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Segunda-feira, 07.10.19

Uma Nova Pluralidade Representativa

      Os resultados da eleição da composição da nova Assembleia da República, para os próximos quatro anos, veio trazer uma novidade na sua composição aumentando a pluralidade da sua representação.

      Já com a entrada e subida na votação do Bloco de Esquerda, já há tempo, se tinha verificado um novo desenho da configuração e equilíbrio das forças parlamentares até à eleição de 2015, altura em que surge mais um partido, o PAN, que vem anunciar que as forças parlamentares tradicionais já não estão sozinhas no Parlamento e se anunciam novas tendências.

      Com a eleição de 2015, a Assembleia da República passou a deter 5 partidos políticos e uma coligação de dois partidos, ou seja, um total de 7 partidos.

      Com a eleição deste ano, a Assembleia da República vê incrementada a representação dos portugueses em mais três novos partidos que nunca antes tiveram representação parlamentar, passando agora o Parlamento a ser composto por 10 partidos políticos. Note-se que não apareceu mais um partido com um deputado como em 2015, não, agora foram logo três de uma cajadada só e isto é surpreendente.

      Os novos partidos que passam a ter representação parlamentar são: “Chega”, “Iniciativa Liberal” e “Livre”.

      Recorde-se que a esta eleição concorreram (a nível nacional) 20 partidos e uma coligação de dois partidos, pelo que passar a ter um Parlamento onde se encontram representados sensivelmente metade dessas forças partidárias, constitui uma evolução muito significativa que leva esta democracia de 45 anos a um novo patamar; a uma nova pluralidade de vozes diversas que, independentemente de se gostar ou não gostar ou de se gostar mais ou se gostar menos, aportam, inevitavelmente, uma nova e maior diversidade de opinião e de representação dos portugueses.

      Claro que os novos partidos, com apenas um deputado, não têm o mesmo peso do que um grupo parlamentar com mais de cem deputados, no entanto, como vimos nesta última legislatura, todos contam e todos podem contar em muitos e diferentes momentos, independentemente dos acordos ou alianças que se estabeleçam e, como também assistimos com o PAN, um deputado sozinho pode fazer muito e pode quadruplicar os resultados em apenas uma legislatura o que é considerável e não pode deixar de merecer a nossa atenção.

      Esta nova composição da Assembleia da República torna este órgão de soberania mais plural, dada a diversidade da sua nova composição e isso é algo que se tem que ter como positivo e como uma vitória dos portugueses que, embora lentamente, se vão libertando da clubite partidária, pensando diferente a cada dia que passa, rompendo mentalidades e bloqueios e ultrapassando barreiras que pareciam inultrapassáveis.

Pessoas.jpg

      Não fosse o alto valor da abstenção (45,5%) e esta eleição teria sido uma verdadeira vitória dos portugueses e uma verdadeira demonstração de maturidade democrática.

      No entanto, ainda assim, apesar deste alto valor de abstenção, isto é, de quem se alheia do ato eleitoral e entrega aos outros a decisão de votar em nome deles e também daqueles que não votam, ainda assim, dizia-se, o número de votantes não diminuiu em relação à anterior eleição de há quatro anos.

      Em 2015 a taxa de abstenção fixou-se nos 44,1% e este ano fixou-se em 45,5% mas, ainda assim, embora a taxa tenha subido, houve mais portugueses a votar, ou seja, houve uma evolução e uma real descida na abstenção, ainda que, em singelo, aquela percentagem pareça indicar o contrário.

      Como é que isso é possível? Simples: este ano, o número de eleitores recenseados aumentou em mais de 1 milhão, em relação a 2015. Em 2015, havia 9’682’553 eleitores recenseados e este ano houve 10’810’662 eleitores recenseados.

      Este aumento muito significativo, em mais de um milhão de eleitores, constitui o maior aumento no número de recenseados na história da democracia portuguesa e deve-se, sobretudo, ao novo mecanismo de recenseamento automático dos cidadãos portugueses que vivem fora do país que este ano foi implementado.

      Desta forma, embora o número de votantes tenha subido, a alteração ocorrida com a introdução de mais de um milhão de recenseados, de forma automática, que em 2015 não ocorreu, resulta neste aparente amento da taxa de abstenção, quando na realidade assistimos, de 2015 para este ano, a uma regressão da abstenção, com os portugueses a acorrer às urnas em maior número, quebrando a tendência abstencionista que se vinha verificando.

      Assim, dos resultados da votação de ontem, os portugueses podem orgulhar-se de terem iniciado uma tendência de redução da abstenção e iniciado ainda um país que se governará de forma mais participativa e plural, onde as diferentes ideias não são um problema a abater mas uma mais-valia a desenvolver.

