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Quinta-feira, 25.03.21

O que diz Marçal

      Esta semana, há dois dias, na edição de 23MAR do Correio da Manhã, o presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) subscreve um artigo de opinião intitulado: "A palavra" e, em subtítulo: "O valor da palavra conta! É uma questão de honra."

      António Marçal discorre sobre as palavras dadas do primeiro-ministro e da ministra da Justiça, considerando que, tais palavras, “afirmações feitas na Assembleia da República pelo primeiro-ministro e pela ministra da Justiça garantiram estar o Governo empenhado na revisão do Estatuto profissional dos Oficiais de Justiça.”

      Para além dessa convicção – “Quero ter as mesmas como inabaláveis”, diz –, diz ainda que “Desde miúdo que oiço dizer que a “palavra” tem o valor de contrato escrito”.

      Depois de explicar o voto de confiança, a fé e a esperança na “palavra” da ministra da Justiça, Marçal acaba o artigo afirmando que “para mim, o valor da palavra conta! É uma questão de honra”.

      Este artigo faz-nos vir à memória outras palavras dadas e não há muito tempo.

      Recordemos apenas algumas das palavras dadas mais recentes:

      – A 20SET2020 podia ler-se o seguinte na informação sindical desse dia: «O SFJ concedeu ao Ministério da Justiça um prazo (30.09.2020) para dar cabal cumprimento às justíssimas reivindicações dos Oficiais de Justiça (...) Assim, reiteramos que a não existir uma inflexão por parte do Ministério da Justiça iniciaremos um longo e duro processo de luta. Que fique bem claro que se as nossas solicitações não forem atendidas, daremos início a um processo de luta (Greve), , a iniciar no mês de Outubro.»

      – A 25SET2020, o SFJ afirmava o seguinte: «Assim, e como já referimos na anterior Nota – Negociações / Greves de 20.09, face ao (des)tratamento que o Governo tem dado aos Oficiais de Justiça –, o SFJ entende que teremos de endurecer a luta. Para que fique bem claro, daremos início a um processo de luta duro e longo (Greve), a iniciar no mês de outubro.»

      – A 27JAN2021, o SFJ reproduzia na sua informação sindical desta data o que Marçal havia dito no jornal Expresso, a propósito da não inserção dos Oficiais de Justiça no programa de vacinação prioritária: “Se não formos incluídos vamos para a greve”.

       – A 19MAR2021, Marçal reitera, no Jornal da Noite da SIC, uma greve agora por tempo indeterminado: “aquilo que nós teremos que, muito provavelmente, fazer é decretar uma greve por tempo indeterminado”.

OlhosAtravesDaMao.jpg

      Em suma, o que diz Molero; perdão, o que diz Marçal, é que a exigência da palavra dada, que deve ser honrada, é algo em que se deve acreditar, como um ato de fé, nos outros, designadamente, naqueles dois membros do atual Governo que cita no seu artigo de opinião.

      Seja pelo Estatuto, pelo suplemento, pela aposentação ou pela vacina, certo é que algum dia, sim, algum dia, se há de concretizar este voto de fé de Marçal, pois é certo que algum dia tudo há de acontecer e, por isso, algum dia também, Marçal acabará tendo razão e acabará clamando vitória. Até lá, de palavra em palavra, os Oficiais de Justiça vão pastando, em serenos prados de um verde roxeado, calmante e entorpecente da ânsia reprimida.

Artigo-CM-20210323.jpg

      Fonte: “Correio da Manhã” e as informações sindicais citadas.

por: GF
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às 08:05


18 comentários

De Diana Amélia a 25.03.2021 às 09:21

A palavra dada tem de ser honrada, não é uma questão de fé, mas de sentido da vida. Beijos

De Anónimo a 25.03.2021 às 09:30

Como diria Romário sobre Pelé - Calado é Poeta

De Anónimo a 25.03.2021 às 10:01

A questão é: de quem são essas palavras?.
O passado já nos ensinou ou devia ter ensinado que o valor das palavras depende de quem as profere.
Um dia, talvez, tenhamos políticos que as cumpram o que não é o caso.
Mas o mais grave é que este caso não se resume ao cumprimento ou não das palavras, mas ao atropelo do Estado de Direito. Quando o próprio Estado não cumpre a Lei.

