Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Oficial de Justiça

Bem-vindo/a ao DIÁRIO DIGITAL DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DE PORTUGAL publicação periódica independente com 7 anos de publicações diárias especialmente dirigidas aos Oficiais de Justiça



oficialdejustica.blogs.sapo.pt
DIÁRIO DIGITAL DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DE PORTUGAL (DD-OJ)
As publicações desta página podem ser encontradas diariamente em diversas plataformas:
oficialdejustica.blogs.sapo.pt oficialdejustica.blogs.sapo.pt oficialdejustica.blogs.sapo.pt oficialdejustica.blogs.sapo.pt oficialdejustica.blogs.sapo.pt oficialdejustica.blogs.sapo.pt oficialdejustica.blogs.sapo.pt

...............................................................................................................................
| | | - COVID-19
[1] - Compilação de Sugestões de Medidas de Proteção Práticas para Oficiais de Justiça
[2] - Consulte aqui os dados oficiais diários atualizados da DGS e infografias
[3] - Consulte também aqui, em primeira mão, as notícias que a agência Lusa fornece para a comunicação social, entretanto com acesso gratuito

...............................................................................................................................

Terça-feira, 25.08.15

O Movimento Extraordinário Também "Crashou"

     A DGAJ informou ontem, telefonicamente, os candidatos (a pedido destes), de que não iria proceder a colocações oficiosas, estando a ponderar se haveria de realizar um outro movimento extraordinário ainda em setembro ou incluir as vagas ainda por preencher no ordinário de novembro.

     Ora, nenhuma destas situações estava prevista e nenhuma destas situações foi anunciada para a concretização do movimento extraordinário em curso. Ou seja, esta nova opção da DGAJ, nunca antes dita, corresponde a uma mudança das regras a meio do jogo, não permitindo que os candidatos, seja aquelas a quem já foi atribuído colocação no projeto publicado, seja aos que estão ainda à espera, pudessem contar com esta diferente faculdade e oportunidade, de modo a fazerem as suas escolhas tendo em conta esta espécie de segunda volta, certamente imbuída a DGAJ de algum espírito eleitoral, como o que se vai respirando no país.

     Os candidatos colocados no projeto fizeram as suas opções contando que haveria colocações oficiosas e os candidatos não colocados também, assim foi afirmado e reiterado pela DGAJ até ontem.

     Se se tivesse anunciado que haveria um segunda volta aos lugares vagos, certamente haveria candidatos que não colocariam no seu requerimento as dezenas de opções, algumas delas mesmo de forma contrariada mas assim procedendo para se salvaguardarem das regras anunciadas para as colocações.

     Trata-se de uma injustiça e de uma grande irresponsabilidade mudar as regras do jogo quando convém, demonstrando com isso grande insensibilidade e desrespeito pela vida das pessoas.

     Por outro lado, mostra-se o projeto publicado ferido de erros crassos na não consideração de requerimentos que continham candidatura a vagas existentes e que não foram preenchidas, tendo assim a DGAJ ignorado tais requerimentos, mantendo-se os candidatos por colocar e as vagas por preencher, não sendo correto que agora entrem tais vagas numa segunda volta em descarado prejuízo e desrespeito pelos candidatos que agiram corretamente esperando reciprocidade da DGAJ.

     Nos últimos anos a DGAJ tem feito movimentos apenas para algumas poucas dezenas de Oficiais de Justiça, pelo que se depreende que existe óbvia incapacidade técnica para lidar com centenas em vez das habituais dezenas, daí este projeto publicado, para além dos erros cometidos, omitiu as colocações oficiosas, pelo que se pode considerar constituir este projeto um muito mau projeto e que, assim como está publicado, não só causa, como parece poder vir a causar mais, prejuízo às pessoas que no movimento participaram e cujas vidas pessoais, ao nível familiar e social, bem como relativamente aos postos de trabalho (privados) detidos, estão a ser incessantemente prejudicadas, pelo provável colapso ou “crash” ocorrido na aplicação que faz a gestão dos requerimentos para o movimento.

EspantoOuvir.jpg

     A este mesmo propósito, divulgava ontem o Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) o esclarecimento que segue:

     «O projeto do movimento extraordinário, publicado no dia 19 de agosto, não corresponde às expectativas, legítimas e justas, que foram sendo criadas.

     O Secretário de Estado da Justiça garantiu a este sindicato, no dia 30 de julho, que os 600 candidatos iriam ingressar, através de um único concurso. Essa decisão, estamos convictos pelo número de colocações (superior a quinhentas), foi transmitida à DGAJ. Contudo, o facto de não constarem na lista provisória as colocações oficiosas, coloca em crise a decisão.

     Perante esta situação, o SOJ reuniu, no dia 21 de agosto, no Ministério da Justiça, tendo por objeto discutir o processo. O projeto de movimento está publicado, para todos os efeitos, mas o SOJ considera que não está concluído, uma vez que faltam as colocações oficiosas.

