Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Oficial de Justiça

Esta página é uma iniciativa informativa DIÁRIA especialmente vocacionada para Oficiais de Justiça. De forma independente da administração da justiça e dos sindicatos, aqui se disponibiliza a informação relevante com um novo artigo todos os dias.



Pode ouvir por aqui rádio com música alternativa não massiva e sem publicidade
oficialdejustica.blogs.sapo.pt
FÉRIAS JUDICIAS DE VERÃO:
Decorre entre 16 de julho e 31 de agosto o período de férias judiciais de verão. Nesta altura decorrem também as férias pessoais dos Oficiais de Justiça, no entanto, os tribunais e os serviços do Ministério Público permanecem sempre abertos durante todo o período embora com algumas restrições de serviço em face das férias pessoais de muitos e das limitações legalmente impostas.


FERIADOS MUNICIPAIS NESTA SEMANA:
- 24JUL-Ter - Condeixa-a-Nova e Pedrógão Grande.
- 25JUL-Qua - Cantanhede, Celorico de Basto, Mondim de Basto, Santiago do Cacém, Mira e Ovar.
- 26JUL-Qui - Loures
& pode ver + no Calendário do Oficial de Justiça 2018

PERMUTAS PARA OFICIAIS DE JUSTIÇA
Veja se lhe interessam os pedidos existentes (já lá foram colocados mais de uma centena de anúncios) e envie o seu, caso esteja interessado nesta forma de mobilidade. Mesmo que ainda não esteja em condições para usar esta faculdade, sempre pode estabelecer contacto e ir combinando. Seja qual for a sua categoria ou carreira, divulgue o seu pedido e espere para ver se a alguém interessa.
Todos os contactos são realizados através do e-mail dedicado:
PermutasOJ@sapo.pt

Consulte a lista dos pedidos através do “botão” que encontra no cabeçalho da página, com a designação de: “Permutas”, aí encontrando também alguns esclarecimentos sobre esta modalidade alternativa às movimentações ordinárias ou extraordinárias, destacamentos, recolocações…
saiba+aqui

Oficial de Justiça Últimas Publicações:

Terça-feira, 08.05.18

Saia uma Justiça Rápida prá mesa do Presidente!

      É só pedir! Pede o Presidente da República e pedem todos, à vez ou ao mesmo tempo, todos passam o tempo todo a pedir. Saia uma Justiça Rápida pró balcão, outra prá esplanada, escaldada prá mesa 8… É só pedir, pois é, mas o desgraçado do empregado de mesa, sozinho a atender em todo o lado tanta clientela não dá atempada vazão aos pedidos.

      A clientela queixa-se da demora; da espera e vai reclamando com o empregado de mesa e este vai transmitindo ao patrão, ao longo dos anos, que precisa de ajuda, que sozinho não consegue e avisa o patrão que se quer manter a clientela tem mesmo que meter mais gente a atender e a servir a clientela.

      O patrão ouve, dá-lhe palmadinhas nas costas e diz que vai implementar um programa informático de gestão dos pedidos, o que lhe permitirá acelerar o atendimento. Implementa, o empregado de mesa deixa de fazer os pedidos gritando para o balcão e passa a escrever o pedido no novo equipamento portátil de gestão dos pedidos.

      O novo sistema de gestão dos pedidos e de atendimento da clientela apenas aporta silêncio ao estabelecimento, já não se ouve o cantar dos pedidos mas o serviço continua a chegar frio à mesa 8 e à mesa 14 e só aqueles que consomem de pé, ao balcão, é que se vão safando.

      Com o tempo, a clientela, cansada de esperar e vendo que o desgraçado do empregado de mesa, apesar de deter o tal novo equipamento de gestão dos pedidos, continua a não conseguir e mostra-se cada vez mais cansado, troca o estabelecimento por outros novos que por ali perto abriram.

