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Oficial de Justiça

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Quinta-feira, 13.11.25

Regina publica artigo recentrando a atenção de todos

      Regina Soares, presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), subscreveu mais um artigo de opinião, ontem publicado na habitual coluna das quartas-feiras no Correio da Manhã.

      Neste último artigo de opinião, Regina centra a sua atenção nas pessoas em geral e nos Oficiais de Justiça em particular, considerando-os os alicerces do futuro.

      Quer isto dizer que Regina leva em boa conta as pessoas e o futuro, obrigando os leitores a recentrar a sua atenção nestes dois aspetos: o futuro e as pessoas e não em aspetos secundários ou secundarizados, porque a base, isto é, os alicerces, são de facto as pessoas e a realidade em que estas vivem, por mais digitais e imateriais que possam ser as suas vidas.

      Em simultâneo, Regina coloca a questão sobre as prioridades do Governo e daquilo que ouve:

      «Falam-nos de milagres económicos e de crescimentos de 3% como quem levanta um troféu diante de quem não vive a mesma realidade, mas o país não é feito de anúncios.»

      E continua:

      «Há décadas que a Justiça se arrasta num desgaste lento, sem reparação de fundo, como uma fissura que se vai abrindo.

      Nos tribunais chegam pessoas quando já não resta quase nada: famílias em rutura, vidas desfeitas, dívidas que esmagam, e a esperança é depositada ali, onde ainda se acredita que a vida pode recomeçar.»

      Regina refere-se às pessoas que acorrem aos tribunais, muitas delas com a vida desfeita e com uma réstia de esperança depositada ali nos tribunais, acreditando que os seus problemas ali poderão ser resolvidos ou minimizados.

      E essas pessoas, que para ali arrastam as suas vidas, deparam-se com os Oficiais de Justiça que as acolhem, com toda a carga que consigo trazem.

      Mas será que os Oficiais de Justiça detêm condições próprias, minimamente satisfatórias, para serem capazes de ajudar a vida dos outros?

      Responde assim Regina:

      «Mas quem acolhe estes rostos e estas vidas está a chegar ao limite, pois faltam 1800 Oficiais de Justiça, 80% trabalham em esgotamento, 44% já em “burnout” severo e este desgaste não começou ontem, foi sendo normalizado, ignorado, como se a Justiça funcionasse por milagre ou sacrifício permanente dos mesmos.»

      Sim, foi sendo normalizado e, desde logo, pelos próprios, que a isso se prestaram, apesar das sucessivas facadas nas costas que todos os sucessivos governos lhes foram desferindo.

      Obviamente, as feridas abertas que não saram, não fecham, e a doença vai manietando as pessoas Oficiais de Justiça, porque estas pessoas não são omnipotentes nem são invencíveis e, depois de tanto pelo que já passaram, desde logo os desgostos na carreira, são atualmente portadores de um desgaste de tal ordem que muitos já estão severamente incapacitados para poder exercer cabalmente as suas funções.

      E Regina conclui o seu artigo assim:

      «Enquanto se exibe um excedente, para poupar, há um milhão de pessoas na pobreza e uma classe média que já não consegue aceder ao próprio Direito.

      Nenhuma família poupa cortando saúde, casa e dignidade, também o Estado não deveria fazê-lo para mostrar números bonitos.

      Se queremos futuro, começamos pelos alicerces. E os alicerces são pessoas. Sempre foram. Sempre serão.»

      Esta atenção que Regina deposita nos alicerces que são as pessoas é um muito importante foco que se deseja seja mantido na sua ação sindical. Que as pessoas sejam elevadas à primeira posição, que sejam respeitadas e que sejam atendidas todas as suas aspirações, desde as de maior dimensão às mais comezinhas, como uma simples informação sobre as reuniões com o Governo.

      Sim, respeitar os alicerces passa pelo respeito – incondicional – das pessoas, em todos, absolutamente todos, os aspetos e sob qualquer circunstância.

