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Oficial de Justiça

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Sexta-feira, 14.02.25

Para fazer o jeito a outros, regressa (por consequência) alguma confiança nos Oficiais de Justiça

      Os Oficiais de Justiça, que durante toda a vida realizaram a distribuição dos processos judiciais, com responsabilidade e respeito pelas normas legais, voltarão em breve a ter essa responsabilidade e confiança, sem a necessidade de uma presença “policial” diária das duas magistraturas que, desde 2021, o poder político impôs, por não confiar no trabalho dos Oficiais de Justiça.

      Após 4 anos de desconfiança diária sobre o trabalho dos Oficiais de Justiça, veio ontem o Conselho de Ministros anunciar a decisão de acabar com a sessão conjunta diária dos magistrados judiciais e do Ministério Público fiscalizarem os atos da distribuição realizados pelos Oficiais de Justiça.

      A resolução do Conselho de Ministros não se materializa de imediato, mas a pretensão é a de, em termos gerais, voltar ao modelo anterior a 2021.

      Claro que este regresso ao modelo antigo não resulta de uma vontade política de valorização do trabalho do Oficial de Justiça, mas, antes pelo contrário, de uma valorização do trabalho das magistraturas, deixando aquela atividade praticamente administrativa para os Oficiais de Justiça.

      O surgimento de um ou dois casos de adulteração da distribuição criou uma perceção exagerada sobre a adulteração, criando imediata desconfiança sobre os Oficiais de Justiça.

      A reação dos sindicatos sobre tal desconfiança e perceção foi praticamente nula e só as magistraturas passaram estes últimos anos a protestar, teimosa e diariamente, sobre o novo incómodo, vindo agora o atual Governo aceder a tal protesto sobre o exagero da realidade.

      Ao fim e ao cabo, trata-se de mais uma cedência do Governo, satisfazendo mais dois grupos profissionais da área da Justiça.

      Com este Governo todos vão saindo satisfeitos, menos os Oficiais de Justiça, a quem lhes foram negadas todas as pretensões, em troca de migalhas, e a quem é dito insistentemente que tem de haver parcimónia e que não pode ser dado tudo a todos e ainda que têm de acabar com a pressão das greves.

      Assim, a medida anunciada ontem pelo Governo, apesar de constituir um certo regresso à confiança nas funções dos Oficiais de Justiça, não se traduz, de forma alguma, numa cedência a uma reivindicação direta própria desta carreira, mas a uma cedência a reivindicações de outras carreiras.

      E disse assim a ministra da Justiça:

      “Uma medida que une advogados, juízes, procuradores, funcionários judiciais: a distribuição de processos judiciais, que é feita eletronicamente, deixa de exigir a presença física de todos os intervenientes. E, simultaneamente, cria regras de maior transparência e escrutínio das operações da distribuição. É uma medida que, por si só, vai tornar mais eficiente o procedimento, eliminando a prática de atos inúteis que têm causado entropias no funcionamento diário dos tribunais.”

      Atente-se, no entanto, que o Governo não pode alterar a norma legal por sua própria iniciativa, uma vez que essa competência é da Assembleia da República, pelo que o atual modelo da distribuição dos processos judiciais, deverá durar mais um tempo.

      Para Rita Alarcão Júdice, o diploma será “porventura, o mais saudado por todos os operadores judiciais, sem exceção”, e de facto todos saúdam o fim da enormidade que constituía (e ainda constitui) a atual forma de controlo de atos, quando outros atos não são assim controlados e, claro, nem os processos distribuídos à magistratura do Ministério Público estão sujeitos a qualquer tipo de fiscalização.

      Diz a ministra da Justiça que a distribuição será “realizada pelos meios eletrónicos sem a necessidade de assistência por qualquer interveniente que não seja o Oficial de Justiça”, deixou claro Rita Alarcão Júdice.

      Na nota do Governo, onde constam também algumas perguntas e respostas, lê-se, a final, assim:

      «Houve audições a entidades interessadas? Sem prejuízo de terem sido recebidos contributos de várias entidades, que foram analisados e tidos em conta, atenta a urgência na aprovação do diploma que, por se tratar de uma proposta de lei, será enviado para a Assembleia da República, optámos por relegar para o momento anterior à sua aprovação final as audições às entidades interessadas (CSM, CSTAF, PGR, CSMP, COJ, AO, OSAE, ASJP, SMMP, SFJ e SOJ).

      Quais são os próximos passos? Atenta a importância da matéria, o diploma reveste a forma de proposta de lei, pelo que será enviado à Assembleia da República para discussão e aprovação.»

      Uma vez que os sindicatos não se manifestaram, oportuna e veementemente, em relação à desconsideração por que passaram os Oficiais de Justiça, têm agora uma segunda oportunidade de manifestarem o ponto de vista dos Oficiais de Justiça sobre o assunto. Esperamos que o façam, apesar de estarem agora cobertos com o véu do silêncio da reserva dos encontros alegadamente negociais.

