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Oficial de Justiça

Bem-vindo/a ao DIÁRIO DIGITAL DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DE PORTUGAL publicação periódica independente com 7 anos de publicações diárias especialmente dirigidas aos Oficiais de Justiça



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Quinta-feira, 13.08.15

Os Comentários Anónimos

     Esta página na Internet tem servido como ponto de encontro, entre outros, dos mais de 600 candidatos ao ingresso na carreira de Oficial de Justiça no movimento extraordinário em curso.

     Especialmente estes candidatos, ao longo dos últimos meses, têm acedido e colocado inúmeros comentários (neste momento mais de 2100) sobre diversos assuntos mas especialmente centrados nas problemáticas do concurso.

     Ao longo destes meses e na enxurrada de comentários pelos diversos artigos publicados, foram-se abordando temas variados, interessantes e com aportações esclarecedoras, mantendo-se até conversas entre os comentadores que serviram para elucidar não só os próprios mas todos os leitores.

     Todos os comentários colocados nesta página não passam por qualquer tipo de verificação prévia ou moderação (leia-se censura) como sucede em tantos outros sítios, nem são censurados em momento posterior, embora tenha havido solicitações nesse sentido, tendo sido apenas eliminados, a pedido dos leitores e dada a insistência e flagrante contaminação, de uma intrusão com intuitos publicitários de alegados empréstimos financeiros, tendo sido o autor devidamente advertido do procedimento.

     A liberdade de expressão acontece de facto nesta página, não sendo obrigatório qualquer tipo de registo, sendo possível o comentário anónimo ou com alcunha e não havendo sequer qualquer controlo de endereços de IP.

     Pese embora este sítio seja assim aberto, tal abertura não tem sido sempre aproveitada de forma correta ou construtiva e disso mesmo se queixam muitos outros comentadores, perante comentários desadequados e desenquadrados ou sem a devida postura de tolerância perante os outros.

     É certo que a Internet e o anonimato permitem que aquilo que há de mau nas pessoas possa vir ao de cima, sem quaisquer filtros, e é precisamente isso que a generalidade dos comentadores contesta e mostra desagrado relativamente a comentários não só desadequados mas contendo até grau desnecessário de agressividade.

ComputadorOdioInsulto.jpg

     Vem isto a propósito não só da leitura dos últimos comentários, que, aliás, constituem uma constante dos últimos meses, mas também a propósito de um artigo ontem publicado sobre este mesmo assunto, que aborda precisamente os comentários negativos e anónimos publicados na Internet.

     Por considerar que possa ter interesse, a seguir se reproduz tal artigo.

     «Remoer emoções negativas e procurar uma espécie de vingança sobre elas nunca foi positivo. No entanto, a Internet e as redes sociais proporcionam que isto se faça mais facilmente e de forma impune, por estarmos protegidos pelo ecrã do computador. É comum recebermos nos nossos “feeds” das redes sociais mensagens de amigos que estão carregadas de ódio e sentimentos negativos. Ir ao Facebook, por exemplo, e escrever algo sobre um amigo que desiludiu ou o chefe que passou um raspanete pode criar a falsa sensação de vingança e orgulho.

     No entanto, partilhar uma frustração deste género com um amigo, através de uma mensagem ou e-mail, ou com o mundo, através das redes sociais, apesar de proporcionar uma sensação de alívio imediata, vai trazer mais ódio e agressividade num segundo momento, mostram os estudos. E mais, as pessoas que o fazem de forma anónima são as que mostram índices mais altos de agressividade.

     “Só porque uma coisa nos faz sentir melhor não quer dizer que seja saudável”, explica Brad Bushman, professor de comunicação e psicologia na Universidade The Ohio State, em Columbus, nos Estados Unidos, em declarações ao “Wall Street Journal”.

     Frequentemente estas pessoas começam a alienar amigos e família, preferindo as redes sociais para expressar os seus sentimentos, revelando problemas de controlo de raiva. Além disso, não podemos esquecer que o que colocamos na Internet fica lá para sempre e, mais tarde, pode ser prejudicial para a nossa vida pessoal ou profissional.

     O psicólogo conduziu vários estudos que mostram que extravasar raiva e frustração desta forma não é benéfico. Em todos, percebeu que as pessoas que têm tendência para “ruminar” os assuntos são as que têm mais propensão para a agressividade.

     O filósofo Aristóteles defendia a “Kátharsis” (catarse), ou seja, a purga das emoções, libertando-as. Mais recentemente, o psicanalista Freud defendeu o modelo hidráulico, que defendia que se uma pessoa não liberta a raiva que guarda dentro de si, esta vai crescer e pode atingir níveis perigosos.

