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Quinta-feira, 21.08.25

Processos urgentes, férias, incêndios e falta de Oficiais de Justiça

      Há anos bons e menos bons e, tal como vinho, os incêndios correspondem a este padrão anual, sempre presentes, tal como sempre há vinho, apenas com melhores ou piores colheitas o que equivale aos anos de incêndios, em que a área queimada, ora é maior, ora é menor, mas não deixa de existir.

      Mas se o vinho e os incêndios têm esta presença anual, com as tais diferenças de produção, ano após ano, também a produção comunicacional política sobre o assunto é uma constante abundante e com uma produção sempre cada vez mais determinada, sempre afirmando que agora-é-que-é, prometendo que o flagelo não mais será igual ao que se vive no presente. E de facto é isso que acontece e logo no ano seguinte, uma vez que a área ardida não volta a arder, mas volta mais tarde enquanto, entretanto, ardem outras áreas.

      Também este ano, na emergência dos fogos e de novas mortes devido aos fogos, o governo atual promete mudar céu, terra e mar. E para combater o flagelo, como é habitual nos tempos que correm, e como é cada vez mais popularucho dizer-se, a Justiça deve ter mão mais pesada condenando os criminosos e ser mais rápida.

      Estes dois lugares comuns, o da mão pesada e o da rapidez, são mensagens perfeitamente compreendidas pelos populares e proporcionam sempre boa imagem e boa imprensa.

      Já desde há muitos anos que existe legislação de política criminal que fixa para cada triénio quais os crimes de investigação prioritária e nesses, encontram-se os crimes de incêndio, tal como, os mais conhecidos e abundantes, os crimes de violência doméstica.

      Haja ou não férias judiciais, os crimes prioritários, como os de incêndio, não fazem pausas, não tiram férias e são tramitados pelos Oficiais de Justiça com toda a celeridade possível, porque têm esse tal caráter urgente que a lei lhe atribui.

      Mas, tal como a ideia das secções especializadas em violência doméstica esbarra na falta de recursos humanos, e até acabam por ser contraproducentes, os crimes de incêndio também padecem desse mesmo travão da falta de recursos humanos, em todos os níveis de intervenção, não escapando a essa falta a necessidade urgente de repor e incrementar os quadros de Oficiais de Justiça. Porque os processos ainda não andam sozinhos com algoritmos de inteligência artificial e, por isso, carecem de pessoas que neles intervenham, seja na fase de investigação, seja na fase do julgamento e ainda posteriormente na fase judicial da execução das penas.

      A tudo isto junta-se a legislação que, como é sabido, não é produzida nos tribunais, mas no Governo e na Assembleia da República. Os tribunais limitam-se a cumprir a legislação existente e não têm culpa se a que existe está mal conseguida. Se os resultados, provindos dos tribunais, demonstram que, na prática, a legislação não é adequada e não eram esses resultados os que se pretendiam, então há que aperfeiçoar a legislação para alcançar os tais resultados práticos.

      Nessa mudança legislativa, muito mais fácil de fazer e barata de implementar, em comparação com outras mudanças práticas no terreno que arde, não se poderá nunca descurar a necessidade de pessoas para tramitar com celeridade esses e os demais processos urgentes.

      Atribuir caráter urgente a estes processos, para que passem à frente de todos os demais, já não é possível, porque urgentes já são, mas são-no juntamente com tantos outros, o que resulta em que haja gente afeta a estas urgências, mas, como são tantas, como tudo é urgente, e não há gente suficiente para tudo tratar, então tudo passa a uma normalidade que deixa de ser urgente para ser o que é possível.

      É neste aspeto, daquilo que é possível, que os governos falham e falham tanto que não falham só na falta de recursos humanos e de ingressos na carreira, falham também quando acabam com a especialização e põem todos no mesmo saco.

      A consideração de que mão-de-obra indiferenciada é mão-de-obra que serve para tudo, tanto para trabalhar no Ministério Público como no Judicial, de tal forma que ousaram acabar com essas carreiras dos Oficiais de Justiça, é uma falta tão grave quanto a da falta de gente.

      A falta de pessoas nos tribunais e no Ministério Público não é uma realidade que se possa resolver com a simples abertura de portas a mão-de-obra indiferenciada, nem sequer se resolve com a ilusão da exigência de licenciaturas concretas que diminuirão, só por si, as entradas.

      É natural que os governos não compreendam estes aspetos específicos da carreira dos Oficiais de Justiça, mas já não é natural que sejam os próprios sindicatos que deveriam representar os Oficiais de Justiça a não compreenderem estas características da carreira e estarem de acordo com a ignorância dos governos, quando terminam com carreiras especializadas ou quando exigem graus académicos que não facilitam a entrada de gente que tão urgente é.

