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Oficial de Justiça

Bem-vindo/a ao DIÁRIO DIGITAL DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DE PORTUGAL - Esta é uma página informativa independente com 6 anos de publicações diárias especialmente dirigidas aos Oficiais de Justiça



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Quinta-feira, 23.04.15

Prova de Conhecimentos Para Ingresso

     Foi ontem publicado em Diário da República o Aviso 4329/2015 (DR. Nº. 78/2015 – II Sér. 22ABR), onde consta a lista final dos candidatos admitidos e não admitidos à prova escrita de conhecimentos relativo ao procedimento concursal para a admissão de 600 Oficiais de Justiça, cujo concurso foi aberto pelo Aviso n.º 793/2015, de 23 de janeiro.

      Para além das listas dos admitidos e excluídos, o mesmo Aviso contém a indicação, na lista dos admitidos, das localidades onde realizarão a prova, podendo verificar no Aviso o local concreto onde a mesma decorrerá para as respetivas localidades.

     Constam ainda do Aviso outras informações relevantes. A data e hora da realização da prova já era conhecida: o próximo dia 16 de maio, às 09H00 em Ponta Delgada e às 10H00 nas demais cidades do continente e da Madeira, no entanto, os candidatos deverão comparecer nos locais da realização da prova meia hora antes das horas indicadas, sendo portadores dos seus documentos de identificação (bilhete de identidade, cartão de cidadão ou outro documento oficial com fotografia).

     Com este Aviso ficamos agora a saber que a prova terá a duração total de 3 horas e, como já havia sido anunciado, é permitida a utilização de material de consulta, desde que seja apenas em suporte de papel. Note-se que não há qualquer outra limitação ao material de consulta, pelo que podem ser códigos, manuais, apontamentos pessoais, etc.

     Tal como já aqui se avisou anteriormente e agora se repete, não é o facto de ser permitida a consulta de tudo que vai facilitar a realização da prova. Por muito material de consulta que se leve, se não se souber rapidamente localizar os assuntos pretendidos, tal consulta de nada serve e pode resultar numa perda de tempo e, quando menos se esperar, as três horas estão passadas sem ter tido tempo de responder a todas as questões. Por isso, aconselha-se a deter um conhecimento muito bom do material de consulta que se leve, com um método de localização rápida dos diversos temas, seja por separadores, “post-its”, índices, notas e apontamentos… Qualquer método que possa facilitar o acesso quase imediato ao assunto pretendido e cuja consulta não vá servir para aprender o assunto nesse momento mas apenas para confirmar o que já se sabe ou esclarecer a dúvida que possa surgir. Isto é, sem um bom estudo prévio e conhecimento das matérias a consulta de pouco ou mesmo nada poderá servir.

     Ao longo deste período de tempo que tem mediado o aviso inicial de abertura, e mesmo antes, embora com maior ênfase nos últimos tempos, têm chegado diariamente ao endereço de e-mail disponibilizado nesta página, inúmeros pedidos de esclarecimentos, de envio de uma prova anterior e sua correção e têm sido colocadas inúmeras questões dos códigos de processo, cujas respostas e esclarecimentos têm sido sistematicamente satisfeitos. De todos estes pedidos cumpre deixar ainda aqui um novo conselho e que é tão só este: as questões devem ser lidas mais do que uma vez e, talvez até, uma terceira vez, na qual se decomponha a questão em frações, com pausas de leitura para interpretação de cada segmento da questão de forma a permitir a compreensão da totalidade da questão. Uma leitura rápida, com pressa e a olhar de canto para o relógio, não permitirá a completa apreensão da questão, conduzindo a equívocos e a ar uma resposta errada. Se possível leia ainda uma quarta vez, começando do fim para o princípio ou lendo a questão no sentido inverso em que se encontra colocada, isto é, se é uma afirmação leia-se como negação e vice-versa.

     Voltando ao Aviso, referir ainda que no que se refere à lista dos candidatos não admitidos, estes dispõem ainda de dez dias úteis, a contar da publicação, para recorrer hierarquicamente para a ministra da Justiça sobre os motivos da exclusão que constam indicados na lista para cada um dos candidatos.