ConselhoMinistros20250213.jpg

      Fontes: “Nota do Governo”, “Eco/Advocatus” e “RTP”.

por: GF
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Autoria e outros dados (tags, etc)

às 08:04


95 comentários

De Anónimo a 14.02.2025 às 08:15

Acordar, ler por alto as notícias e perceber que nos Registos e Notariado (que já de si ganham mais do que nós!) tem já da parte do Governo o compromisso de que vai iniciar as negociações para nova valorização salarial, parece-me que é de deixar qualquer Oficial de Justiça a pensar 'Que raio se passa neste Ministério!!??'

De Anónimo a 14.02.2025 às 08:31

Basta ler o que disse a Ministra da Justiça para perceber a vontade de valorizar essa carreira e que no seu entender merecem ganhar mais.
Estamos a falar de uma carreira onde logo na base já se aufere, neste momento e antes de nova valorização, umas centenas a mais do que nós.



«a assinatura deste protocolo marca o início de um processo essencial para a valorização das carreiras de Conservador de Registos e de Oficial de Registos...."

De Fazenda a 14.02.2025 às 09:28

E bem que o merecem.
Digo-o com toda a propriedade e não é só por  tencionar mudar para aquela carreira (onde conto ingressar brevemente,).
Vou dar-lhe alguns exemplos, tenho familiares que ali trabalham, concretamente numa Conservatória e numa Loja do Cidadão da região Norte.
Um deles esteve muitos anos especificamente afeto ao Registo Comercial tendo antes passado pelo Registo Predial, hoje, como se sabe, as conservatórias estão agregadas.
 A responsabilidade na preparação de um registo, seja ele na área Comercial, Predial, Automóvel ou mesmo Civil é enorme e os funcionários têm hoje, não por delegação, mas por competência própria poder de decisão em determinadas situações, coisa que não acontece nos tribunais.
Com efeito, hoje, os Conservadores, mantendo poderes decisórios e exclusivos em determinadas matérias, são mais gestores de recursos e, mesmo nas decisões próprias, beneficiam de uma coadjuvação dos funcionários que lhes preparam o processo.
Vou exemplificar, num processo de habilitação que dê entrada nos serviços, todo ele é preparado, em termos de legitimidade dos requerentes e da legalidade do pedido, assim como no alinhavo do próprio documento pelo funcionário que o submete à decisão final do Conservador.
E em muitos outros atos é assim que acontece e em tantos outros é o funcionário quem se responsabiliza pelo ato em si - por exemplo, no registo de um cidadão, na emissão de um passaporte, de um cartão de cidadão, num averbamento ao registo civil, ao registo predial (v.g. uma hipoteca, uma penhora, um penhor, etc. etc. etc.), e também em processos mais diferenciados como sejam os atinentes à mudança de sexo/género, de nome e atribuição de nacionalidade ou até de casamento, para não falar nos pedidos de partilha e registos de herança, de sucessões transnacionais na União Europeia (vide os Certificados Sucessórios Europeus), de divórcio, de alimentos, etc.
Só um parvo - que apenas terá tido necessidade de obter ou renovar um CC - é que pode equivaler em ternos funcionais as duas carreiras, o que acontecerá por manifesto desconhecimento do que ali se faz.
Eu não as nossas funções, não o faço por gentileza, pois que muitas delas traduzem-se em cumprir o despacho (e este muitas das vezes precisa detalhadamente o que deve ser feito para não se inquinar o processo) sejamos francos, muitos de nós não seríamos capazes de cumprir um despacho se o mesmo determinasse apenas e só "cumpra-se nos termos legais".
Deixemo-nos de tretas, eu sempre defendi a nossa classe, mas a defesa da nossa classe não é só "pedir mais dinheiro ao final do mês" é muito mais que isso!

De Anónimo a 14.02.2025 às 09:52

Sim, sim,
vai-te para lá , já devias ter ido.
Desperdiçaste tempo como OJ?

De Anónimo a 14.02.2025 às 10:07

Sabe quando se vão iniciar os cursos de formação inicial - Oficiais e Conservadores?

De Fazenda a 14.02.2025 às 10:17

Não sei, só seu que não é para breve, ou pelo menos tão breve quanto desejaria.
Mas já fui perscrutado informalmente se mantinha interesse e, como é óbvio, reafirmei-o.
Sim vou muito feliz e com a consciência que nunca deveria ter entrado para os tribunais, não me reconheço na maioria das pessoas com quem privei, muitas delas hipócritas e atávicas, mas não me arrependo das boas pessoas que conheci, muitas delas, a maioria, não licenciados. 

De Anónimo a 14.02.2025 às 10:24

O fazenda se eu não tivesse estado a dormir teria feito o mesmo que você..