De Anónimo a 29.03.2021 às 12:24

Quando não há berço, de nada valem as palavras

De Anónimo a 25.03.2021 às 10:26

É hoje. É hoje. É hoje........
Yupii. Yupi. Yupi.

OPS, se não for hoje é na próxima quinta, ou daqui a quinze dias, ou três semanas, ou meio ano, ou dois anos, ou uma década.
Mas acreditar na palavra, sempre. Pois assim, acredtando na boa fé, nao temos de agir, apenas acreditar, acreditar, acreditar...

De Anónimo a 25.03.2021 às 16:08



Não foi. Havia outras prioridades, nomeadamente:

- Foi aprovado um conjunto de medidas para um tratamento autónomo e reforçado em matéria bem-estar dos animais de companhia.

- Foi aprovada a criação da figura do Provedor do Animal, com a missão de garantir a defesa e a promoção do bem-estar animal...

Vicissitudes? Entendam como quiserem!


De Anónimo a 25.03.2021 às 13:09

https://www.publico.pt/2017/09/12/sociedade/noticia/funcionarios-judiciais-satisfeitos-apos-reuniao-com-ministra-1785191

De Anónimo a 25.03.2021 às 14:18

A nova tabela salarial do IRN que resultou da revisão dos seus estatutos, foi qualquer coisa. Há aumentos na ordem dos € 800.00 liquidos mensais. Vi um recibo de uma familiar e não queria acreditar.
E acreditem, as nossas funções ao nivel de complexidade e de exigência, não se comparam...

De Anónimo a 25.03.2021 às 16:51

Como dizia Freud: “Quando Pedro me fala de Paulo, sei mais de Pedro do que de Paulo”.

Quer isto dizer, que quando falamos de alguém estamos na verdade falando de nós mesmos, através de um mecanismo psicológico chamado projecção. Esta Projeção Psicológica ocorre quando os nossos sentimentos ameaçados ou inaceitáveis são reprimidos e, então, projetados em alguém ou algo. E o colega, ou quem quer que seja que escreve neste blog, usa este mecanismo psicológico, inconscientemente, logo aconselhá-lo-ia a procurar tratamento, dado que a persistir tornar-se-á uma pessoa Tóxica.

Digo isto, porque ao longo do tempo percebi que nunca tem uma palavra que elogia ou motiva, e isso é patológico.

O SFJ teve há pouco tempo eleições, e muito me agradou que tenha existido concorrência. Deveria ter existido mais, ou seja, mais listas, mas só os corajosos avançam. Os restantes, ficam no recanto de seu lar, a dar palpites.

Eu, até aprecio o seu trabalho no blog pois até instrumentos interessantes.

Pena é que em vez de apelar à união, motivação e ao cultivar de bons sentimentos e atitudes, use a comunicação para criar a desunião e a crítica vazia, negativa e demolidora.

O SFJ teve os seus primeiros passos em 1975, há, portanto, 46 anos. Por onde já passou muita gente de grande valor, que nos trouxe até aqui. Muitas vezes a sofrerem nos locais de trabalho por fazerem parte da estrutura sindical, e vem o colega a toda a hora e momento falar mal dos que com coragem avançam e dão a cara para levar a luta da profissão em diante. Isto, apesar de todo o cansaço que nos ombros carregam, e ainda têm que conviver com a ignorância e o azedume dos conformados, que na sua bolha de apatia e inércia, pensam que fazer bem, ou o bem, é destilar veneno no trabalho dos outros.