      A diminuição da clientela é visível e, com tal redução, os poucos clientes que restam, como são poucos, passam a ser atendidos com mais celeridade. O patrão diz, então, ao desgraçado do empregado de mesa que o sistema implementado de gestão dos pedidos está a resultar e agora todos os pedidos são satisfeitos em muito menos tempo.

      O patrão considera que as novas tecnologias aportaram eficiência ao atendimento mas, ainda assim, e apesar do investimento, como o dinheiro na caixa ao final do dia tem diminuído, o patrão despede o desgraçado do empregado de mesa, por não estar atualizado, não ter curso da escola de hotelaria, estar velho e cansado e, no seu lugar, coloca dois estagiários da escola profissional de hotelaria local, em regime de estágio remunerado e subsidiado pelo Estado.

      Mas vem isto a propósito de quê?

      Numa entrevista à Rádio Renascença e ao jornal Público divulgada ontem, Marcelo Rebelo de Sousa, o Presidente da República, disse que na opinião pública, há a sensação de "um desfasamento enorme" da justiça face aos dois outros planos: "Passa um ano, passam dois anos, passam três, passam quatro, passam cinco anos". "Isto pode ter depois consequências. A primeira é uma crítica em relação ao sistema judicial, achando que a justiça que é muito lenta acaba por ser menos justa, porque chega tarde de mais. E algumas vezes eu encontro essa sensação em setores da sociedade portuguesa", disse.

      Em segundo lugar, "há um outro risco. O risco é prescindir-se do tempo judicial", pensar-se que "isto é de tal maneira que nós morremos primeiro".

      O Presidente da República manifestou preocupação com a demora da justiça e alertou para o risco de o debate mediático e político prescindir de esperar pelas decisões judiciais, colocando em causa o Estado de direito democrático.

      O Presidente da República preocupava-se com o estado da justiça ou com o estado dos media e da política? Se é certo que o debate mediático e político não interfere sobremaneira na justiça, por outro lado é certo que a demora na justiça interfere inevitavelmente no debate mediático e político.

      "Num Estado de direito democrático nós temos de ir renovando o sistema judicial, em todas as suas componentes, por forma a que não haja um risco do alongamento do tempo judicial, que será sempre mais longo", afirmou o Presidente da República, acrescentando que “como não vai haver decisão judicial nos próximos longuíssimos anos, o melhor é começarmos a debater politicamente, chegamos a uma conclusão política, tomamos decisões políticas e, olhe, quando chegar a decisão judicial, fica para a memória".

      O presidente da Associação Sindical de Juízes Portugueses (ASJP), Manuel Ramos Soares, aponta a crónica falta de meios como a principal razão para a lentidão da justiça e ao sentimento de impunidade, mas sublinha, também, que em matéria de combate à corrupção há muito trabalho feito.

      “Que há um sentimento de impunidade há, mas eu pergunto: qual foi a instituição do Estado que mais fez no combate à corrupção nos últimos 10 ou 20 anos? Não foi o Ministério Público, as polícias de investigação e os tribunais que durante anos e anos lutam com falta de meios e pedem meios ao poder político para serem mais eficazes?” questiona. “Não foram estas instituições que fizeram mais para combater este sentimento de impunidade? Eu acho que sim”, reforça o presidente da ASJP.

      O presidente da Associação Sindical de Juízes volta a questionar: “Quantos anos nós ouvimos o Ministério Público, nos DCIAP, onde estão concentradas as investigações mais importantes, a pedir meios, a pedir perícias, a pedir auxílio técnico? Anos e anos ouvimos esta conversa. Agora, finalmente, foram atribuídos meios e nós vemos que o Ministério Público e as polícias de investigação estão muito mais eficientes. E amanhã, quando estes processos chegarem a tribunal – estes processos muito complexos – vamos precisar de meios também para os tribunais”, avisa.

      Do lado dos magistrados do Ministério Público, António Ventinhas aponta o dedo ao poder político para explicar a lentidão na justiça.