Nunca é tarde vou começar a concorrer...


Quando me perguntam então tiraste uma licenciatura e estás nos tribunais, eu respondi eu mais tarde ou mais cedo posso dar o salto e vocês???


Contudo a profissão de oficial de justiça deve ser grau 3 logo é adequada a licenciados..

De Anónimo a 14.02.2025 às 17:29

Concorre para o CEJ afinal para que te serve a licenciatura para cumprie despachos? Como todos os outros?

De Anónimo a 14.02.2025 às 11:05

Para as conservatórias há uma seleção natural de boas pessoas, solidárias e supercompetentes ... é com cada um...  

De Anónimo a 14.02.2025 às 11:15

eheheh


Nas conservatórias, Finanças e afins é só gente competente e boa

De Fazenda a 14.02.2025 às 16:39

Não foi isso que eu disse.
Disse apenas e volto a repetir os colegas das Conservatórias merecem uma valorização pelo que fazem.
E o que eu disse não invalida que nós não o mereçamos.
Mas daí a vir para aqui menorizar o que os outros fazem é que é manifestamente incompreensível e é bem demonstrativo da desinteligência de alguns que deitam-se a falar daquilo - de uma realidade - que desconhecem.
Eu conheço-a bem porque vivi com ela sempre presente, quase desde que me conheço, por isso posso-a comparar legitimamente.

De Anónimo a 14.02.2025 às 11:15

Vê-se mesmo que nunca elaboraste um mapa de partilha ou apreciaste um mapa de rateio final numa falência ou insolvência com milhares de credores e centenas de verbas/frações. 
Talvez só tenhas notificado o tal "despacho conforme cópia".
Depois é intelectualmente desonesto comparar um processo judicial, onde estão partes em conflito e o juiz é um árbitro imparcial,  com qualquer processo administrativo onde não há litigância...apenas o interesso do particular.





De Anónimo a 14.02.2025 às 11:16

interesse...

De rei dos mercedes a 14.02.2025 às 12:06

Muito bem... 

De Anónimo a 14.02.2025 às 12:34

A estupidez não tem limites.
Sim já fiz tudo o que disse. 
Mas responde quantos de nós o fizeram ou são capazes de o fazer. Não perca tempo são muito poucos.
Dizer ainda que quando digo que os colegas dos registos merecem diferenciação não menorizo as nossas funções ou colegas.
Mas reconhecer algo que é real e de facil demonstração não nos devia custar.
É certo que também por ali há quem apenas seja capaz de fazer CC e pouco mais.
Mas sejamos honestos se encaramos a realidade ela vai custar menos a aceitar.

De Gajo da tábua a 14.02.2025 às 16:46

O fazenda pare de dar explicações a esta gente invejosa.


Isto reflete bem a misquinhes e pequenez destes colegas dos comentários.
Por mais que você explique eles vão sempre arranjar qualquer coisa para chatear..


Isto só lá vai destruindo uma valente carga de tábuas nas costas desta gente.

De Anónimo a 14.02.2025 às 22:34

Presunçoso

De Fazenda a 14.02.2025 às 16:48

Desonesto é comparar o incomparável.
Nas conservatórias - como disse - os funcionários têm poder autónomo (até parece que nunca viu um assento de nascimento, ou averbamentos ao mesmo) e de decisão sobre muitos assuntos e quando o não têm preparam tudo - até o alinhavo (rascunho) da decisão para o Conservador assinar.
O carácter litigioso ou o jaez administrativo não interessa muito ao caso, o busílis da questão radica na autonomia técnica e na especificidade das funções.
Não compreender isto é não compreender nada.
No mais vou-lhe confidenciar uma coisa: tive um processo de inventário por morte dos meus avós paternos no tribunal e tive de ser eu, na altura auxiliar, a fazer a partilha ao Escrivão de Direito que se aposentou em novembro passado senão ainda hoje estava à espera dela.
Temos de ser honestos s sérios quando nos avaliamos a nós próprios e também a capacidade de quem nos rodeia.
Mais nós não somos - não somos só - como nos vemos por muito que gostemos de nos ver ao espelho, somos antes como os outros nos vêm a nós e essa visão é muito, mas muito desfavorável quando nos prestamos a menorizar o que os outros fazem (comparam-se a polícias, médicos, enfermeiros, professores, enfim até a magistrados).
Haja decência na opinião que oferecemos que tem que respaldar minimamente na realidade observada.

De Anónimo a 14.02.2025 às 17:00

O fazenda é dos poucos aqui que denotam profundo conhecimento da profissão, e é atacado de uma forma desonesta isto reflete bem porque as coisas estão como estão..


Existe muita gente pequena nos tribunais, pequenos intelectualmente, pequenos juridicamente, pequenos a todos os níveis...