     Referir também que a lista dos candidatos admitidos contém 912 candidatos, ou seja, quando no passado a ministra da Justiça referia que havia cerca de 1000 candidatos, não se referia, como foi então entendida, ao número total de candidatos, pois estes foram cerca de 1700, como agora se comprova, mas aos candidatos que sabia estarem em condições de serem admitidos, os tais 912 que agora constam da lista.

     Por fim, indicar que é possível deter uma ideia muito aproximada das áreas de onde são oriundos os candidatos admitidos em face da opção que fizeram sobre a localidade onde iriam realizar a prova.

     Assim, temos que o número maior de candidatos são da zona norte, pois 317 candidatos optaram por realizar o exame no Porto. Em segundo lugar está a zona de Coimbra, com 207 candidatos, praticamente igual ao terceiro lugar, Lisboa, com 206 candidatos. A cidade que fica em quarto lugar das escolhas é o Funchal, com 111 candidatos e em quinto lugar está Ponta Delgada, com 63 candidatos. Por fim, em sexto e último lugar, a cidade com menos candidatos é Faro, onde só 8 pretenderam aí realizar a prova.

     Pode aceder ao Aviso do DR com as listas e demais informações aqui mencionadas na seguinte hiperligação: “Aviso 4329/2015

     Para mais informações consulte a página eletrónica da DGAJ (www.dgaj.mj.pt), designadamente, na seguinte hiperligação: “DGAJ+Info” onde pode aceder à legislação e demais informação.

     Em caso de persistir alguma dúvida, pode colocá-la ou continuar a colocá-las, como vem sucedendo, através do endereço de correio eletrónico desta página (veja no final da coluna da direita) que se responderá na medida do conhecimento possível e/ou diretamente para a DGAJ, no caso de assuntos relacionados com o procedimento concursal, preferencialmente através do endereço eletrónico dos Recursos Humanos (rec.humanos@dgaj.mj.pt).

     Tenha em atenção que existe muita informação disponível e com interesse para esta prova concreta no Campus Virtual do Ministério da Justiça. Para além da legislação essencial, há alguns manuais e diversas informações. Pode aceder a toda esta informação disponibilizada pela Divisão de Formação da DGAJ MJ na seguinte hiperligação: "Legislação e Informação Relevante".

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por: GF
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às 08:03


30 comentários

De Anónimo a 23.04.2015 às 09:34

Onde é que andam os "espertos" que diziam que só tinham sido admitidos a exame cerca de 300 candidatos?!???!?!?
Como tudo na vida, falem quando tiverem factos e não suposições...

De Anónimo a 23.04.2015 às 14:58

Devem andar escondidos, com as figuras tristes que fizeram....o mais grave é a suposta malta ser formada em direito, e em vez de se basearem na Lei e em factos andam a especular....e na conversa de café, só ai se revela a falta de noção da realidade.Enfim boa sorte para todos os candidatos admitidos..pois bem merecem, pelo fato de alguns estarem a espera desta oportunidade à mais de 14 anos.

De Anónimo a 23.04.2015 às 15:01

Também já me tinha questionado sobre isso! Parece que desapareceram... Típico, falar sem qualquer de certeza. Mas de certo que ainda haverá mais qualquer argumento sem qualquer tipo de veracidade, pois quando se perde razão , têm que dar a volta por cima! :)

Boa sorte colega e uma boa prova para si ( no caso de ser candidato).

De Anónimo a 23.04.2015 às 19:36

Bem, o "esperto" a avançar com a tal previsão, acho que foi o administrador deste blog, que creio ser um profissional da área, e chegou a tal numero com base em premissas erradas, mas não é por isso que não merece ser tratado com urbanidade e respeito, como os demais. Em relação à controvérsia, eu acho que algumas pessoas, o que colocam mesmo em causa é o estatuto e as suas condições de acesso, de resto já criticadas também publicamente pelo presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais.