     Por sua vez, o Ministério da Justiça reiterou o compromisso de assegurar o ingresso dos 600 candidatos e comprometeu-se a analisar, junto da DGAJ, o processo.

     Assim, por estarmos perante uma lista provisória, passível de “acertos”, que sempre ocorreram, vamos aguardar a resposta do Ministério da Justiça.»

SOJ.jpg

por: GF
oficialdejustica.blogs.sapo.pt

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 08:05


56 comentários

De candidato a 25.08.2015 às 08:34

Sr. oficial de justiça, a minha duvida prende-se com a questão do prazo para apresentação.
Reparei que nos movimentos anteriores os candidatos dispõe de 2 dias para se apresentar, como se contam os mesmos??
a titulo de exemplo se o movimento for publicado no dia 7 de setembro, o dia 7 também conta ou só começa a contar no dia 8 de setembro? sendo dia 9 a apresentação?

ps: dado a confusão que se gerou seria mais correto a DGAJ, lançar novo movimento com todos os candidatos, dando sem efeito os requerimentos já feitos.

De anonimo a 25.08.2015 às 09:49

LOL "mais correto a DGAJ, lançar novo movimento com todos os candidatos, dando sem efeito os requerimentos já feitos".

O mais correto seria quem não entrou ter dado ouvidos aos vários avisos que lhe foram feitos por mais que um colega que foram pessoalmente à DGAJ e por outros tantos que ligaram para lá. Não foi por falta de aviso. É certo que ninguém previa que não existissem oficiosas mas o facto de não terem existido não demonstra qualquer irregularidade no concurso e nas colocações. Apesar de várias especulações quanto a entrarem 600, também a DGAJ nunca anunciou diretamente na sua página que iria colocar esse número de candidatos. Se entrassem só 200 o concurso continuava a ser

De anonimo a 25.08.2015 às 10:00

continuava a ser válido, porque no aviso de abertura do concurso diz explicitamente "reserva de recrutamento sob disponibilidade orçamental".

Deveriam ter colocado mais opções. Agora não queiram prejudicar os colegas que já entraram por erros e opções vossas.

Estou solidária com os candidatos que não entraram mas quem entrou não tem culpa do que aconteceu, portanto tentem resolver as coisas sem nos colocarem ao barulho.

De Anónimo a 25.08.2015 às 11:02

Finalmente encontro aqui candidatos e futuros colegas que defendem a posição que assumi desde do inicio com sensibilidade jurídica, é obvio que até a presente data a DGAJ cumpriu com a Lei, se foi mais ou menos correta isso é outra questão. O que me arrepia é a falta de noção da lei da maioria dos candidatos.J+a se fala em petições, reclamações para o provedor..tudo acções inúteis e despropositadas para o efeito.

De C a 25.08.2015 às 11:55

Lançar um novo movimento não seria correto para com as pessoas que cumpriram com sucesso todos os procedimentos que a DGAJ impôs. Seria um retrocesso, prejudicando aqueles que obtiveram melhores resultados no exame e criaram expectativas de entrar nos tribunais ainda em Setembro, vários dos quais já abdicaram de outros empregos e propostas de trabalho.

O mais correto é a DGAJ corrigir os erros que houveram com as colocações ou não colocações de alguns candidatos deste movimento e conceder a quem não foi colocado por não ter lugar nas suas preferências a faculdade de se candidatar noutro movimento às vagas que ainda existirem.

No caso dos que esperavam ser colocados oficiosamente, o único erro da DG foi dar falsas expectativas com o anúncio de que iriam haver colocações oficiosas. Erro esse que todos reprovam.

Mas há aqui pessoas muito egoístas que só pensam em si. Houve quem gozasse com os que optaram por jogar pelo seguro e colocar muitas preferências e agora pede ajuda para a sua causa, pior, algumas destas pessoas querem prejudicar os outros. Esquecem é que são uma minoria e não vão chegar a lado nenhum com isso.

De oficialdejustica a 25.08.2015 às 13:27

Ao "Candidato" das 08:34: Com a publicação no DR será esclarecido qual o prazo e a forma de contar. Não há nenhuma confusão que implique a anulação do movimento. Há apenas erros que carecem de correção e há que aguardar pela ocupação das 83 vagas pendentes que, até ao momento, sabe-se que serão mesmo preenchidas. Não confunda as coisas. O movimento tem erros, sim, mas são passíveis de correção. O movimento não colocou oficiosamente, não, mas ainda o pode fazer. De momento temos apenas uma atuação da DGAJ que podia ter sido melhor e por isso pode ser motivo de crítica mas não há nenhuma ilegalidade que implique a anulação do movimento, a petição pública, a queixa ao Provedor, etc., etc. Isto são desvarios desnecessários.

De anónimo a 25.08.2015 às 18:28

Um Oficial de Justiça tem que saber contar prazos.