O Sindicato dos Funcionários Judiciais, já fez muitas, e muitas conquistas. E se tem tempo, lanço-lhe o desafio para fazer o rosário das vitórias, e do que já alcançou para a classe ao longo de décadas. Contudo, ninguém faz tudo e os tempos estão difíceis para todos, e Graças a Deus que ainda não temos Estatuto, porque pior que não ter é ter um pior.

E isso o SFJ não deixará. Não deixará que o Governo nos queira reduzir a cinzas, apagando-nos do mapa como profissão essencial na justiça, para passarmos a ser meros servis dos poderes instituídos.

Gosto muito de ler e ouvir que umas quantas carreiras já têm novo estatuto. Sim, têm!!! E???

E muitas estão muito infelizes por terem esse estatuto.

Por isso o SFJ tem lutado com toda a força e sangue pelo Estatuto, mas não por um qualquer Estatuto. Mas por um que nos dignifique a todos, e a todos traga melhores condições de vida, tanto agora como no futuro.

O SFJ não tem vistas curtas e nem pensa com o umbigo, como muitos colegas que querem luta e mais luta, mas à custa do esforço dos outros. Sem fazerem uma greve, sem darem uma ideia e pior que tudo a servirem hierarquias, às quais nem pertencem, e a desfazer nos próprios colegas, enquanto chefes, com a obrigação de os defender, e à Classe.

Por fim, a palavra do Marçal e de todo o SFJ foi que colocariam o Estatuto na discussão Orçamental e no processo legislativo, e lá está.


Não houve cumprimento da parte de quem legisla. Agora, está em processo legislativo, vamos ver o que de lá sai.

Contudo, este blog ainda há de vir pedir contas a quem não elaborou o Estatuto, em vez de se posicionar contra quem nos quer aniquilar.

A Palavra do Marçal, é a palavra do SFJ:

Estamos juntos para fazer mais e melhor. E enquanto não o conseguirmos lutaremos, dure o tempo que durar, encontrando os meios na Lei e junto da classe para fazer a luta, sem provocar mais dor e caos nos Oficiais de Justiça tão massacrados pela Justiça e os seus Ministros.

Regina Matias

De Anónimo a 25.03.2021 às 18:31

Mais uma vez, palavras...lindas palavras.
Mas, por favor, alguém me elucide: onde tem andado a decorrer a luta nestes últimos 20 anos? Alguém me diga, por favor, pois aqui pelas minhas bandas, tem andado tudo muito sossegadinho, como se toda a gente estivesse muito satisfeita...mas deve ser só na minha zona!

De oficialdejustica a 25.03.2021 às 18:36

Resposta ao comentário anónimo de 25-03-2021 às 16:51, a final subscrito com o nome de "Regina Matias".

Regina, muito apreciamos a sua “projeção freudiana” sobre a autoria dos artigos, aliás, todo o comentário nos leva àquela consideração de “quando Regina me fala de Paulo, sei mais de Regina do que de Paulo”. Estas considerações generalistas e descontextualizadas têm disto, são um pau de dois bicos, por isso mesmo tantas das considerações assim e também as de Freud estão hoje arrumadas na gaveta da História e não são usadas por não deterem suporte científico que as valide. Ou seja, é História; tem que se conhecer mas não tem que ser vivida de novo.

Portugal também tem uma História ímpar, cheia de feitos maravilhosos mas, hoje, a realidade mostra-nos como o país está na cauda da Europa e não é pelos feitos maravilhosos do passado que o Povo vai ficar satisfeito com o presente ou deixar de se preocupar com o futuro. Não vale a pena desfiar nenhum rosário de feitos maravilhosos quando a realidade nos dá um murro no estômago em vez das carícias desse passado maravilhoso. Sim, é muito mais calmante e tem-se uma vida mais feliz quando não se veem os problemas. O quanto eu invejo as pessoas simples, conformadas, com fé; fé nisto ou naquilo mas uma fé que nos adormece tranquilamente, com essa felicidade própria dos animais livres em comunhão com a Natureza. Sim, como eu invejo essa falta de inteligência libertadora que permite uma vida tranquila com certezas básicas alicerçadas por algo ou alguém que as cimentou.

