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Bem-vindo/a ao DIÁRIO DIGITAL DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DE PORTUGAL publicação periódica independente com 13 ANOS de publicações DIÁRIAS especialmente dirigidas aos Oficiais de Justiça
A luta por melhores condições de vida na carreira de Oficial de Justiça não é um problema exclusivo dos Oficiais de Justiça de Portugal. Noutros países os problemas existem igualmente e as formas de luta é que são diferentes.
Em Angola, os Oficiais de Justiça iniciaram esta semana uma recolha de assinaturas com o propósito de exonerar o ministro da Justiça.
Em Portugal já se fizeram diversas recolhas de assinaturas, mas nenhuma com o propósito de pedir a exoneração de ministras da justiça, apesar de haver razões para tal.
O Sindicato dos Oficiais de Justiça de Angola (SOJA) alega que o ministro da Justiça e dos Direitos Humanos de Angola deve ser exonerado por ignorar reivindicações e perseguir funcionários.
O secretariado nacional do SOJA, em nota divulgada esta semana, refere que a iniciativa é a expressão de um “profundo descontentamento e indignação” dos Oficiais de Justiça face ao tratamento que lhes tem sido dado pelo ministro da Justiça e dos Direitos Humanos de Angola, Marcy Lopes.
“Este processo [de recolha de assinaturas] começa hoje em todo o país e vai até antes da entrada da segunda fase da greve para posterior remissão aos órgãos de soberania”, disse o secretário-geral do SOJA, Joaquim Teixeira, à Lusa.
O líder sindical disse também que “persistem ameaças e represálias de vária ordem”, garantindo, contudo, que os Oficiais de Justiça estão firmes em avançar com o abaixo-assinado para a exoneração do ministro.
De acordo com os Oficiais de Justiça, o titular ministerial “tem ignorado de forma reiterada” as suas “legítimas reivindicações”, especificamente desde 2022, na sequência de vários cadernos reivindicativos que o SOJA remeteu àquele órgão desde 2021.
O SOJA, que decretou a última greve em outubro, cuja primeira decorreu entre 27 de outubro e 14 de novembro, reivindica a aprovação do estatuto remuneratório da classe, realização de um concurso público de acesso, melhoria das condições laborais, unificação, atualização e parametrização justa das remunerações.
Há, portanto, um certo paralelismo entre os Oficiais de Justiça de Angola e de Portugal.
O SOJA exige também o pagamento regular e transporte das comparticipações emolumentares, promoções, reconhecimento da carreira profissional e respeito pelo cidadão, “através da garantia de um serviço público digno e eficiente”.
No entanto, lamentam que, até a presente data, o Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos (MINJUDH) “mantém-se em silêncio”, o que, no seu entender, “demonstra desrespeito pelos funcionários do setor” e pela própria “dignidade da Justiça”, fatores que motivaram o início da greve.
A segunda fase da greve decretada pelo SOJA deve decorrer entre 09 de fevereiro e 06 de março e a terceira de julho a agosto.
Os sindicalistas acusam igualmente o ministro do setor de “reação hostil” e de “perseguição” a todos os funcionários que aderem à greve, com alegadas instruções à direção dos recursos humanos do ministério para punir grevistas, “mediante descontos arbitrários nos salários”, um cenário que dizem ocorrer desde 2023.
Na nota, manifesta o SOJA que, por outro lado, há “prontidão” para a negociação do caderno reivindicativo e referem que apesar da reincidência na postura de punição de funcionários, “que apenas pretendem servir melhor os seus concidadãos, é uma marca do titular” daquele departamento governamental.
Ao Presidente angolano, João Lourenço, a quem deverá ser encaminhado o abaixo-assinado, a par de outros órgãos de soberania como o parlamento angolano, pedem a exoneração do ministro “por ser um entrave ao diálogo institucional”, melhoria das condições laborais e salariais, bem como a abertura de “diálogo direto” com o MINJUDH, com acompanhamento de representantes da Presidência da República, “visando soluções efetivas e sustentáveis”.
Durante a primeira fase da greve, em outubro, o Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos disse, em comunicado, que a paralisação convocada pelo SOJA era “ilegal” e que não observou os parâmetros jurídico-legais.

.................................................. INICIATIVAS COMPLEMENTARES:
Tanta conversa da treta. Por aqui, é só enredos ....
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Uma pergunta:Qual o motivo pelo qual a nossa entid...
Quero o meu justo dinheirinho.Paguem. Paguem.Não t...
Pouca vergonha nunca vista. Os funcionários de jus...
Pagam mazé o carvalho.Só pagam em ação executiva, ...
Todos, até a gente com capacidade decisória , se ...
Vou levantar a tampa da sanita e falar contigo.Não...
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Não percam tempo com estes 20% de cheganos atrasad...
Vou votar em branco, porque posso e porque quero. ...
E chegaram a pagar as quotas extraordinárias para ...
Sim, acredito, também não gosto disto! Nunca goste...
Nem você!
Certeiro
ehehehehisso sim carneirada!
Só medoaiiiiuuiiivirgens!
Mais nada!Também sou mete nojo! votarei ventura!
BAIXA COLECTIVA
Angola é nossa! ✊
E depois que entraram mulheres nos tribunais, é o ...
Votar sempre nos mesmos e esperar que algo mude!!!...
O pessoal tem medo que o ventura venha a ser como ...
Até podia ir ganhar o mesmo que ia na mesma.Acredi...
O que o BLOGUE quer dizer é que se devem portar be...