De Anónimo a 25.08.2015 às 10:31

Eu entrei mas estou completamente solidária com os colegas que ficaram de fora.

Não sei se repararam, mas no ofício que nos foi enviado com o nr.º mecanográfico, diz lá expressamente que os candidatos que não fossem colocados nas opções, iam ser colocados OFICIOSAMENTE!

Nunca ninguém garantiu que iam entrar os 600, mas garantiram que ia haver lugar a colocações oficiosas!!! percebem a diferença?

De Daniel a 25.08.2015 às 10:43

Pois, aí está. Se desde inicio a Dgaj tivesse informado que poderia não ocorrer colocações oficiosas eu, em vez de colocar "apenas" 48 opções, tinha colocado todos as opções possíveis e imaginárias. Sou da Madeira, e por isso coloquei apenas as que tinha local certo onde ficar, a partir dessas opções, era indiferente ficar mais acima ou mais abaixo em Portugal Continental, por isso não coloquei mais nada. Se soubesse que com 13 valores corria o risco de não ficar em lugar algum, é óbvio que tinha colocado muito mais, e tirando assim, a vaga a tantas pessoas que ficaram colocadas com nota inferior á minha. A esses iluminados que andam a se vangloriar, e a dizer que os burros deveriam ter dado ouvidos a colegas e afins e ter colocado todas as opções, não se esqueçam do Karma.

De Anónimo a 25.08.2015 às 11:08

Aqui ninguém está a desejar que os colegas que ficaram de fora não entrem, mas que de fato tem que admitir que se iludiu, e descuidou, lá isso é a verdade, eu tive 18 e devo ter metido cerca de 80 opções...porque não queria correr riscos...fiquei opé de casa, não fikei...mas é a vida, sabe é feita de sacrifícios...agora esses truque de serem colocados oficiosos para pedirem transferência ao fim de 2 meses...é óbvio que a dgaj quis combater isso....

De C a 25.08.2015 às 12:16

Eu fartei-me de avisar aqui, neste blogue, que as colocações oficiosas eram a solução de recurso. Que as pessoas com notas superiores dificilmente ficariam de fora, por isso não valia a pena pensar-se que por se estar no final da lista se entrava facilmente.

É verdade que o facto de não terem havido colocações oficiosas colocou muita gente de fora, mas só com a saída do projeto é que o Daniel ficaria a saber se havia ou não uma colocação oficiosa à sua espera, pois também nisso havia não só uma ordem por onde a DGAJ começava como também um número de vagas limitado. Por isso era de esperar que apostasse nas preferências.

Diz que colocou 48 opções e estas traduzem-se em quantas vagas? É que se for 48 vagas é uma coisa, se for 480 é outra. Foi assim que os iluminados pensaram: a quantas vagas tenho eu de me candidatar, mais possíveis vagas que abram, para ter alguma segurança para entrar? E muitos fizeram-no. É matemática, não é Karma, o que só demonstra inteligência e é sabido que convém que os O. J. a tenham.

Há pessoas que estão na posição duzentos e trezentos e tal, e vêm para aqui escrever que só não entraram porque não houve colocações oficiosas. Têm a certeza? É que nesse caso as colocações começavam não nos que tiveram 13 valores no exame, mas sim nos que tiveram 9,50.

Eu estou solidária com aqueles que estão numa situação mais tremida do que a minha. Que cena parva que a DGAJ fez, desrespeitar um despacho do seu próprio director-geral. Não se faz, muito menos nesta área em que é suposto dar-se o exemplo no que é correto. Mas olhe que muitos de vós não têm defesa possível, porque não sabem argumentar e têm raiva e inveja de quem não vos fez mal nenhum.

De Anónimo a 25.08.2015 às 14:51

As colocações oficiosas sempre existiram e vão continuar. Contudo, quem assim foi colocado, ficou no mínimo 1(um) ano à espera de poder concorrer às vagas desertas.
Algum dos colegas se lembra do que é isso???? Porque as listas deixaram de existir mas houve sempre o conselho dos mais velhos: "concorram para os lugares que querem, independentemente de saberem se existem ou não vagas"!
Mas, Xicos-Espertos sempre existiram, também e a nossa classe não é excepção.
Um conselho deixo aos novos elementos: não iniciem as vossas funções a achar que a DGAJ é exemplo de boas práticas administrativas, porque não o é! Pelo menos não nos últimos 24 anos.
Portanto o azedume aqui patente e o apontar de dedos não levará ninguém até perto de casa, nem fará de ninguém um herói do sacrifício.
Serão em breve oficiais de justiça e vão ter de saber lidar com situações bem mais dificeis do que a escolha de lugares para concorrer.