      Por exemplo: quando esta quarta-feira, no Correio da Manhã, a presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) refere que a vontade do Governo na aceleração dos processos “esbarra na falta de estratégia e na escassez de recursos humanos, incluindo nos tribunais, tornando qualquer promessa de celeridade uma miragem”, esquece que esse esbarramento da pretensão do Governo é proporcionado pelo próprio Governo e mais quem com ele assinou o fim da especialização na carreira e, bem assim, à mesa negocial, propõe e aceita as restrições no acesso à carreira, tal como resulta das últimas reuniões.

      Não são os outros que se esbarram, somos todos e, tal como Regina Soares afirma, terminando o seu artigo de opinião semanal no Correio da Manhã, “Enquanto isso não acontecer, o ciclo repete-se”.

      Não são só as florestas a arder, mas é a própria carreira que já foi queimada e a incessante repetição da falta de recursos humanos carece de uma atenção global sem ser tema nem desculpa permanente para tudo aquilo que corre mal, atribuindo as causas e as responsabilidades apenas aos sucessivos governos.

IncendioBombeiroCopoAgua(DDOJ).jpg

      Fonte: artigo da presidente do SFJ no Correio da Manhã, reproduzido na página do SFJ.

por: GF
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às 08:01


30 comentários

De Anónimo a 21.08.2025 às 08:14

Uma maneira de resolver era acabar com as férias judiciais. Os processos "andavam" todos. Nunca percebi qual o beneficio do cidadão em ter o seu processo parado um mês e meio porque alguém decidiu que não é urgente e não será tramitado entre 16 de Julho e 31 de Agosto. Ridiculo!!!! 

De Anónimo a 21.08.2025 às 08:26

Pois é ridículo, é como nas escolas, os putos deviam estar a aprender sempre e não a deixar de aprender durante um mês e meio. Assim se resolvia tanta burrice que para aí anda.

De Anónimo a 21.08.2025 às 14:26

He he he

De Anónimo a 21.08.2025 às 08:34

Comentário 8:14. Se nunca percebeste é provável que nunca venhas a perceber. Fico por aqui ..

De Anónimo a 21.08.2025 às 11:54

Então os magistrados e funcionários de turno tinham que fazer/tramitar  tudo era?? palhaço


Para isso primeiro  acabavam com os turnos e férias judiciais, alterando as Leis nesse sentido.


Consegues ver o teu ridiculo???

De Anónimo a 21.08.2025 às 13:40

na UE apenas 7 têm férias judiciais definidas. O que o Colega diz não é descabido. 

De Anónimo a 21.08.2025 às 09:00

VINHO
Se em algum sector produtivo o 25 de abril foi importante para a sua modernização, esse, foi claramente o do vinho deixamos de produzir uma zurrapa para darmos cartas a nível internacional;
INCÊNDIOS
Sou do interior, fiz parte das primeiras equipas de intervenção rápida de bombeiros com helicópteros e ver um primeiro ministro em festa quando milhares de pessoas estão em sofrimento, NÃO TENHO PALAVRAS..
OFICIAIS DE JUSTIÇA
Sofremos de um pecado mortal (GULA), a grande maioria quer ser chefe sem trabalho. Disto, outros têm-se aproveitado

De Anónimo a 21.08.2025 às 09:08

Bem afinal as férias judiciais ainda beneficiam muita gente... 

De Quim Porta a 21.08.2025 às 12:26



Se não beneficiassem os advogados já tinham acabado há muito...


 

De Anónimo a 21.08.2025 às 10:28

Esse do comentario das 8.14h não se deve lembrar que o Sócrates fez isso, cortou para metade as férias judiciais. Agora vem sugerir ir mais longe que o Sócrates.  Força, pode ser que os resultados sejam bons e diferentes do que foi naquele tempo. Tenho a dizer que no tempo do Sócrates havia mais oficiais de justiça, agora com quadros reduzidos é a hora de acabar com as férias judiciais e por esses malandros a trabalhar.  Foi assim que ele pensou e afinal em muitas pessoas essa lógica politica não mudou muito e mantem nos tempos actuais. 

De Anónimo a 21.08.2025 às 11:05

Sinceramente, a minha preocupação é tremenda.
Com a anosidade que tenho, receio bem que já não consiga assimilar tão rapidamente as vicissitudes duma mudança de carreira nem apreender as idiossincrasias dessa outra.
Digo assimilar, mas com a ressalva de que se calhar nem tempo haverá para a devida formação, pelo que, com a provecta idade que estou em vias de atingir, antevejo por conta disso que quem possa vir a pagar a fatura venha a ser a minha saúde mental.
E não me apetecia nada tomar mais medicação...

De Gajo do Vinho a 21.08.2025 às 11:12

Até esse último prazer a tutela nos quer tirar!
Leva-nos à exaustão, passamos a tomar medicação, e deixamos de poder beber vinho.
Et voilà!

