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Oficial de Justiça

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Terça-feira, 14.11.23

SFJ prepara “novas formas de luta”

      O Presidente da República convidou esta página para elaborar um projeto de Estatuto ideal para os Oficiais de Justiça.

      Caso o Presidente da República, durante a madrugada, desminta a existência deste convite, amanhã sempre diremos que “inequivocamente não convidou”.

      A seriedade na política deste país atingiu um nível ideal para alimentar a equipa de humoristas do Ricardo Araújo Pereira no seu programa de domingo, tão bem denominado “Isto é gozar com quem trabalha”, e nunca esta designação fez antes tanto sentido.

      Entretanto, António Marçal, presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), anunciou que – finalmente – o SFJ vai “avançar com novas formas de luta”.

      Essas “novas formas de luta” já deveriam, por esta altura, ser velhas, pois já deveriam ter sido fixadas desde há muito até ao final do ano, conforme decidido numa Assembleia Geral convocada propositadamente para tal fim e em que tal foi assim votado.

      Inequivocamente, o SFJ tem feito pausas intervaladas demasiado longas, fazendo com que os Oficiais de Justiça percam as ganas com que vinham assumindo a sua luta. De facto, verificou-se um amansamento e, com ele, sucessivas desistências.

      Claro que a gestão destas lutas é algo que não é fácil e mais difícil se torna com um Governo como este, desavergonhado e indecoroso.

      Quanto à valorização da carreira dos Oficiais de Justiça, Marçal diz que o Governo falha “redondamente”, referindo que “a proposta de Estatuto profissional apresentada pelo Ministério da Justiça […] é um verdadeiro embuste e uma afronta à inteligência dos Oficiais de Justiça, pois não responde a nenhuma das reivindicações que, reiteradamente, este sindicato tem apresentado, as quais, relembramos, são consideradas pelos demais parceiros do judiciário como perfeitamente justas e razoáveis”, afirma Marçal.

      Note-se bem que o presidente do SFJ frisa que o embuste que é o projeto, não só é uma burla e uma manha, como, também, uma velhacaria, pois não só não se aproxima das reivindicações dos Oficiais de Justiça, como até se afasta delas projetando elaborados ardis que, infelizmente, até chegam a convencer alguns poucos.

      António Marçal relembrou que a promessa feita pela ministra Catarina Sarmento e Castro no Parlamento, que a integração do suplemento de 10% na remuneração base ocorreria com a proposta do Estatuto, não foi cumprida, bem pelo contrário, em vez da integração foi apresentado precisamente o contrário: a supressão, o desaparecimento.

      Caso o projeto apresentado vingasse, “este não seria, de todo, O-Ano-dos-Oficiais-de-Justiça, seria, isso sim, o ano do início do fim da carreira de Oficial de Justiça, com tudo o que isso implica de negativo para o sistema de justiça e o Estado de Direito português”, sublinhou Marçal.

      À publicação “Eco”, o presidente do SFJ sintetizou os pontos que precisam de ser solucionados, como o preenchimento integral dos lugares vagos, com, pelo menos 1000 novos ingressos, com pagamento de subsídio de ingresso nos núcleos onde o custo de vida é mais elevado; a abertura de procedimento para promoção e acesso a todas as categorias cujos lugares se encontrem vagos; a inclusão no vencimento do suplemento de recuperação processual, com efeitos a 1 de janeiro de 2021, ou seja, o pagamento do valor mensal nas 14 prestações anuais; e a regulamentação do acesso ao regime de pré-aposentação.

      “Quanto à proposta de Estatuto em negociação, rejeitamos a mesma por completo, sendo um completo nado morto. E porquê? Porque não revaloriza a carreira, antes acaba com ela, não dá resposta aos nossos problemas e, consequentemente, não dá resposta aos problemas que afetam os Tribunais e serviços do Ministério Público”, referiu.

      Para o presidente do SFJ, todos as reivindicações, tanto conjunturais como estruturais, dão resposta a muitos dos atuais problemas dos tribunais e dos serviços do Ministério Público e por isso espera que sejam acolhidas pelos partidos políticos na campanha eleitoral. “É importante sublinhar que estes mesmos partidos políticos têm manifestado a sua concordância com as nossas reivindicações nas múltiplas reuniões que temos realizado com eles”, disse.

      Questionado sobre se teme que um resultado eleitoral inconclusivo, em caso de governo minoritário, possa dificultar as negociações, Marçal afirmou que não, “bem pelo contrário”; “o SFJ está convicto que a efetiva valorização da carreira de Oficial de Justiça, basilar para o regular funcionamento de um órgão de soberania, será garantida pelo futuro governo“, garantiu.