      “Temos o pacto da justiça, que foi aprovado no início de janeiro e não temos visto grande desenvolvimento. Ainda agora nos foi submetida uma lei de organização do sistema judiciário em que não existe qualquer proposta que tenha sido acolhida relativamente ao pacto da justiça”, afirma à Renascença, concluindo que o problema é não haver, muitas das vezes, “acolhimento no poder político das medidas que são propostas”.

      Quanto à existência de megaprocessos, de que Marcelo também fala, o presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público diz que há casos em que tem de ser mesmo assim.

      “Porquê? Porque todos os factos estão ligados entre si. Não é possível partir o processo em processos menores, senão perde-se todo o sentido. Imaginemos que há um grande circuito de dinheiro que passa por inúmeras pessoas. Não tem lógica partir o processo em tantas partes quanto o número de transações”, explica.

      Mas “há outros processos em que, se é possível autonomizar algumas das suas partes, deverão ser autonomizadas. No que diz respeito à operação Marquês, foram extraídas 15 certidões, ou seja, deu origem a 15 novos processos”, indica ainda António Ventinhas.

      Aproveitando a crista da onda, de todos os quadrantes políticos surgem as opiniões, como Assunção Cristas que referiu que "maior rapidez é muitíssimo importante" para que a justiça seja útil, garantindo que o seu partido fará tudo o que puder para que essa celeridade seja conseguida.

      Em Tondela (onde tudo acontece) referiu que "Todos nós, enquanto cidadãos, mas também enquanto responsáveis políticos, temos essa sensibilidade", afirmou aos jornalistas.

      Assunção Cristas disse compreender a complexidade de alguns processos, mas frisou que "é uma exigência da democracia que a justiça, enquanto pilar estruturante do Estado de direito democrático, funcione bem e, para funcionar bem, tem que funcionar com celeridade".

      "Propusemos muitas medidas para ir a um ponto central que é o ponto da celeridade, que normalmente deixa descontentes todos nós, porque sentimos que, quando demoram muito, as decisões judiciais deixam de ser justas, deixam de ser úteis", considerou.

      Perante toda esta agitação política e mediática, ainda ontem aqui reproduzíamos um extrato do relatório anula da PGD do Porto que concluía, em relação aos Oficiais de Justiça, o seguinte:

      «Em suma, os quadros, em muitos casos já desajustados (insuficientes para satisfazer as necessidade atuais), não têm sido preenchidos e esta insuficiência crónica tem sido agravada pela aposentação ou saída (por outros motivos) de muitos outros funcionários existentes e pela substituição destes por funcionários provenientes do regime de mobilidade, sem qualquer preparação ou apetrechamento técnico para exercer funções em tribunais.»

      O diagnóstico está feito, a doença é crónica e os sucessivos governos limitam-se a prestar cuidados paliativos, enquanto inventam alternativas ao paciente moribundo deixado à sua sorte, sem lhe prestar a assistência devida que o próprio reclama em coro com tantos outras vozes que periodicamente se vão ouvindo.

ChavenaCafeGigante.jpg

      O conteúdo deste artigo é de produção própria e contém formulações próprias que não correspondem a uma reprodução de qualquer outro artigo de qualquer órgão de comunicação social. No entanto, este artigo tem por base informação colhida na comunicação social que até pode estar aqui parcialmente reproduzida ou de alguma forma adaptada. Pode aceder às fontes informativas que serviram de base ou mote a este artigo, através das seguintes hiperligações: “DN”, “RR”, “Sábado”, “Público” e “RTP”.

por: GF
oficialdejustica.blogs.sapo.pt

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 08:08


1 comentário

De Anónimo a 08.05.2018 às 09:35

E quando o programa informático só complica em vez de facilitar?
É como o da conta. Cada vez mais procedimentos.
Seguindo a analogia do empregado de mesa e concordando com ela, não podemos esquecer que o empregado sem formação e com hábitos de trabalho errados, também não vai lá.
Antes de instalar o programa informático, há que mudar mentalidades...e aí, ninguém fez nada.
A maioria ainda agrafa a bela da cópia de um requerimento que nunca deveria ter vindo de outra forma que não eletronicamente, na contracapa. Grande parte ainda imprime e junta tudo. Ainda se registam religiosamente e cerimoniosamente em livros próprios os saneadores e cada tipo de decisão, e por aí fora...

