficiais de Justiça já em funções que, apesar de não se terem candidatado ao Movimento, nem quererem fazê-lo, muito anseiam pelo resultado, uma vez que estão exaustos pelo excesso de trabalho e precisam, com urgência, de ajuda de novos Oficiais de Justiça.

      A este mesmo propósito escreveu António Marçal, presidente do SFJ, no seu artigo de opinião ontem publicado no Correio da Manhã, artigo intitulado: “O admirável Mundo Novo… ou não!”

      No artigo, Marçal considera que a tabela salarial atual não é capaz de garantir a retenção dos ingressantes nos lugares, designadamente, como é óbvio, quando longe das suas residências, porque o valor que vão auferir é, obviamente, insuficiente para que a manutenção na carreira se verifique.

      Recordemos que esta consideração de António Marçal se verifica mesmo depois do acordo que firmou com o Ministério da justiça que veio alargar aos ingressantes o valor do suplemento de 13,5%. Apesar do acordo, Marçal considera que esse incremento salarial com o valor acordado, ainda assim, não permite uma composição do vencimento que sirva para a retenção dos candidatos, concluindo que, o mais certo, será assistirmos a desistências das colocações e da carreira.

      Diz assim Marçal:

      «O procedimento concursal para admissão de 570 novos oficiais de justiça continua a correr os seus termos, assente na expetativa que a tabela salarial em vigor conseguirá reter estes profissionais.

      Os candidatos submeteram as suas candidaturas respaldados na publicação dos lugares postos a concurso, já que, ao contrário do que tem vindo a acontecer nos movimentos ordinários dos últimos anos, existem lugares no Norte, facto que abriu uma esperança aos que se candidataram a esta carreira.

      Foi esse anúncio, suportado por um conjunto de lugares postos a concurso no Norte, já que a maioria dos candidatos a oficiais de justiça residem nesta zona, que serviu de isco para o admirável mundo novo, que seria estar colocado num Tribunal ou Serviço do Ministério Público, perto de casa.

      Infelizmente tal não vai acontecer e o crónico problema de falta de recursos humanos estará para durar…a não ser que enfrentemos os problemas, e se diligencie, já, pela atribuição de um subsídio de residência para retenção dos trabalhadores, sob pena de um grande número nem sequer tomar posse, ou, os que ainda arrisquem a medo, vão desistindo, dia após dia.

      Se o propósito do Ministério da Justiça é deixar marca, o que queremos, o momento está à distância de poucos dias…»

CanaPesca4-(570).jpg

      Fonte: “Artigo de opinião publicado no CM e reproduzido na página do SFJ

por: GF
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Autoria e outros dados (tags, etc)

às 08:08


67 comentários

De Anónimo a 28.11.2024 às 09:26

Bom dia,

Por fim a notícia de desenvolvimento de um dos aspetos na reivindicação, que eu diria principal, do SFJ. Trata-se daquilo que na gíria se apelida de "carne para canhão".

Porque é que tão distinta figura se preocupa mais com quem ainda não está cá do que aqueles que por cá estão e continuarão - estará porventura interessado em aumentar a sua base de apoio?!.


De Anónimo a 28.11.2024 às 09:36

Para recuperar os que perdeu.

Na realidade não vejo preocupação com o Novos candidatos.

Se existisse essa preocupação, reivindicavam o subsídio de residência ou atribuição de residência gratuita.

De Anónimo a 28.11.2024 às 13:15

É importante isso o que diz.

No entanto, tendo a discordar sobre a atribuição do subsídio de residência ou atribuição de residência gratuita.

Explico.

A ser assim, essa atribuição, corresponderia a um real apoio de natureza remuneratória, porque complementar e adicional, que levaria a que os - todos os - funcionários fossem remunerados de forma diferente consoante a latitude e as coordenadas onde fossem colocados.

O que é verdadeiramente importante é a valorização das carreiras e, com isso, o melhoramento salarial, assim como a revisão da carreira por forma a garantir que determinadas tarefas, mais administrativas, possam ser asseguradas por profissionais menos qualificados mas sob supervisão (falo do registo de papéis, por exemplo) onde a base de recrutamento possa ser, geograficamente, mais localizada.

Claro que dirão alguns que hoje existe o suplemento de fixação em comarcas periféricas, mas isso é uma coisa bem diferente que, na sua génese, teve outros motivos - foi para colmatar uma outra escassez de outra origem - e já não por causa da condição de vida na grande Lisboa.

À parte disto tudo, existe ainda a questão da insularidade.

Mas é apenas a minha opinião.

De Anónimo a 28.11.2024 às 09:48

Porque sabe, relativamente aos que já cá estão, que a causa está perdida e que já nada há a fazer!!!

