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Bem-vindo/a ao DIÁRIO DIGITAL DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DE PORTUGAL publicação periódica independente com 13 ANOS de publicações DIÁRIAS especialmente dirigidas aos Oficiais de Justiça
Tal como fizemos na primeira volta das eleições, fica hoje aqui expressa de novo, em véspera do dia de reflexão, a nossa posição antifascista e de permanente combate a qualquer tendência obtusa que corresponda a um retrocesso civilizacional e que fira a inteligência alcançada pela Humanidade, com tanto esforço ao longo dos séculos, afundando-a num novo período de trevas, isto é, de simples e espantosa maravilhosa burrice.
Hoje, queremos apresentar uma diferente perspetiva sobre a votação em segundo sufrágio do próximo domingo.
Haverá muitos que não quererão ir votar, outros que votarão em branco e outros ainda que anularão propositadamente o boletim de voto.
Qualquer uma das três opções – abstenção, voto em branco ou voto nulo – resultarão em votos indiretos no candidato André Ventura e, consequentemente, na agremiação denominada “Chega”, aumentando a sua percentagem de votação, ainda que não propriamente o número de votos, mas a relatividade da votação.
Toda a postura que não seja um voto efetivamente expresso no único candidato da Democracia, na única hipótese que resta, por ora, à sobrevivência deste sistema democrático que nos trouxe até aqui, será uma postura equivalente a um voto nas trevas; dando-lhes vantagem na prossecução da destruição que têm em curso.
Apoiado num mar de falsidades e num discurso básico repetitivo, que faz com que qualquer mentira possa, para os mais incautos, chegar a parecer verdade, à custa de tanto bater-no-ceguinho, discurso que em tempos muitos apelidavam de “cassete”, em relação a outros; desta forma o candidato do retrocesso civilizacional já convenceu e roubou eleitorado a todos, como o do PC, do BE e do PS, deixando-os em serviços mínimos nunca vistos, estando agora o foco voltado para o que ainda resta da Democracia à Direita, plantando instabilidade em relação ao governo da AD, a Direita histórica que o chefe do gangue já vai dizendo que é toda sua e que a lidera.
Não é estranho ver como inúmeras personalidades e dirigentes políticos, atuais ou históricos, de todas as tendências políticas, da Esquerda à Direita, mesmo aqueles que se mantinham mais recatados, se assumiram publicamente como votantes em António José Seguro enquanto único candidato que pode permitir que a Democracia se continue a cumprir.
Quem diz que não consegue votar num “socialista”, está claramente alimentado pela influência do discurso do Ventura, porque António José Seguro não se encaixa nessa figura, basta, por exemplo, recordar a sua atitude de sustentação do governo de Passos Coelho com Paulo Portas durante a Troika.
Não se trata de votar num alegado socialismo papão, nem sequer votar na Esquerda; hoje, o que está verdadeiramente em causa é votar na moderação democrática ou no radicalismo de uma Direita; é a escolha entre radicais e moderados; é estar de um lado ou de outro da barricada; é manter-se acocorado dentro da trincheira ou sair para lutar.
Quem quiser continuar a teimar na alegação de que nunca votou num “socialista” ou que quer dar uma chapada ao sistema, ou a este ou àquele em concreto, pela mudança, deverá ter bem presente que a dita mudança deve ocorrer dentro dos parâmetros da Democracia e do Estado de Direito e não nos parâmetros de uma auto-alegada maioria que tudo quer poder fazer, mesmo desrespeitando a lei, justificando tudo simplesmente com a alegação de que já são muitos, como se fossem todos, e, assim, se sentirem todo-poderosos.
No próximo domingo é necessário que cada um de nós vote nesta necessidade premente de construção das barreiras de contenção da evolução da tenebrosidade daquele grupo.
Como sempre, muitos considerarão que este apelo nesta página nada tem a ver com os Oficiais de Justiça, mas enganam-se. Desde logo, antes de mais, porque os Oficiais de Justiça não vivem num mundo à parte (embora às vezes até pareça mesmo) e, por outro lado, porque tem demorado muitos anos e tem dado muito trabalho conquistar para os Oficiais de Justiça mais liberdade de pensamento, de opinião e de expressão, para deitar tudo a perder com conceitos bloqueados de irracionalismo, de pura barbárie e incivilidade.
Ainda este fim de semana, se possível já amanhã, tentaremos abordar um tema muito pertinente, e que afeta muitos eleitores portugueses, desde logo os seguidores da tal agremiação fascizante, trata-se de um tema de saúde mental, às vezes confundida com esquizofrenia, mas que não o é e que é a doença da Perturbação Delirante Persistente.