De Anónimo a 21.08.2025 às 12:45

Reivindicamos, com firmeza, o justo reconhecimento e a valorização da complexidade inerente à nossa carreira. Importa, todavia, reconhecer que tal reconhecimento pecou pela demora. Quando, porém, somos confrontados com alterações estruturais – designadamente a atribuição de maior complexidade funcional e a redefinição de conteúdos que, por natureza, se tornam necessariamente mais exigentes – surge, não raras vezes, uma resistência natural à mudança.

 

A verdade é que a nossa carreira terá, inevitavelmente, de se adaptar, e essa transformação começa, antes de mais, pela alteração de mentalidades. Não é compatível aspirar à atribuição do Grau III e, simultaneamente, permanecer confinados ao papel meramente acessório de “notificadores”.

 

Do mesmo modo, não podemos conformar-nos quando são retiradas valências e competências ao nosso estatuto profissional (como sucede, por exemplo, com inventários, execuções, entre outros). Quanto mais competências nos forem subtraídas, mais próximo estaremos da perda da nossa relevância funcional. Resistir à mudança é, pois, um erro estratégico: devemos, pelo contrário, assumir a adaptação e a reformulação como elementos estruturantes da nossa identidade profissional.

 

O verdadeiro problema não reside na alteração do paradigma funcional ou na atribuição de novas competências de maior complexidade. A questão central está, sim, na manifesta escassez de recursos humanos e na insuficiente formação dos profissionais já integrados. É contra esta realidade que devemos, de forma determinada e persistente, dirigir a nossa luta – e não contra o necessário processo de evolução e dignificação da carreira.

 

Quanto ao colegas que se sentem mais vulneráveis, procurem ajuda dos profissionais e dos colegas que prestam a atividade laboral ao vosso lado, pois hoje são vocês, amanha seremos nós!

Só juntos conseguimos!

De Anónimo a 21.08.2025 às 19:53

Mais trabalho e mais responsabilidade ainda?!! Tenham juízo!

De Anónimo a 21.08.2025 às 13:04

Alguém já recebeu, ou tem conhecimento de alguém que tenha recebido o valor relativamente à contabilização do tempo de serviço, notificados a 30-05?
Obrigado.

De Anónimo a 21.08.2025 às 13:48

essa questão será levantada pelos sindicatos na proxima reunião agendada para o dia 16 de setembro.
Tem como necessidade o protelar do pagamento no tempo a resolução, em conjunto, dos colegas que tem valores a receber, dos colegas que tem valores a restituir e a clarificação do pagamento ou não do tempo que foi reconhecido ao colegas que receberam, alegadamente dinheiro a mais, e a aplicação do mesmo método aos remanescentes.

De Maria das Dores Caldas a 22.08.2025 às 15:44

Ainda não recebi, nem sei se alguma vez irei receber, agora que fui notificada pela DGAJ, na passada sexta-feira, da identidade duma colega eventual de 2001 que eles dizem que é quem me irá pagar quando restituir o dinheiro a mais que recebeu.
Disseram-me para a contactar com informação do NIB, e aguardar um prazo razoável, após o qual deverei executar a colega.
Mas estará tudo doido?!!!

De oficialdejustica a 22.08.2025 às 16:32

Quando se inventam graçolas, como esta, convém torná-las um pouco mais óbvias quanto à ironia, para que não haja alguém que acabe a acreditar na história que, diga-se, está muito boa.

De Maria das Dores Caldas a 22.08.2025 às 18:39

Peço desculpa. mas já nos fizeram tantas e tão boas, que era só o que nos faltava.

De Anónimo a 21.08.2025 às 13:39


Há falta de OJ , pois há!
E muitos dos poucos que há em vez de exigirem da DGAJ transparência da elaboração dos movimentos, andam na ratice de gabinete a pedir "declarações de imprescindibilidade" que os mantenham onde não têm o direito de estar ou os levem para onde querem ir.
E ainda há chefias que incentivam uns e outros a fazê-lo.
O resultado está à vista : injustiça na "Justiça"

De Anónimo a 21.08.2025 às 13:49

Somos o nosso pior inimigo!

De Anónimo a 21.08.2025 às 14:45

Via à benda.

De Anónimo a 21.08.2025 às 14:44

Acabar com o período das férias judiciais é urgente.
Não reconheço nada de bom na minha vida, antes pelo contrário.
Assim podia gozar férias quando bem entender.

De Anónimo a 21.08.2025 às 15:31

Concordo. Fim das férias judiciais já. 

De Anónimo a 21.08.2025 às 15:45

O que vocês querem não é o fim das férias judiciais, é outra coisa, é poderem tirar férias ao longo do ano sem ser necessariamente nas férias judiciais. Não é? Não se confundam e reivindiquem o que verdadeiramente querem.

Ai eu quero isto, mas vou pedir outra coisa. Ridículo!

De Anónimo a 21.08.2025 às 15:53

Eu quero tirar férias ao longo do ano. Mas também acho que as férias judiciais não ajudam nada e só prejudicam. O trabalho é o mesmo e somos menos para o fazer. Os processos ficam parados e no inicio de Setembro é o caos.  

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