"Ninguém fica para trás" mas a verdade é que já ficámos todos para trás.

Somos tão irrelevantes que ainda ontem o PM falou de todos e nem se lembrou de nós.

E ainda querem alguns ser equiparado a um PJ ...

Somos muito pequeninos, assim deste tamanho 🤏

De Anónimo a 28.11.2024 às 10:42

Tem muita razão no que diz... apenas corrijo um aspeto, se conhecer a história dos oficiais de justiça...

Vai entender desde do primeiro cpp de 1929, o oficial de justiça era importante.

Era uma entidade que fazia o que a P J. Fazia...

Bem antes de existir PSP, GNR, P.J. existia o oficial de justiça que fazia em bom rigor o papel de polícia.

Assim no meu entender ao longo de vários anos estão a destruir esta profissão, através da inércia, da própria classe, aliado a sindicatos que fingem ajudar a classe.

De Anónimo a 28.11.2024 às 10:58

destruição completa

de auferir dobro do ordenado minimo passou para auferir quase o ordenado minimo

assim não vão reter ninguém

a malta nova já não está para isto de sacrifícios e borlas
e ainda bem

mas insistem

De Anónimo a 28.11.2024 às 09:45

O efeito causa reação.

Todos sabemos, a nossa vida tem consequências no ambiente externo que nos rodeia e este, por sua vez, interfere nas nossas vidas.

Tudo o que fazemos traz consequências, e por estes dias bem as conhecemos, o desleixo no ambiente e questões climáticas são catastróficas assim como os desvios autoritários e o fanatismo terrorista nas guerras entre os povos.

No meio disto tudo surge a banalidade e, como sabemos, esta desprovem as coisas com valor - já convivemos sem grande incómodo com os grandes incêndios ou as grandes enxurradas e da mesma forma aceitamos o morticínio de crianças e velhos e que os intermedeiam cheios de vida, a vida que se esvai sem sentido.

Por estes dias vê-se um folclore na AR, vi-o a propósito de uma data como tantas outras, com floreados desconcertantes onde se discutiu o passado como se cuida das margens de um rio sem curso de água.

É uma data, qual é o problema, passe-se adiante e comecemos a discutir os nossos problemas.

Em lugar disso, como disse, é um folclore como nunca tinha assistido, co vozes esganiçadas, muito menos afinadas que aquelas outras que frequentaram a AR no pós 25 de abril de 74, foi a nata dos nossos políticos (Mário Soares, Sá Carneiro, Salgado Zenha; Lucas Pires, e tantos outros) eram mais eruditos no que diziam e no que faziam e as suas vozes soavam a belas melodias (e ali se fazia grandes encenações com igual valor às operas de Mozart).

Hoje, nos nossos tempos, e neste outono em que algumas árvores se vestem de roupagem diferente, e outras se despem totalmente, podemos ver a crueza do tempo e a sua voragem e ao mesmo tempo as diferentes formas de enfrentar os elementos que lhe são adversos.

A tela de cores que apresentam deveriam contagiar-nos nas nossas vidas, fazendo-nos crer que também as podemos pintar com cores bem diferentes, menos taciturnas e mais frescas e vigorosas.

Volto à banalidade das coisas, pois que, na nossa vida, a de oficial de justiça, tudo se banalizou e se normalizou, o caos instalou-se de vez e é essa, agora, a realidade dos nossos dias.

Ninguém se interessa pelas reformas urgentes, elas próprias cada vez mais precisas e sem possibilidade de qualquer ajustamento porque este já nada resolve só acrescenta e adensa ao caos.

Bem vindos aos tribunais.

De Anónimo a 28.11.2024 às 17:34

Por estes dias reformas só mesmo a dos nossos colegas que se aposentam.

Há quem diga que só se reformam as coisas velhas mas eu diria que as novas, por vezes, porque feitas em cima do joelho, também precisam de ser reformadas ou, no mínimo, ajustadas.

De Anónimo a 28.11.2024 às 18:49

Pérolas ao Campus e a S. João Novo.

De Carla a 28.11.2024 às 10:17

Não se entende a pressão e a força que todos fazem para que os novos candidatos esqueçam a zona norte. São grupos, páginas de Facebook, pessoas diretamente nos tribunais ( que estariam apenas para ajudar no preenchimento de requerimentos), crónicas, …
Todos falam como se existissem certezas que não há hipóteses nenhumas na zonas norte. Deixem correr o concurso como o mesmo deve correr.

De Anónimo a 28.11.2024 às 11:35


Certo!

Já agora, depois diz quantos conseguiram.


De Anónimo a 28.11.2024 às 12:43

Há factos conhecidos de uns, que estão próximos de quem conduz o veiculo procedimental, que podem ter determinado a opção por uma tática comparável à da publicação de uma sondagem cujos resultados servem para influenciar o voto do eleitor.