      E isso mesmo dizia Regina nos compromissos da sua candidatura, designadamente quando prometeu o seguinte:

      «Criação de uma plataforma digital interativa que permita aos associados acompanhar em tempo real os desenvolvimentos das negociações, a agenda sindical e as decisões estratégicas.»

      Ora, em vez de os Oficiais de Justiça ficarem a aguardar a criação da tal plataforma digital interativa, que há de aparecer num dia de nevoeiro, tendo em conta que as reuniões estão aí, a decorrer periodicamente, muito periodicamente, mesmo sem serem anunciadas as datas, e tendo em conta a enorme variedade de plataformas digitais já existentes, não parece ser necessário que se espere pela criação de coisa nova para comunicar com os associados e, desde logo, uma vez que à mesa das negociações os sindicatos representam, não apenas os seus associados, mas todos os Oficiais de Justiça, obviamente comunicar com todos os Oficiais de Justiça.

      Já no que diz respeito à assunção de compromissos com o Governo ou a assinatura de acordos, os Oficiais de Justiça poderão contar com outra garantia da presidente eleita do SFJ, apresentada durante a campanha.

      Dizia assim:

      «Reforço dos canais de consulta e participação dos associados, com especial atenção à auscultação prévia em matérias.»

      A auscultação prévia aos acordos é um ponto-de-honra, ou uma linha-vermelha. É imprescindível que os entendimentos alcançados à mesa das negociações sejam apresentados aos Oficiais de Justiça e só possam ser subscritos pelos sindicatos na reunião seguinte, após validação dos Oficiais de Justiça, ou com as notas ou salvaguardas que eventualmente possam ser apresentadas.

      Chama-se a isso prestar-contas, contas apresentadas em forma de orçamento prévio e não em forma de fatura a pagar, irremediavelmente a pagar por todos, quando a despesa foi feita por uns poucos; um par deles.

      O compromisso do secretismo das reuniões é algo básico e não carece de ser quebrado, nem é isso que os Oficiais de Justiça pretendem, o que pretendem é apenas conhecer uma síntese, ainda que ao de leve, e não necessariamente os pormenores dos meandros negociais.

      Convém não confundir a reserva da informação sobre as relações negociais com as relações e obrigações sindicais para com os Oficiais de Justiça. São coisas diferentes que não devem ser confundidas nem misturadas.

      Os Oficiais de Justiça devem ser informados, seja lá do que for, mas informados, mas, claro, não dos factos consumados, mas sim dos factos apontados para se virem a consumar, isto é, com o propósito de que se possam pronunciar, com o propósito de poderem ser ouvidos previamente a qualquer tomada de posição ou a qualquer assunção final.

      À mesa das negociações sentam-se representantes dos Oficiais de Justiça, porque estes não podem estar todos lá, mas o que se está a decidir é algo mais do que uma reivindicaçãozita sobre um aspeto qualquer já debatido e perfeitamente esclarecido; é muito mais do que isso, é toda a conformação de uma carreira que terá, e até já tem, um novo formato.

      Por isso, espera-se que hoje, já hoje mesmo, as palavras nunca se possam considerar palavras vãs ou meramente demagógicas.

BalancaJusticaAosOmbros(DDOJ).jpg

      Fonte: “artigo CM no SFJ”.

por: GF
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Autoria e outros dados (tags, etc)

às 08:03


30 comentários

De Anónimo a 13.11.2025 às 09:02

Falam, falam, falam


Mas o dia a dia que quem trabalha serio nos tribunais é  mesmo de fugir para  nao ficar doente.
25 anos de sindicalismo para estarmos pior.
E então  quem está  deslocado a pagar rendas sem apoios de ninguém, simplesmente  paga para trabalhar.
Leva vida pior que imigrante mesmo.


Motivação? Só  se for para deixar a carreira.


As pessoas são  tratadas como merda. A tealidade é  esta.


Fuja quem puder. 

De Anónimo a 13.11.2025 às 11:20

Fujam mesmo.
Só está bem quem nunca saiu de casa e foi subindo encostado.
Agora os coveiros destruiram a carreira e não mesmo motivação.
Cuidem da saude .
Miudagem fujam.