De Anónimo a 14.02.2025 às 17:09

Como só quem gere o Blog o sabe com precisão através dos IPs...refere-se ao Fazenda ou ao 'anónimo' Fazenda?


É que assim fica confuso 🙂

De Anónimo a 14.02.2025 às 17:51

É sempre a mesma conversa que se resume a uma única palavra "frustrado" como diz a canção do outro "tirou um curso superior de otário"...

De Anónimo a 14.02.2025 às 08:15

Alguém consultou o Sócrates?
Preparem-se!!! Quem será que vai colocar tudo em causa a seguir? Vais ser útil a alguém com toda a certeza. Estas coisas não acontecem por acaso. 

De Fazenda a 14.02.2025 às 09:42

Não foi só o Sócrates (que até teve razão no assunto) o responsável pela situação, a maior responsável foi a Dra. Mónica Quintela do PSD, do tempo do Dr. Rui Rio.
Imbuídos de um espírito derrotista, não acreditando nas pessoas, deixaram-se contaminar por um caso para colocar em causa tudo o resto (os verdadeiros motivos ainda não sabemos) desenvolvendo um procedimento incompreensivelmente burocrático e que sendo admissível no plano teórico se revelou  manifestamente impraticável  (só o é porque se aligeiram  as coisas, com presenças à distância - via Webex -  pois que de outra forma a entropia era ainda maior).
É certo que a informática deve estar ao serviço como nosso auxiliar e não o seu contrário, não devemos ser nós a adaptarmo-nos aos sistemas mas antes os sistemas a adequarem-se ao procedimento que se pretende. É verdadeiramente impressionante os imbróglios que se geram de forma completamente desnecessária como foi e ainda é o da distribuição.
Os sistemas estão hoje tão desenvolvidos que permitem uma auditoria e real aferição sobre a observância dos princípios que regem esta matéria (por ex. o princípio do juiz natural).
Esta decisão é assim uma decisão que qualquer um de nós, sem grandes estudos ou considerações, tomaria de um dia para o outro sem necessidade de decorrerem meses de entropia e de aborrecimentos absolutamente desnecessários.
De tal sorte que "sabe a pouco" esta "medidinha" que se traduz afinal na reposição dos métodos anteriores com ajustamentos supõem-se.

De Anónimo a 14.02.2025 às 08:23

Nos registos  são todos licenciados.

De rei dos mercedes a 14.02.2025 às 08:39

Não são, não senhor! Isso não é verdade!

De Anónimo a 14.02.2025 às 08:48

Mas irão ser...

De Anónimo a 14.02.2025 às 12:19

As conservatórias, registos e afins, nunca deveriam estar neste MJ. Isto é uma aberração... E uma provocação constante... Não estou a dizer que não sejam dignos... Mas a presença destes Organismos, não têm  nada haver com o Nosso Ministério, deveriam ter outra Tutela... 

De Anónimo a 14.02.2025 às 08:43

Mesmo sendo licenciado, não é difícil de perceber que o trabalho desenvolvido nos Tribunais exige uma responsabilidade, deveres e uma pressão tal a nível diário, que não se compadece com distinção a nível salarial face a essa carreira no mesmo Ministério.


Temos excelentes profissionais nos Tribunais tanto com o 12° como licenciatura, muitas vezes a fase do mesmo e com grande competência.
Uma valorização a par com a do IRN será uma questão de justiça.


Justiça tardia...mas justiçam

De Anónimo a 14.02.2025 às 08:46

Desculpem pelos 2 ou 3 lapsos de escrita, mas isto no caminho para o trabalho e aos tombos, apertado como sardinha em lata, levou a tal. 😔

De Gajo do Vinho a 14.02.2025 às 08:51

Isso não é desculpa.
Se tivesse ficado em casa, como eu fico todas as sextas-feiras, isso já não lhe aconteceria e poderia escrever à vontade!

De Anónimo a 14.02.2025 às 09:10

Para as 8.43-
Já vi que é dos que odeiam os licenciados! Mas sim, há muito tempo que nos Registos são todos licenciados e assim tem de ser com os OJ!

De Anónimo a 14.02.2025 às 09:32

Tenho ideia que leu exatamente ao contrário do que foi escrito. 

De Anónimo a 14.02.2025 às 08:48

Mas irão ser...

De Anónimo a 14.02.2025 às 08:51

Comentário das 08h23, por favor não lance falsidades aqui no Blog.
Não há necessidade disso para fazer valer qualquer tipo de argumento em desfavor desta carreira, já de si tão martirizada.

De Anónimo a 14.02.2025 às 08:53

Não é falsidade nenhuma.
Atenta a idade média deles, na escola da vida devem é ser pelo menos todos mestres...

De Anónimo a 14.02.2025 às 09:08

Claro que sim, claro que sim...

Mestres e também com o grau académico de Doutoramento.
Alguns, como é óbvio, são ainda Investigadores Eméritos.