     Nos dias de hoje, Bushman diz que a maioria das pessoas ainda acredita nesta tese, mesmo que não existam estudos científicos que a provem.

     Antes da Internet existir, para aliviar sentimentos negativos contra alguém era comum telefonar ou fazer uma visita pessoal. Isto criava mais tempo para reflexão e para ver a situação de outros ângulos. Além disso, a interação permitia um maior controlo sobre as nossas emoções e perceber quando é que os limites estão a ser ultrapassados.

     Bushman recomenda que, em vez de endereçarmos ao mundo a nossa raiva e frustração através da internet, devemos focar-nos nos componentes psicológicos e cognitivos da nossa raiva.

     Assim, deve adiar uma resposta imediata à situação que o aborreceu, tentando acalmar-se contando até dez, respirando fundo e ouvindo música calma. É ainda útil desligar o computador e o telefone até que a raiva se dissipe e ainda bloquear o número da pessoa em causa, para não cair na tentação de enviar uma mensagem.

     Depois, distraia a mente com a leitura de um livro, uma caminhada ou outra atividade que seja incompatível com raiva. O importante é distanciar-se da situação e da pessoa que desencadeou os sentimentos negativos que vive.»

     Artigo subscrito por Joana de Sousa Costa in “SapoLifeStyle

EspantoFrenteComputador.jpg

por: GF
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às 08:03


10 comentários

De Anónimo a 13.08.2015 às 11:26

De facto tens de adaptar ao que escreves, a técnica explicada neste artigo da Joana Costa, às tuas próprias acções/respostas dado que utilizas termos inqualificáveis (ver abaixo ).

Ve a tua resposta : De oficialdejustica a 26.07.2015 às 02:25.

São aquelas coisas que podes dizer mas não podes escrever. Devias saber isto, é básico.

Aliás ao responder daquela forma não te identificas com a classe dos Oficiais de Justiça certamente, refiro-me ao nosso nível, ao nível dos verdadeiros Oficiais de Justiça cuja acção é servir o nosso povo, cumprindo as ordens que recebemos.

Oficial de Justiça em funções pelo que escolhe o anonimato.



De Paulo Silva a 13.08.2015 às 14:37

Eu acho este blog bastante criativo e didático, goto da maneira que escreve e sempre que posso partilho-o pois é de grande utilidade. Continua assim e espero que a liberdade de expressão predomine.

De oficialdejustica a 13.08.2015 às 17:41

O Paulo Silva, de facto, sempre que pode partilha artigos aqui publicados, tendo com tal atitude demonstrado uma certa independência e até coragem na divulgação das publicações, uma vez que nem sempre são vistas com bons olhos por parte da máquina instituída que não gosta que seja posta em causa a engrenagem desde há muito em movimento.

Assim, o Paulo tem constituído uma exceção por se ter atrevido à divulgação dos artigos desta página que por alguns é considerada herética, por colocar em causa a tal engrenagem.

Há mais que gostariam de fazê-lo e até o têm manifestado, mas não possuem a liberdade do Paulo, pois têm-no feito por e-mail e através da caixa de mensagens instantâneas. Há medo, há muito medo nos Oficiais de Justiça.

Obrigado Paulo pela liberdade que possui e que está a transmitir aos demais. É mais uma semente.

De Anónimo a 13.08.2015 às 23:49

Sr. Oficial de Justiça gostaria de saber qual a sua opinião, uma vez que sou um futuro candidato, e uma Srª secretaria, me aconselhou que não devo fazer horas extraordinárias sem ser remunerado pelas mesmas nem deixar que abusem de mim, face a esta situação qual é a sua opinião sobre esta situação?Pois acredito que ao estarmos no período probatório estaremos a mercê de certos abusos... E tendo em conta a minha vasta experiência, caso solicitem deverei desempenhar funções de categoria superior se me solicitarem ou não? Pois acredito que face a posição de certos candidatos vão trabalhar feito uns obcecados com o intuito de serem os meninos bonitos...

De oficialdejustica a 14.08.2015 às 02:44

Para o Anónimo das 23:49.

A minha opinião é que não deveríamos realizar horas extraordinárias a não ser em situações excecionais mas nunca como regra, mesmo que fossem remuneradas, porque não o são. No entanto, no dia-a-dia dos tribunais, muitos são aqueles que as fazem. A esmagadora maioria prolonga o seu dia de trabalho porque quer trabalhar ao seu ritmo, prefere a calma que advém depois da maioria sair, quer acabar algo que sente como importante para a vida de alguém (os processos não são meras coisas, são de pessoas, têm vida e muitas vezes sentimentos à flor da pele), enfim, cada um terá a sua motivação, o seu brio profissional e a sua vontade própria.

