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Bem-vindo/a ao DIÁRIO DIGITAL DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DE PORTUGAL publicação periódica independente com 13 ANOS de publicações DIÁRIAS especialmente dirigidas aos Oficiais de Justiça
“O Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) alertou esta quinta-feira a nova ministra da Justiça para a “urgência” de dar resposta “à gritante falta de Oficiais de Justiça”, que pode “originar rutura em muitos tribunais”.
Num comentário à agência Lusa sobre a indigitação de Catarina Sarmento e Castro como ministra da Justiça, o SFJ considera que a falta de Oficiais de Justiça é um dos principais problemas do setor, conforme disseram já os presidentes das 23 Comarcas e também dos tribunais administrativos e fiscais.
Segundo o SFJ, presidido por António Marçal, trata-se de um “problema que a cada mês se torna mais grave num universo de trabalhadores em que a idade média ultrapassa os 50 anos e em que em alguns concelhos a média é de 59,5 anos”.
O sindicato lembra que o Ministério da Justiça, em documento de 2019, previa a saída, por aposentação de mais de um terço dos funcionários, a que acresce a saída para outras carreiras.
“Em Comarcas como as da área de Lisboa, onde as pendências são elevadas, o custo de vida, em especial o da habitação, faz com que os cerca de 800 euros de vencimento não permitam que haja candidatos interessados no ingresso” na carreira, sublinha o SFJ.
A par da admissão de novos funcionários, o SFJ considera que urge dar cumprimento ao que já consta na lei, fazendo com que a carreira de Oficial de Justiça possa progredir, “não podendo continuar a manter-se um grande número de trabalhadores ainda na categoria base, após mais de 20 anos de serviço”.
Estes funcionários, diz o sindicato, na sua grande maioria, desempenham funções de categoria acima sem o correspondente vencimento e “o trabalho além do horário atualmente não é pago”.
Segundo o SFJ, outro problema que a nova ministra terá de enfrentar é o “crónico défice orçamental para a Justiça, onde até já o papel falta em algumas comarcas, bem como as deficientes condições de muitos dos edifícios que albergam tribunais”, que são órgãos de soberania.
“Mais do que grandes reformas, a Justiça precisa de uma estratégia bem definida e coerente com as necessidades dos cidadãos”, salientou o SFJ.
O sindicato adiantou que a nova ministra pode contar com toda a colaboração do SFJ na procura das melhores soluções, visando garantir “a eficácia e eficiência de um pilar fundamental na construção do Estado de direito e da democracia”.
“O SFJ deseja o maior sucesso a Catarina Sarmento e Castro nas exigentes funções que vai assumir e dirigir. Sabemos que não terá uma tarefa fácil uma vez que são muitos os problemas que afetam a justiça e, em particular, os tribunais e serviços do Ministério Público”, conclui o sindicato.”

Fonte: “Lusa/Observador” (reprodução de notícia).
.................................................. INICIATIVAS COMPLEMENTARES:
Tanta conversa da treta. Por aqui, é só enredos ....
Democracia. O Demo, coitado...Coitado de coito.Sem...
Uma pergunta:Qual o motivo pelo qual a nossa entid...
Quero o meu justo dinheirinho.Paguem. Paguem.Não t...
Pouca vergonha nunca vista. Os funcionários de jus...
Pagam mazé o carvalho.Só pagam em ação executiva, ...
Todos, até a gente com capacidade decisória , se ...
Vou levantar a tampa da sanita e falar contigo.Não...
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Não percam tempo com estes 20% de cheganos atrasad...
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Sim, acredito, também não gosto disto! Nunca goste...
Nem você!
Certeiro
ehehehehisso sim carneirada!
Só medoaiiiiuuiiivirgens!
Mais nada!Também sou mete nojo! votarei ventura!
BAIXA COLECTIVA
Angola é nossa! ✊
E depois que entraram mulheres nos tribunais, é o ...
Votar sempre nos mesmos e esperar que algo mude!!!...
O pessoal tem medo que o ventura venha a ser como ...
Até podia ir ganhar o mesmo que ia na mesma.Acredi...
O que o BLOGUE quer dizer é que se devem portar be...