CorreSentidoContrario.jpg

      Fonte: “Eco”.

por: GF
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Autoria e outros dados (tags, etc)

às 08:04


31 comentários

De Anónimo a 14.11.2023 às 08:24

Eh pah calem-se com o estatuto, se não fosse o lítio estávamos bem lixados e parece que o sindicato está mortinho por nos ver no lodo! É possível e desejável ganhar mais, haverem promoções e entrarem mais colegas sem mexer no estatuto, mexendo no estatuto já não é bem assim. Sempre a bater na mesma tecla depois de serem conhecidas as pretensões do governo. São parvos? Ou querem fazer do oficial de justiça parvo?

De Anónimo a 14.11.2023 às 14:52

Apoiado.

De Anónimo a 14.11.2023 às 08:27

Até que enfim o sr. Marçal ganhou coragem para se aproximar da verdade e dizer o que deve ser dito.

A senhora MJ e o senhor SEAJ andaram de mãos dadas a delinear uma ideia que fizeram incorporar no projeto e que hoje todos sabemos o que pretendia fazer á justiça.

Dizendo que davam mais, afinal davam muito menos, até tiravam veja-se!

Era um embuste, todos o sabemos, consubstanciava um ardil nunca assumido mas real e que nunca esperei ver em titulares de tão nobres funções.

Vem agora o senhor Pedro Nuno Santos, que tende a afastar-se da verdade, que se esquece das reuniões, do que disse e não disse, que por isso não mereceu a confiança do atual PM que o não convidou para lhe suceder, nem sequer foi lembrado.

A um autoritarismo consciente segue-se outra personagem, um pouco assemelhada ao miúdo irreverente, mimado, que faz tudo porque pode e porque quer, porque é a sua narrativa.

Em lugar de uma geringonça teremos um grande calhambeque.

Haja coragem para aturar esta gente.

De Anónimo a 14.11.2023 às 08:34

Este blog está cada vez melhor, na acutilância e no humor, para não falar nos temas pertinentes. Excelente trabalho e parabéns. E obrigado.

De Anónimo a 14.11.2023 às 08:55

O sr. Marçal e o sindicato a que preside são ambos um retrato quase fiel do estado actual do povo deste país, e mais não digo, quem quiser que entenda!

De Anónimo a 14.11.2023 às 09:00

A questão é - O que fazer com este governo de transição, e com o próximo, que não deverá ter maioria no parlamento?

Vamos aguardar?!! - Eleições em março, mais tomada de posse, mais tomada de conhecimento de dossiers - Estamos a falar de meses!

É preciso fazer algo, para o agora, e para o próximo governo!
Pensem sindicatos, pensem!...

Abraço

De Anónimo a 14.11.2023 às 09:46

Lembro que a atual equipa do MJ principiou as funções por um périplo pelo país para, "alegadamente", ter a perceção real e tomar consciência dos problemas no setor da justiça.
Isto sucedeu apenas e só porque se prestaram a desempenhar um papel para o qual não estavam, e nem que corressem 100 anos, estariam preparados.
Apressaram-se pelo prestígio das funções, numa visão egoística, sem ponderar se estavam preparados para servir o país ou sequer se o país estava preparado para as suas ideias.
Não deixam a casa arrumada, e nem sequer aquilo que a senhora Francisca Van Dunem disse não ter conseguido fazer, aquando da transferência de pastas ministeriais, relativamente ao setor prisional, na DGRSP, conseguiu iniciar fosse o que fosse (terá conseguido telefones individuais para os reclusos e pintar algumas das celas de branco para simbolizar uma espécie de purificação da podridão dos homens).
Vejo e entendo a aludida preocupação com o ambiente prisional, e que não foi altruísta, terá sido fruto de uma premonição.

Não sei quem sucederá no Governo, quase que poderia apostar que será mais do mesmo, conhecendo este povo de brandos costumes que se deixa levar por cantigas de amigo ... que depois lhe vai constantemente à carteira buscar dinheiro para, precisamente, ajudar os amigos.