De Anónimo a 13.11.2025 às 09:30

O que ela, Regina, disse não está errado. 

Diz até coisas muito certas e ponderadas, mas ... todos, ou quase, sabemos e concordamos com tudo o que diz ...


Não basta apontar, enumerar os problemas, é preciso arranjar forma de os corrigir.


As negociações entre sindicatos e patrões têm como objectivo aumentar a produtividade e qualidade do serviço efectuado pelos trabalhadores, aumentando as suas remunerações e condições de trabalho!


O que Regina diz, que é certo, nada traz de novo, sendo certo que ela, presindindo a uma força sindical, tem uma oportunidade de luxo de ajudar a mudar os males que aponta.


Que me desculpe Regina, mas quando ela falha na comunicação com os seus associados e representados, que poderá esperar da suas tentativas de comunicação com o MJ?!!


Como qualquer boa filosofia oriental nospoderia dizer que é preciso primeiro fazer a mudança interna para, depois, estabelecer as bases da mudança com o exterior ...


Regina ainda não fez essa mudança interna, sendo igualmente verdade que nada a impede de a qualquer momento a fazer ...




Abraço












De Anónimo a 13.11.2025 às 09:40

Bom dia.
Concordo integralmente e sem reservas com tudo o que é dito por uns e por outros. Bem sei que da parte da senhora Presidente do SFJ são palavras arremessadas ao gosto dos ouvidos dos seus destinatários, daqueles que teimam em encarneirar, mas isso não lhes retira a essência da verdade, ou dito de outro modo a realidade nelas retratada.
Com efeito, é assim, como está descrito que a realidade da vida do comum cidadão se dá a demonstrar e nem todos passam pela vida imunes a problemas que só se conseguem resolver nos tribunais.
Vivemos num país DUAL, com uma realidade para pobres e outra para ricos, é o caso da saúde, da educação, da habitação e também da justiça, que está envolta numa monstruosa palhaçada circense e envolvendo sempre figuras importantes, e que até decidiram os nossos destinos durante muitos anos, veja-se o Eng. Sócrates, também o caso do Dr. António Costa.
Eu pergunto-me, no caso do engenheiro, como foi possível deixar que tal personagem assumisse os nossos destinos e as rédeas do nosso país, será que somos assim tão burros, tão ignorantes e otários?
Claro que somos, e cada um tem o que merece. Cada país tem à frente dos seus destinos pessoas que emergem do seu seio em cada momento e tendem a representar o "estado de saúde" da sociedade onde se inserem. Na época, quem conseguisse sacar dinheiro dos outros, ainda que ilegitimamente, era elogiado de "esperto", e foi assim que muitos "chicos espertos" chegaram ao poder.
Mas ainda hoje há muitos grupos de amigos que se associam para assaltar o maior cofre do país - aquele onde se guardam os impostos que pagamos e os subsídios que recebemos.
Agora temos corporações, por exemplo, como os médicos que demonstram uma produtividade fora do horário normal de trabalho que não têm quando estão dentro do horário (muitos descansam neste período para irem para o privado "ganhar dinheiro").
E nos tribunais é a mesmíssima coisa - quem de nós não conhece magistrados que demonstraram pouca produtividade e mesmo assim se prestam a acumulações ou a integrar quadros de recuperação quando tinham o seu serviço atrasado, apenas por mais generosas moedas?
O espírito de missão, de serviço ao utente há muito tempo que desapareceu e a lógica é ganhar o mais possível fazendo o menos possível.
Á senhora Regina, Presidente do SFJ, deixo estas palavras: o tempo que perdeu nos arranjos das palavras que assomou no texto, procurando que cada uma delas fosse impactante na mensagem que queria transmitir, não por verdadeiramente a sentir, mas apenas por lhe servir aos propósitos da função, pois que é com palavrinhas mansas que se dominam e manipulam os fracos,  deveria ter sido dedicado ao que verdadeiramente interessa, e o que verdadeiramente interessa é a melhoria da nossa situação profissional.