De Anónimo a 14.02.2025 às 09:19

E, em última análise, Imortais...

De Anónimo a 14.02.2025 às 09:29

Não seja bronco.
Levante o cu da cadeira, dirija-se a uma Conservatória, que geralmente nem fica muito longe, e pergunte aos funcionários ali a trabalhar quantos são licenciados.
A acabar a paciência com estes pseudo doutores.....

De Fazenda a 14.02.2025 às 09:52

Colega, tal como na PJ, nas Conservatórias e também na AT, há carreiras em que não se exige licenciaturas e outras em que é condição mínima para ingresso. 
É certo que antes não era assim e por isso vê por ali muita boa gente, conhecedora e experiente, que não tem licenciatura mas também há de convir que uma boa parte já é licenciada e eu falo de realidades que conheço muito bem.
Por exemplo, conheço uma loja do cidadão em que muitos dos funcionários no atendimento (Registo Civil/CC) são licenciados, e alguns deles nem sequer são Oficiais do Registo, muitos estão em mobilidade e são oriundos de outros serviços onde eram assistentes técnicos.
Todavia, por ali reconheceu-se que as exigências das funções justificam outros requisitos especiais, melhor preparação.
Por aqui também deveria ser assim, mas há quem teime que os seus cabelos brancos ou a dentição amarelada e desacertada  lhe conferem uma qualquer habilitação superior  - e talvez até seja assim, a qualificação de "ditatorial" de "megalomaníaco", enfim típico de quem tem a a "mania de grandeza".

De rei dos mercedes a 14.02.2025 às 10:24

Se calhar o amigo Fazenda vai é para conservador e não para funcionário....

De Anónimo a 14.02.2025 às 10:27

Então já somos dois!!!

De Anónimo a 14.02.2025 às 12:07

Eu quando vou ao Pingo Doce também sou atendido por alguns licenciados e não consta que eles reclamem porque não são todos gerentes.

De rei dos mercedes a 14.02.2025 às 13:19

Comentário da 12H07... pertinente! Muito bem visto! Acontece-me o mesmo...

De Fazenda a 14.02.2025 às 16:53

Sim, mas quando vai ao médico não gostaria certamente de ser atendido por um auxiliar de ação médico ou enfermeiro certo!

De Anónimo a 14.02.2025 às 17:14

Depende.
Quando tinha 15 anos a minha perna esquerda foi salva da gangrena e amputação no último instante por um enfermeiro que entrou como por milagre numa sala onde estavam três médicos a atender-me.

De Anónimo a 14.02.2025 às 09:55

ò rapaz nos registos e até a PJ, 


sim na PJ há inspectores que entraram com o 11º ano e são inspectores como os outros a quem depois passou a ser exigida licenciatura.
E não andaram com divisões como querem nesta carreira.


Farto de vocês todos, pá!





De Anónimo a 14.02.2025 às 10:14

Olhe, eu como até já nem me faltará assim tanto tempo como isso ou para ir para a reforma ou para ir desta para melhor, até gostaria que fosse aberto o precedente.
Da maneira como a civilização evolui por estes dias - falando meramente em termos académicos, pois ao que creio saber o parlamento europeu está cheio de académicos no mínimo licenciados, os governos dos países que compõem a UE idem idem, e nem por isso as coisas parecem melhorar substancialmente nem mesmo com o novo recurso tecnológico -, digo, gostaria de ver aberto tal precedente, pois é bem provável, com esta vertigem, que daqui por cinco anos já seja requisito de ingresso para a nossa carreira uma qualquer pós-graduação de mais 3 ou 4 anos, e depois vou querer ver a cara de quem agora defende que a hierarquia deve ser atualizada ao segundo ao sabor da aquisição de habilitações...

De Fazenda a 14.02.2025 às 10:22

Olhe na vizinha Espanha já é assim há anos, dependendo da carreira.  Na Áustria a mesmíssimo coisa, o nível habilitacional é diferenciado. E o mesmo na Finlândia, Suécia, etc.
Mas por aqui, ainda quem teime em negar essa evidência.
Que dizer sobre isso ... somos pobres de espírito e essa é a maior pobreza de todas com todo o respeito por nós os pobres. 

De Anónimo a 14.02.2025 às 17:57

Frustrado

De rei dos mercedes a 14.02.2025 às 10:25

subscrevo...

De rei dos mercedes a 14.02.2025 às 10:26

subscrevo o comentário das 09H55...

De Anónimo a 14.02.2025 às 10:27

Os oficiais de justiça são esquizofrénicos.


Querem.que a carreira passe a grau de complexidade 3 , mas não querem licenciados na carreira..


Ehehe.....e está hem??


Vocês deveriam beijar os pés aos licenciados, pois é através deles que a carreira terá hipótese de chegar a grau 3.