      Os Oficiais de Justiça, por força das suas obrigações profissionais, sabem bem como a opinião única e o ponto de vista único é algo que não pode existir e estão muito habituados ao contraditório constante de todos os pontos de vista que costumam ser, no mínimo, dois. Ora, se com um mínimo de dois pontos de vista diferentes é possível realizar a função da justiça e se ambos os diferentes e opostos pontos de vista contribuem para uma melhor análise e decisão, se mais pontos de vista houvesse maior seria a discussão e talvez melhores poderiam ser as conclusões.

      Aqui sempre nos opusemos aos pontos de vista únicos, à clubite e ao sistemático ataque à diversidade de opiniões. Portanto, é com agrado que vemos crescer a diversidade e é com gosto que aplaudimos a pluralidade alcançada.

      Abaixo fica a imagem contendo os resultados de ontem à noite, quando a contagem em todas as freguesias estava apurada mas ainda sem refletir o resultado final pois ainda há 4 deputados por apurar e que serão eleitos pelos círculos da Europa e de fora da Europa. De todos modos, a nova reorganização parlamentar não deverá sofrer mudanças consideráveis, daquilo que já consta, depois de apurados esses quatro deputados em falta.

ResultadosEleiçõesLegislativasOUT2019.jpg

por: GF
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às 08:07


9 comentários

De Anónimo a 07.10.2019 às 09:20

Mais 4 anos a empurrar com a barriga discussões fundamentais neste país.

De oficialdejustica a 07.10.2019 às 11:06

Mais curiosidades, especulações e hipóteses da análise dos resultados:

Os eleitores que votaram nos pequenos partidos que não obtiveram representação parlamentar, são, ao todo, mais de 190 mil. Com todos estes votos daria para eleger 4 a 5 deputados.

Os votos nulos valem tanto como 1 deputado e os votos em branco poderiam eleger 2 deputados ou, como chegou a comentar Rui Rio, poderiam deixar dois lugares vazios no Parlamento.

Com estes dados vemos existir um grande número de portugueses que não se sentem representados com os eleitos.

Já no que se refere aos números da abstenção, se elegesse, esta poderia governar e com maioria absoluta ou, pelo contrário, se fosse considerada, o país não seria governado.

De Anónimo a 08.10.2019 às 18:31

Resultados de 2005

Resultados de 2019

PS: 2 588 312 ( 45,03%) – 121 1 866 407 ( 36,65% ) - 106

PPD/PSD: 1 653 425 ( 28,77%) - 75 1 420 553 ( 27,90% ) - 77

PCP-PEV: 433 369 ( 7,54%) - 14 329 117 ( 6,46% ) - 12

CDS-PP: 416 415 ( 7,24%) - 12 216 448 ( 4,25% ) - 5

B.E.: 364 971 – 8 492 487 ( 9,67% ) - 19

PAN - - - - 166 854 ( 3,28% ) - 4



Entretenham-se a analisar os resultados destas duas eleições, espaçadas de quinze anos, cuja comparação se torna essencial para perceber que o Povo, quando assim o quer, é muito mais sábio que as suas pseudo elites.
Vejam quem subiu e quem desceu e quanto.
E percebam duma vez para onde foram os votos dos que não querem maiorias absolutas nas mãos de mafiosos que dos seus assentos parlamentares assaltam o aparelho de estado em prol dos seus interesses particulares


De Anónimo a 10.10.2019 às 08:52

Está a comparar o incomparável. Os atuais sistemas capitalistas desenvolvem-se em ciclos económicos, por regra de 10 anos, que abragem no máximo 2 a 3 ciclos governativos. Escolheu o de 2005 sem qualquer fundamento. Os resultados destas eleições foram influenciados pelo desastre da PAF , e pelo governo de salvação que lhe sucedeu. A sabedoria do povo reflete-se, e bem, na dispersão de votos para evitar maiorias absolutas, com a desvantagem de permitir a representacao de partidos extremistas. Mas não se pode ter tudo!

De Anónimo a 10.10.2019 às 18:25

Um “ciclo eleitoral” de 14 anos foi escolhido porque abrange por excesso o “ciclo capitalista” de 10 anos que refere.

Além disso:
- após as legislativas de 2005, regressou a funções governativas o ora indigitável ( para nós com o dedo do meio… ) Costa, integrando o séquito do Eng.º Pinto de Sousa cujos sucessos governativos tendem agora a entrar no “ciclo de esquecimento” de alguns;
- nas legislativas de 2005, houve duas formações relevantes que obtiveram resultados semelhantes aos do passado fim de semana, embora também tenham perdido entre si cerca de 330000 mil votos ( PSD 232000 e CDU mais de 100000). Curiosamente, apenas numa delas se discute publicamente a continuidade da sua actual liderança. Mais curioso ainda é o facto de ser justamente naquela que não se discute, que a transição está a ser preparada há mais tempo.

Governo de salvação nacional?

De salvação “nacional/socialista” talvez!