Assim, é certo que com o PS o foco será Saúde, Educação, Casa e Habitação, mas não se fica por aí, pois os agora proclamados " Pedro Nunistas", anteciparam aquilo que todos gostam que nos segredem aos ouvidos, e vai dai diz que para isso é preciso mais e melhor economia, ter as contas certas (quando gritava há algum tempo atrás que não se devia pagar dívidas ...) e, para cumulo, foca também a Justiça, não se sabendo o que é que pretende fazer com este setor, concretamente, responder às suas demandas ou proceder a uma reforma profunda na sua arquitetura atual.
Na outra fação, o senhor José Luís Carneiro, pela sua rápida e inesperada postura será considerado ou tido, por estes dias, mais como que uma "ovelha negra".
Do senhor Luís Montenegro, não sei o que pensa da justiça, sei que difere do senhor Rui Rio o que já é muito bom, mas não se sabe rigorosamente nada sobre a sua opinião, aliás a única coisa que se sabe é que as suas equipas dentro do aparelho trabalham afincadamente num programa de governo, e para a justiça será uma continuidade ou disrupção com os anteriores dada a premência do assunto.
A guerra, a crise e a habitação continua nos jornais, mas com menos ênfase e interesse.
O poder dos media, de uma comunicação social que se transmutou mais num aparelho sofisticado de fazedores de opinião, em programas de ocasião, com comentadores também de ocasião em horários nobres, tolda quem ainda mantém interesse nestes assuntos.
Tudo foi preparado, o senhor Pedro Nuno Santos saiu oportunamente do governo e logo teve o seu programa na TV, antecipando a queda do governo e a sua preparação par liderar o partido, resguardou-se do que sabia estar para vir, com a cobertura, muito inteligente e rebuscada do senhor Costa que "queimou" os seus promissores candidatos (Medina, Ana Catarina Mendes, Mariana da Silva e compª).
Suspeito que tudo estava escrito na linha do tempo delineada por gente que é compreendida como muito inteligente, como animais políticos, mas que afinal lhes parece faltar sentido de Estado, apenas pensam no seu umbigo e deviam pensar mais na barriga do povo.
Eu receio o que poderá advir seja qual for a solução governativa.
Mas reclamo dos responsáveis que saibam olhar para a justiça, não só porque nela trabalho mas porque o povo e o país precisa.
Viva a DEMOCRACIA

De Anónimo a 14.11.2023 às 09:56

Só para dizer que o PS, obedecendo a uma lógica de puro interesse partidário deixou cair (apenas temporariamente) as suas promessas (Medina, Catarina Mendes, etc.) porque o senhor Pedro Nuno Santos é a personagem que oferece mais hipóteses de uma vitória, ainda que em minoria, ou então a garantia de uma maioria parlamentar à esquerda, que foi pelo mesmo conseguida e por muitos lembrada com nostalgia (mas não por mim).
Ou seja, mais uma vez os interesses partidários, da lógica de manutenção no poder para servir e manter esse "poder" partidário instituído e embrenhado de tal forma que ganhou raízes bem fortes e com um tal vigor que será imune até a uma hecatombe como a que se vive atualmente.
Não pensam no país pensam antes no seu "governo".
Deixam cair hoje para amanhã os levantar e, até miraculosamente os ressuscitar como parece estar a acontecer com o senhor Pedro Nuno Santos.

E o povo gosta desta gente.

Falta sentido de Estado a muitos de nós, e porque somos tribalistas e seguidistas, acríticos e atávicos, deixamo-nos enredar e levar por pessoas que usam de ardil e se afastam da verdade reiteradamente.

Gente que assim procede será que se pode considera como gente sã?

Eu já duvido da minha sanidade e começo a perceber porque é que Portugal é dos países que consome mais ansiolíticos.

De Adolfo Dias a 14.11.2023 às 09:30

Para quem já cá anda há muito tempo, isto é mais uma voltinha no carrossel.
Mudam alguns protagonistas e a conversa de lenga lenga é a mesma, com maiorias ou com minorias.
Então se a cor do partido for a mesma, estamos conversados pelo que se viu nos últimos 8 anos.
Reuniões, propostas, vamos aguardar, vamos debater, assembleias gerais, congressos, caravana da justiça, concentrações na porta dos palácios, fotografias para as redes sociais, plenários, etc, etc, etc.
São, pelo menos, mais de vinte anos disto.
Ainda ontem se viu o camarada José Abraão a vibrar efusivamente com o discurso do Pedro Nuno Santos. Do outro lado vemos o Marçal com um discurso molengão e a empurrar tudo com a barriga para a frente.
Preocupem-se agora em receber a esferográfica e o calendário e em inscreverem-se para o circo de natal, que está próximo.
Valha-nos os tribunais que vão colocando alguma (pouca) justiça na nossa carreira.

De Anónimo a 14.11.2023 às 09:30

Foi a melhor coisa que podia ter acontecido.... o impasse do Estatuto.
Esperemos dias melhores.