De Luis a 23.04.2015 às 16:34

Atenção que pelo menos no que a mim e muitos colegas PEPAC licenciados em Solicitadoria e Direito, nunca se colocou em causa o facto de os detentores destes cursos poderem concorrer, terem capacidades ou não, ou serem ou não suficentes! Não se pode generalizar algumas opiniões... mesmo que tenham sido muitas... Apenas o facto de não nos deixarem concorrer após termos estado um ano nos tribunais. Quanto ao concurso espero que dele saia a tão desejada e faltosa ajuda que os Oficiais de Justiça necessitam para fazer andar os tribunais e os processos, esperando que se reflicta sobre o futuro da profissão mudando o estatuto, alargando o mesmo a outras licenciaturas da área jurídica, pois só traria ainda mais benefícios e concorrência de conhecimentos á profissão. Ninguém se escondeu... pelos menos da minha parte espero que tenham boa sorte e sejam o tão esperado fôlego necessitado nos tribunais, só tenho pena de não poder fazer parte desse mesmo fôlego pois tendo estado um ano a trabalhar num tribunal como oficial de justiça bem sei o empenho que iria continuar a ter caso tivesse tido oportunidade. No entanto o estatuto como está é claro e deve ser respeitado portanto boa sorte a todos e espero que mostrem nos tribunais que lutaram pela profissão e não pelos próprios interesses. :0

De Anónimo a 23.04.2015 às 17:06

Muito obrigada pelo seu comentário. Finalmente vejo algum bom senso. É óbvio que não podemos generalizar, apenas falamos de quem muito disse e criticou , pois supostamente haveria apenas cerca de 300 candidatos admitidos, não devem argumentar algo sem conhecimento de facto, apenas isso. Desejo-lhe igualmente o maior sucesso profissional, e no seu caso (que trabalhou num tribunal), espero que um dia consiga ser nossa colega, se realmente o desejar.

Com os melhores cumprimentos,

De Anónimo a 23.04.2015 às 19:00

E ainda diziam que era necessário abrir um concurso para 1200 vagas, com apenas 916 candidatos "admissiveis", fica realmente realmente muito complicado, isso não era um concurso, era um "convite", sendo que este realmente já não anda muito longe disso, esperemos agora que as condições de acesso previstas no estatuto sejam realmente repensadas e alteradas, porque isto não é aceitável nos tempos que correm.

De oficialdejustica a 23.04.2015 às 23:53

ESCLARECIMENTO:

Uma vez que se levanta, mais uma vez, a questão da insuficiência dos candidatos, com afirmações diversas que não têm em conta o que realmente aqui foi afirmado, passa-se a esclarecer o seguinte:

Premissa 1ª - A ministra da Justiça anunciou publicamente que se haviam candidatado cerca de 1000 pessoas ao procedimento concursal e fê-lo aquando da inauguração do Julgado de Paz de Vila Nova de Gaia, em fevereiro último, aproveitando a ocasião para acusar um dos sindicatos (SOJ) pelo défice de Oficiais de Justiça e tendo então até confundido o período probatório de um ano a que estarão sujeitos os candidatos admitidos que aprovem na prova de conhecimentos, designando tal período como curso de 1 ano para os candidatos.
Retirando os erros nítidos, esta premissa era inequívoca e provinha de fonte que se poderia crer fidedigna quanto àquela afirmação dos 1000 candidatos.

cfr. artigo aqui publicado a 02-03-2015 sob o título: "Ministra da Justiça Cullpa SOJ"
Localização do artigo: http://oficialdejustica.blogs.sapo.pt/ministra-da-justica-culpa-soj-133445

Premissa 2ª - Na posse daquele número anunciado pela ministra da Justiça, a 25-03-2015, no artigo aqui publicado com o título "Metade de Metade é quase Nada",
Localização: http://oficialdejustica.blogs.sapo.pt/metade-de-metade-e-quase-nada-139490
divulgava-se a lista dos candidatos excluídos e, contados, verificava-se que eram cerca de 700.