De Daniel a 25.08.2015 às 15:55

Eu não estou com inveja alguma de alguém, até porque assim estaria mal com pessoas que me são próximas que entraram. Não culpabilizo absolutamente ninguém, até porque, como eu ja havia referenciado, o único problema que houve, foi a DGAJ não anunciar que poderia não haver colocação oficiosa. Em relação ás minhas opções, foram Madeira, e todos os núcleos entre Porto e Leiria. O que me deixa mais frustrado, é por exemplo, bastava eu ter colocado os núcleos do Algarve como opção, (no meu caso apenas mais um, e não todos) que tinha sido colocado. Quando falei no Karma, era como que em resposta a outros comentários feitos em um artigo, em que para bom entendedor, um Anónimo chamou os 83 que ficaram de fora, de "burros", e presunçosos, o que no caso de muita boa gente, foi apenas falta de informação. Conheço quem tenha colocado menos opções que eu, e houve colocação. Volto a frisar que, se desde inicio fosse indicado pela DGAJ que poderia não haver colocação para oficiosos, pelo menos eu, tinha colocado todas as opções possiveis. Aconselho também quem vem a este blog dizer que, lá foi, que a oportunidade já passou, que mais ninguém entra e etc etc, que pense que estão a criar desanimo em algumas pessoas. Nem todos têm informação sobre o concurso, e existe imensa gente com informação errada. O importante é, não desanimem, nem percam a esperança.

De Anónimo a 25.08.2015 às 10:59

Sinceramente também estou solidária com os meus colegas que não entraram mas não concordo com a realização de novo movimento extraordinário. Desde logo porque isso atrasará ainda mais todo este processo, havendo muitas pessoas que, com a publicação da lista provisória, já se despediram dos seus empregos com a ideia de que em finais de Setembro já estariam colocadas nos tribunais.
Não se pode andar a brincar assim com a vida das pessoas, há pessoas com filhos, com despesas para pagar e não podem andar a brincar com questões tão importantes.
Acho que terá menos impacto a entrada dos que ficaram de fora no movimento ordinário de Novembro, não prejudicando os que já estão colocados e dando-lhes também o direito de entrar.
Havendo novo movimento extraordinário e nova lista poderá surgir mais percalços, mais problemas, mais reclamações e depois? E DGAJ vai andar constantemente a dar sem efeito os movimentos anteriores e a realizar novos?

De Anónimo a 25.08.2015 às 11:02

A realização de uma dita "segunda volta" significa o quê?
Que os que não entraram poderão candidatar-se às vagas que ficaram por preencher?
Ou que voltamos todos à estaca zero?

De oficialdejustica a 25.08.2015 às 13:59

Quando se diz "segunda volta", tenta-se uma comparação com as eleições que elegerão o candidato à presidência da República que já vão sendo objeto de muita atenção pelos media. Ou seja, não sendo possível resolver logo na primeira eleição, vão os candidatos a uma segunda eleição mas já não vão todos, pois para alguns o assunto fica logo resolvido na primeira.

Da mesma forma, parece existir a ideia da possibilidade de levar a um segundo movimento os que estão por colocar e só para estes e nunca para todos, pois não é necessário, porque a maioria está bem colocada co este movimento.

Note-se que ainda há 83 vagas e, neste momento, tudo indica que irão ser preenchidas. Há, no entanto, cerca de meia centena de candidatos que ficarão excluídos, como desde o início que se sabe, pois só poderão ser colocados, no máximo, 600 candidatos.

De Anónimo a 25.08.2015 às 11:43

sem dúvida que o justo seria uma segunda volta!!
desculpa aos que não entraram, mas se 100 estão prejudicados nestes momento, voltar tudo ao inicio seria prejudicar 600

De Alexandra a 25.08.2015 às 11:44

Não partilho a opinião de que devíamos dar ouvidos a certos colegas de como iria ser feitas as colocações... não são os colegas que nos tem de informar, mas sim a Dgaj.
Na carta que nos foi enviada mencionava que os candidatos deveriam candidatar se aos locais vagos e não vagos, caso contrário iria haver colocações oficiosas como o novo estatuto prevê.
Foi injusto decidirem não haver colocações oficiosas e essa informação só chegar a alguns colegas e não de forma formal através de ofício ou despacho, para mim não é válido. ..Portanto considero que estes meus colegas tiveram acesso a informação previlegiada. ..

Outra questão é não queremos arrastar nenhum dos colegas colocados para a nossa situação. ..Estes parem de dizer que estão solidários porque acredito sim que há pessoas que estão, mas outras como aqui comentão são uns falsos solidários...

Pois tenho colegas tal como eu que se despediram para ingressar neste movimento por isso parem se olhar para o vosso umbigo ...

PS: DOU O NONE

De Anónimo a 25.08.2015 às 11:48

pufffff, informação privilegiada loll

De Anónimo a 25.08.2015 às 11:51

que não foi correcto não foi.. mas não existe fundamento válido para reclamarem! é certo que foi dito que haveria colocações oficiosas, mas é também certo que nunca se falou de quantas vagas iriam abrir! Agora a DGAJ alega que não houve lugar a colocações oficiosas simplesmente porque as Vagas ( que foram 500 e tal e poderiam muito bem ser 100 ou 200) foram as disponibilizadas e ficaram completas! Legalmente a DGAJ cumpriu , de forma justa ou não, mas a lei foi cumprida! Não foi ao acaso que a informação foi sempre escassa...