Comentar Artigo



BandeiraPT oficialdejustica.blogs.sapo.pt .................................................. PERMUTAS para Oficiais de Justiça (Lista de Permutas)
Veja os pedidos existentes e envie os seus para o e-mail dedicado:
PermutasOJ@sapo.pt
Consulte a lista aqui

saiba+aqui
.................................................. Histórias de Oficiais de Justiça (Compilação)
Envie histórias, peripécias, sustos, etc. para o e-mail dedicado:
HistoriasDeOficiaisDeJustica@sapo.pt

saiba+aqui

..................................................
Estatuto dos Oficiais de Justiça EOJ - Para assuntos relacionados com o Estatuto em apreciação use o e-mail dedicado:
Estatuto-EOJ@sapo.pt

veja+aqui
..................................................
Endereço Geral da página - Para assuntos diversos, use o endereço de e-mail geral:
OJ@Sapo.Pt

..................................................
Dúvidas sobre a Justiça?
Ligue para a Linha Justiça
(MJ) (chamada gratuita):
800 910 220
(das 9h às 19h nos dias úteis)
saiba+aqui e veja também o portal da Justiça em justiça.gov.pt
..................................................
Linha de Emergência Social:
Apoio da Segurança Social e do Ministério da Justiça:
144 (Linha Gratuita 24 h)
saiba+aqui
Linha da Segurança Social:
300 502 502 (das 09h às 18h)
..................................................
Outras Linhas de Apoio:
800 209 899 - SOS Voz Amiga
(das 16h às 24h) (gratuita)
808 237 327 - Conversa Amiga
(das 15h às 22h) (gratuita)
239 484 020 - SOS Estudante
(das 20h à 1h)
222 080 707 - Telf. Esperança
(das 20h às 23h)
800 990 100 - SOS Pessoa Idosa
(das 10h às 17h) (gratuita)
..................................................

Meteorologia

Porto
Lisboa
Faro

Pesquisar

Pesquisar no Blog  


Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D

Para Contactar:

Para mensagens breves pode usar a caixa de mensagens abaixo (mensagens instantâneas) ou usar o endereço geral de e-mail: oj@sapo.pt para mensagens maiores, com imagens ou anexos ou se quiser uma resposta.

Mensagens Instantâneas

Na caixa de mensagens abaixo pode enviar qualquer tipo de mensagem de forma simples e rápida. Basta escrever, carregar no botão "Enviar" e já está. Estas mensagens são anónimas, não são públicas nem são publicadas. Como as mensagens são anónimas se quiser resposta indique o seu e-mail.

Mensagens

Subscrever para receber e-mail

Pode receber no seu e-mail cada artigo aqui publicado, para isso basta indicar o seu e-mail e depois ir lá confirmar a subscrição na mensagem que lhe será enviada. Simples, automático e recebendo cada artigo logo que publicado. .................................................

Escreva abaixo o seu endereço de e-mail:

Não esqueça ir depois ao seu e-mail confirmar a subscrição (se ocorrer avaria comunique).