É isto que, geralmente, acontece e contra a vontade própria (não imposta) nada há a opor, a não ser o seguinte: se com esse prolongar do horário o que se obtém é a satisfação pessoal e um trabalho mais pausado, sem stresse, nada se pode opor mas coisa distinta é estar a prolongar o horário para trabalhar para as estatísticas da Administração, isto já não é admissível, pois tais estatísticas devem ser solucionadas com pessoal e não com o abuso do pessoal.

Ao longo do tempo, aquela mencionada satisfação pessoal que cada um queria usar acabou por resultar, em alguns locais, como uma prática corrente e, dada a falta de pessoal, como uma necessidade. Prosseguindo com aquela prática de esforço suplementar e de trabalho para as estatísticas da Administração, hoje constatamos que, essa prática, resultou no prejuízo coletivo, arrastando o problema ao longo dos anos e fazendo com que a Administração se aproveitasse dessa prática, nada fazendo para solucionar as carências gritantes.
Por tudo isto não se pode ter uma posição única e definitiva sobre o assunto. Cada caso é um caso (cada pessoa e cada grupo de colegas na secção). Em algumas circunstâncias é admissível e até legal a disponibilidade para o prolongar do trabalho mas noutras não é admissível. Acresce que não existe uma ação concertada de todos os Oficiais de Justiça em que se determinassem parâmetros de atuação e de força sobre este assunto, pelo que, dada a ausência, há, em alternativa, divergência e variedade de situações que devem ser avaliadas caso a caso.

Durante o período probatório não estará, como diz, à "mercê de certos abusos"; não. Dificilmente haverá alguém que pretenda isso, pois nos tribunais existe respeito, consciência e racionalidade no tratamento com os demais. Outra coisa é, por exemplo, interpretar alguma ordem como um abuso e considerar os horários de funcionamento da secretaria como sendo os horários da sala de audiências, o que não é, mas onde reside, muitas vezes, grande problemática, pois embora sendo aceitável que algumas audiências se prolonguem por tempo razoável, em algumas situações temos magistrados que têm por hábito prolongá-las sistematicamente e isso, sim, é um abuso por não considerar os demais.
.../...

De oficialdejustica a 14.08.2015 às 02:45

.../... Para o Anónimo das 23:49.

Quanto à questão da solicitação para desempenhar funções de categoria superior, durante o período probatório, ninguém lhe pedirá tal e mesmo depois também não deverá ocorrer, uma vez que ainda se encontram acima da sua categoria os Escrivães Adjuntos ou Técnicos de Justiça adjuntos que têm mais probabilidade de serem chamados a desempenhar tais funções, pelo que é questão que, pessoalmente, não o deve preocupar. Mas, coletivamente, sim, já deve preocupar-se com tal questão, pois a disponibilidade para exercer tais funções acarreta a estagnação na carreira, sem promoções e concursos que resultam em prejuízo de todos (todos) os Oficiais de Justiça, pelo que é uma questão preocupante mas para a qual também não é possível ter uma resposta individual mas coletiva.

Ou seja, deveria haver uma sensibilização geral e uma orientação de força, dada pelos sindicatos, no sentido de ninguém aceitar tais cargos, sem a devida correspondência à categoria e equivalente remuneração e sem acumulação de funções, pois só assim se pode introduzir movimento em todas as categorias, permitindo a todos a progressão na carreira.

Este prejuízo geral na progressão da carreira está a ser causado pelos próprios Oficiais de Justiça ao aceitarem todos os cargos e de qualquer maneira. Esta aceitação é inadmissível e é inadmissível que o conjunto dos aceitantes e dos Oficiais de Justiça não vislumbrem a inadmissibilidade da situação e promovam uma ação concertada e de força, com a intervenção dos sindicatos, no sentido de quebrar com esta prática que a todos prejudica.

Mais uma vez aqui se refere a necessidade de ação concertada e com intervenção dos sindicatos, em ações de esclarecimento em cada secção judiciária. Dá trabalho, pois dá, mas é necessário e urgente. As quotas que todos pagam por mês devem dar e sobrar para encetar uma ação global e é isto que se pretende, a proximidade aos Oficiais de Justiça e a tomada de decisões, com o envolvimento de todos, no sentido de dizer à Administração (comarcã ou geral) que até aqui chegamos e já basta.

De oficialdejustica a 13.08.2015 às 17:24

O Anónimo das 11:26 refere-se à reação-resposta dada nessa ocasião a alguém que não admitia que se tivessem usado termos depreciativos dirigidos a alguns Oficiais de Justiça, classificando a atitude desses alguns Oficiais de Justiça como sendo de "submissão acéfala", de "passividade" e de "burrice".