Conclusão: Perante o anúncio da ministra de que havia 1000 candidatos e perante a lista dos 700 excluídos, facilmente se chega à conclusão que restaria apenas 300 candidatos admitidos e foi esta conta que se fez e se divulgou. Foi explicado na altura como se chegava a este número de 300 e não parece difícil compreender (1000-700=300).

Hoje, perante a lista dos candidatos admitidos verificamos que a informação da ministra não estava correta e não estava correta em nenhum aspeto; nem quando acusou o sindicato do défice de pessoal, nem quando disse que eram 1000 os candidatos, nem sequer quando referiu que passariam por um curso de 1 ano.

Hoje, mais uma vez, comprovamos que não podemos acreditar nas informações veiculadas pela ministra da Justiça, aliás, como já bem se sabia e, no entanto, ainda assim, acreditou-se naquele número dos tais 1000. Esta crença, de que algo no seu discurso poderia estar certo foi um erro, como hoje se comprova.

No referido artigo de 25-03-2015, concluía-se - partindo da errada informação da ministra - que este concurso seria insuficiente em todos os sentidos.
É sabido e admitido por todos, mesmo pela própria ministra, porque é fácil contar os números, que à data do início da reorganização judiciária (01-09-2014), o número de Oficiais de Justiça previstos na legislação publicada então para cada secção não existia de facto na realidade, havendo uma diferença entre o publicado e a realidade de 1000 Oficiais de Justiça.
Meses depois, perante a saída de Oficiais de Justiça, por aposentação, para as Finanças e outros organismos, um dos sindicatos (SFJ) referiu que a diferença já não estaria em 1000 mas em 1200, número unanimemente aceite porque correspondia com a realidade.

Assim, tínhamos (e temos) um défice atual de 1200 Oficiais de Justiça. Um concurso para metade (600) e as contas feitas ao anúncio de ter havido 1000 candidatos e 700 excluídos, isto é, 300. Por isso se escreveu aquele artigo intitulado "Metade de metade é quase nada", porque dos necessários 1200 abrira concurso para 600 e desses teríamos 300, isto é teríamos uma metade da metade.

Tratava-se de uma conclusão lógica em face dos elementos que então se detinha, não se tratava sequer de uma mera especulação mas da análise simples dos dados detidos na altura.

Escrevia-se assim na altura: "A grande curiosidade desta lista prende-se com o facto relevante dela constarem excluídos, candidatos num total de cerca de 700. Ora, tendo a ministra da Justiça divulgado, no final de fevereiro, que haviam concorrido cerca de 1000 candidatos, facilmente se perceberá que os candidatos admitidos ao concurso rondarão os 300 (para os tais 600 lugares pretendidos)".

Parece claro e não se percebe que parte não se compreende. Hoje sabe-se que a ministra nos enganou com o número mas sabe-se apenas agora e não se sabia naquela altura.

De claudia vieira a 24.04.2015 às 09:13

Exma. Sra.,

Ao Ilustre Administrador deste blog, convido a conhecer as escolas e universidades que lecionam os dois cursos em causa, para conhecer bem os candidatos e as suas espectativas bem como as espectativas que essas mesmas escolas passam aos alunos, eu tirei o curso de serviços jurídicos em Lisboa em 2010, e há 5 anos que estou à espera deste concurso, este concurso é para 600 funcionários foram admitos quase o dobro! Não vamos especular que era necessário 1200 ou 2000 funcionários, não sabemos! A faixa etária (predominante) destes candidatos é entre os 20 e os 30 anos, estes tiveram um curso intensivo de 3 anos, mais estagio em tribunais, estes mesmos e volto a repetir para vocês EGOISTAS, só tem uma UNCA saída profissional que é esta! Este é o único concurso publico ao qual podemos concorrer, este concurso é a FINALIDADE para qual estudámos tanto ao longo de 3 anos! Não digo que os estagiários ou os licenciados nisto ou naquilo tem mais ou menos conhecimentos que eu, aquilo que eu digo é que há saídas para essas pessoas que a nos são VEDADAS, das duas uma, ou nos dão mais competência ou no dão acesso aos outros concursos nomeadamente ao da PJ.