Comentários

Pode comentar cada artigo e responder a comentários já existentes. Os comentários podem ser anónimos ou identificados e o conteúdo não é previamente (mas posteriormente) verificado.
Para comentar os artigos selecione "Comentar".
Os comentários são públicos. Para mensagens privadas use a caixa de mensagens ou o e-mail.
Os comentários ou respostas colocados pela administração da página surgem identificados como "oficialdejustica" e clicando no nome acede ao perfil da página. Não se identifique com nomes e de forma igual ou parecida com a referida designação.
Os comentários e as críticas não devem atingir pessoas mas apenas ideias. A discussão deve ser saudável, construtiva e digna. Serão eliminados os comentários que se julguem inadequados.

Comentários recentes

  • Anónimo

    A ser verdade, lógico que há incoerência.

  • Anónimo

    Não foi o regime de acesso que beneficiou, não.! O...

  • Anónimo

    Decreto-Lei é um acto legislativo aprovado pelo Go...

  • Anónimo

    Basta ver o caso de alguns colegas em regime de su...

  • Anónimo

    Claramente quem beneficiou com o fim das nomeações...

  • Anónimo

    Merece reflexão e resposta o comentário supra.Os a...

  • Anónimo

    Entraram bastantes certamente.Decorrente da práxis...

  • Anónimo

    Existem largas dezenas de Escrivães de Direito lic...

  • Anónimo

    E que agora tanto a contestam.

  • Anónimo

    Sr.s Diretores Gerais e Sr.ª Diretora Geral foi ne...

  • Anónimo

    Quantos auxiliares entraram em 2003/2004/2005/2006...

  • Anónimo

    Olhem as custas de parte! Ainda vão pedir dinheiro...

  • Anónimo

    A diferença está na licenciatura, sejam sérios.

  • Anónimo

    O que não é admissível é alguns tirarem as promoçõ...

  • Anónimo

    Quem tem uma licenciatura, mestrado ou doutorament...

  • Anónimo

    Quanto às nomeações interinas foi do mais elementa...

  • Anónimo

    A polémica envolta em torno do movimento ordinário...

  • Anónimo

    Seja lá de quem for, é ordinário, impróprio e ofen...

  • Anónimo

    11 anos a mamar na teta da vaca sem ser bezerro. ...

  • Anónimo

    Raciocínio e argumentação puramente falaciosos.

  • Anónimo

    Precisa -se de deontologia e de regularizar a situ...

  • Anónimo

    O DL 485/99 foi a forma encontrada pela administra...

  • Anónimo

    Quem escreve assim, tem tão só 11 anos de exercíci...

  • Anónimo

    Quem escreve assim desconhece completamente o cont...

  • Anónimo

    Leis iníquas permitem isto. Decorrente da minha ex...




oficialdejustica.blogs.sapo.pt

Ligações

Ligações de INTERESSE:

  •  
  •  
  • ________________________

  •  
  •  
  • Ligações a LEGISLAÇÃO

  •  
  •  
  • ________________________

  •  
  • Em alguns casos, pode não ver todo o documento mas só a primeira página. Baixe o documento para o ver e ficar com ele na totalidade.

  •  
  • _______________________

  •  
  • Ligações a DOCUMENTOS

  •  
  •  
  • ________________________

  •  
  •  
  • Ligações dos TRIBUNAIS

  •  
  •  
  • ________________________

  •  
  •  
  • POR e PARA Oficiais de Justiça

  •  
  •  
  • ________________________


    Onde encontrar o Ofici@l de Justiç@?

    Os artigos aqui publicados são distribuídos por e-mail a quem os subscrever e são ainda publicados no Facebook, no Twitter, no "Blogs Portugal", no "Reddit" e no "Google+", ou seja, em 7 plataformas diferentes:

    1- Sapo (oficialdejustica)

    2- Facebook (OficiaisJustiçaPortugal)

    3- Twitter (OfJustica)

    4- Blogs Portugal

    5- Reddit (OficialJustica)

    6- Google+

    7- Assinantes por "e-mail"






    Para além das outras possibilidades de comunicação, se pretender comunicar por e-mail, use o endereço abaixo indicado:

    OJ@SAPO.PT

    .......................................................................................................................