Nessa resposta reiterava-se (tal como hoje ainda se reitera) que a classificação daquela atitude só pode ser explicada usando aquela adjetivação, uma vez que aquela atitude de alguns resulta em prejuízo de todos, e até dos próprios, como no artigo se explicava.

A Indignidade dos Movimentos: http://oficialdejustica.blogs.sapo.pt/a-indignidade-dos-movimentos-170446

Assim, perante uma qualquer atitude de injustiça e de prejuízo dos Oficiais de Justiça, mesmo que tal atitude e prejuízo seja causada pelos próprios, não é possível usar termos fantásticos e elogiosos quando o prejuízo é flagrante e, bem pelo contrário, deve-se gritar bem alto, de forma estridente, que tal está mal e prejudica o conjunto dos Oficiais de Justiça.

Mais grave ainda quando naquele comentário a que se respondia constava uma questão à qual na altura não se respondeu diretamente por não o merecer, dizia assim o tal anónimo: "Alguma vez trabalhaste num Tribunal?" Ora, tal pergunta por ser manifestamente idiota ou meramente provocatória e só poder provir de alguém que embora possa trabalhar num tribunal ou serviço do MP, não está lá de facto com os seus cinco sentidos e não vê, não ouve, não sente e nem sequer pensa nos demais, não se apercebendo como a generalidade dos seus colegas estão a ser prejudicados precisamente pela passividade de outros colegas na submissão acéfala, sem raciocínio, logo, uma perfeita burrice.

Tal como então se concluía naquela reação-resposta: "O respeitinho, a elevação do discurso e o tento na língua é muito bonito, de facto é, mas desde que não estejam a foder a vida, nem a mim nem aos demais". Quer isto dizer que este nível de linguagem é lícito e adequado como reação ao prejuízo que está a ser infligido aos Oficiais de Justiça que, normalmente e na sua maioria, se apercebem disso mas não reagem de forma suficientemente energética, continuando a aceitar de forma acéfala o estado de coisas que lhe é imposto.

Não há agressividade nas palavras nem elas são dirigidas a ninguém em concreto, há apenas um espicaçar para acordar uma consciência sonâmbula.

Os termos usados não são inqualificáveis, como tal como o Anónimo 11:26 refere, inqualificável é o estado a que chegamos precisamente por não se poder dizer tudo o que se pensa e tal como o anónimo refere: "coisas que podes dizer mas não podes escrever... é básico", pois não é assim; básico é poder escrever tudo aquilo que se pode e deve dizer e não ao contrário. É com posturas e consciências destas que existe uma inqualificável submissão acéfala como quando o Anónimo se refere ao "nível dos verdadeiros Oficiais de Justiça, servindo... e cumprindo as ordens que recebemos", esta postura constitui uma passividade burra, uma submissão acéfala e tem resultado em prejuízo constante para o conjunto dos Oficiais de Justiça, embora tal não seja sentido por todos, como se vê, especialmente por aqueles que se julgam a brilhar em cima de pedestais que só pertencem e podem ser ocupados por quem esteja "ao nível dos verdadeiros Oficiais de Justiça".

Enoja-me esta atitude que não constitui uma opinião diferente, que nada aporta, a não ser o permanente baixar de calças e, como tal, reajo porque se deve sempre reagir à injustiça e de forma enérgica e vistosa, isto é, para que se note de facto e possa surtir algum efeito, movendo as águas estagnadas e malcheirosas, por isso, repito: "O respeitinho, a elevação do discurso e o tento na língua é muito bonito, de facto é, mas desde que não estejam a foder a vida, nem a mim nem aos demais"

De Anónimo a 14.08.2015 às 16:25

Exmo(a) oficialdejustica, pedido novamente desculpa pelos muitos incómodos, resta-me uma dúvida suplementar. Como é feita a comunicação das colocações? É através da dgaj, é através do diário da república, através de contacto direto(email), ou afixado em algum lado? Será que me pode elucidar?

Pessoas desculpa, é que está espera....

De C a 16.08.2015 às 10:49

As colocações são anunciadas da mesma forma que as classificações foram, ous eja, é publicada a informação no sítio da DGAJ e no Diário da República. Esperamos atualmente a publicação do projeto no sítio da DGAJ, do qual é possível recurso, e depois a publicação definitava em DR. Para ter uma ideia do processo, basta consultar os movimentos anteriores, disponíveis no sítio da DGAJ.

De Anónimo a 14.08.2015 às 16:31

Peço desculpa.. É que esta espera....

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