Ao ilustre administrador, sugiro humildade para reconhecer que foi precipitado, não me interessa os defeitos desta ministra, sei que foi aquela que me deu esta oportunidade, se deu números ao acaso talvez seja da pressão que lhe poem em cima, não sei.

Quanto aos sindicatos o SFS foi aquele que se disponibilizou para nos ajudar!

Obs. Já agora estou cheia de duvidas quanto a organização e civil, ajudam?

Beijinhos :P

De Anónimo a 24.04.2015 às 09:21

Mas não estudou tanto para isso ao longo de três anos? Porque as dúvidas?

De Cláudia Vieira a 24.04.2015 às 09:28

Ai essa Arrogancia, Credo!!!!

as minhas duvidas sao normais ou Sr. se a porra da lei alterou toda em 2013!!!! Credo começo a ficar farta da vossa arrogancia... e nao se esconda atras de um nome Sr. Paulo

De Anónimo a 24.04.2015 às 09:49

Leia a Lei menina, leia a Lei e....interprete.

De Cláudia Vieria a 24.04.2015 às 09:58

Oh que amoroso! obrigada pelo conselho...tao querido!beijinho Paulo

De Anónimo a 24.04.2015 às 10:09

De nada sempre ao dispôr.

De Anónimo a 24.04.2015 às 10:52

Já agora meu nome não é Paulo.

De Cláudia Vieira a 24.04.2015 às 11:04

Ok! como no geral os oficiais que ja tive o desprazer de conhecer tem algo em comum A ARROGANCIA e a falta de humildade pensei que fosse mais um Paulo ou Maria!

em todo o caso, se mudar de ideias e quiser me ajudar eu agradeço!

Obrigada!

De Anónimo a 24.04.2015 às 11:19

Bom dia Cláudia,

Aconselho-a a ignorar completamente os comentários e más palavras , que só servem para a desconcentrar no seu estudo.

Bom estudo e boa sorte, espero vir a ser sua colega :)

Cumprimentos

De oficialdejustica a 24.04.2015 às 14:44

Apesar de todos os esclarecimentos prestados a Cláudia Vieira continua sem perceber nada do que se disse e, por isso, faz comentários como este.

Cláudia, vamos lá a ver: para a reorganização judiciária que entrou em vigor a 01-09-2014, foi publicado um lote legislativo onde se indicavam números concretos. Números concretos de secções, de comarcas, de juízes, de procuradores e de Oficiais de Justiça. Números concretos das pessoas que deviam estar em cada local. Esses números são reais, não é nenhuma especulação.
Nesses números vê-se que deviam estar colocados no país um total de 7500 Oficiais de Justiça mas sabe-se que no país estão a trabalhar apenas 6500. Ora, Cláudia, se fizer uma simples conta de subtração aperceber-se-á que a diferença entre 7500 e 6500 é 1000. Quer isto dizer o quê? Que é um número especulativo? Não. Isto quer dizer que é matemática e que o resultado é 1000. Ou seja, para que a nova organização funcione em pleno, de forma perfeita, conforme desenhada em Lisboa, faltam, de acordo com a legislação, aqueles 1000. Isto nada tem que ver se de facto a previsão legislativa foi curta ou não e se na realidade até faziam falta mais, isto apenas quer dizer que aquilo que o Governo disse que era para fazer fez-se mas não se preencheram os lugares todos e ficaram a faltar aqueles 1000 e faltam desde o dia 01-09-2014. Percebeu? Se ainda não percebeu, paciência, não consigo explicar melhor.

Se no dia 01-09-2014 (data da entrada da nova organização) faltavam aqueles 1000 e, desde então, mais de meio ano passado, deixaram de exercer funções cerca de 200 Oficiais de Justiça e não foi admitido nenhum, a operação a fazer é esta: 1000 + 200 - 0 = 1200. Ou seja, atualmente, no presente, já não faltam aqueles 1000 iniciais mas cerca de 1200. Percebeu? Se ainda não percebeu, paciência, não consigo explicar melhor.