De Anónimo a 14.11.2023 às 09:56

Sim, no momento foi o melhor que podia ter acontecido, pois o "documento" não tinha pontar por onde lhe pegar... mas não nos resolve as nossas justas e razoáveis reivindicações!

De Anónimo a 14.11.2023 às 09:46

Ganhando novamente o PS as eleições não há a mínima dúvida que o estatuto a apresentar será o mesmo de sempre... São preguiçosos e não irão alterar o que doutamente já foi elaborado...

Ao menos para ganharem algum respeito que integrem já os 10%... Podem não ser eles a governar apesar de achar que o povo se deixará novamente enganar pelo Pedro Nuno Santos e sua geringonça que darão certamente a machadada final neste lindo país...

De Anónimo a 14.11.2023 às 09:58

Não é certo que ganhem!
Vamos ver se não teremos uma solução "bloco central!

De Anónimo a 14.11.2023 às 10:03

Eles vão-nos castigar ...
Não deixarão acontecer seja o que for na justiça ... muito menos um qualquer agrado, pois não precisa do nosso voto (somos aí uns 7 mil e adivinho que 6999 continuam a votar PS).

Metaforicamente falando, vão nos "sodomizar" até cairmos para o lado de exaustão, muitos de nós já não aguentam a carga de trabalho atual e se nada acontecer no imediato, nos próximos 2 anos ficará um caos.

Por isso, os Sindicatos têm a obrigação de procurar uma solução para o problema e não se alhearem dela atirando a responsabilidade para a tutela.

Urge resolver o problema, que também é da magistratura que não está obviamente a beneficiar da melhor coadjuvação por parte de um corpo de funcionários cansado e desiludido.

De Anónimo a 14.11.2023 às 13:54

6998, NEVER

De Anónimo a 14.11.2023 às 19:20

Os antigos estão velhos, cansados e à beira da reforma, é certo.

Mas os novos o que querem é boa vida, cumprir o horário e fazer-nenhum.

Ou pensam que esta malta veio para trabalhar como os de antigamente que o faziam,, muitos de nós, de forma abnegada?

De Anónimo a 15.11.2023 às 09:43

Os novos, são precisamente novos, não são do tempo da escravatura, de um Estado Novo em que a dedicação à causa pública significava, propriamente uma verdadeira dedicação, quase como que uma religião.

Felizmente que esses tempos já se foram colega!

O Trabalho surge como um meio de subsistência, de nos proporcionar o acesso a determinados bens e também a realização profissional.

Com salários baixos e sem expetativas de carreira não há nem pode haver aquilo a que se chama um dever de auto-motivação pessoal , como é bom de ver.

Estamos desobrigados de um compromisso quando outros o determinam com a falta de compromisso, nomeadamente com a verdade e com as promessas publicamente anunciadas.

Por isso, colega a abnegação significa no atual léxico um problema disfuncional de fixação pelo trabalho que importa corrigir antes que sofra um "burn out" ou um qualquer surto psicótico.

De Anónimo a 14.11.2023 às 19:37

Reformulando, pois este é o "Blog da faca e queijo na mão", no que à liberdade de expressão diz respeito.

Pergunta-se se o/a Sr./Sra. Oficial de Justiça do TIC de Lisboa cuja "disponibilidade", para trabalhar, gratuitamente, "até à 1h da madrugada" de sábado e no "domingo", demonstrou, o terá feito sem qualquer pressão ou coação, agora que o ordenado mínimo será a partir de 2024 822€?

Ou tê-lo-á feito em consciência, por forma a agradar, aliás como muitos OJ por esse país assim, em minha opinião, estupidamente, procedem?

Mais ainda, onde estavam os sindicalistas que à porta de tal circo mediático não estiveram, perdendo um excelente e fundamentado momento de manifestação?

De Anónimo a 14.11.2023 às 13:55

O POVO É CEGO, SURDO E MUDO

De Anónimo a 14.11.2023 às 11:46


“o SFJ está convicto que a efetiva valorização da carreira de Oficial de Justiça, basilar para o regular funcionamento de um órgão de soberania, será garantida pelo futuro governo“


O problema é que a gente não come convicções...


De Anónimo a 14.11.2023 às 12:25

Sim, e estamos quase em 2024!

Inacreditável!

De Anónimo a 14.11.2023 às 14:55

Eh pá, oh Senhor Marçal deixe estar o estatuto velho sossegado. Oh será que o Senhor quer ir presidir os destinos da Lousã. SFJ já chega... Pode ser que o Pai Natal vos ofereça um trem de tachos e panelas. Tenham vergonha.

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