Só posso sugerir que não desista de tentar perceber

De Anónimo a 28.11.2024 às 10:34

Em Lisboa e arredores quem tiver dois dedos de testa e claro, a licenciatura, ou melhor, o antigo bacharel

tendo em conta o pós bolonha

certamente não concorre para os tribunais

há sempre um lugar nos ministérios

bem calminho

sem ter de aturar pessoas com problemas, na sua maior parte, sociais, económicos, etc




De Anónimo a 28.11.2024 às 10:55

A lógica da agenda do Marçal:

Marçal está de partida para uma candidatura a Presidência da Câmara da Lousã.

O adiamento para as eleições dos órgãos sociais do SFJ, por seis meses, diz tudo!...

É o prazo necessário para após, iniciar o período do gozo de férias pessoais e iniciar a campanha eleitoral para as autárquicas.

Assim, não põe mais um pé nos Tribunais.

De Anónimo a 28.11.2024 às 11:00

continuem a pagar quotas para as festas

De Anónimo a 28.11.2024 às 13:07

O Marçal está bastante confiante em ser presidente de câmara, beneficiando até de algum apoio por parte do PSD pelos serviços prestados ao governo. Acontece que é ja conhecida a sua tendência para o erro, portanto o mais certo será falhar os objetivos. Mas o que releva nisto tudo é o sindicato servir interesses de uma cúpula de dirigentes.

De Anónimo a 28.11.2024 às 10:54


muito bem dito da triste realidade de escravatura

No artigo, Marçal considera que a tabela salarial atual não é capaz de garantir a retenção dos ingressantes nos lugares, designadamente, como é óbvio, quando longe das suas residências, porque o valor que vão auferir é, obviamente, insuficiente para que a manutenção na carreira se verifique.




De Anónimo a 28.11.2024 às 11:53

A guilhotina foi um instrumento utilizado durante a Revolução Francesa para aplicar a pena de morte por decapitação (wikipédia).


Fossem outros os tempos e algumas das personagens por aqui faladas estariam em risco de literalmente perder a cabeça!


Quando se brinca com a vida de milhares de pessoas, com a vida de milhares de OJ, e seus familiares diretos, talvez não merecessem outras coisa!

Ou não será assim?!!

De Anónimo a 28.11.2024 às 12:30

E se a estupidez merecesse guilhotina, tb já ias!

De Anónimo a 28.11.2024 às 12:44

Nada do que disse foi estupido!

A não ser, claro, que se considere que prejudicar a vida milhares de pessoas é uma coisa menor?!!

... Mas nesse caso, quem será afinal o estupido?!!

De Anónimo a 28.11.2024 às 14:21

Acima de tudo o maior estúpido é aquele que para reclamar condições de trabalho justas e adequadas, não sai da sua zona de conforto e exige que os outros lutem por ele, tendo ainda o desplante de reclamar de maus resultados.
Murcoes!!

De Anónimo a 28.11.2024 às 13:59

Colega, acalme-se e respire fundo.

Olhe que é recomendável e é bem melhor do que perder a sua cabeça e, eventualmente, partir para a estupidez.

Seja mais democrático.

A solução nunca está em medidas extremas e em violência fortuita.
A solução está onde sempre esteve, na origem, na substituição da pessoa por outra capaz e não tem que se lhe infligir qualquer mal ou penosidade, apenas sancionar negativamente com a não recondução no cargo.

Mas todos nós parecemos sofrer da Síndrome de Estocolmo, e ainda existe muita empatia pela manutenção da pessoa e da atual situação nos tribunais.

Servirá os propósitos de muitos de nós, isso tenho pro garantido.

De Anónimo a 28.11.2024 às 14:46

Podem substituir as pessoas as vezes que forem precisas, que com sindicalizados murcões que se recusam a sair da almofada, não ha sindicato que consiga algo de jeito.
E neste cenário muito me admira o que o SFJ conseguiu até hoje.
Só acomodados a dar bitaites do sofá.
Trabalhar ta quieto!

De Anónimo a 28.11.2024 às 17:48

UFA ainda bem que não sou sindicalizado senão sentir-me-ia profundamente ofendido ...

De Anónimo a 28.11.2024 às 16:10

Comentário 13:59

Você é um lírico!
Eu gostava de o ver na França revolucionária a dizer ao povo para ter calma, para respirar fundo!

Não lhe ia, com certeza, fazer bem à saúde!

Eu penso não sofrer da "Síndrome de Estocolmo", mas aprecio, e muito, a música com o mesmo nome dos .

Ouça e aprecie!...