De Anónimo a 14.02.2025 às 10:56

Muito pelo contrário.
Licenciatura indispensável para ingresso, e pré-reforma para todos os sexagenários que o aceitem, mediante contas justas*, designadamente o tempo de provisório acertado e a devolução do tempo de serviço congelado.
* Transição da carreira - incluindo os menores de 60 anos sem licenciatura - para grau de acordo com os requisitos de ingresso.

De Anónimo a 14.02.2025 às 14:54

Transição de carreira? A que propósito? Só pq n se é lic? Faz-se tábua rasa das regras anteriores? O Estado vai-se contradizer, vai passar a si pp um atestado de incompetência? E os princípios da segurança e confiança jurídicas? Deixa-se de ser ou passa-se a ganhar menos só pq n se é lic? NA PJ HÁ inspectores com 11º e com lic e ambos GANHAM O MESMO. Não posso assegurar mas não deve ter havido qq regime de transição. Não compliquem. Parece-me é que alguns (muitos) lic, as disciplinas de  direto constitucional e de do trabalho lhes passaram ao lado. Ou então foram concluídas a um Domingo...

De Anónimo a 14.02.2025 às 10:56 a 14.02.2025 às 16:32

Transição  da carreira para grau de acordo com os requisitos de ingresso.
Isto é, grau III quando passar a ser requisito de ingresso a licenciatura.
E como vão todos na carreira, mesmo os que se quiserem pré-aposentar, os que já forem funcionários à data da transição ficam com o grau.
Mas também é bom, diria que ainda melhor, que igualmente fiquem com a valorização salarial que já é devida à classe.

De Anónimo a 14.02.2025 às 16:37

Mas isso é o q defendem os sindicatos: Todos mas todos os OJ que estão em funções, desde o EAux até ao SJ, independentemente de terem ou n lic, sejam todos Grau III. O que não se percebe é esta obsessão de alguns de que só podem ser grau III os lics.

De Anónimo a 14.02.2025 às 16:50

O seu ou sua..... Alguém aqui disse que só os licenciados é que devem passar a grau 3???


O que não se entende apenas é como existe gente que acha que sem licenciatura deve passar a grau 3 e os licenciados não....

De Anónimo a 14.02.2025 às 16:55

"O seu ou sua..."???????????????????????? tenha urbanidade. Se não sabe o que é, consulte um dicionário. Posso muito bem com diferenças de opinião; faltas de educação, não. Sim, há quem defenda que só os lic passem a grau III.

De Anónimo a 14.02.2025 às 17:08

Pois é urbanidade, boa fé, educação... não tenho nada disso nem quero..


É por causa disso que estamos arruinados...


Já que gosta de urbanidade e boa fé porque não vai viver com monges em cima de um monte...onde não fala, não bebe, não come...e apenas reza pela urbanidade....e boa fé..

De Anónimo a 14.02.2025 às 22:24

Quando não se tem resposta, conteúdo, a tática é a ofensa pura e simples. Fique bem. 

De Regalado da Vida a 14.02.2025 às 08:45

Bom dia.
Estou por estes dias como quem sou.
A luta só desgasta e ninguém é solidário com ninguém nesta carreira.
Disse.

De Anónimo a 14.02.2025 às 09:57

Verdade colega, carreira que nos desgasta e mata lentamente.

De Anónimo a 14.02.2025 às 08:58

Basta ir ver a lista das apresentações a cada mês , funcionarios dos registos aposentam-se com valores acima de 2 e 3 mil euros. Isso é reflexo dos bons ordenados.

De Anónimo a 14.02.2025 às 09:59



Para uns tudo e para outros nada.


Trabalhem escravos e puxem dos galões de OJ.
Não se dão conta do quanto são desprezados.

De Anónimo a 14.02.2025 às 09:11

E para os bons ordenados, tem de se começar pela licenciatura!

De Anónimo a 14.02.2025 às 18:00

Frustrado

De Anónimo a 14.02.2025 às 09:12

E boas reformas, acrescento!

De Anónimo a 14.02.2025 às 09:35

Presumo que para uma tão importante tarefa, tão nobre e sem a presença de magistrados, para a tutela, a realização da distribuição terá que ser realizada por um funcionário grau 3.
Aliás, nenhum ilustre advogado admitiria de outra maneira.
Hum...
Mas então as centrais não são para os burros, os tais grau 2???
Não querem meter assistentes administrativos nas centrais?
A distribuição passa do magistrado para o assistente administrativo??
E na sala de audiências, a mais nobre das diligências??
E nas inquirições, interrogatórios, no MP??
E no cumprimento de despachos??
Aproxima-se rapidamente o caos na justiça.
TIC TAC, TIC TAC ....