De Anónimo a 13.11.2025 às 11:24

Como dizem
falam falam há anos e  a carreira cada vez pior sem motivação.
carreira sem perspetivas de futuro depois de fundirem as carreiras e  acabarem com as categorias.


triste sina

De Anónimo a 13.11.2025 às 13:39

É preciso estabelecer metas para as ações e concretizá-las.
Acompanhando o Marcelo ... é assunto que precisa de ponderação mas que não pode levar séculos a resolver, nem se resolve com medidas pontuais e casuísticas.
É preciso a reforma da justiça - mas atente-se ao termo (em francês retraite  significa "retirada", "aposentadoria" mas mesma palavra em português significa "latrina").
Mas, como qualquer cidadão atento já percebeu, na latrina a justiça já anda há muito tempo, a porcaria já solidificou e toda a gente já se habituou ao seu odor que parece já nem incomodar ninguém. Dou por mim a pensar que todos cá vêm (aos tribunais) para defecar ... e fazem-no por associação ou mau exemplo que vêm em todo o lado, nomeadamente na televisão (o que se está a passar com o Sócrates & Cª é, no mínimo, alarmante ...)

De Anónimo a 13.11.2025 às 15:43

Vamo lá ver uma coisa, defecar é um direito inalienável !




Ai daqueles que tem dificuldade em ...


( A verdadeira conversa da m.... - vol. 1)

De Anónimo a 13.11.2025 às 09:48


Vivemos num situacionismo exasperante.
A nossa situação, dos Oficiais de Justiça, assemelha-se à de um mendigo sentado à entrada de um café chique, em que à entrada dos abastados, nos deixam os trocos do dia, apenas pelo incómodo nos seus bolsos de trajes tão finos e delicados, que não abonam à figura de tão apessoadas pessoas.
Com efeito atiraram-nos uns trocos para o chão e, mantendo-nos debaixo dos mesmos tetos, com infiltrações de água e ao frio, no fundo a viver nas mesmas condições, cortaram-nos as unhas das mãos que agora mal conseguem apanhar os trocos da calçada cada vez mais mal tratada por serem malformados os pés que a pisam, de forma bruta e com botins  pouco delicados feitos com a pele dura e seca dos que maltratam.
A nossa situação profissional.

De Anónimo a 13.11.2025 às 13:06

Tristemente real.
Por isso concordo, quem puder saia disto .

De Anónimo a 13.11.2025 às 11:19


Até concordo com ela e gosto da sua postura mais aguerrida e menos comprometida do que o anterior.
Mas, infelizmente, palavras...leva-as o vento !!

De Anónimo a 13.11.2025 às 11:33

Alguém sabe em que estado estão as negociações? Foram suspensas? O que se passa? O estatuto estará revisto até final do ano?

De Anónimo a 13.11.2025 às 11:39

Bom seria se saíssem da reunião de hoje com autorização para novos ingressos, só acumulam as secretárias vazias nos tribunais!

De Anónimo a 13.11.2025 às 13:49

Se não há ingressos, quem está  que cuide da saude.
vai ficar doente em 3 tempos, com a pressão de todos


eu assim farei em breve
baixa

De Anónimo a 13.11.2025 às 14:11

Antes de meter alguém cuidar dos que cá andam.
Recuperação do tempo de serviço e tempo de progressão interrompido.

De Anónimo a 13.11.2025 às 19:20

Muito bem, colega das 14;11 horas! Foi tudo ao ar. E que dizer da transição dos OJ Escrivães e ADjuntos do 3º escalão. Mas que grande assalto sofreram a dobrar. FDGP

De Anónimo a 13.11.2025 às 12:08

E a devolução dos períodos de congelamento?
E do congelamento em que nos encontramos? 
E a reforma? 

De Anónimo a 13.11.2025 às 12:32

Sim, isso mesmo, coisas concretas, coisas que nos dizem directamente respeito!

De Anónimo a 13.11.2025 às 13:07

E o roubo de um escalão ao longo de 20 anos.
De 2001 a 2005, eventuais que não passaram por período probatório.


ROUBO.
Como alguém aqui tem dito, também irei de baixa enquanto não pagarem.