Quanto à proposta análise verifica-se que, em 2005 e 2019, PSD e CDU obtiveram resultados semelhantes.

E à sua volta, tudo mudou:

O PS perdeu entre os referidos momentos de 2005 e 2019, mais de 721000 votos, equivalentes a 15 deputados, dissipando-se a maioria absoluta familiar monocolor … oxalá, para sempre.

E o CDS-PP perdeu, no mesmo hiato temporal, quase 200000 votos, equivalentes a 7 deputados.

E, PSD e CDU cerca de 330000 votos.

Portanto, depois de uma maioria absoluta monopartidária, depois da crise “mais grave desde 1929” que obrigou o país a “apertar o cinto”, depois da Troika, depois dos indignados e depois duma “geringonça salvadora”, mais de um Milhão e 200 Mil votos abandonaram os partidos que elaboraram a Constituição de 1976.

Concomitantemente, a Abstenção tornou-se a “força maioritária”.
Nulos e Votos em branco também cresceram.

E, no entanto, o BE entre 2005 e 2019 embora tenha conquistado mais 11 assentos na AR apenas captou cerca de 127000 de votos aos “76ers”.

O PAN captou-lhes um pouco mais, cerca de 166000 votos equivalentes a 4 deputados.

Sensivelmente o mesmo que somados o LIVRE, o CHEGA e a IL, que conquistaram um assento na AR cada um.

E há mais uma dezena de formações que não elegem e têm pouco mais que os 7000 necessários para fundar um partido e que somados atingirão votação idêntica à de cada um dos dois parágrafos anteriores.

Então se, no hiato temporal em que por força, da bancarrota de 2011 se emigraram tantos como se disse que o fizeram e se mesmo após os “atraentes” programas de repatriação não regressaram, há que concluir que podem haver mais de meio milhão de compatriotas emigrados do que havia, sendo insuficientes para os representar os quatro deputados que ainda faltam eleger nos círculos da Europa e De Fora da Europa.

Pode haver uma crise de representatividade no nosso parlamento.

E pode ser grave ao ponto de distorcer totalmente a vontade popular.

Essa crise só à máfia aproveita.

Portanto, por mais extremistas que sejam, todos são bem vindos à Casa do Povo que deve ser a AR.

Que lá é o espaço próprio para que a esgrima argumentativa em nome dos representados evite o previsível confronto na rua.

Pena é que a maioria nem sequer lá esteja.

De Donzília Santos a 07.10.2019 às 19:48

Gosto também desta pluralidade na Assembleia da República.Assim é, porque votámos!
Para os abstencionistas, mais prático seria voltarmos ao regime monárquico em que a governar lá estava o descendente de outro governante (regime sucessório), só para esses não terem muito trabalho a informar-se sobre opçőes, muito trabalho a pensar na escolha e muito trabalho a ir à mesa de voto!
Trabalho sim, dirão eles, mas para os outros, ou seja: decidam lá isso que eu espero... sentado... lol...

De Anónimo a 07.10.2019 às 23:11

As eleições aconteceram e a organização da "polis" continuará a ser feita por quem está investido nessas funções, com todo o respeito por todos os cidadãos e funcionários que votaram ou não votaram, sem mais delongas sobre este assunto;
A nível muito mais inferior é urgentíssimo pôr ordem em alguma casa onde trabalhamos diariamente. É gritante, gritante. Termine-se de vez com provedoria, santa casa ou outra coisa ainda bem pior, sem com isto deixar de reconhecer o mérito e o papel institucional das organizações com essa designação.
Em suma, negoceie-se a melhor forma, a favor de quem não quer trabalhar, independentemente da idade e da categoria profissional. Seria uma maneira justa de aumentar salário a quem trabalha e cumpre com rigor os deveres a que está obrigado. Felizmente, os cumpridores, são a sua esmagadora maioria.
As administrações dos Tribunais deveriam estar munidas de elementos que lhes permitam, com exatidão, enquadrar os casos em que a produtividade é zero.
Parece anedota este comentário, mas não é infelizmente.





De Anónimo a 08.10.2019 às 15:25

Ou seja, é contra os tachos monárquicos, mas a favor dos tachos republicanos.

De Anónimo a 09.10.2019 às 00:01

Como eu o(a) entendo.
A pergunta que se impõe sem ser demagógica é quem guarda a "guarda". Ninguém. Parece que ninguém mesmo.
Parabéns a todas e a todos aquelas(eles) que trabalham abnegadamente em prol do cidadão e que ainda acreditam em si, apenas em si.
Sobreviver sem trabalhar aqui nestas casas é algo que deve ser objeto de estudo e reflexão sobre o que subjaz a este estado da "coisa" que incomoda.
Mexa-se na "coisa" ou então a "coisa" será tomada como exemplo a ser seguido, em contra-mão à ordem que se quer.






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