De C a 25.08.2015 às 12:27

Pois..., contra a DGAJ podem reclamar de falsa informação, por não terem havido colocações oficiosas e nada mais. Sobre terem entrado menos de 600 pessoas, isso é reclamação que terá de ser apresentada diretamente ao Ministério da Justiça, pois foi daí que veio essa informação. É certo que não devemos confiar em políticos, nem sequer naqueles que parecem fiáveis, pois já beberam da instrução que é dada às pessoas da classe de que é preferível mentir abundantemente em detrimento a dar informação fidedigna e transparente, mas devemos reclamar se aspiramos a que haja alguma mudança neste padrão asqueroso.

De Anónimo a 25.08.2015 às 12:29

Claro que não foi correto, mas agora também não podem querer afundar os outros!!!
que seria justo um novo movimento em Novembro, sim seria!!
Eu tirei 17 e candidatei-me a 105 opções, em ambos os requerimentos!!
Acautelei-me e preferi ficar longe de casa e ter que me aguentar 2 anos sem puder concorrer!!

De Anónimo a 25.08.2015 às 12:49

Nem mais foi o que eu fiz agora se há outro movimento ou não é tudo mto subjectivo porque a dgaj não tem obrigação legal de o fazer...ou será que acham que a dgaj acidentalmente, não colocou cerca de 83 candidatos que se acharam mais inteligentes do que outros...eu tb queria ter um tribunal perto de casa...mas isso não foi nem vai ser possivelpor isso é k vou ter que mais uma vez andar com a casa as costas..

De Anónimo a 25.08.2015 às 12:57

e eu igual, já não tenho noção de quantas opções coloquei!!200 km que estou de casa!!

De Anónimo a 25.08.2015 às 13:14

A nossa única esperança está nas mãos do Ministério ?
E a DGAJ, vai deixar-nos para traz ?
Começo a ver é que a culpa não é da Ministra, mas sim do vosso fraco sentido de justiça. Suas Bestas !

De Anónimo a 25.08.2015 às 14:28

loooolll a culpa é dos que entraram!!!!!!!
muito bom!!!h7fc9s7

De Chefe dos Chefes a 25.08.2015 às 13:29

Fire at Will jovens !
Isto não pode acabar aqui.

De Anónimo a 25.08.2015 às 14:30

claro não pode nem deve, mas a culpa não é das "bestas que entraram" como aqui foi dito!!!

De Chefe da Resistência a 25.08.2015 às 16:28

Estou de acordo. "Contra factos não há argumentos".
No entanto estão a reunir forças ao Regime Concursal .

De anonimo a 25.08.2015 às 15:18

Caro Oficial de justiça, pode tirar-me uma dúvida?
Imagine a seguinte hipotese: abrem vaga para Tecn. J. Auxiliar para um determinado sitio e essa vaga não é preenchida por ninguém. Eu calho numa opçao de escrivão auxiliar noutra opção mais à frente e prejudicial do que essa vaga que não foi preenchida, já para não falar que pus o requerimento de Tecn. Just. auxiliar a ser analisado primeiro que a carreira de judicial. Vale apena reclamar? Terá algum efeito prático?

De oficialdejustica a 25.08.2015 às 15:32

Pela descrição que faz entende-se que há uma opção que não foi apreciada quando deveria ter sido. Ora, isto é um erro nítido e é, aliás, um erro muito comum neste movimento, onde se verificam ter sido ignoradas muitas opções dos Candidatos. Se vale a pena reclamar do erro? Claro que vale a pena; é um erro claro e deve ser corrigido, a não ser que esteja satisfeito com a alternativa. Caso não esteja satisfeito com o erro então está a ser prejudicado pelo erro, pelo que deve dele reclamar imediatamente. Quanto à pergunta se terá algum efeito prático, só se pode responder que com certeza terá, ou deveria ter, uma vez que se trata de um erro simples, claro, óbvio, onde não há qualquer ambiguidade mas apenas erro ou lapso que carece de óbvia correção. Não se admite qualquer outra atitude que não seja a da correção. Seria impensável que a DGAJ assim não procedesse. No entanto, note-se, a DGAJ só deve atender e corrigir os erros que lhe forem apontados, ignorando todas as demais situações que não forem, neste momento, reclamadas. Note-se também que, neste caso, há motivo para reclamação, o que já não ocorre noutros casos.

De anonimo a 25.08.2015 às 15:37

Obrigado pela resposta. A minha dúvida é o seguinte, foram anunciadas seiscentas e tal vagas na página da DGAJ (não estou a falar dos candidatos, estou a falar mesmo das vagas nas várias comarcas), e, pelo que percebi apenas foram preenchidas 508, por isso o facto de uma das vagas que eu poracaso queria muito não tido sido preenchida (tal como mais cento e tal vagas neste caso), não sei se terá grande validade a minha reclamação.