De Anónimo a 28.11.2024 às 16:11

Dos "MUSE"

De Anónimo a 28.11.2024 às 17:43

Gosto mais daquela do José Cid "A Nú" e "prego a mensagem que dela ressalta".

Não podemos andar todos à batatada, convém que haja refreio no ímpeto mais agressivo e musculado que tolde o discernimento de alguns na hora de tecer os comentários - será que não percebe que há coisas que não se devem escrever embora todos possamos pensar como o colega pensa.

De Anónimo a 28.11.2024 às 20:22

É exactamente aí que eu penso que se engana!

Devemos ser claros, e dizer tudo, mesmo com alguma rudeza, para quem faz o que faz se aperceba da extensão do mal que faz!

Talvez esses, com medo, ou outra coisa qualquer, comecem a pensar no mal que fazem!

Quando nos representam é pior, É TRAIÇÃO!

De Pedro Sousa Soares a 28.11.2024 às 13:16

Tive nova 11, apostei na área metropolitana toda de Lisboa e todos os tribunais do distrito de Setúbal...

Tenho alguma hipótese de entrar, num desses? Mesmo estando na posição 900?

Atenciosamente.

De Anónimo a 28.11.2024 às 13:53

Tem todas as hipóteses.

Olhe, se for ver o currículo e habilitações de muitos profissionais da justiça, verá que é dessa ordem de grandeza a média do final do curso (chapa 11 ou chapa 12) e não foi por aí que perderam o autocarro.

Mas, não tenha dúvidas, vai entrar, isso é certo, para os tribunais onde o bulício a levará a momentos de dúvida e a certeza de que foi enganada.
Pode acreditar!

De Anónimo a 28.11.2024 às 15:10

Santa ignorância...

Qual curso?

Quais médias?

Como se conhecesse a vida académica da generalidade dos oficiais de justiça...

Enfim, mais um triste ...

Deves ter mania. Se calhar nem sequer ainda és OJ.

De Anónimo a 28.11.2024 às 17:37

Santa ignorância é a sua - ou será que não percebeu que não falei dos oficiais de justiça ... quer que lhe faça um desenho não!

De Anónimo a 28.11.2024 às 15:01

Prepare-se para o caos e para a escravatura.

Não vai aguentar nem um mês!

Boa sorte.

De Anónimo a 28.11.2024 às 15:07

Com uma notinha tão baixa talvez fique colocado na região de Lisboa.

O pessoal do Norte (por que muito mais inteligente) tirou altas notas e muitos não vão concorrer para a mouraria.

Por isso sim, é bem provável que fique colocado.

De Anónimo a 28.11.2024 às 15:13

Acresce que actualmente só mesmo quem não tem habilidade para outras coisas é que aceita ser oficial de justiça.

Ou seja, muito candidato não vai aceitar as colocações.

Por isso prepare-se...

De Anónimo a 28.11.2024 às 17:46

Silogismo deste grupo de comentários - o pessoal do norte é em maior número, tirou melhores notas (certamente por se ter dedicado mais) e como só quem não tem habilidade para outras coisas é que aceita ser oficial de justiça - quer dizer que o pessoal no norte é burro e não sabe fazer mais nada!

Será assim ? Não creio!

De Anónimo a 28.11.2024 às 17:51

Ou será antes a conclusão de que é inteligente mas não sabe fazer mais nada ?

De Anónimo a 28.11.2024 às 20:18

São tão inteligentes que quando sairem as colocações logo vão desistir ficando assim as vagas disponíveis para a malta da mouraria que tirou os 9,5.

De Anónimo a 28.11.2024 às 17:47

Se pretende um lugar nas comarcas de Lisboa, Lisboa Norte, Lisboa Oeste e Setúbal, apanha um lugar quase de certeza. Há muita gente a fugir dessas zonas para norte e a maioria dis candidatos é do Norte.

De Anónimo a 28.11.2024 às 23:12

No ano passado até com 9.5 entraram nessa zona.

De Anónimo a 28.11.2024 às 14:14

Solidário com os colegas do JIC de Loures que já iniciaram a greve esta tarde e vão continuar amanhã todo o dia.

De Anónimo a 28.11.2024 às 15:01

Com o tempinho que está, até dá para ir à praia.

De Anónimo a 28.11.2024 às 23:09

Comentário de um acéfalo.

De Anónimo a 28.11.2024 às 15:03

Quando começar a campanha eleitoral vamos ficar sem o grande líder durante uns meses largos.

Alguém o vai substituir?

Já pensaram como colmatar a sua falta?

De Pedro a 28.11.2024 às 15:57

Deve ser poucos concursos em que são anunciadas vagas cujo número por região é desconhecido e em que os novos candidatos concorrem "contra" pessoal já efetivo.

Já para nem das nomeações oficiosas que irão certamente acontecer.

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