De Silva a 14.02.2025 às 10:14

Deixe-me rir um pouco ... prontos já estou satisfeito por hoje.
Vou-lhe dizer uma coisa passei quase 10 anos numa central, no tempo em que tudo se registava (não havia Citius ou CITAF para os Advogados) e ali se concentrava a elaboração da conta, a conta corrente do processos (para antecipação das despesas), a contabilidade do Tribunal e até as Injunções entre outras matérias.
Hoje, muito daquele expediente cai na pasta já registado, e muito daquele serviço foi-lhe retirado, ficando-se pelo registo de papéis, assumindo maior relevo o expediente do MP.
Se já naquele tempo era incompreendido por, apesar dali exercer funções, entender que a complexidade não justificava tantos Oficiais de Justiça, pessoalmente entendia que era suficiente um OJ a superentender e supervisionar, hoje esse entendimento é ainda mais justificado.
Quanto ao resto, na assistência às diligências concordo com uma diferenciação, na especialização do funcionário, mas não sou daqueles que entendem ser bem empregue colocar um licenciado em Direito a "clicar" no botão de registo do Citius e a intercalar o documento (ATA) com a informação que dele deve constar, muitas vezes determinada pelo magistrado.
Ainda quanto à distribuição vou dar o exemplo da PJ, o colega acha que o expediente ali entrado é tratado (quanto ao registo informático e distribuição) pelos Inspetores ? Claro que não, é objeto de despacho que é cumprido pelo pessoal afeto ao tratamento e registo informático, assim especializado.
Quando vivemos numa bolha e teimamos em dela não sair, em mão abrir os nossos quadros mentais, pensamos que somos muito especiais, os maiores do mundo, mas o mundo é bem maior que nós e engole-nos num enorme buraco, negro escuro onde nada vemos, nem sequer a sua saída! 

De Anónimo a 14.02.2025 às 17:40

Estes OJ licenciados ressabiados estão completamente frustrados pois querem é ter uma categoria equivalente a magistrados, mas os estautos não contemplam essa tão nobre e prestigiante distensão. Assim tentam fazer passar a ideia que existe uma categoria de OJ distinta das outras ou seja uma categoria reservada a licenciados. Mas não, isso não existe. Existem os OJ e ponto.
Só porque têm grau académico julgam-se muito importantes. 
E fico por aqui...

De Anónimo a 14.02.2025 às 20:30

Seu monte de ... És um parasita invejoso, tens ódio aos licenciados...tbem tens ódio aos teus familiares com licenciatura??


Partes de pressupostos que inventas... tá calado..para anonimo das 17:40

De Anónimo a 14.02.2025 às 09:44

Vamos ser sérios e honestos.

Não existe razão para distinção de grelha salarial entre as 2 carreiras. Não há razão para que isso se perpetue, devendo procurar-se (finalmente) uma uniformização.


São ambas exigentes, de responsabilidade, exigem conhecimentos em constante atualização e formações que, ao longo da vida do funcionário, o fazem passar por diferentes áreas.


Não fazer essa clara equivalência salarial, seria o mesmo que ter militares na GNR a receberem na base 1.200€ e na PSP 1.600€, o que naturalmente não acontece!!

De Anónimo a 14.02.2025 às 10:00

Até que enfim alguém pensante!


Muito bem!

De Fazenda a 14.02.2025 às 10:00

Não, não e não.
Não é verdade que as carreiras não mereçam distinção, deixemo-nos de hipocrisias.
Tal como hoje se configuram, as carreiras são bem diferentes, e as responsabilidades também - e isso merece uma diferenciação.
Muito poucos de nós nos podemos equiparar, nessas responsabilidades e na exigência técnica funcional, de muitos dos colegas das Conservatórias.
É certo que por ali ainda existem muitos funcionários da velha guarda, são quase todos, embora mitigados com muitos outros em mobilidade. Mas é preciso reconhecer que as exigências da função no futuro vão ser muito maiores e diferenciadas. 
De tal sorte que se reconheceu uma exigência ao nível das habilitações diferenciada.
E por cá também assim deveria acontecer mas teimamos que não e, por isso, estamos mais de duas décadas atrasados ( na PJ a primeira alteração ao Estatuto que introduziu a licenciatura ocorreu há mais de vinte anos, e na AT e Conservatórias vão já mais de seis anos).
Mas é bom que se diga que nas Conservatórias também houve muita resistência sendo que num Natal foram confrontados com a publicação do novo Estatuto e prontos, materializou-se a situação pretendida mesmo que assombrada com as desigualdades remuneratórias (que iriam sempre existir até todos os antigos funcionários dos Notários se aposentarem).
E por cá deve de acontecer a mesmíssima coisa.

De Anónimo a 14.02.2025 às 10:17

Vocês ainda não entenderam que o problema desta merda toda são exatamente os licenciados que entendem ser superiores a todos os outros e não aceitam ficar em pé de igualdade com os demais. 
Para eles existem mesmo OJ de primeira e de segunda. Ou seja aqueles que têm prestígio e os outros. Enfim.