De oficialdejustica a 25.08.2015 às 15:45

Para o Anónimo das 15:37: Não está em causa se queria muito a vaga ou não. Se colocou uma opção para determinada vaga e ela existia e ainda existe e a sua opção no requerimento não foi atendida, isso é um erro; o seu requerimento não foi apreciado ou foi apreciado com erro. Há erro. Agora se não colocou aquela opção e até gosta do lugar e até não se importava de ir para lá, isso não é nada. É um gosto, um desejo mas não é nada mais do que isso. Há muitas vagas por preencher e serão certamente preenchidas a curto prazo, a única dúvida que parece haver é a forma e o momento em que se procederá ao preenchimento mas isso nada tem a ver com erros. Se há erro, há erro. Se há desejo não há erro.

De anonimo a 25.08.2015 às 15:47

Sim há desejo e como é obvio pus essa opção antes daquela em que fui colocada, caso contrário não estaria a perguntar se valia apena reclamar, pois se fosse esse o caso óbvio que de nada valia.
Vou reclamar, pelo sim pelo não, não custa tentar.

De oficialdejustica a 25.08.2015 às 15:55

Para Anónimo das 15:47:
Não é uma questão de "pelo sim pelo não" ou de "não custa tentar". Vamos lá ver: Há ou não há erro? Há ou não há injustiça? Acha bem que essa vaga que colocou no requerimento, e que lhe pertence, seja agora entregue a outro, oficiosamente ou por novo movimento? Será isso justo? Não, não é justo e por isso deve reclamar e só não o fará se estiver conformada com o que, por erro, lhe foi atribuído. Faça justiça!

Como aqui já alguém alertou: verifique bem se de facto a vaga a que concorreu se encontra mesmo por preencher.

De anonimo a 25.08.2015 às 16:02

Já verifiquei umas 10 vezes, não foi preenchida nem pelos candidatos nem por transferências ou destacamentos. Simplesmente não foi preenchida.
No meu entender há erro claro e fui prejudicada porque a diferença de não ter sido colocada nessa vaga é enorme, ou mesmo um candidato atrás de mim que tivesse essa escolha, pois mesmo que não entrasse nessa vaga que não foi preenchida, entrava com certeza noutra melhor.
A minha dúvida é que a DGAJ vá apreciar isto corretamente, até porque para isso muita gente incluindo os que não foram colocados, também têm que reclamar pois existem mais vagas do que candidatos colocados, ou seja, há muitas vagas que não foram preenchidas :/ Estas colocações estão a ser muito duvidosas!
Eu querer justiça pois claro que quero mas quem sou eu perante a DGAJ? Um mero candidato.

De Anónimo a 25.08.2015 às 16:07

Ainda não entendeu... Há vagas que ficaram por preencher porque ninguém se inscreveu para elas, outra coisa é inscrever-se para uma vaga que não foi preenchida por ninguém...então essa vaga existe e teoricamente é sua! isto nada tem a ver com os restantes candidatos que não entraram, se assim foi houve um erro, já nas restantes situações houve erro apenas dos candidatos que não colocaram opções suficientes! entendeu?

De anonimo a 25.08.2015 às 16:32

Mas eu tenho a certeza que essa vaga em que ninguém foi colocado mas que foi indicada no despacho da DGAJ, foi colocadas como opção de muitos candidatos e simplesmente não foi preenchida. Gostava de saber se existem mais situações dessas. Eu só detetei uma. E saber se terá sido lapso da DGAJ ou se apesar das vagas que eles anunciaram eles decidiram preencher só as que lhes apeteceu independentemente de terem sido opçoes dos candidatos.
Claro que vou reclamar, valha ou não apena, há um erro, isso é certo. Mas da maneira como estão a fazer as colocações já não digo nada...acho que não vai dar em nada, o que é de uma injustiça tremenda mas tento!

De Anónimo a 25.08.2015 às 17:10

Até pode ter sido um problema de mais alguém, mas apenas quem reclamar vai conseguir surtir algum efeito, um exemplo, vamos imaginar que eu me encontro na mesma situação mas não reclamo, então consenti o erro e a vaga é sua, já se eu reclamar e você também que tiver melhor nota ficará naquela vaga entende? se não é indiscrição , qual foi a vaga que diz não ter sido preenchida?

De anonimo a 25.08.2015 às 17:57

Comarca dos Açores - Angra do heroísmo sao anunciadas 13 vagas para escrivão auxiliar no despacho da DGAJ e só 12 vagas foram preenchidas.

De Anónimo a 25.08.2015 às 19:34

se contou bem e sao mesmo apenas 12 entao reclame, por algum motivo n emtrou la, ou por erro deles ou por outro motivo qualquer mas não fique sem reclamar!