Foi há muito, muito tempo, era eu um… adolescente, e lá fui eu. Eu e mais uns quantos. Acabei detido (já prescreveu) pois decidi interromper o concerto musical do artista de variedades (que já não está entre nós) tendo arremessado dois ovos, um não subiu muito e foi directo ao sintetizador, o outro, devido à pressão (era muita gente) foi quase raso ao palco, tendo acertado nas calças brancas do artista! Lá fui eu de “Nivea”, Peugeot 504 até à esquadra mais próxima. A minha sorte, é que à chegada, reparei que já lá se encontrava um outro indivíduo detido, mas esse, para além do flagrante, foi também apanhado com dois sacos, um de ovos, outro de tomates. Como eu só tinha sido manietado por populares (as “munições” eram entregues por terceiros), sinal da cruz, dois Pai Nossos, duas Avé Marias, bla bla bla, eu não; não fui eu; aquele é que tinha os sacos, bla bla bla; fui identificado e lá vim embora. Era tal a confusão naquele dia, que como era menor, nem os meus progenitores foram chamados. Ia passar incólume, quando alguém se lembrou de contar o sucedido ao meu querido Pai! Chamado a capítulo, lá ouvi quatro missas cantadas, que custaram mais do que se tivesse levado uma “coça”, sendo certo que, o que me ficou em mente desde aquele dia foi, sic. “ eu quando não gosto, não vou”. E o mesmo se devia passar aqui, quem não gosta não devia vir para aqui bater no nosso blogger. Ele que gosta tanto disto, o verdadeiro criador de conteúdos digitais, muito à frente, qual Mark Zuckerberg, qual quê. Levar “na cabeça” por dar opinião fundamentada diz mais sobre quem ataca do que sobre quem escreve. Agora indo ao encontro do que verdadeiramente aqui importa, já tive tempo e mais que tempo para perceber que não se combate o banditismo enfraquecendo o Estado de direito. Existe uma diferença clara entre quem aceita uma derrota política e segue a sua vida, e quem transforma essa derrota num projeto pessoal de vingança. O Sr. António, caiu no PS, saiu da liderança, e fez o que tantos cidadãos fazem, foi trabalhar. Não criou um partido à medida do seu ressentimento, não passou a atacar sistematicamente os antigos colegas, nem construiu uma carreira baseada no confronto permanente. Recolheu-se, reorganizou-se profissionalmente e seguiu o seu caminho. Por sua vez, o André teve um percurso diferente. Não caiu sozinho do PSD (foi afastado politicamente) perdeu espaço interno e viu cortado o apoio do partido, “alguém lhe tirou o tapete”. A contrário do António, a resposta não foi aceitar o desfecho e reinventar-se fora da política, mas “criar” um partido próprio, assente numa estratégia de choque, exploração do medo e simplificação extrema de problemas complexos, alimentado por polémicas constantes e por uma lógica de “nós contra eles”. Não é coincidência, é método. Enquanto uns lidam com a perda de poder com maturidade, outros transformam a frustração em arma política. Agora, vá-se lá entender, em querer combater a criminalidade enfraquecendo o próprio Estado de direito. Atropelar garantias legais, apostar em discursos de confronto e vender soluções simplistas não é firmeza, é populismo punitivo. A justiça constrói-se com instituições fortes, leis aplicadas com rigor e políticas sérias de prevenção, não com slogans. Quando se normaliza o atropelo às garantias legais em nome da “ordem”, deixa-se de combater a criminalidade para começar a imitá-la. Posto isto, vou votar em consciência.
1 - Atribuir à SIRESP - Gestão de Redes Digitais de Segurança e Emergência, S. A. (SIRESP, S. A.), a título de indemnização compensatória pelo cumprimento das obrigações de serviço público, para o ano de 2026, até ao montante de 26 000 000,00 €, com o imposto sobre o valor acrescentado incluído à taxa legal em vigor.
.................................................. INICIATIVAS COMPLEMENTARES:
Há 30 anos para fazer acontecer?ehehehvenha dia 2...
Boa, carago!!Trabalhem, burros!!
Não vai haver movimento em abril, só talvez em set...
Rumo ao dia 20!!!Allez, allez!!E já só faltam duas...
ATENÇÃO ao tontinho das reflexões que já anda outr...
Três anos depois estamos na mesma situação.É verda...
Cuidado com os elogios aos Açores!Se disserem daqu...
Baixa meu caro.
ehehehainda acreditam em politicoseheheh
Renovaram-me a baixa escravos.continuai
Sim, sim, devia haver isso tudoeu só quero o dia 2...
Não têm vergonha na cara mesmoAinda querem que os ...
Acerca aida do artigo de ontem Deveria existir pre...
Vou repetir o que aqui ontem disse:Os 7 anos de co...
Feito. Demorou mas foi.
Nada leva a crer o contrário.
MJ vai cumprir com os sindicatos.O constitucional ...
Não diria melhor
É escandaloso o comportamentos dos nossos sindicat...
Retiro do texto o que foi dito pela Exma. Sra. MJ ...
trabalhar com calma..em caso de apertogreve ou bai...
Bom dia,Fazendo apelo a um teórico sobre a necessi...
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Sr. Blog, como será o movimento este ano? Abril, c...
1 ano depois do acordo não nos restará nada! SIADA...