Ou seja, o que fazia falta era abrir um concurso, ainda antes da nova organização, que preenchesse aqueles 1000 lugares que faltavam, o que não foi feito e agora, o que faltava era abrir um concurso para suprir as faltas que existem e que seria um concurso para 1200 e não para apenas 600 como foi feito. Percebeu? O que se pretendia é que o concurso que está pendente fosse aberto para 1200 pessoas e não apenas para 600, porque 600 é metade de 1200. Se pegar na calculadora e dividir 1200 por 2 vai ver que dá 600.

Assim, temos hoje pendente um concurso aberto que vai suprir metade das necessidades reais e isto não é especulação nem qualquer tipo de opinião sobre se as pessoas têm cursos ou não, se há escolas ou não, se estagiaram ou não; isso é outro assunto que nada tem a ver com os números. Percebeu?

Quanto ao anúncio da ministra de que haviam concorrido cerca de 1000 candidatos, se a Cláudia acha que ela pode dizer isso porque anda com muita pressão e ninguém pode dizer nada sobre o assunto, então não imagina o que poderia dizer com a pressão que ando também. A Cláudia não está a ser minimamente inteligente. A ministra, por muito que a Cláudia goste dela, não devia andar a dizer os disparates que diz mas, ainda assim disse-os e nós, burros mais uma vez, acreditamos no número; não acreditamos em mais nada porque sabíamos que era falso mas aquele número de 1000 não sabíamos e acreditamos que, no meio de tanta asneira, esse número até podia ser verdadeiro. Mas não era. Houve especulação? Houve precipitação? Não! Houve burrice em acreditar num dos disparates. A Cláudia não pode vir confundir os cursos, as escolas, as saídas profissionais, seja lá o que for com estes dados simples que apelam ao sentido matemático. O que aqui se disse é apenas matemática, não houve nenhuma postura sobre mais nada, a não ser, como é óbvio, que o concurso dos 600 ainda não chega. Porquê? Porque fazem falta mais, pelo menos o dobro.

Enfim: esperemos que dos 900 aprovem, pelo menos os tais 600 a que o concurso está limitado e que com urgência apareça outro concurso para mais 600. Porquê Cláudia, porquê? Porque fazem falta 600+600=1200. Com estas contas quero dizer o quê? Que são contas de somar e de subtrair, fáceis como o raio, e nada mais. Há especulação? Há precipitação? Há egoísmo? Há… ? Há apenas uma falta de concentração da Cláudia que deveria ler de forma mais pausada a ver se consegue compreender tudo o que se escreve.

De Anónimo a 24.04.2015 às 14:56

É claro que faltam 1200 funcionários, penso que ninguém pôs isso em causa aqui. Ninguém tem culpa que abram apenas 600 vagas, e o pior é que dessas 600 ninguém sabe se entram todos este ano, o mais certo será colocarem apenas 200, e para o ano outros tantos... Portanto apesar de haver falta de pessoal , não há verbas para tal. Não podem falar em abrir já outro concurso se nem sequer sabem quantos vão colocar este ano, ainda que tenha razão em tudo que diz.
Necessidade sempre houve, pena que isso não seja a coisa que mais pesa aqui.

Não se chateiem que não vale a pena, está tudo ainda muito em aberto e não adianta especular.

Era óptimo que abrissem as 600 este ano e que para o ano abrissem mais 600, mas tenho poucas esperanças nisso.

De Anónimo a 24.04.2015 às 14:57

Interpretar é o que falta, por isso é que tem tantas dúvidas.

De Cláudia Vieira a 24.04.2015 às 15:31

O que vale é que sou uma menina muito simpatica e educada que é o que os Senhores de fato NAO SAO!

que texto tao mal escrito...senhor....Paulo?