De Anónimo a 25.08.2015 às 16:08

Mas qual é a dúvida? Faz a tua parte, reclama tendo em conta aquilo que expuseste aqui.
Se os outros vão reclamar ou não, se tens gente à frente ou não, se a DGAJ vai apreciar a tua reclamação ou não, ninguém sabe mas ao menos tu sabes que fizeste o que te competia.
Se existe um prazo para reclamar, reclamem (dentro do que é aceitável claro!).

De Anónimo a 25.08.2015 às 15:36

Vale sempre a pena reclamar... não perde nada por isso! mas vocês pesquisaram bem? será que essas vagas não foram mesmo preenchidas? até pelas transferências?

De Chefe da Resistência a 25.08.2015 às 15:28

Já se calculava que um movimento extraordinário tão depressa eram só rumores ou "ideias" acessórias a este concurso.
Resta saber se é de esperar algum Crach no dia 10 de Outubro ?

Comentar Artigo


Pág. 1/2



BandeiraPT oficialdejustica.blogs.sapo.pt
.................................................. INICIATIVAS COMPLEMENTARES:
..................................................
MEDIDAS e Sugestões de Proteção Prática para Oficiais de Justiça
Veja a compilação de sugestões recebidas até ao momento e envie o seu contributo para o e-mail:
OJ@sapo.pt
Consulte a lista aqui

..................................................
PERMUTAS para Oficiais de Justiça (Lista de Permutas)
Veja os pedidos existentes e envie os seus para o e-mail dedicado:
PermutasOJ@sapo.pt
Consulte a lista aqui

saiba+aqui
..................................................
Legislação e Publicações Relevantes - Lista com seleção diária de legislação e outras publicações relevantes em Diário da República e noutras fontes.
Consulte a lista aqui
saiba+aqui

..................................................
Lista de Alojamentos
Anúncios de Procura e de Oferta de alojamentos para Oficiais de Justiça. Contacte pelo e-mail dedicado:
ProcuraAlojamento@sapo.pt
Consulte a lista aqui

saiba+aqui
..................................................
Grupo WhatsApp para Oficiais de Justiça
A comunicação direta de, para e com todos. Saiba+Aqui

..................................................
Lista de Anúncios para Partilha de Carro
Boleias e partilhas de lugares nos carros, sejam diárias, aos fins-de-semana, para férias ou ocasionais, anuncie a disponibilidade e contacte pelo e-mail dedicado:
PartilhaDeCarro@sapo.pt
Consulte a lista aqui

saiba+aqui
..................................................
Estatuto dos Oficiais de Justiça EOJ - Para assuntos relacionados com o Estatuto em apreciação use o e-mail dedicado:
Estatuto-EOJ@sapo.pt

veja+aqui
..................................................
Histórias de Oficiais de Justiça (Compilação)
Envie histórias, peripécias, sustos, etc. para o e-mail dedicado:
HistoriasDeOficiaisDeJustica@sapo.pt

saiba+aqui

..................................................
Acordos & Descontos para Todos - Lista de descontos para Oficiais de Justiça oferecidos por empresas privadas.
Consulte a lista aqui
saiba+aqui

..................................................
Endereço Geral da página - Para assuntos diversos, use o endereço de e-mail geral:
OJ@Sapo.Pt

..................................................
Veja por aqui + informação sobre o Perfil / Autoria da página
+
Veja também por aqui o Estatuto Editorial e a Direção desta publicação
..................................................
Dúvidas sobre a Justiça?
Ligue para a Linha Justiça
(MJ) (chamada gratuita):
800 910 220
(das 9h às 19h nos dias úteis)
saiba+aqui e veja também o portal da Justiça em justiça.gov.pt
..................................................
Linha de Emergência Social:
Apoio da Segurança Social e do Ministério da Justiça:
144 (Linha Gratuita 24 h)
saiba+aqui
Linha da Segurança Social:
300 502 502 (das 09h às 18h)
..................................................
Outras Linhas de Apoio:
808 24 24 24 - SNS 24 / Saúde 24
(custo de chamada local)
800 209 899 - SOS Voz Amiga
(das 16h às 24h) (gratuita)
808 237 327 - Conversa Amiga
(das 15h às 22h) (gratuita)
239 484 020 - SOS Estudante
(das 20h à 1h)
222 080 707 - Telf. Esperança
(das 20h às 23h)
800 990 100 - SOS Pessoa Idosa
(das 10h às 17h) (gratuita)
..................................................

Meteorologia

Porto
Lisboa
Faro

Pesquisar

Pesquisar no Blog  

calendário

Agosto 2015

D S T Q Q S S
1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031

Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2014
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2013
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D

Para Contactar:

Para mensagens breves pode usar a caixa de mensagens abaixo (mensagens instantâneas) ou usar o endereço geral de e-mail: oj@sapo.pt para mensagens maiores, com imagens ou anexos ou se quiser uma resposta.