Quanto a factos vejamos o seguinte: é falso que aqui nunca se elogie o SFJ e apenas se critique este Sindicato. Existem imensos artigos de suporte total à atividade do SFJ, outros de suporte parcial e outros de nenhum suporte. Já aqui o explicamos por diversas vezes: o SFJ é o sindicato maioritário da classe e, como tal, é natural que o grau de exigência seja superior, em proporção à responsabilidade que representa, e como também produz mais intervenções, é natural que também tenha, de igual modo, mais críticas. As críticas existem porque se ambiciona um sindicato melhor, mais perfeito e com menos imprecisões como as abordadas no artigo de hoje. Noutras páginas e grupos de comentários poderá ler coisas diversas e sem sentido mas aqui, quando se critica, justifica-se sempre. No artigo está tudo justificado e pode até aceder a cada informação sindical para comprovar se as citações são mesmo verdadeiras. Não vê isso em mais lado nenhum, tal como não se vê no seu comentário qualquer justificação sobre o que é que está errado no artigo. Quais são os factos ali mencionados que não existem ou que são falsos; não os indica e não os indica porque não os pode indicar, porque tudo quanto ali está dito é real e verdadeiro, tão simples quanto isso; sem mais balelas.

De Anónimo a 26.03.2021 às 22:50

Ordem dos Oficiais de Justiça, já.

De oficialdejustica a 26.03.2021 às 22:26

Estava aqui colocado um comentário anónimo no qual se faziam referências a pessoa concreta, terceira, de forma depreciativa, o que não é possível neste espaço de debate de ideias e não de debate de casos pessoais, pelo que suprimimos esse comentário e republicámo-lo abaixo omitindo a referência concreta a tal terceira pessoa colocando a seguinte simbologia no texto omitido: [...].

«Cara Regina Matias após ler o seu comentário e retirando do mesmo as considerações e análises psicológicas e históricas que fez, só me apraz de dizer que a colega deve efetivamente comentado sem ter lido os diversos artigos deste blog, pois quando insinua que este blog nunca tem uma palavra "boa" ou um aspecto positivo a dizer sobre o SFJ obviamente que não está a dizer a verdade e existem diversos artigos que demonstram o contrário do que diz. O que a colega e o SFJ não estão de facto a saber lidar é com as redes sociais, que pela primeira vez dão voz aos oficiais de justiça, e muitas vezes essa mesma voz contempla criticas com as quais o sindicato nunca se teve de debater nem tem como justificar muitos dos seus comportamentos.Ao invés de referir palavras e chavões muito bonitos que todos adoramos de ouvir sempre era melhor ser mais prática e verificar as grandes incongruências do SFJ desde Setembro do ano passado em que dizia estar pronto para iniciar uma luta duríssima, luta essa que ainda hoje se aguarda. Deveria de estar preocupada quando um representante do SFJ, nas redes sociais diz que a Ministra mente, no que respeita a uma reunião acerca da integração do suplemento, levando colegas de todo o País em camionetas para a chamarem de mentirosa em Lisboa, dizendo que iriam mostrar as actas para provar que era ela que estava a mentir, pois a mesma disse que o SFJ havia concordado mas depois voltado com a palavra atrás, contudo até à data nunca mostrou as tais atas que se comprometeu. Então onde está a palavra dada?Além disso, o mesmo que chamou a Ministra de mentirosa, na televisão e publicamente disse estar satisfeito com a manutenção da Ministra no segundo mandato do Governo? É isto que é palavra?Os ojs não andam a dormir por mais que atirem areia para os olhos, muito menos no que concerne aos sindicatos que estão debaixo do escrutínio da classe, e a prestação dos colegas que estão a representar-nos também, tanto é que alguns colegas já se começam a questionar se alguns estarão nos sindicatos por amor à camisola ou apenas com outros interesses mais difusos. Já agora a colega saberá me dizer como é que um colega seu que estava na direção do SFJ, e colocado como [...] no núcleo de [...] foi para [...] para o [...] da [...]? É que ninguém viu o nome dele em nenhum movimento e existem muitos colegas da [...] também interessados em voltar a casa que gostariam de saber como se faz uma mudança destas, uma vez que até agora se desconhece e esse facto está a criar mistério junto de vários OJS.»