Leia de novo o meu comentario e depois responda-me...mas.... respire!

ja agora ajudam me com o cpc ou nem por isso?

beijinhossssss

De Cláudia Vieria a 24.04.2015 às 15:32

Pelo seu comentario, acho que sofremos do mesmo...lamento!

beijinhos

De sem nome a 28.04.2015 às 16:25

"(...) Vamos realizar cerca 60 sessões, em 19 localidades de norte a sul do país, incluindo Madeira e Açores. Simultaneamente, foram elaborados e serão disponibilizados online vários textos de apoio e serão ainda realizadas diversas sessões de e-learning. Tudo isto apenas com o empenho da estrutura e do orçamento do sindicato e do esforço e da disponibilidade dos colegas formadores"

http://www.mynetpress.com/pdf/2015/abril/201504283ce3c8.pdf


E o orçamento do SFJ não conta com verbas oriundas da UE (POPH, etc)?

Já agora, se o SFS que refere for o SFJ, deixem-me recordar que durante muito tempo membros e funcionários se referiram ao SOJ como sendo o sindicato dos alunos da Universidade de Aveiro...

Mas agora todos querem aparecer bem no "boneco"...

http://www.mynetpress.com/pdf/2015/abril/201504283ce3c8.pdf

De Cláudia Vieira a 24.04.2015 às 15:36

Isto assim é uma confusão, olhe mande-me um email para ver se me ajuda ok?! assim consegue ser produtivo, em vez de estar na internet, em vez de estar a trabalhar, ajuda-me boa?! vá comecemos com o CPC que é o pior ok?

beijinhos

Ps. ah quanto à falta de oficiais, digo lhe que em vez de estarem no facebook como estao a chatear-nos a cabeça com arrogancia e falta de educação de certeza que haveria mais produtividade e menos falta de funcionarios!

Ps. eu nao simpatizo com a ministra, acho é que da mesma historia existem muitas versoes e voces gostam muito de apontar o dedo, pelo que vejo! eu apenas respondia a porcaria de posts que por aqui fazem a atacar-nos nomeadamente...como é que voces dizem?....hmmm "meninos de aveiro"...enfim!

vai aprender tanto comigo quando eu for colocada...sr.....Paulo?


beijinhos

De Anónimo a 24.04.2015 às 15:47

Tem muitas dúvidas “quanto a organização e civil” precisa de ajuda no “CPC que é o pior”. E nós é que vamos aprender consigo?

De Cláudia Vieira a 24.04.2015 às 15:52

Não? vou lhe ensinar por exemplo...a respirar, que é o que o Sr..... Paulo? nao consegue fazer antes de responder!

ja agora... nao devia de estar a tratar dos processos? e depois culpam a falta de funcionarios...ai ai

va mas agora ajude me pode ser? espero pelo seu email..


beijinhos.....Sr....Paulo

De oficialdejustica a 24.04.2015 às 21:54

Esclarecimento e alerta:

O autor desta página não escreve nunca de forma anónima e sempre que intervém está identificado como "oficialdejustica", pelo que os comentários que aqui estão publicados, sejam Anónimos, Paulos, Pedros, Antónios, etc. Nada - rigorosamente nada - têm que ver com esta página.

Como nem sempre as coisas são entendidas à primeira, repete-se: O autor desta página nunca escreve de forma anónima e sempre intervém com a identificação do nome do blogue.

Assim, não confundamos os comentários. Todos os comentários existentes sem a identificação "oficialdejustica" com hiperligação associada são de quaisquer outras pessoas.

De http://www.mynetpress.com/pdf/2015/abril a 28.04.2015 às 16:09

JUSTIÇA -Menos dois mil funcionários em dez anos--
Nos últimos dez anos mais de dois mil funcionários judiciais deixaram a carreira seja por reforma ou porque optaram por pedir transferência para outro setor na função pública

Concretizando , em 2003 estavam 9446 profissionais a despachar processos e em 2013 eram pouco mais de sete mil 7180.
Ou seja menos 2266.
Os dados avançados pela Direção Geral de Política de Justiça mostram que de 2008 a 2012 desistiram da profissão quase 700 profissionais cerca de 10 % do universo de oficiais de justiça.

De Anónimo a 29.04.2015 às 17:03

http://www.soj.pt/index.php/18-articles-frontpage/209-toda-a-verdade-sobre-os-ingressos

Alguém me sabe esclarecer isto?

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