De Anónimo a 13.11.2025 às 15:54

Sim fica de baixa, nós agradecemos.
Só precisamos de braços para trabalhar.

De Anónimo a 13.11.2025 às 12:44

Infelizmente depois de anos a trabalhar esgotado, a recompensa foi o esgotamento que me levou a baixa médica. Sinceramente não quero saber mais de Tribunais e quando regressar é fazer o que posso, o mínimo possíve pois a minha saúde está em primeiro lugar. 

De Anónimo a 13.11.2025 às 13:17

Palavrinhas muito lindas para encher chouriços!!


Quero lá eu saber dos problemas dos utentes da justiça ...
Eu preocupo-me é com os problemas que nos afectam directamente a nós oficiais de justiça!!


Com o problema dos outros posso eu bem!!!

De Anónimo a 13.11.2025 às 13:50

Ora  vai mais um.
Caguei para este serviço nestas condições.
Além do roubo, como aqui alguém diz.
ffffffooooooooddddddddddddddd

De Anónimo a 13.11.2025 às 13:27

É absolutamente ridículo que à data de hoje ainda não se conheça nenhum estudo sobre os quadros de pessoal, tato mais que o ex-SEAJ, Dr. Jorge Costa, havia dito que a proposta que nos propôs, e que eu classifico como ultrajante para a classe,  se baseava num estudo que nunca havia sido feito no passado (!?)

É absolutamente ridículo que a ocupação dos cargos de chefia em regime de substituição continue assim e, pior ainda, que todos a aceitem sem tugir nem mugir (até as ovelhas no cume da serra conseguem fazer-se ouvir, ruminando, na busca por melhor pasto).
Na prática este regime de precariedade, que já atingiu número gritantes, equipara-se ao regime proposto para o de funções de Secretário - agora em comissão (o mesmo é dizer por convite) de serviço - pois que na realidade tudo assim se passa.

Ou seja, temos na práxis um regime encapotado de comissão de serviço traduzido em  nomeações em regime de substituição para a maioria dos Escrivães, com aparentes ganhos - e friso significando a mera aparência - que se traduzem em perda, seja para o serviço (muitas vezes mal, muito mal gerido) seja para a carreira (conseguindo uns por sortilégio e antecipação o que outros não o conseguem por mérito) é em tudo semelhante ao que propuseram na negociação e que apenas ficou para os Secretários, mas que na prática vale para ambas (Escrivão e Secretário).

E tudo isto se passa com o beneplácito dos Sindicatos, e da senhora Regina, muito hábil no arremesso de palavras bonitas e tão bem enfeitadas que ninguém as consegue enjeitar (mas que não passam disso de meras e vãs palavras quando a elas não se associa a atitude).
Volto a dizê-lo com letras bem gordas:
OS SINDICATOS SÃO UM AUTÊNTICO ENTRAVE que, por estes dias,  só servem para, precisamente, se prestarem a servir os interesses singulares, das fações mais representativas de quem os dirige (aquele grupo de amigos, de interesses ...).
Os sindicatos são uma autêntica nulidade porque, sendo a longa mão daqueles partidos ditos de esquerda (PCP e PS), traduzem a incompetência destes manifestada ao longo do tempo. 

De Anónimo a 13.11.2025 às 15:45




Como permitem os sindicatos que os cargos de chefia das secretarias sejam a convite?!!!

Como isso prejudica a todos, e quase todos olham para o lado! ...

De Anónimo a 13.11.2025 às 19:42

15-45:
Tem razão. É tudo muito estranho. Alteraram para pior a carreira ou seja, mudaram à revelia dos trabalhadores,  mas mantém  procedimentos anteriores e  dos sindicatos, nada.
Já agora como estará o caso daquele técnico superior, nāo Oficial de Justiça, nomeado  em   Bragança à revelia do Estatuto em vigor?

De Anónimo a 13.11.2025 às 15:47

À fernando jorge grande lider que apenas tinha o dom da oratória , mais nada.


Vejam ao estado a que deixaram chegar a carreira
Lixo

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