De Anónimo a 27.03.2021 às 10:05

Blog do Oficial de Justiça, concordo que possam achar que neste espaço não se possa fazer referência a uma terceira pessoa, o que jamais posso concordar é que digam que era "depreciativo".
Não era depreciativo, era a verdade o que é bem diferente e foi utilizado na resposta uma vez que quando se comenta a julgar que se tem moral para o fazer quando não se olha para a estrutura de que se faz parte. Depreciativo foi a acusação de que quem escreveu este artigo seria uma pessoa toxica e blá blá blá, um comentário todo ele cheio de falsos moralismos apelando à psicologia e à história uma vez que a actualidade não lhe fornece nenhum argumento para justificar o injustificável e para rebater seja o que for! Os ojs não têm todos palas nos olhos, e quem está nos sindicatos deveria de dar o exemplo pela positiva e não o contrário!
Se não lidam bem com as redes sociais e com a liberdade de expressão dos ojs e se isso actualmente exerce uma pressão nos sindicatos que nunca tinha existido, problema deles, os sindicatos existem para os OJS mas não podem pensar que a classe irá ficar eternamente adormecida e desinformada como até aqui!

De Anónimo a 25.03.2021 às 18:51

"O valor da palavra conta.
É uma questão de honra"!

De Anónimo a 25.03.2021 às 21:18

As contradições e incoerências do SFJ, emergiram com a célebre "bomba inteligente", contrária à vontade expressas da maioria dos participantes no último congresso deste sindicato.

Nem num momento como este, de flagrante discriminação social, em relação ao processo de vacinação, em que nenhum outro Ministério se atreveu a tanto, e em que "a bomba inteligente" não é ativada, resta-nos o quê?!...

Pior que isto?
Desprezados, desconsiderados, servos para sempre!...


De Anónimo a 25.03.2021 às 23:16

Prioridades Senhora Ministra da Justiça!

Reunião do Conselho de Ministros de hoje:

Foi aprovado um conjunto de medidas para um tratamento autónomo e reforçado em matéria bem-estar dos animais de companhia (e bem),

Foi aprovada a criação da figura do provedor do animal (e bem),

E os servos da Justiça, que nunca abandonaram o barco, que estiveram e estão sempre presentes, mesmo sem serem vacinados?!...

Até quando?...

De Anónimo a 26.03.2021 às 23:14

Até pararem de aceitar intervir em depoimentos desrespeitosamente agendados por magistrado para as 17. 00h e 17.15h

Até pararem de aceitar intervir em depoimentos desrespeitosamente agendados por magistrado para as 12.30h

Até pararem de almoçar em cima dos processos.

Até pararem de aceitar desempenhar funções nos órgãos de apoio às Comarcas fora do seu conteúdo funcional.

Até pararem de aceitar levar trabalho para casa.

Até pararem de aceitar trabalhar gratuitamente para além do seu horário.

Até pararem de usar os seus próprios meios, com prejuízos consideráveis, em favor do Estado.

Até pararem de encobrir incompetência, falta de capacidade de desempenho da função e abstinência laboral.

Até pararem de ser tão subservientes.

Até pararem de não se valorizarem enquanto juristas que são.

Até pararem.


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