De Silva a 14.02.2025 às 10:31

Outra vez com a conversa dos licenciados contra os não licenciados e toda a ... que metem no assunto.
Um "carpinteiro de limpo" faz trabalhos mais finos, mais precisos e de qualidade, um "carpinteiro de cofragem ou de grosso" fica-se por outros trabalhos, com outra exigência, em termos métricos por exemplo, e sendo ambas importantes, não há grande diferenciação e o primeiro não ganha mais que o segundo e sabe-se porquê, porque o primeiro, o que se emprega no trabalho mais fino, tem maior exigência, carece de outras habilidades na sua perfeição coisa que ao segundo lhe exigível em menor grau, mas são ambos carpinteiros e ambos bem remunerados.
Estabelecido este paralelismo é fácil de compreender o que digo, há tarefas mais técnicas que exigem ou vão exigir no futuro outra preparação e isso, caro colega, é indesmentível .
Se não perceber isto, vai suceder que a nossa carreira fique estagnada e surja uma outra para desempenhar as ditas funções.

De Anónimo a 14.02.2025 às 11:12

Pois.
Nem vislumbro em que é que os possa prejudicar a passagem da carreira para melhor qualificação abrangendo todos.
Continuando a mesma a ser estratificada, sobretudo no que concerna às categorias superiores, não se compreende em que é que essa igualdade de base os possa prejudicar num eventual processo de progressão na carreira em função das suas habilitações, já que os outros obviamente não poderão com eles competir a não ser que entretanto se instruam e se tornem seus pares.

De Anónimo a 14.02.2025 às 11:03

Caro Fazenda,


Discordo do que diz ao entender, de forma mais ou menos subliminar, que deve manter-se esta clara diferença salarial, a qual e como sabemos, é na ordem das centenas de euros.


Dizer que não é pelo facto de ir para o IRN que assim o faz pensar, desculpe o exemplo mas isso é como um adepto ferrenho de um clube se recusar a ver uma falta cometida e que deu penalti contra a sua equipa.
O enviesamento do discurso perde-se na autenticidade da opinião, quando a mesma está inquinada já com uma pretensão de mudança futura.
Espero que não me leve a mal, mas não o posso ler de outra forma.


Assim, sou da opinião que não só será incongruente manter tamanha distinção salarial entre estas 2 carreiras do Ministério da Justiça, como espero que os Sindicatos pugnem para que tal situação não se volte a verificar, uniformizando-se as grelhas salariais após negociação.

De Anónimo a 14.02.2025 às 11:16

Nem é preciso ir por aí.
TODA a Função Pública em geral e as carreiras ditas em especiais, tiveram recentemente no mínimo uma valorização salarial de 300€, sendo que grande parte delas ou estão já ou se aprestam para iniciar novo processo negocial no mesmo âmbito.

De Anónimo a 14.02.2025 às 11:18

"e as carreiras ditas especiais, em particular"
O algoritmo voltou a atacar.

De Anónimo a 14.02.2025 às 11:18




É verdade o que diz...

PSP e GNR, que foram bem aumentadas, já estão em negociação para revisão das tabelas salariais...

De Fazenda a 14.02.2025 às 17:08

Caro colega.
Noto que o seu comentário, quiçá, por ter sido precipitado foi enviesado por uma interpretação eivada de erro.
Eu nunca "defendi uma diferenciação salarial" pela negativa.
Pelo contrário, se ler todos os comentários de hoje e de outros dias verá que defendo coisa bem diferente.
Agora não me peça para concordar com todos aqueles que menorizam o que os outros fazem e que teimam em não reconhecer o mérito das outras profissões e até dos colegas cuidando que o que fazem é mais meritório e esquecem tudo o resto.
Para lhe dar um exemplo da natureza das coisas dizer que há um diploma legal que obriga a uma remuneração mínima para quem é doutorado (perto dos 2000 €) independentemente da categoria detida ou tempo de serviço, reconhecendo as suas qualificações e premiando o investimento que se repercute na qualidade do serviço prestado (embora se admita que nem sempre assim seja) e pela mesma ordem de razão deve ser defendida a valorização daqueles que não tendo chegado a tal qualificação tenham por exemplo uma licenciatura e tal é assim que para as carreiras em que esta é requisito os vencimentos de todos (repito de todos licenciados e não licenciados) são adequados a essa realidade.
Mas vejo que os colegas têm um campo de visão curto, muito curto, que não passa do espaço em redor da sua cadeira ou do apartamento sem janelas para a rua - se calhar têm na vizinhança um cemitério e é por isso que teimam em fazer da carreira um defunto.

De Anónimo a 14.02.2025 às 11:21



Licenciados ao poder.
Sim sor tor, sim, sim sor tor

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