Mensagens Instantâneas

Na caixa de mensagens abaixo pode enviar qualquer tipo de mensagem de forma simples e rápida. Basta escrever, carregar no botão "Enviar" e já está. Estas mensagens são anónimas, não são públicas nem são publicadas. Como as mensagens são anónimas se quiser resposta indique o seu e-mail.

Mensagens

Subscrever para receber e-mail

Pode receber no seu e-mail cada artigo aqui publicado, para isso basta indicar o seu e-mail e depois ir lá confirmar a subscrição na mensagem que lhe será enviada. Simples, automático e recebendo cada artigo logo que publicado. .................................................

Escreva abaixo o seu endereço de e-mail:

Não esqueça ir depois ao seu e-mail confirmar a subscrição (se ocorrer avaria comunique).


Comentários

Pode comentar cada artigo e responder a comentários já existentes. Os comentários podem ser anónimos ou identificados e o conteúdo não é previamente (mas posteriormente) verificado.
Para comentar os artigos selecione "Comentar".
Os comentários são públicos. Para mensagens privadas use a caixa de mensagens ou o e-mail.
Os comentários ou respostas colocados pela administração da página surgem identificados como "oficialdejustica" e clicando no nome acede ao perfil da página. Não se identifique com nomes e de forma igual ou parecida com a referida designação.
Os comentários e as críticas não devem atingir pessoas mas apenas ideias. A discussão deve ser saudável, construtiva e digna. Serão eliminados os comentários que se julguem inadequados.

Comentários recentes

  • Anónimo

    Na área da justiça há de facto injustiças que não ...

  • Jota Man

    Tem toda a razão desta lista já contam os da prime...

  • Anónimo

    Ah sim, decretar greve com uma boa parte dos OJ de...

  • Anónimo

    Caro colega, Desta última lista, fazem parte os da...

  • Anónimo

    E os sindicatos serem sindicatos e não extensões d...

  • Anónimo

    Não compreendo esta "submissão cega" dos represent...

  • Anónimo

    E os Sindicatos promoverem uma máscara personaliza...

  • Anónimo

    Qual greve qual quê, eles comem a greve com pão. C...

  • Anónimo

    Momento oportuno para uma greve, em resposta a mai...

  • Jota Man

    Não há problema com a enxurrada, deixa-a vir, a le...

  • Anónimo

    Orçamento Suplementar?!... À luz da lei de enquadr...

  • Anónimo

    ... ou até mesmo juízes... Certo é que os velhos d...

  • Anónimo

    Hoje comi arroz com batatas cozidas. Não gostei. E...

  • Anónimo

    O Presidente angolano, João Lourenço, considerou h...

  • Anónimo

    Nem a Lei nem o pacto para justiça promovido por s...

  • Anónimo

    https://portal.oa.pt/comunicacao/comunicados/2020/...

  • Anónimo

    Colega muito bem! Colocou o dedo na verdadeira "fe...

  • Anónimo

    Já imaginaram se, o que se passa com os oficiais d...

  • Anónimo

    A Senhora Ministra da Justiça na cerimónia da aber...

  • Anónimo

    Já existe alguma resposta da OIT à queixa apresent...

  • Anónimo

    Ora nem mais.

  • Anónimo

    Estou totalmente de Acordo Colega - UNIÃO DE SIND...

  • Anónimo

    Conseguiu oito cêntimos por UC. Grande vitória. Ma...

  • Anónimo

    De facto existiram muitos assistentes técnicos que...

  • Anónimo

    SFJ, SOJ, onde estão? Espero que ainda não na prai...




oficialdejustica.blogs.sapo.pt

Ligações

Ligações de INTERESSE:

  •  
  •  
  • ________________________

  •  
  •  
  • Ligações a LEGISLAÇÃO

  •  
  •  
  • ________________________

  •  
  • Em alguns casos, pode não ver todo o documento mas só a primeira página. Baixe o documento para o ver e ficar com ele na totalidade.

  •  
  • _______________________

  •  
  • Ligações a DOCUMENTOS

  •  
  •  
  • ________________________

  •  
  •  
  • Ligações dos TRIBUNAIS

  •  
  •  
  • ________________________

  •  
  •  
  • POR e PARA Oficiais de Justiça

  •  
  •  
  • ________________________


    Onde encontrar o Ofici@l de Justiç@?

    Os artigos aqui publicados são distribuídos por e-mail a quem os subscrever e são ainda publicados no Facebook, no Twitter, no "Blogs Portugal", no "Reddit" e no WhatsApp, ou seja, em 7 plataformas diferentes:

    1- Sapo (oficialdejustica)

    2- Facebook (OficiaisJustiçaPortugal)

    3- Twitter (OfJustica)

    4- Blogs Portugal

    5- Reddit (OficialJustica)

    6- WhatsApp

    7- Assinantes por "e-mail"






    Para além das outras possibilidades de comunicação, se pretender comunicar por e-mail, use o endereço abaixo indicado:

    OJ@SAPO.PT

    .......................................................................................................................